Mostrar mensagens com a etiqueta OSINT. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta OSINT. Mostrar todas as mensagens

sábado, outubro 31, 2026

Confirma-se a morte de 9.000 oficiais do exército russo de ocupação na Ucrânia

O projeto «Oficiais Russos Mortos na Ucrânia» confirma a morte de 9.000 oficiais das forças armadas russas em consequência da guerra neocolonial russa na Ucrânia. O projeto observa que, nos 1708 dias da invasão russa, em média, são confirmadas cinco mortes de oficiais russos por dia.

Entre eles, contam-se cinco tenentes-generais, nove majores-generais, 127 coronéis, 383 tenentes-coronéis, 804 majores, 1.328 capitães, 2.210 1ºs tenentes, 1.990 tenentes e 949 2ºs tenentes. Fazem parte da lista apenas os casos positivamente confirmados pela pesquisa OSINT.

Outros 1.195 oficiais foram classificados como «outras patentes» — nos casos em que o posto do oficial não pode ser determinado com precisão ou quando um oficial reformado regressou ao exército, mas recebeu um posto inferior ao seu posto formal. O projeto observou ainda que, em média, são confirmadas cinco mortes de oficiais russos por dia. 

As baixas russas gerais até 30.X.2026

O serviço russo da BBC, em conjunto com a Mediazona e uma equipa de voluntários, identificou os nomes de 285.023 soldados russos mortos (nas últimas duas semanas, de 16 à 30 de outubro, a lista foi acrescantada com 3.270 novos nomes) durante a invasão em larga escala da Ucrânia. De todas as unidades do exército russo, segundo a lista, as brigadas de infantaria motorizada sofreram as maiores perdas.

Quais são os números reais de baixas russas? 

As perdas reais do lado russo são superiores ao número de mortos cujos nomes podem ser confirmados por fontes abertas. De acordo com os especialistas militares, análise dos cemitérios russos, memoriais de guerra e obituários pode reflectir entre 45% e 55% do número real de mortos. 

Com base nas estimativas dos especialistas, o número real de mortos do lado russo pode situar-se entre 518.224 e 633.384. 

O total torna-se significativamente maior se incluirmos os separatistas que lutaram contra a Ucrânia como parte das autoproclamadas «l/dnr» de Donetsk e Luhansk, bem como as perdas das unidades norte-coreanas que lutaram na região de Kursk, na rússia. Uma análise dos obituários e publicações de 2022 sobre os desaparecidos da «l/dnr» sugere que entre 21.000 e 23.500 morreram até ao final de 2022. 

Depois de estudar imagens de satélite e fotografias oficiais do novo memorial de guerra construído na RPDC, o Serviço Coreano da BBC identificou os nomes de 2.304 soldados coreanos que lutaram ao lado das forças russas e morreram entre 2024 e 2025. 

Assim, de acordo com os dados recolhidos, as perdas totais das forças pró-rússia podem variar entre 541.528 aos 659.188 militares. 

As baixas ucranianas 

Uma lista de baixas ucranianas baseada em fontes OSINT é mantida pelo site anónimo UkraineLosses; atualmente, contém 115.952 nomes de militares mortos. O UkraineLosses indica ainda que, tendo em conta as publicações sobre pessoas desaparecidas, o número total de militares mortos do lado ucraniano pode chegar às 234.573 pessoas. 

É de notar que Ucrânia, embora não fornece as estatísticas gerais das suas baixas, não esconde as mortes dos militares. Pelo contrário, os seus funerais se tornam acontecimentos públicos, com a forte participação da sociedade civil ucraniana. Como tal é possível supor, que no caso ucraniano as perdas conhecidas (KIA/MIA) podem representar até 95-98% das suas baixas totais. Tendo em conta que o número de voluntários estrangeiros mortos ao serviço das FAU é de 2.045 pessoas, mais 37 voluntários estrangeiros estão desaparecidos em combate, o seu destino é desconhecido ou eles se tornaram prisioneiros das forças russas de ocupação. 

