A
publicação britânicaThe
Travel Dailyavaliou os países europeus mais acessíveis do turismo de sky/esqui
– Ucrânia está no 2º lugar.
Em segundo lugar está Ucrânia,
com uma viagem de sky/esqui entre a Grã-Bretanha e Ucrânia custando cerca de £73 (cerca de 87,4 Euros) por pessoa a viagem de ida e volta e uma noite num hotel. Embora possa não ser
um destino bem conhecido para desportos/esportes de inverno, há mais de 40
áreas de esqui no país com mais de 185 quilómetros de pistas de esqui em toda a
nação. Na Ucrânia fica Bukovel, a maior estância de sky/esqui da Europa Oriental,
que recebe em cada inverno mais de um milhão de visitantes.
Todos os preços estão em libras
A Europa continua à descobrir as mais-valias da
Ucrânia.
A
capital ucraniana Kyiv deveria ser uma escala rápida para a o escritora
sul-africana Rosa Lyster. Mas a riquíssima vida underground noturna desta “nova
Berlim” acabou sendo exatamente o que ela precisava.
Meu
guia de iniciante para Kyiv: há um pátio na cidade velha com um amado velho
corvo que vive nele. Endereço: rua Reyterska, uma área de três quarteirões cheios
de restaurantes e bares. Nome do corvo: Krum. Idade: pelo menos 25 anos, que é
aparentemente muito para um corvo, embora sua idade não seja sua característica
definidora. Definindo a característica: ele é visitado diariamente por um fluxo
constante de pessoas que entendem intuitivamente que há algo especial sobre o
fato desse pássaro neste lugar, de crianças pequenas até as crianças chiques de 22 anos e
as senhoras mais velhas que adotam uma determinada postura ao ficar na luz do
sol na frente de uma grande gaiola metálica, o suficiente para acomodar a
pantera – uma mão na sua carteira, uma mão no quadril, cabeça inclinada
interrogativamente enquanto se olha para as sombras em um esforço para fazer
contato visual significativo com este grande pássaro idoso.
Explicação quanto ao significado desta cena inteira: indisponível.
A
existência do corvo e seus fãs foi uma das únicas coisas que eu conhecia sobre
Kyiv antes de chegar em meados de junho. Eu estava viajando por razões
essencialmente burocráticas. Eu morava na Cidade do Cabo, na África do Sul, e
tinha vendido um livro que me garantiria a possibilidade segura de um ano de
viagens internacionais mais ou menos incessantes, assim como as portas para o
resto do mundo começaram a se fechar. As regras continuavam mudando e a lista
de países que aceitariam alguém que viaja diretamente da África do Sul
continuou ficando mais curta. A Ucrânia foi um dos poucos lugares que eu
poderia entrar antes de viajar para os lugares que precisava para ir. Eu
perguntei a um amigo que conhecia bem a cidade para conselhos sobre como me
ocupar pelas duas semanas que eu precisaria ficar lá antes de seguir em frente,
e o corvo era uma das duas dicas que entregou sem elaboração. (O outro era que
eu deveria verificar um famoso ginásio ao ar livre, construído a partir de
sucata nas margens de uma das ilhas do rio Dnipro, que bisetifica a cidade.) Eu
fui lisonjeado pela suposição de que era o tipo de pessoa que instintivamente
agarrou por que era divertido ou importante olhar para um corvo, mas eu
realmente não vi o apelo. Na medida em que eu poderia me despertar para imaginar
Kyiv, imaginei isso tão duro e cinzento, com ruas quadriculares forradas com
edifícios que não me admitiriam, mesmo quando me inclinei debilmente na
campainha. As portas de metrô/o deslizavam na minha face. O sol saísse apenas
para olhar timidamente para baixo em uma praça central anônima cruzada por
idosos cujos ombros curvados anunciaram a dificuldade de suas vidas. O
horizonte seria dominado por edifícios de apartamentos soviéticos padronizados,
e eu não seria capaz de fazer isso legal em fotografias. Os cafés fechariam em
horas que não entendia, levando-me a comer constantemente em um McDonald's debaixo
de uma ponte...
