sábado, outubro 20, 2018

Cinquenta tons do BDSM dos cossacos russos (+18)


A subcultura russa de “cossacos” adora os chicotes e sabe como usa-los. Tudo decorre segundo os preceitos clássicos: um castiga, um agarra no castigado, um tira fotos e vídeos e depois coloca o material mais escaldante nos fóruns temáticos dos cossacos.
Afinal de contas, qualquer verdadeiro fã do BDSM sabe, se não colocar fotos e vídeos do cú rasgado castigado na Internet, nem sequer é possível dizer que o fulano foi castigado ;-)

... e a vitimização desesperada de LGBT

A estudante do jornalismo, lésbica militonta Anna Ayers, membro do conselho estudantil da Universidade de Ohio, nos EUA, ultimamente, e de forma repetitiva informava a polícia americana da recepção de várias notas de conteúdo ofensivo, chegando até as ameaças de morte, tudo porque a boa moça “fazia parte da comunidade LGBT”.
Anna Ayers, comissária da Comissão de Apropriações do Senado, faz uma pausa para expirar enquanto fala durante a reunião do Senado Estudantil em 3 de outubro (File)
Nessas notas, os desconhecidos repetidamente mencionavam a sua orientação sexual, e no último bilhete até prometeram matá-la.

Antes de entrar em contato oficial com a polícia, Anna falou numa reunião do senado estudantil, onde fez a declaração pública sobre as ameaças preferidas contra ela.

No seu discurso, Ayers apelou diretamente ao autor dos bilhetes, o chamando de um fraco covarde e inútil. “Tenho certeza de que você está sentado na mesma sala com a gente agora”, disse ela. “Você pode me considerar repugnante, acreditar que eu mereço morrer, mas na verdade, apenas suas crenças são repugnantes. Anote bem, seu bastardo: tenho orgulho de quem eu sou e nada que você possa dizer ou fazer irá alterá-lo”.

No decorrer da investigação policial, a polícia de Ohio rapidamente descobriu que autora dos bilhetes “homofóbicos” era a própria Anna Ayers, agora a “vítima da sociedade intolerante” se arrisca à pena da prisão de até 6 meses e uma multa de até 1.000 dólares...

Blogueiro: uma atitude muitíssimo parecida com as várias acções totalmente desesperadas da esquerda totalitária brasileira, que se precipitou, nos últimos dias, em desenhar as suásticas em tudo que é lugar, para ver se vitimizem, nem que seja um bocado, nas vésperas da maior derrota eleitoral, que seguramente sofrerá no dia 28 de outubro.

sexta-feira, outubro 19, 2018

O Patriarca Ecuménico Ortodoxo terá a residência oficial em Kyiv


No dia 18 de outubro, o Parlamento da Ucrânia, com 237 votos a favor aprovou o projeto de lei № 9208, apresentado pelo Presidente Petró Poroshenko. Segunda a nova lei, a Igreja de Santo André da reserva Nacional “Sofia de Kyiv” passa ao livre e permanente uso eclesiástico do Patriarcado Ecuménico Ortodoxo de Constantinopla.

Naturalmente, todas as “conservas do Kremlin”, dentro e fora do parlamento começaram uivar, acusando o Presidente e poder ucraniano de “desperdiçar os bens culturais”.

A realidade dos factos é totalmente diferente. Primeiro, o património cultural ucraniano nunca antes esteve em mãos tão confiáveis ​​e carinhosas.
Em segundo lugar – a entrega ao uso, não significa transferência dos direitos de propriedade. Os uivantes sabem disso muito bem, mas também sabem que o seu eleitorado semianalfabeto acreditará nestes argumentos histéricos e uivará em uníssono. Embora na realidade, a igreja de Santo André de Kyiv continuará pertencer ao Estado ucraniano. E a transferida ao uso do Patriarcado Ecuménico Ortodoxo está em plena conformidade com a legislação sobre a proteção do património cultural.

O chefe do Parlamento ucraniano, Andriy Parubiy, durante a votação, trollou os adversários, de forma muito engraçada, quando declarou: “Que os demónios enlouquecem, mas as forças ucranianas votam “sim”!

De fato, estamos testemunhando a criação da primeira residência do Patriarcado Ecuménico Ortodoxo fora da Turquia em toda a história do seu patriarcado. E não em lugar qualquer, mas em Kyiv. Este é um passo muito corajoso da parte do Presidente Poroshenko, e mais uma tapa na cara do Cirilo e do Kremlin. Este passo fortalecerá a relação do Patriarca Ecuménico Ortodoxo com Ucrânia e tornará as mudanças irreversíveis: Ucrânia nunca mais voltará ao domínio da ortodoxia russa.

Representantes da Igreja Ortodoxa Autocéfala da Ucrânia já deram o seu consentimento para a entrega da catedral. As missas, a propósito, não interferem, de modo algum nos trabalhos de restauração. A Europa está cheia destes casos: os murais únicos da Basílica de São Pedro no Vaticano são mantidos em excelentes condições, apesar dos milhares de peregrinos e cultos diários.