Cinco Nações que mais deram vidas em defesa da Ucrânia

  • Colômbia 907
  • Brasil 147
  • EUA 131
  • Geórgia 107
  • Belarus 82

sexta-feira, outubro 30, 2026

🔫 Ucrânia atinge refinaria de Novokuybyshevsk e evacua os civis de Oleshky

Na noite de 30 de outubro os drones ucranianos infligiram cerca de 11 focos de incêndio na refinaria de Novokuybyshevsk, na região russa de Samara. As forças ucranianas aplicaram o esquema de ataque de larga escala, atingindo toda a refinaria, situada à mais de 1300 km de Kyiv.










O geoposicionamento da refinaria de Novokuybishevsk

A instalação, controlada pela gigante Rosneft, tem a capacidade para processar cerca de 8,8 milhões de toneladas de petróleo por ano e produz gasolina, diesel e combustível de aviação. Moradores de Novokuybyshevsk relatam os ataques e vários incêndios consequentes na refinaria local, que foi atacada nesta manhã.

Fonte Osint: worldmilitares

Evacuação dos civis ucranianos de Oleshky, região de Kherson 

A partir de 30 de outubro de 2026, a evacuação de civis ucranianos de Oleshky passou da fase de acordos para a fase prática. A delegação ucraniana chegou à área da operação humanitária, com 25 autocarros/ônibus com a capacidade para 750 lugares, ambulâncias e transporte para pessoas com mobilidade reduzida. Segundo o ocordo preliminar bilateral, os residentes da cidade obtiveram a escolha livre de poderem sair tanto para Ucrânia livre, quanto para a federação russa.

Desde 24 de fevereiro de 2022, a cidade está sob ocupação russa. Em maio de 2026, restavam cerca de 2.000 residentes, e a cidade está à beira de uma catástrofe humanitária, pois sofre com a escassez de alimentos e medicamentos desde janeiro de 2026. A infraestrutura da cidade foi destruída em 2022-2023.

Pela Ucrânia a operação é coordenada pelo Comissário dos Direitos Humanos do Parlamento da Ucrânia (Rada Suprema), Dr. Dmytro Lubinets. Foi seu gabinete que realizou a coordenação prática: regime de silêncio na imprensa e na blogosfera, desminagem, comboio humanitário, listas de pessoas e transporte. Em 27 de outubro, Ucrânia decretou oficialmente um cessar-fogo na área de Oleshky para a condução da operação humanitária, que irá durar até 1 de novembro de 2026.

Faça click para saber mais

Um dos blogueiros militaristas e patrioteiros russos, confirma a escolha real dos ucranianos residentes em Oleshky. 17 autorarros/ônibus se dirigem à Ucrânia (primeiro, via terrestre para a rússia, depois via aérea para Belarus e novamente via terrestre para Ucrânia) e apenas 4 autocarros levarão as pessoas para rússia.

A operação de evacuação ainda não terminou, por isso o nosso blogue divulga apenas os resultados preliminares.

Ucrânia usa mísseis «Neptuno-D» e destrói dois Su-34 russos

Em resultado do ataque realizado na noite de 29 de outubro de mísseis costeiros «Neptuno-D» («Neptuno longo») da marinha ucraniana, foi confirmada a destruição de duas aeronaves Su-34 russas no aeródromo de Marinovka, mais de 600 km da Ucrânia. 

Em consequência dos danos causados ​​pelo impacto, dois caças-bombardeiros Su-34 de linha de frente foram destruídos no território do 11º Regimento de Aviação Mista (vila de Oktyabrsky, na região russa de Volgogrado), pertencentes à 4ª Divisão de Aviação Mista da 4º Exército da Força Aérea e da Defesa Aérea.

As consequências do ataque da Marinha ucraniana ao aeródromo de Marinovka, em 29 de outubro. Dois caças-bombardeiros russos Su-34 foram destruídos.

Fonte OSINT: AviVector

Os blogueiros militaristas russos confirmam a destruição de duas caças, assim como a morte de dois militares russos e os ferimentos em outros dois. 