Durante
os últimos dias no Instagram e no twitter faz muito sucesso a fábrica de memes
ucranianos @in_ukraine_we_dont_say ... and I think thats beautiful!
Imagens de moedas do período do príncipe de Kyiv – São Volodymyr (960/963 –1015) na publicação “O nosso brasão: símbolos ucranianos desde os tempos principescos até ao presente”.
Dois
tesouros sensacionais da época de Rus de Kyiv foram acidentalmente encontrados
na Irlanda e na região ucraniana de Zhytomyr. As moedas de prata e ouro fornecem
novas percepções sobre o período medieval proto-ucraniano.
Esta
descoberta é bastante incomum para a Irlanda. Um detector de metais encontrou
várias moedas muito raras que datam da época da Rus de Kyiv, há mais de 1000
anos. Essas moedas de prata e ouro são as primeiras de seu tipo encontradas na
Irlanda e fornecem novas percepções sobre o período medieval proto-ucraniano.
Eles
foram encontrados pelo entusiasta detector de metais Robert Carley em Glanmere,
perto da cidade de Cork. Nada mais foi encontrado ao lado das moedas. As moedas
são pequenas, com símbolos cristãos em relevo, imagens de monarcas e um
tridente ucraniano.
As
moedas antigas da Rus de Kyiv datam do século X. Muito provavelmente eles foram
cunhadas durante o reinado de Volodymyr, o Grande (958 – 1015 DC). Antes de Volodymyr,
o Grande, a Rus de Kyiv usava moedas árabes e bizantinas ou barras de ouro. A
cunhagem do próprio dinheiro “foi, de certa forma, uma declaração política da
soberania e importância do país”.
As
moedas dessa época são extremamente raras e provavelmente foram usadas para
pagar mercadores ou mercenários. Quem as enterrou nunca mais voltou a encontrar
o seu pequeno tesouro de moedas, que estão extremamente bem conservadas. A
identidade do proprietário é desconhecida, mas presume-se que ele era um
viking.
Nos
séculos X e XI DC, os vikings se estabeleceram na cidade de Cork e a
transformaram em um grande centro comercial, que estava ligado às redes
comerciais escandinavas, estendendo-se para o leste, até a própria Rus de Kyiv.
A pessoa que enterrou as moedas “foi provavelmente um mercenário que as trouxe
para a Irlanda”. As moedas mostram como, apesar de sua péssima reputação, os
vikings também conectavam partes distantes do mundo, como a Irlanda e a
Ucrânia.
Curiosamente,
moedas de qualidade inferior são mais comuns nas antigas terras de Rus de Kyiv
e as moedas de prata de melhor qualidade – fora dela. Parece que aqueles com
maior pureza de prata eram usados para pagar mercadores e mercenários
estrangeiros. As moedas viking também podem ser usadas para fins diplomáticos.
Os presentes foram importantes para a formação de alianças na Idade Média.
Robert
está encantado com sua descoberta e em sua carta afirma que “todo detector de
metais amador sonharia em encontrar algo assim”. Ele também acredita que suas
descobertas mostram que muitos achados valiosos ainda estão escondidos na
Irlanda.
Um
tesouro sensacional da época de Rus de Kyiv foi acidentalmente encontrado na
região ucraniana de Zhytomyr. Em Horodnytsia (região de Zhytomyr), começou a
transferência oficial do tesouro de moedas de prata de São Volodymyr (O Grande)
e Sviatopolk Yaropolkovych. Um total de 32 moedas – as primeiras moedas da Rus-Ucrânia,
a maior descoberta do género nos últimos 100 anos, informa a Rádio Svoboda.
As moedas de prata que datam de anos 1000-1019
representam o príncipe de Kyiv e, no verso, o emblema do príncipe é um tridente
de Volodymyr e um bidente de Sviatopolk, escreve Oleksandr
Alfyorov.
