domingo, maio 31, 2026

🔥Ucrânia atinge a refinaria de Saratov e assume o controlo aéreo de toda a Luhansk

Os drones ucranianos atingiram, com sucesso, a refinaria da cidade russa de Saratov e estação de distribuição / de bombagem de petróleo «Lazarevo» na região de Kirov. O 3º Corpo do exército/SSO-SOU estão no controlo aéreo da região de Luhansk. 







Em Saratov, o ataque ucraniano atingiu, provavelmente, a unidade de isomerização da refinaria local. Os moradores locais informam que há mais de dois focos de incêndio. Um destes pontos é a estação/centro de distribuição de petróleo (NPS/LPDS) «Lazarevo», situada na região de Kirov, e criada para o transporte de petróleo siberiano para a região da rússia central e que mais tarde passou também a abastecer o porto de Primorsk, no Mar Báltico, recentemente também visado pela Ucrânia. 




Nota-se que a distância entre a LPDS «Lazarevo» e Ucrânia é de cerca de 1.200 km. 

O 3º Corpo do Exército / SSO-SOU partilharam as imagens da operação de drones de ataque contra a logística russa em toda a região de Luhansk. Uma parte significativa destas filmagens é inédita, pelo que recomendamos a sua visualização. Nota-se que os drones ucranianos chegam até a localidade de Izvaryne, onde se situa o posto de controlo na fronteira estatal ucraniano-russa. Não houve combates naquela área desde 2014... 

Fontes: worldmilitares; Exilenova_plus

❗️⚡️ Ucrânia muda radicalmente a natureza da atual guerra aérea

Desde o início de 2026 Ucrânia mudou radicalmente a natureza da guerra aérea. De acordo com o analista de OSINT Clément Molin, os drones ucranianos realizaram mais de 1.000 ataques (são apenas os geolocalizados) na retaguarda russa, a uma profundidade superior à 100 km da linha da frente. 

Já não se trata de ataques episódicos, mas sim de uma campanha sistémica e bem coordenada para destruir a logística russa. 

De acordo com as estatísticas, os alvos dos ocupantes russos foram:

  • 35% dos ataques — armazéns com munições, combustível e equipamentos;
  • 20% — veículos (mais de 150 camiões, cisternas, equipamentos de engenharia);
  • 7% — sistemas de defesa aérea. 

Radares, estações de guerra eletrónica, bases de campanha e centros logísticos também estão a ser ativamente destruídos.

A principal artéria logística russa — a autoestrada Melitopol-Crimeia — está a ser alvo de ataques particularmente intensos. Colunas, depósitos de combustível, camiões-cisterna e camiões de transporte são incendiados regularmente nas proximidades da linha da frente. Mesmo as estradas terciárias e de terra batida recebem a devida atenção dos «pilotos» ucranianos.

Estão a ser utilizados diferentes tipos de drones: grandes drones de asa fixa (tipo FP-1/FP-2), pequenos drones de reconhecimento e ataque (Hornet, Bulava, RAM X) e drones FPV de longo alcance. 

Exemplo de um drone FPV ucraniano dar o golpe de misericórdia ao lançador múltiplo de foguetes «Grad» russo, totalmente carregado; ninguém sabe o destino da sua tripulação:

É importante observar:

O número real de ataques ucranianos ultrapassa significativamente os 1.000 casos, uma vez que nem todos os vídeos são publicados e a geolocalização ocorre apenas em alguns dos casos. 

Mas as consequências já são notórias:

  • a logística russa opera sob grande tensão;
  • a destruição da defesa aérea e da guerra eletrónica na retaguarda abre as «janelas de oportunidade» aos novos ataques.

Em maio de 2026, pela primeira vez desde 2023, os russos começaram a perder território à favor das FAU. Os blogueiros militares russos queixam-se de cada vez maior «terrorismo de drones» na sua retaguarda.

Conclusão:

Mesmo que apenas uma pequena percentagem do equipamentos russos esteja actualmente a ser destruída (1-5% nas áreas-chave), se o ritmo se mantiver, levará a um défice cumulativo de abastecimentos na frente de batalha. Isto cria as condições para os contra-ataques ucranianos no verão de 2026.