Os blogueiros patrioteiros confirmam strike ucraniano

O caça-bombardeiro multifuncional Su-34 é o principal meio de lançamento de bombas guiadas. Ele é capaz de transportar até 8 toneladas de carga bélica. O valor de mercado de um Su-34 é de cerca de US$ 50 milhões. 

A destruição de tais aeronaves reduz a capacidade dos ocupantes russos de atacar com bombas guiadas as áreas de fronteira da Ucrânia, a infraestrutura civil e as posições avançadas das FAU, informa o Estado-maior das Forças Armadas da Ucrânia.

Glória à Ucrânia! 

Su-34 como ferramenta do terror aéreo russo: tamanho da frota, produção e vulnerabilidade do agressor

Os caças-bombardeiros Su-34 são um dos principais componentes da força aérea de ataque do estado agressor, a rússia, na sua guerra contra Ucrânia. Seu uso como portadores de bombas aéreas guiadas permitiu ao exército russo expandir as suas capacidades de atingir alvos terrestres, em particular em áreas de combate ativo e assentamentos na linha de frente. 

Apesar das significativas perdas em combate, a rússia continua produzindo e modernizando o Su-34, tentando manter o tamanho da frota de aeronaves e a intensidade dos ataques com mísseis e bombas. Ao mesmo tempo, as possibilidades de aumentar ainda mais esse potencial dependem da capacidade de produção, da disponibilidade de componentes tecnológicos e da capacidade do complexo militar-industrial russo de compensar as perdas. 

NASA FIRMS regista o incêndio no território do aeródromo militar de Marinovka, 29.X.2026

Em outubro de 2026, a forças aeroespacial russa contava com cerca de 140 caças-bombardeiros Su-34 de diversas modificações, incluindo o modernizado Su-34M (Su-34NVO). 

Desde o início da invasão em larga escala, a rússia perdeu 43 aeronaves desse tipo, que foram destruídas, e outras sete foram danificadas. 

Essas perdas são bastante significativas para a frota de aeronaves do agressor, cuja recuperação exige um longo ciclo de produção, recursos financeiros consideráveis ​​e cooperação industrial especializada. Para efeito de comparação: o número de Su-34 destruídos equivale a aproximadamente 2,5 a 3 anos de sua produção, com uma capacidade estimada de 14 a 18 aeronaves por ano. 

Ler mais: informe da GUR MOU, em ucraniano

Bónus

No dia 30 de outubro, na região de Akhtyubinsk, a rússia perdeu um caça-bombardeiro da última geração Su-57. Aparentemente, o aparelho ardeu/pegou o fogo, ficando totalmente destruído, num acidente de mal funcionamento do seu motor principal. O seu valor de mercado é de cerca de US$ 150 milhões. No total, desde 24.02.2022, a rússia já perdeu 4 aparelhos Su-57 (2 deles validados pelo Oryx, sem contar com o aparelho de hoje): dois foram abatidos na Ucrânia e um foi alvo de friendly-fire russo.


Fonte OSINT: AviVector

Bónus

Os guerreiros da 3ª Brigada de Assalto destruíram, com auxílio de um drone de ataque middle-strike, um helicóptero Mi-8 russo, algures na linha da frente.

quinta-feira, outubro 22, 2026

A rússia continua a espalhar o seu «humanismo» por toda Ucrânia

Na noite de 22 de outubro, a rússia lançou uma nova vaga de ataques de drones e mísseis contra Ucrânia, provocando a morte de pelo menos dois e deixando 34 civis ucranianos feridos em todo o país, informa a Embaixada da Ucrânia em Angola.

Em Kyiv, um civil morreu e 22 ficaram feridos, incluindo quatro crianças. Foram danificados edifícios residenciais, infraestruturas energéticas e de transportes, estabelecimentos comerciais e um mosteiro.



Na região de Kharkiv, um ataque russo provocou a morte de uma pessoa e danificou habitações, um edifício de escritórios e uma unidade de saúde. Na região de Poltava, as forças russas atingiram uma estação de radiodifusão privada. No total, 12 regiões da Ucrânia foram alvo de ataques. As infraestruturas energéticas também estiveram entre os alvos da rússia.