Então, que os demónios enlouquecem!
@ Olena Monova

quinta-feira, outubro 18, 2018

A atual guerra russo-ucraniana em 7 minutos e 600 fotos


https://ucrania-mozambique.blogspot.com/2016/08/a-guerra-no-donbas-em-fotos.html
O vídeo de 7 minutos mostra cerca de 600 fotos, desde Maydan de 2013-14 até o quotidiano da linha da frente na Donbas. Muitas destas fotos são inéditas.

A guerra dividiu a vida em duas parte, agora tudo ficou entre entes e agora…”
Fotos: Dmytro Muravsky (2013-2018) | Vídeo: Semen Horov e Volodymyr Sanchenko.

quarta-feira, outubro 17, 2018

Lobo solitário da Crimeia amava os terroristas de Donbas e odiava Ucrânia

No dia 17 de outubro de 2018, na cidade de Kerch da Crimeia ocupada, um jovem estudante local, russo étnico Vladislav Rosliakov, matou 19 pessoas (5 professores e 14 estudantes) e feriu até 43 colegas e professores do seu colégio. O atacante acabou por se suicidar.
Tudo indica que ataque começou cerca das 12h20 (hora local), quando o aluno do 4º ano final, Vladislav Rosliakov, de 18 anos, entrou na cantina do Colégio Politécnico de Kerch, situada no 1º piso do edifício, onde deixou uma pasta. Na pasta estava um artefacto explosivo improvisado (AEI), de relativamente baixa potência, equivalente aos cerca de 300 gr de TNT, mas artilhado com pregos e outros objetos cortantes. Se afastando da cantina, Vladislav retirou de um embrulho (possivelmente um tubo de desenho técnico) a espingarda de 0,12 calibre, acionou o AEI, e depois começou disparar contra as pessoas próximas.
Aproveitando o pânico total, Vladislav subiu ao 2º piso, onde abateu, à sangue-frio e de uma forma “discriminada”, o chefe do departamento lectivo do colégio e um dos professores, os achando nos seus próprios gabinetes. No decorrer do tiroteio, Rosliakov usava AEI ou então petardos, essa informação carece de confirmação oficial.
Após efetuar cerca de 20 disparos (nas vésperas o atacante tinha adquirido 150 cartuchos), ele se suicidou na biblioteca do colégio. Ao lado do seu corpo foi achada a espingarda, algumas cartucheiras e um outro AEI, desativado pela unidade de minas e armadilhas da polícia local.
De acordo com os dados preliminares, o atirador era um bom estudante, que tirava as notas de “bom” e “excelente”, mas não tinha amigos. Os seus colegas sobreviventes o caraterizam como indivíduo “muito fechado, que não se comunicava com quase ninguém e há muito tempo deixou as redes sociais [...] interessado em maníacos”.
A polícia da Crimeia ocupada está revistar o apartamento onde vivia atirador, de momento, não existe nenhuma evidência que este foi influenciado pelas organizações terroristas ou extremistas.

O atirador se matriculou no Colégio Politécnico de Kerch em 1 de setembro de 2015, onde estudava gratuitamente, abrangido pela quota estatal, escolhendo a especialidade de “instalação, reparação e exploração de equipamentos elétricos de edifícios industriais e civis”.
É de notar que os serviços operacionais da Crimeia não estavam preparados nem para impedir o ataque, nem para lidar com as suas consequências. Polícia, equipas de resgate e paramédicos demoraram bastante tempo na chegada ao colégio, os feridos eram transportados aos hospitais usando autocarros/ônibus municipais e até miniautocarros (as peruas) de passageiros, as ambulâncias e os paramédicos simplesmente não eram suficientes. Além disso, após ficar claro que o atacante estava morto, as forças de segurança locais continuaram a se concentrar em força junto ao colégio (usando até os veículos blindados), organizaram a verificação exaustiva de bens pessoais dos parentes que chegavam em massa ao local, além de outras atividades de “busca e procura”.

O Presidente da Ucrânia, Petró Poroshenko, informou que o Gabinete da Procuradoria-geral da República Autónoma da Crimeia (sob jurisdição da Ucrânia livre) abriu uma pré-investigação criminal, classificando o caso como “um acto de terrorismo”.

A investigação de tais casos é importante para a Ucrânia, porque a Crimeia é um território ucraniano e os ucranianos que vivem na península são cidadãos do nosso estado. E, claro, quando cidadãos ucranianos são mortos, onde quer que isso aconteça, é uma tragédia”, – disse o Presidente Poroshenko.

O Presidente da Ucrânia também expressou as condolências aos ucranianos que perderam filhos e entes queridos em Kerch.

terça-feira, outubro 16, 2018

Igreja Ortodoxa Russa: entre capitulação, negação e censura

Apesar das declarações recentes da IOR sobre a “total rotura das relações com Constantinopla”, na prática essa “rotura total” será efetuada em forma do fim da “comunhão eucarística”, ou seja, o clero e os fiéis da IOR são proibidos de efetuar a comunhão nos templos da Igreja Ecuménica Ortodoxa. Última proibição semelhante, imposta pela IOR em relação à Estónia, durou cerca de 6 meses... 