Bónus 

Na região de Kherson, os militares ucranianos da 40ª OBrMP, utilizando drones navais «Barracuda», à transportar os drones FPV ao bordo, destruíram as posições dos ocupantes russos. Alguns TG canais patrioteiros russos se apressaram à dizer, que os drones ucranianos foram «totalmente destruídos», mas isso não foi totalmente verdade) 

O drone marítimo ucraniano «Barracuda» com antena içada e um drone FPV à descolar
 

Fontes: l40obrmpExilenova_plus

sábado, maio 30, 2026

🔥Ucrânia destrói dois aviões Tu-142 e um lançador de mísseis Iskander em Taganrog

As unidades de USBS, comandadas pelo Robert «Magyar» Broudi continuam a apresentar os resultados absolutamente incríveis. Em Taganrog, os drones ucranianos atingiram dois aviões Tu-142 e, mais importante, um lançador de mísseis «Iskander», usado nos ataques contra as cidades ucranianas. 

A própria Taganrog continua sob um ataque massivo de drones ucranianos. Explosões são ouvidas por toda a cidade, os monitores russos relatam as explosões na área da baía/porto de Taganrog e na fábrica local de reparação de aeronaves. Sabe-se que as forças ucranianas atingiram, no porto de Taganrog um petroleiro da frota-sombra russa e também a base patrolífera local, pertencente à «Kurgannefteprodukt».

O Tu-142 é uma aeronave antissubmarino de longo alcance, versão marítima do bombardeiro estratégico Tu-95. A última unidade de Tu-142 foi fabricada em 1994 e hoje já rússia não produz, em série, este tipo de aviões. O sistema de mísseis «Iskander» é um sistema operacional-tático que lança mísseis superfície-superfície, a unidade atingida estava implantada numa posição de lançamento nos pântanos próximos à cidade de Taganrog, na região de Rostov.

UPD: os propagandistas russos já se apressaram a afirmar que os aviões Tu-142 destruídos em Taganrog estavam obsoletos, impróprios para uso e/ou combate, até pertenciam à Ucrânia (Sic!), não eram importantes e, em geral, até foi muito bem-feito que tivessem sido destruídos, pois assim causam menos problemas. Tudo muito bem até que o TG canal ucraniano «Oko Gora» demostrou que estes dois aviões mudavam a sua posição no aeródromo russo algumas semanas antes da destruição. Dificilmente uma «sucata» faria isso):

As forças de ocupação russas estão sendo atacados na autoestrada nos arredores de Debaltseve por unidade ucraniana K-2.

As forças especiais ucranianas SSO/SOU estão a atuar na área ocupada de Novoazovsk, na região de Donetsk.

Fontes: K2army; 1USC; Exilenova_plus; kazansky2017;

sexta-feira, maio 29, 2026

Ucrânia atinge os alvos russos desde Novorossiysk até a Chuvachia

Ucrânia divulgou a imagem do drone FP-1/2 à atingir a fragata russa «Almirante Essen» no porto de Novorossiysk. A cidade de Moscovo se prepara, às urgências, para os ataques constantes de drones ucranianos.

O drone ucraniano FP-1/2 atingiu a fragata russa «Almirante Essen» do projeto 11356 e portador de mísseis «Kalibr», na Base Naval de Novorossiysk, o deep strike ocorreu no último dia 23 de maio.

Moscovo, vive sob o efeito do pânico de drones. A capital russa possui centenas de alvos legítimos para ataques de mísseis e drones de longo alcance. No topo de diversos prédios moscovitas são colocados os sistemas Pantsir-S1 e as suas modificações. No entanto, principalmente no meio do ambiente urbano, o sistema russo possui muitas fraquezas e pontos mortos, que poderão ser aproveitadas pelos operadores de drones ucranianos.

Corte da logística militar russa na autoestrada Mariupol-Melitopol, os drones ucranianos atacam 24/24h, não oferecendo nenhum descanço aos ocupantes russos, mesmo à noite, quando estes tentam movimentar os seus camiões/nhões. Há relatos sobre atuação das unidades de forças especiais da Ucrânia (SSO/SOU).