Moscovo/ou continua a responder aos esforços diplomáticos com novos ataques contra a população civil ucraniana. Ucrânia precisa urgente de sistemas de defesa aérea mais robustos, de entregas mais rápidas de mísseis e de uma maior pressão sobre o agressor russo para pôr fim à sua guerra neocolonial e injusta.

...e a resposta ucraniana 

Os operadores das Forças de Operações Especiais SSO-SOU atingiram, com sucesso, com mísseis/drones à jato, o 75º Arsenal em Serpukhov, na região de Moscovo/ou.

Trata-se de uma empresa do complexo russo militar-industrial de defesa, especializada na reparação/restauração e armazenamento de equipamentos militares, em particular, os sistemas de defesa aérea. Segundo a «Rostec», a empresa reparava equipamentos para os sistemas Buk-M1, Buk-M2 e S-300V.

A instalação recebeu especial atenção da OSINT ucraniano. Numa publicação de 29 de março de 2024, o investigador Jompy escreveu que o 75º arsenal era a única base russa de armazenamento de sistemas antiaéreos que tinha descoberto.

Geolocalização do 75º Armazém em Serpukhov

Localização: 54.931187, 37.412960 

O jornalista investigativo e quase sempre muito bem informado, Oliver Caroll, do «The Economist» anunciou a suspensão do limite de velocidade do Starlink na Ucrânia:

O trabalho dos drones kamikaze middle-strike ucranianos no transporte logístico russo nos territórios temporariamente ocupados. A autoestrada está repleta de veículos russos em chamas.


domingo, outubro 18, 2026

⚡️📍 Ucrânia efetuou um ataque de grande envergadura ao São Petersburgo

Na noite de 18 de outubro, os drones ucranianos, atingiram, com muito sucesso, vários alvos em São Petersburgo e na região de Leninegrado: terminal petrolífero «Ruchyi», porto comercial, centro de dados da rede social «VK», armazém da «Ozon». Incêndios e explosões estão por todo o lado. 


Imagens do ataque e do incêndio no porto comercial:


O depósito de petróleo «Ruchyi» continua em chamas:



Geolocalização do depóstio de petróleo de «Ruchyi»

Localização: 59.994292,30.449055

O gasóleo à arder na baía de São Petersburgo:

O armazém da «Ozon» em São Petersburgo será obviamente completamente destruído pelo fogo. Os russos podiam simplesmente ter concordado com um cessar-fogo, e nada disto teria acontecido. Mas putin recusou cessar os ataques contra os alvos civis na Ucrânia. Então foi o putin que incendiou este armazém, assim como tudo o resto que explodiu e ardeu na cidade.


Geolocalização do centro logístico da «Ozon»

O armazém logístico da «Ozon», possui uma área de aproximadamente 51.500 m², está situado nos arredores de São Petersburgo. O armazém é um elemento importante da infraestrutura logística da «Ozon», garantindo o armazenamento, a triagem e o processamento seguros das mercadorias, bem como a sua posterior distribuição aos pontos de venda dos clientes.

Localização: 59.814357833407605, 30.478667894695434

Os helicópteros estão a tentar extinguir o incêndio da central logística de «Ozon»:

Faça click para saber mais

Fonte Osint: worldmilitares; 

sexta-feira, outubro 16, 2026

Ucrânia chega ao marco histórico de 200 aviões russos abatidos

O grupo OSINT Oryx assinala um marco histórico, alcançado pela Ucrânia na atual guerra russo-ucraniana. Desde 24.02.2022 e até 1.10.2026, as forças ucranianas abateram 200 aviões e 185 helicópteros russos, contabilizando somente abates com a confirmação absolutamente positiva com suporte em fotos e/ou vídeos. As perdas russas reais são infinitamente maiores. 

Assim, a rússia perdeu 200 aviões, das quais 169 foram destruídos e 31 danificados, incluíndo:

  • 12 bombardeiros estratégicos Tu-22M3;
  • 12 bombardeiros estratégicos Tu-95MS. 

A rússia também perdeu 185 helicópteros, dos quais 145 foram destruídos, 38 danificados e 2 capturados, incluíndo:

  • 10 helicópteros de ataque Mi-35M;
  • 69 helicópteros de ataque Ka-52 «Alligator».