O
filme documental ucraniano “Poeira Azure” (Azure Dust) mostram a tragédia do
acidente nuclear de Chornobyl através da vida de duas pessoas, que na época do
desastre viviam na cidade de Pripyat. O
filme retrata uma questão delicada: os abortos forçados pelo estado soviético
das mulheres da região afetada pelo desastre nuclear.
O
césio-137 é uma das várias substâncias radioativas liberadas ao meio-ambiente
durante o acidente na quarta unidade da fábrica/usina nuclear de Chornobyl. Do latim,
a palavra “césio” é traduzida como “azul celestial”. Juntamente com outras
substâncias perigosas, essa “poeira azulada” infectou toda a Zona de Exclusão
e, posteriormente, matou milhares de vidas.
Os
criadores do projeto documental “Poeira Azure” conseguiram encontrar dois
heróis com um destino único, que na época do desastre viviam em Pripyat. Eles,
como outros moradores da cidade, foram evacuados bastante tardiamente. No
entanto, apesar de tudo, eles conseguiram sobreviver e mostrar com seu próprio
exemplo que é possível derrotar o sistema e superar circunstâncias difíceis,
graças à perseverança, esperança e fé.
O
filme é uma espécie de guia para a Zona de Exclusão. Graças às cenas únicas que
os autores do projeto puderam filmar na cena da tragédia, o público poderá
mergulhar completamente na atmosfera dos eventos e, junto com os heróis, sentir
a atmosfera terrível e surpreendente que prevalece no local onde ocorreu um dos
maiores desastres tecnogénicos do século XX.
Artista
ucraniano-espanhola Yevguenia Yepez-Vinueza, presa pelos separatistas de
Donetsk e acusada de “desrespeitar os símbolos” russos e separatistas acabou por
ser libertada do seu cativeiro por pressão conjunta da comunidade internacional.
Yevguenia
Yepez-Vinueza (de solteira Lukienko) é natural de Donetsk. No final dos anos 1990,
ela e o marido, cidadão espanhol, se mudaram para Europa. Desde 2011, Yevguenia
nunca esteve em sua cidade natal, mas chegou em Donetsk ocupada no final de
2019 para cuidar do apartamento familiar naquela cidade. No entanto, devido à
quarentena e fronteiras fechadas ela não teve tempo de sair.
No
dia 3 de junho, nas vésperas do dia da Rússia, uma bandeira tricolor russa e a
bandeira da dita “dnr” foram penduradas, sem a sua permissão, na sua varanda. A
artista quebrou as duas, as atirando ao lixo, pelo que foi presa pelos
separatistas, ameaçada com anos de prisão.
Detenção
Na
manhã de 3 de junho ela se deparou com as “autoridades” municipais que estavam
pendurar na sua varanda a bandeira russa.
Yevguenia Yepez Vinuesa, em Donetsk na Ucrânia, em imagem cedida pela família
“Uma
declaração política está sendo pendurada na minha varanda em meu nome! Gritei
aos trabalhadores municipais: “Venham cá e tirem isso! Só eu posso pendurar
algo na minha própria varanda!” Os pedi por bem, mas eles recusaram. Depois
tirei-a eu própria, tentei atirar [a bandeira] por dentro do guindaste deles, mas
ela passou voando. Mesmo assim, durante os interrogatórios, fui acusada de
jogar a bandeira na calçada! Provavelmente, era necessário juntar uma pedra à bandeira
e atirar dentro do guindaste”, está se rindo Yevguenia.
No
entanto, naquela mesma tarde ela encontrou na sua varanda uma nova bandeira –
desta vez a bandeira separatista da dita “dnr”.
“A
minha dignidade humana se tornou acima da razão. Eu pensei, bem, eles me poderão
assustar, passam uma multa e é isso”, lembra Yevguenia.
Dado
que a bandeira estava firmemente presa à varanda, tinha que rasgá-la.
Uma
hora depois bateram na sua porta. Primeiro era o suposto vizinho, depois
supostos polícias. Antes de abrir, Yevguenia ligou para o marido para que este
saiba o que estaria acontecer com ela.