Além disso, vocês podem não acreditar, mas é verdade, no texto completo da decisão do Sínodo da IOR de rompimento das relações com Constantinopla, o Deus não foi mencionado uma única vez! (e apenas Jesus Cristo por duas vezes). Apenas a história de disputas entre as duas igrejas, na sua versão moscovita. Que transformaram a fé um negócio lucrativo e estão lutando, com unhas de dentes, pelo direito prioritário de receber as mais-valias das paróquias ucranianas. Paralelamente, implementando a decisão do Conselho de Segurança Nacional da Rússia sobre o seu auto-isolamento.

Naturalmente, no meio do caminho, IOR ataca e maltrata aqueles que são mais fracos e são incapazes de se defender.

No dia 13 de outubro o patriarca da IOR, Ciril, visitou Belarus, para participar no Sínodo da IOR. Na primeira tarde da sua visita, ele realizou o serviço religioso na Catedral do Espírito Santo em Minsk/Mensk. Entre os padres da Igreja Ortodoxa da Belarus (IOB) que foram autorizados a assistir o serviço, estava o sacerdote Alexander (Aliaxander) Shramko, clérigo da paróquia de São Miguel de Minsk.

O padre usa ativamente o Facebook. Nesse dia, ele colocou no seu perfil as fotos do luxuoso Mercedes Benz blindado com a matrícula/placa de registo 0002, usado pelo Ciril na sua chegou à Catedral do Espírito Santo:
Fonte: facebook.com/alexander.shramko 
Além disso, Alexander Shramko tirou as fotos dos guardas que cercavam permanentemente o patriarca dentro e fora do templo, mesmo no decorrer do serviço religioso:

Fonte: facebook.com/alexander.shramko
Padre Alexander também criticou o chefe da IOR por ignorar os crentes na entrada da catedral. “Eles vieram e ficarão na rua a tarde toda, contentando-se com a transmissão na tela. <...> Por que era preciso chegar de carro até aos portões da catedral e, saindo da viatura, nem sequer virar a cabeça? Será que realmente é tão difícil ... caminhar algumas dezenas de passos, acolhendo e abençoando o povo?” — escreveu o padre no Facebook, qualificando que o comportamento do patriarca russo como “desprezo demonstrativo”.

No dia seguinte os guardas do patriarca russo, disseram ao padre belaruso que ele fotografou o patriarca, rebaixou o prestígio deste (Sic!), que Ciril não gosta disso. Pediram inicialmente para não tirar mais fotografias, ao que padre concordou. Mais tarde, Alexander Shramko foi chamado até o Metropolita de Minsk e o chefe da IOB, Pavel que o informou: “Você está proibido de servir à partir de hoje”, — padre Shramko contou à página belarusa tut.by.

Segundo Alexander Shramko, a principal reclamação dos serviçais do patriarca Ciril eram as fotografias da matrícula da viatura do chefe da IOR e dos seus guardas. O padre belaruso foi acusado pela contraparte russa de “desonrar todos, desonrar Belarus, a igreja e o patriarca”, contou padre ao serviço belaruso da Rádio Liberdade.

No dia 14 de outubro, o padre Alexander recebeu a proibição verbal de servir à sua igreja. Em 16 de outubro, ele recebeu o decreto, por escrito, sobre a sua dispensa do posto de clérigo da paróquia São Miguel de Minsk. O documento declara que ele está proibido de servir, de usar a cruz sacerdotal e de abençoar os crentes. Essa decisão é justificada, em particular, pela “violação do juramento sacerdotal, perjúrio e publicação sistemática na imprensa/mídia de mensagens que difamam a Igreja Ortodoxa e semeiam hostilidade e ódio nos corações das pessoas”.
Fonte: facebook.com/alexander.shramko
A proibição será válida por um ano, após o que a Diocese de Minsk considerará a sua retomada ao ministério, isso é, no “caso se arrepender, mudar da sua atitude... provavelmente, isso significa que devo parar de escrever, parar de me expressar”, — disse Alexander Shramko ao Euroradio.
Padre Alexander Shramko
O poeta e editor belaruso Dmytro Strotsev lançou a recolha de assinaturas para a abolição da proibição do ministério para Alexander Shramko. Em carta escrita pelo poeta à Diocese de Minsk, afirma-se que o Padre Alexandre iniciou na sua paróquia a realização de cultos na língua belarusa. O próprio padre Shramko postou no Facebook os números de suas carteiras eletrónicas – caso alguém queira lhe dar apoio financeiro – e disse que aceita ofertas de qualquer trabalho.

E por fim, uma anedota:
Secretamente venerado como deus pela Igreja Ortodoxa Russa, o ditador comunista Estaline...
— Amigos americanos, digam, por favor, como nos, os russos, podemos vencer a pobreza?
Economy. Just economy.
— Muito agradecidos! Vamos usar bastantes ícones.