No mesmo período, a rússia perdeu 25 drones pesados da classe estratégica (excluindo largos milhares de drones leves, FPV, etc), dos quais 21 foram destruídos, 1 danificado e 3 capturados, incluíno:

  • 3 «Mohajer-6»;
  • 1 Sukhoi S-70 «Okhotnik-B». 

O mês de setembro de 2026, foi bastante pesado para as contas da força aérea russa, foram perdidos 8 aviões e 6 helicópteros.

O custo financeiro das perdas russas em aviação pode chegar aos 8.8 bilhões de USD

Antecipando as curiosidades, podemos rever as baixas ucranianas. Segundo a mesma Oryx, desde 24.02.2022 e até 1.10.2026 Ucrânia perdeu 122 aviões, das quais 117 destruídos, 4 danificados e 1 capturado, incluíndo:

  • 5 caças F-16;
  • 1 Mirage 2000-5F. 

A Força Aérea da Ucrânia também perdeu 58 helicópteros, dos quais 52 destruídos, 3 danificados e 3 capturados, incluíndo:

  • 1 helicóptero de transporte Airbus H225;
  • 1 «Westland Sea King». 

No mesmo período, país perdeu 29 drones pesados da classe estratégica (excluindo drones leves, FPV, etc), dos quais 28 destruídos e 1 capturado, incluíndo:

  • 26 Bayraktar TB2. 

Em setembro de 2026, Ucrânia perdeu 1 avião e nenhum helicóptero. 

Bónus 

Os drones ucranianos atingiram a central petrolífera da Gazprom na cidade russa de Surgut, que fica no Distrito Autónomo de Khanty-Mansiysk, a cerca de 2.500 km da fronteira com Ucrânia:

Faça click para saber mais


A central da Gazprom processa condensado de gás e produz combustível para motores de veículos terrestres e de aviação. A sua capacidade de produção é de 12 milhões de toneladas de matéria-prima por ano.

quinta-feira, outubro 15, 2026

Ucrânia atinge 6 caças-bombardeiros Su-34M e dois helicópteros russos

Na noite de 15 de outubro, a Marinha da Guerra da Ucrânia, utilizou os mísseis costeiros «Neptune Longo» para atingir o aeródromo militar «Borisoglebsk», na região russa de Voronezh. Ataque resultou em 4 Su-34 (Fullback) destruídos e outros 2 sofrendo danos significativos.

Todos 6 aparelhos eram caças-bombardeiros Su-34M de primeira linha, utilizados ativamente como lançadores de bombas guiadas contra as posições ucranianas e contra os alvos civis na Ucrânia. Calcula-se que o ataque, afetará, positivamente, as capacidades e a intensidade dos ataques russos na linha da frente e nas cidades situadas juntas à área de combates.

Faça click para saber mais

As testemunhas relataram várias explosões e um incêndio na zona do aeródromo de Borisoglebsk. A vista de satélite das pistas do aeroporto no dia 13 de outubro e a mesma área no dia 15 de outubro, pela AviVector:

Aeródromo de «Borisoglebsk» no dia 13 de outubro de 2026

Aeródromo de «Borisoglebsk» no dia 15 de outubro de 2026

Abate de um Mi-28 russo, efetuado pelos operadores de drones da 115ª Brigada de Fuzileiros Motorizados da Ucrânia:

No final do vídeo, aparece o momento do abate de um Mi-8 russo extra, que, segundo o grupo OSINT ukr_informant, está relacionado com um outro caso de uso, efetivo, dos drones ucranianos de ataque. 

Perdas russas documentadas em setembro de 2026: 8 aviões e 6 helicópteros

Imagens raras do drone de ataque ucraniano «Sichen» (literalmente Janeiro), voando em missão de combate. O seu alcance de voo declarado é de 1400 km:

O uso de drones middle-strike pelos operadores ucranianos das SSO-SOU nas estradas dos territórios ucranianos temporariamente ocupados. Nenhum motorista pode ou deve esquecer, que o ato de atravessar, ilegalmente, a fronteira estatal da Ucrânia, é um crime punível, atualmente, com até a pena da morte.