Desde o início da campanha ucraniana forte de corte da logística russa, nos arredores de Mariupol e Melitopol e até a zona da fronteira russa, os ocupantes russos receberamas ordens para proteger os seus equipamentos militares de drones de ataque ucranianos, pintando os veículos militares às cores que possam esconder o seu propósito militar. Parece mentira, mas eis estão os primeiros resultados. Não os julguem com muita rigor, os meninos russos deram o seu melhor.

Um estrondo e fumo foram ouvidos em Chebaksary, na capital da Chuváchia. Também tinha sido acionado um aviso de ataque de mísseis sobre a região.



quinta-feira, maio 28, 2026

❗️💀 Mais um mercenário nigeriano liquidado na Ucrânia

Mais um nigeriano — Ayebusiwa Olabode Victor, membro do exército russo de ocupação, foi liquidado, pelas FAU, na região ucraniana de Kharkiv. Cerca de 215 nigerianos passaram pela guerra neocolonial russa, cerca de 25 foram liquidados ou estão desaparecidos, informa a inteligência militar da Ucrânia, a GUR MOU. 

Infelizmente, os nigerianos continuam a morrer na guerra neocolonial russa contra Ucrânia — dado que a rússia continua à recrutar os mercenários em África, usando todo o tipo de coersão e/ou promessas falsas. Mas assinatura do contrato com o MoD russo é um bilhete só de ida, é assim que terminam as promessas de emprego na rússia para dezenas e centenas de cidadãos nigerianos e africanos em geral. 

A história do Ayebusiwa Olabode Victor não é uma excepção, é uma prática consistente dos recrutadores russos: promessas de um ótimo trabalho, viagem para a Rússia, passaporte confiscado, contrato forçado, a ida à frente de batalha, a morte...

O passaporte do mercenário

O principal nesta história é a mentira pública dos funcionários do governo russo e a negligência do Estado russo relativamente às exigências da Nigéria para que deixe de recrutar os seus cidadãos para a guerra criminosa. A GUR MOU conta como funciona o esquema de fraude russo, porque é que os cidadãos dos países africanos se tornam suas vítimas e quantos mercenários estão envolvidos. 

Anteriormente, em fevereiro de 2026, a GUR MOU já tinha informado sobre a liquidação/morte de dois outros mercenários nigerianos — Hamzat Kazeen Kolawole (nascido aos 04/03/1983) e Mbah Stephen Udoka (nascido aos 01/07/1988). Ambos morreram, devido aos ferimentos curáveis, dedivo a ausência da ajuda médica, não prestada pelos seus camaradas russos, na região ucraniana de Luhansk.

GUR MOU lembra: a única hipótese real de sobrevivência à guerra criminosa russa contra Ucrânia, quer para os mercenários estrangeiros, tanto para os militares russos, é a rendição voluntária. Podem fazê-lo no âmbito do projeto «Quero Viver» escrevendo ao chatbot seguro no Telegram.

Chatbot «Quero Viver»: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
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Ucrânia atinge alvos militares russos em Voronezh, Tagandrog e Sabastopol ocupada

Taganrog: a guerra neocolonial russa volta à sua origem

Os drones e mísseis ucranianos foram usados no ataque contra o aeródromo/base aérea russa «Baltimor», em Voronezh. Em Taganrog foi atingida a instalação de manutenção e reparação de aeronaves. Em Sevastopol o alvo foi o quartel-general da marinha russa. 

A geolocalização da base aérea russa «Baltimor»

A geolocalização do aeródromo «Baltimor», em Voronezh (onde se baseiam os caça-bombardeiros russos Su-34, que lançam as bombas planadoras ao território da Ucrânia), presumivelmente atingido por mísseis Storm Shadow. 

Taganrog: o ataque e o incêndio foram preliminarmente relatados como tendo ocorrido numa instalação de manutenção e reparação de aeronaves.

 


Em Sebastopol, na Crimeia ocupada, os mísseis ucranianos atingiram o quartel-general da marinha russa da guerra.