Quando
a abriu a porta viu oito funcionários do chamado “mgb”, a cruel e sangrenta secreta
separatista. Eles a empurrada para dentro, interrogando dentro da sua casa por
duas horas, a acusando de “obstruir e não cooperar com a investigação”, para
por fim deter e levar à tristemente famosa cadeia “Izoliaciya” (Isolamento), o
GULAG dos russo-separatistas, sob acusação de insultar os símbolos “estatais”:
1
noite em “Isolamento” e 16 dias no centro de detenção comum
Foi
levada para a prisão com um saco na cabeça para não poder ver os rostos dos seus
raptores.
“Eram
pessoas muito agressivas. Além disso, de um nível [cultural baixo] que não sequer
conseguiam articular uma questão. Apenas [preferiam] palavrões após os
palavrões”, conta a artista ucraniana.
A
cela tinha dois por dois metros – exatamente o comprimento do beliche, sem
janelas e com um balde em vez de um vaso sanitário. Assim que Yevguenia descreve
sua noite em “Isolamento”.
“Eles
me levaram para a cela e disseram para dormir. Entendi então por que é
necessário usar o momento e dormir, porque das seis da manhã às dez da noite é
proibido ficar deitada, somente é possível ficar de pé ou sentada”.
Após
o segundo interrogatório, Yevguenia foi transferida para o Centro de Detenção
Temporária. Depois de “Isolamento”, ela chama este centro de “resort” e “paraíso”.
Havia uma cela para três detidas com janelas, um banheiro com uma divisória e os
guardas não eram brutamontes.
Durante
os restantes 16 dias de detenção solitário Yevguenia nunca mais foi convocada
para interrogatórios.
Libertação
Em
20 de junho, às dez horas da manhã, um segurança entrou na cela e disse-lhe
para sair com suas coisas. Na saída, ela foi recebida por representantes do dito
“mgb”.
“Quando
os vi, eu disse – vou ter um ataque cardíaco agora, me diga o que vocês querem
e o que [tenho que] esperar. E de repente eles me dizem que agora tudo vai
acabar bem – somos generosos com você e vamos ao tribunal. E, naquele momento,
percebi que a reação lá fora [dos territórios ocupados] foi mais forte do que
eu poderia imaginar”, se lembra.
O
marido de Yevguenia, Hannibal, apelou para muitas autoridades durante esses
dias. Entre eles estão o Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações
Exteriores da Espanha, as embaixadas espanholas em Kyiv e Moscovo/u, a OSCE,
vários organismos da ONU, a Cruz Vermelha, entre outras, informa a TV ucraniana
Hromadske.ua
“Na
manhã de 20 de junho, eles me levaram a um julgamento fictício e não me
acusaram mais de ofender os símbolos do Estado, mas de desordem pública.
Entendi que havia uma mobilização a meu favor e que isso havia mudado a atitude
dos meus carcereiros. O juiz, que parecia cansado, aplicou uma multa de 238
rublos (cerca de três euros) e me perguntou se eu tinha dinheiro para pagar.
Eles não lhe deram tempo para pagar. “Os agentes de segurança me levaram ao
apartamento e me deram 20 minutos para recolher minhas coisas. Eles não me
deixaram tirar fotos dos meus avós ou meus quadros e eu só levei os objetos
inúteis ”. Com eles carregados, os agentes a deixaram na “linha de contato” [divisória
entre Ucrânia ocupada e Ucrânia livre]. “Estou certa de que minha libertação
foi influenciada pela mobilização ao meu favor por organizações internacionais
e embaixadas, e também porque meu marido é espanhol. Sou privilegiada porque
tenho alguém que lutou por mim, mas há outras pessoas trancadas aqui que não
têm ninguém lá fora”, diz ela em entrevista telefónica ao El
Pais.
Já
após a sua libertação, os canais da TV ucraniana “112” e “ZIK”, divulgaram as
notícias de que Yevguenia está supostamente pessoalmente grata pela sua libertação ao
oligarca ucraniano pró-russo e padrinho do Putin – Viktor Medvedchuk.