Fontes Osint: avivector; ukr_informant

domingo, outubro 11, 2026

⚡️⚠️ Desintoxicação digital ucraniana imposta à economia russa

As Forças de Defesa da Ucrânia, usando drones FP-1, atingiram mais um centro de dados do gigante russo de TI «Yandex» — desta vez na cidade de Vladimir. Em consequências do ataque, foram reportadas falhas em larga escala no funcionamento dos serviços da «Yandex». A maioria deles está atualmente indisponível. 

A infraestrutura de TI e de AI «mais avançada da rússia» ficou completamente desprotegida contra os ataques de drones ucranianos. Três centros de dados e todos os três supercomputadores da «Yandex» foram desativados após ataques de drones ucranianos entre os dias 8 à 11 de outubro. 

«É impossível repor a operação dos supercomputadores a partir deste nível. Nem sequer se trata de dinheiro. O principal problema nem são as sanções, mas sim a escassez de chips e outros componentes, para os quais existe uma enorme lista de espera em todo o mundo», afirma um especialista em supercomputadores entrevistado pela T-invariant.

A instalação de «Yandex» em Vladimir tem uma capacidade de 50 MW e foi concebida para 2.880 bastidores de TI, o que realça a escala da infraestrutura da empresa.

Localização: 56.09925264522458, 40.20122433277296

A geolocalização do centro «Yandex» em Vladimir

Estão a ocorrer graves interrupções de serviços «Yandex»: Yandex Home, Yandex Music, Telemost e toda a infraestrutura do Yandex Cloud estão em baixo. O Yandex Taxi está em baixo não só na rússia, mas também em Belarus, Cazaquistão e noutros países.


Vários serviços russos interrompidos e/ou com dificuldades técnicas

As falhas de sistema não se registam apenas no Yandex. Os seus data centers servem diversas empresas russas que utilizam estas capacidades. O maior risco é para milhares de empresas que não têm infraestrutura própria e mantêm websites, bases de dados, pagamentos ou back-end na «Yandex Cloud». Muitas delas podem ser pouco conhecidas, pelo que ainda não existe uma lista pública completa.

É de salientar que um dos três supercomputadores do Yandex, o «Galushkin», estava localizado em Vladimir. São essenciais para o treino dos modelos de AI da empresa. Os outros dois estavam em Sasovo, «Chervonenkis» e «Lyapunov». Após o ataque ucraniano de 8 de outubro, o data center ficou completamente desligado. Todos os três supercomputadores ficaram inacessíveis.

O centro de Yandex em Sasovo na região de Ryazan, 08/10/2026

No dia 9 de outubro as Forças de Defesa da Ucrânia utilizaram drones FP-1 para atingir o centro de dados da «Yandex» na cidade de Kaluga, localizado no parque industrial de Grabtsevo, na região de Kaluga. Como resultado dos ataques, vários módulos do data center foram completamente desativados.

A capacidade projetada da instalação é de 63 MW, o que a torna o maior data center da empresa. Em 2026, a «Yandex» detinha cinco grandes centros de dados, dois dos quais já tinham sido atacados pelas Forças de Defesa da Ucrânia.

O sarcasmo do MinDefesa russo após atingir o setor digital ucraniano

Após os ataques russos aos centros de dados ucranianos, no início de outubro, o MinDefesa russo publicou posts sarcásticos sobre a «imposição forçosa da desintoxicação digital». Como já é de costume, os russos receberam, em troca, a desintoxicação digital equiparada. O serviço de Internet está em baixo em várias regiões da rússia, quando o terceiro centro de dados da «Yandex» foi atingido por ataques de drones e mísseis ucranianos.  

“Os nazis entraram nesta guerra [a II G.M.] com a ilusão bastante infantil de que bombardeariam todos os outros e ninguém os bombardearia”, disse Sir Arthur «Bomber» Harris, comandante do Comando Aéreo Estratégico Britânico de 1942 à 1945. 

Fonte Osint: worldmilitares