Alvo russo atingido em Sebastopol, na Crimeia ocupada

Ucrânia também atingiu vários alvos militares, paramilitares e energéticos russos em Tuapse, Makiivka ocupada (vídeo que se segue) e ao longo da autoestrada Luhansk-Alchevsk-Debaltseve (já o publicamos anteriormente):

A nova modificação de drones ucranianos FP-2 Flamingo com a ogiva de 170 kg já estão em utilização.

A nova modificação do drone ucraniano FP-2 Flamingo
A ogiva de 200 kg já foi testada e será usada em breve, informa Denis Shtilerman em entrevista à nv.ua



quarta-feira, maio 27, 2026

Cidadãos de 48 países que lutaram pela rússia estão presos na Ucrânia

Centenas de cidadãos estrangeiros, provenientes de 48 países, recrutados pela rússia para combater na sua guerra neocolonial, estão presos na Ucrânia. Cerca de 5.149 deles já morreram, destino de outros 3.080 é desconhecido. Mostramos apenas alguns deles, detidos no campo ucraniano de POW «Zahid-1». 

Não é porque a vida é tão boa que o «segundo maior exército do mundo» é obrigado a engrossar as suas fileiras com dezenas de milhares de estrangeiros através do engano, da coação e das promessas falsas. Trabalhadores migrantes da Ásia Central, desempregados da América do Sul, os segmentos mais pobres de África — a rússia não descarta ninguém. O projeto ucraniano «Quero Viver» já identificou mais de 28.000 estrangeiros que assinaram os contratos com o exército russo. Pelo menos 5.149 deles já morreram — apenas os que já foram identificados e/ou retirados do campo de batalha. Outros 3.080 estrangeiros estão no «limbo», os seus contratos com exército russo terminaram, sem serem prorrogados e sem serem dispensados do exército de ocupação. Ou seja, estes estrangeiros são MIA (desaparecidos em combate, mais provavelmente mortos, com corpos não recolhidos) ou SOCh (desertores, também mais provavelmente mortos, também, com corpos algures nos estepes da Ucrânia). 

Os estrangeiros no vídeo tiveram sorte em sobreviver e serem capturados pelas FAU. Ucrânia os trata com todos os direitos dos demais prisioneiros de guerra – nos mesmos campos de POW que os cidadãos russos. Recebem a mesma comida, podem trabalhar, praticar desporto, escrever e receber cartas e encomendas. Recebem também visitas de representantes do Comité Internacional da Cruz Vermelha e de organizações de defesa dos direitos humanos. 

Para a rússia, eles são o material descartável: o Ministério da Defesa russo simplesmente irá «adquirir» mais soldados estrangeiros. Por enquanto, a rússia está apenas a aumentar a escala do seu recrutamento no estrangeiro. Enquanto a rússia recrutou 8.200 pessoas em 2024, em 2025, foram quase 14.000 estrangeiros à assinar os contratos com o exército russo. O MoD russo planeia recrutar outros 18.500 cidadãos estrangeiros até o fim de 2026. 

Enquanto Kremlin produz os discursos sobre o «mundo multipolar» ou a «luta contra o neocolonialismo ocidental», na prática, a rússia desrespeita a soberania dos países africanos e asiáticos, recrutando ilegalmente os seus cidadãos e enviando-os para uma guerra neocolonial.

O Kremlin teme que as suas ações sejam expostas e os seus crimes revelados ao mundo. Por conseguinte, o Quartel-General de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros de Guerra, em conjunto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, está a lançar o recurso informativo http://stoprussianrecruiters.org A página publica informações sobre os principais esquemas, a geografia e a escala do recrutamento russo, bem como sobre os próprios recrutadores em vários países que trabalham para a rússia, enviando as pessoas para a morte certa em troca do dinheiro russo.

Faça click para ver mais (página com dificuldades de acesso de momento)

Este recurso foi criado para expor o sistema de recrutamento russo, alertar as potenciais vítimas e responsabilizar aqueles que, por dinheiro, enviam cidadãos de outros países para morrerem na guerra neocolonial russa, ao serviço do Kremlin.

Chatbot «Quero Viver»: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

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Corpo «Azov» patrulha a zona fronteiriça em redor de Mariupol

Os operadores de drones do 1º Corpo «Azov» da Guarda Nacional da Ucrânia (NGU) estão a realizar missões para destruição dos alvos russos na zona da fronteira estatal ucraniano-russa. O vídeo mostra operações de combate nas autoestradas Mariupol-Taganrog e Mariupol-Volnovakha.