“É
uma mentira absoluta. Porque, antes de tudo, ninguém falou comigo. [...] Não
agradeci e não vou agradecer ao Viktor Medvedchuk, porque seria o mesmo que agradecer
ao presidente russo Vladimir Putin”, disse
ela.
A
TV turca TRT realizou um filme histórico-documental, dedicado às artes bélicas
dos cossacos ucranianos, que despertou bastante interesse entre o público
turco. As filmagens decorreram na cidade ucraniana de Zaporizhia e na ilha de
Khortytsia.
O
embaixador da Ucrânia na Turquia, Andrij
Sybiha, conta que os cineastas estavam completamente imersos na vida local,
treinando e vivendo de acordo com os costumes cossacos.
O
mesmo grupo preparou o vídeo promocional da Ucrânia, dirigido especialmente ao
público turco, chamado Ukrayna Bizleri Bekliyor (Ucrânia está esperando por nós):
Blogueiro:
no passado histórico os cossacos ucranianos quer guerreavam os turcos, quer
faziam acordos tácticos com eles, a famosa Roxelana(Roksolana de Rohatyn) foi a esposa e mãe de alguns sultões da
Turquia. O filme mostra que Turquia e os turcos conseguem superar as traumas
históricas e olham Ucrânia sem preconceitos coloniais.
Nas
vésperas do Dia de São Basílio (desde 2024 passou para 1 de janeiro) é
celebrada a festa popular ucranianaMalanka. Um dos elementos
centrais do rito é uso de máscaras e vestes de animais e outras personagens
folclóricas.
todas as fotos (menos a capa) @https://web.facebook.com/youry.bilak
A
banda ucraniana Pikkardijska Tercia
apresenta o seu novo trabalho – “Malanka” em homenagem à essa festividade:
Em
Teerão, um avião ucraniano caiu. Anteriormente, na mesma noite, o Irão lançou um ataque aéreo
contra uma base militar dos EUA no Iraque – não se sabe se existe alguma
conexão entre esses dois eventos.
O
que aconteceu: Boeing 737-800 de Ukrainian International Airlines (UIA) do voo #PS752 caiu na cidade de Parand à cerca de 20 km de Teerão (pela informação da Direcção das Situações de Emergência do Irão, a grande maioria dos passageiros eram iranianos).
Pelos dados do Conselho da Defesa e Segurança da Ucrânia (RNBO) ao bordo seguiram 11 ucranianos, 2 passageiros e 9 tripulantes. Pouco antes disso, na mesma noite, o Irão lançou
um ataque aéreo contra uma base militar dos EUA no Iraque. Não se sabe se estes
dois eventos estão relacionados.
Havia
167 passageiros e 9 tripulantes a bordo do avião, todos morreram. Como resultado do ataque no
Iraque, os cidadãos dos EUA não foram afetados. Existe a hipótese levantada
pela media
árabe de que o avião ucraniano foi abatido pela defesa anti-aérea do Irão,
confundindo o avião de passageiros com o ataque aéreo de retaliação dos EUA.
No
dia 28 de novembro, em Maputo, foi celebrado o Dia de Dignidade e Liberdade da
Ucrânia. Evento foi organizado pelo Cônsul Honorário da Ucrânia em Maputo Dr.
Abílio Soeiro e pela Embaixada da Ucrânia em Pretoria.
No
evento participou o corpo diplomático acreditado em Moçambique, representantes
da Diáspora ucraniana, da sociedade civil e do governo moçambicano, além disso,
contou-se com a presença da Encarregada de Negócios da Ucrânia na África do
Sul, Sra. Lyubov Abravitova que frisou a contribuição importante da Ucrânia na
luta do Moçambique pela sua independência e liberdade (fonte).
Nas
vésperas, Sra. Lyubov Abravitova teve os encontros de trabalho com a Direção do
Departamento da Europa e da América do MNE/MRE de Moçambique. Neste encontro
foram debatidas as questões de cooperação bilateral e dos eventos conjuntos
para 2020.
No
dia 28 de novembro de 2019, a Encarregada de Negócios da Ucrânia também se
reuniu com o Vice-ministro da Defesa da República de Moçambique, Sr. Patrício
José.