Faça click para ver o vídeo no TG do 1º Corpo do Azov
O território da Ucrânia deve estar livre das tropas russas. A forma mais segura de o fazer é alargar a «zona sanitária» dirigida à corte para a logística inimiga para mais perto da própria Federação Russa e da Crimeia ocupada.

A reião do Mar de Azov não será mais segura para os ocupantes russos.

Bónus: vídeo +18: autoestrada Luhansk-Alchevsk-Debaltseve. Um ataque de drones ucranianos contra um comboio militar russo destruiu camiões, e um deles detonou a carga de munições. Infelizmente, um civil que conduzia nas proximidades também morreu na explosão.

Aparentemente, a logística militar russa está em frangalhos.

Participar na campanha de angariação de fundos/vaquinha para apoiar os drones do AZOV: https://azov.one/en/fundraisers/easternbarrier

segunda-feira, maio 25, 2026

Os crimes de guerra russos, ataques aos civis em Kyiv e Bila Tserkva

Na noite de 23 à 24 de maio os ocupantes russos atacaram a cidade de Kyiv, atingindo vários alvos civis: o mercado, o centro comercial, o museu, a ópera e vários prédios residenciais. Há mortos e feridos. A vila de Bila Tserkva foi atingida com o míssil balísticos de médio alcance RS-26 Rubezh («Oreshnik») sem a componente nuclear. 

Assim ficou o centro comercial «Kvadrat», situado no distrito de Shevchenkivskyi, em Kyiv. No mesmo distrito, um prédio de habitação ficou em chamas devido aos bombardeamentos russos. 




















Quando há um maior impasse na frente de batalha, os ocupantes russos optam pelo terror contra os civis ucranianos, assassinato de pessoas no meio do sono, destruíndo as bancas de mercado, numerosos monumentos arquitetónicos e o Museu de Chornobyl em Kyiv. 

Os ocupantes russos costumam proclamar as suas ações criminosas de «desnazificação», embora, por alguma razão secreta, comportam-se igual ou as vezes até pior ao aquilo que os nazis faziam na Ucrânia ocupada. 

A rússia voltou a atacar os diplomatas estrangeiros: atingiu, pela terceira (Sic!) vez em menos de um ano a embaixada do Azerbaijão em Kyiv, danificou a residência do embaixador da Albânia. 

A embaixada do Azerbaijão em Kyiv

Há uma enorme fila no café HOGO, que inaugurou apenas dois dias antees do ataque e foi atingido por criminosos de guerra russos. Uma multidão de moradores de Kyiv compareceu para apoiar os proprietários daquele café.

Míssil balístico de médio alcance RS-26 Rubezh («Oreshnik»), atingiu a cidade de Bila Tserkva, à cerca de 80 km ao oeste de Kyiv. Com as consequências bastante graves para as garagens de uma cooperativa de oficinas mecânicas local, que foram destruídas. Nenhum outro alvo foi atingido naquela cidade. Não se percebe para onde os russos estavam à apontar. Talvez o aeródromo local, talvez a Presidência da República em Kyiv. Quem consegue compreender a lógica das armas russas de alta precisão...?

As garagens da Bila Tserkva após o impacto do míssil nuclear russo RS-26 «Rubezh»

Os TG canais militaristas e patrioteiros russos calcularam o custo do ataque ao Kyiv. Para incendiar um mercado, um centro comercial e o museu de Chornobyl, os russos desperdiçaram cerca de 700 milhões de dólares. Com esse dinheiro todo, poderiam ter construído ou renovado dezenas de escolas e hospitais, substituído os serviços públicos, que viviam com infiltrações e tubagens rotas, transformado Kapustin Yar, a localidade da onde é lançado o míssil RS-26 numa cidade modelo, colorida, bonita e encantadora...

O cálculo do gasto russo em mísseis e drones num único ataque à Ucrânia:
de 320-400 à 700-900 milhões de dólares, que foram gastos para matar e destruir.

Fotos: Yan Dobronosov; vídeos: TG kazansky2017