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| O drone ucraniano An-196 «Lyutiy» |
Fonte OSINT: https://t.me/worldmilitares; Exilenova_plus
Enciclopédia da vida ucraniana histórica e contemporânea
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| O drone ucraniano An-196 «Lyutiy» |
Fonte OSINT: https://t.me/worldmilitares; Exilenova_plus
De 1939 à 1944 um dos seus alvos preferidos era Sir Winston Churchill, o primeiro-ministro britânico. Em menor plano, a revista também caricaturava o presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt e o ditador soviético Estaline. É de notar, que alguns temas e até as narrativas, textuais e visuais, criadas pela revista, hoje são reaproveitados pela propaganda gráfica russa, tendo como alvo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
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| «Informações dos EUA». Quando o Tio Sam fala, a verdade está de pernas para o ar. Edição nº 45/1943. |
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| «Singapura. A Fortaleza Mais Forte do Mundo». A revista celebra os sucessos japoneses; em 15 de fevereiro de 1942, a Singapura britânica foi ocupada pelo Japão. Edição nº 7/1942. |
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| Winston Churchill tenta manter a Inglaterra unida com tábuas etiquetadas como «promessas». Fá-lo com pregos de um cesto etiquetado como «Mentiras». Edição nº 23/1942. |
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| «Acredite nele, Grã-Bretanha. Ele só quer protegê-la», diz Churchill. A crítica nazi da aliança entre a Grã-Bretanha e a URSS. Edição nº 18/1942. |
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| «O que escondes atrás das costas, Franklin?», pergunta a América do Sul. «As nossas alianças de casamento». Os nazis acusam os Estados Unidos de tentarem subjugar a América do Sul. Edição nº 6/1942. |
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| «O Polvo» Os tentáculos do compló judeu controlam a Inglaterra, URSS, Estados Unidos e China. Edição nº 27/1943. |
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| «O Candelabro Americano». Outra dose de anti-semitismo. Edição nº 27, 1942. |
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| Título da caricatura: «A transfusão de sangue». Edição nº 35, 1944. |
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| «O Seu Caminho para 'Libertar' a Europa». A guerra está quase perdida e a propaganda alemã traça retratos cada vez mais sombrios do inimigo. Edição nº 37, 1944. |
Fonte: Lustige-Blatter 3º Reich
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| As estações sem o combustível A92; A95 e A100 |
As estações de venda de combustível fornecem apenas 20 litros de gasolina ou 40 litros de gasóleo por carro particular. As organizações ou pessoas jurídicas porem obter até 200 l de gasóleo. Sem «borlas» na gasolina. Os russos até ontem «apolíticos» interrogam-se: «O que está a acontecer?»
— Mas que cú total. Estão a f..der por todos os lados. Vamos bazar da fábrica rapidamente. Tem lá outro drone. Estão a f...der a fábrica. Que c...ralho.
A Donetsk ocupada, as filas intermináveis nos postos de abastecimento. Não há gasolina:
Voltando às «boas práticas» russas da década bastante criminal de 1990, o roubo de gasolina voltou sendo praticado na calada de noite nas ruas e pátios dos bairros russos:
As filas para abstecimento de combustílvel algures ao longo da autoestrada Moscovo - São Petersburgo:
Fonte: kazansky2017; Exilenova_plus
Após uma resposta maciça de drones de ataque das Forças de Defesa da Ucrânia, em Togliatti, na região russa de Samara, foram registados vários focos de incêndio na zona industrial da fábrica química de «Togliattikauchuk», a produtora de borracha industrial.
Na cidade russa de Nizhnekamsk, a unidade de separação de petróleo AVT-8 da fábrica/uzina de «Nizhnekamskneftekhim», está em chamas:
Fonte: Exilenova_plus
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| «Queremos as colónias para Polónia» Liga Marítima e Colonial. Dias Coloniais, 7-13.IV.1938 |
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| «Fora prussiano! Repetiremos [a batalha de] Grunwald!! |
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| «Não estamos aqui desde ontem. Seguiremos bem longe para Oeste» |
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| «Não deixaremos de nós separar do Báltico!» 25.VI-2.VII. Dias do Mar. Liga Marítima e Colonial. Autor: Antoni Wajwód |
É de recordar que em resultdo da guerra polaco-soviética de 1919-21, a Polónia passou a ocupar toda a Ucrânia Ocidental, mais a região de Volyn, a Belarus Ocidental e uma parte considerável da Lituânia, incluíndo a sua capital atual e histórica, cidade de Vilnius.
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| Mês da Pomerânia. União da Defesa das Fronteiras Ocidentais. 16.XI-16.XII. 1930 «Defenderemos a Pomerânia contra a invasão teutónica». |
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| «Polónia seguindo o caminho do Józef Piłsudski». 1914.6.VIII.1939 |
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| «Empréstimo de defesa antiaérea» |
Em 1930, na Polónia foi formada a nova «Liga Marítima e Colonial», a organização polaca, criada na base na Liga Naval e Fluvial. Não se tratava simplesmente de uma mudança de nome, mas de uma mudança de rumo e atitude — o programa da organização incluía pontos sobre a necessidade de lutar pela aquisição de colónias por parte da Polónia. A organização era liderada pelo General Mariusz Zaruski.
A implementação prática do programa da organização consistiu na aquisição de territórios ultramarinos para uso dos colonos polacos (por exemplo, no Brasil, Peru, Libéria). Em 1934, a organização comprou terras na província brasileira do Paraná e aí fundou um colonato/uma colónia chamada Morska Wola.
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| «Da nossa colónia "Morska Wola" no Paraná» |
Em outubro de 1938, na sequência do Acordo de Munique, Polónia apoiou Alemanha nazi nas suas reivindicações territoriais para com a Checoslováquia, anexando e ocupando os territórios checos e eslovacos, nomeadamente a região de Cieszyn Silesia e a cidade de Český Těšín, os territórios de Orava e Spiš. Faltava menos de um ano até a assinatura do Pacto Molotov-Ribbentrop.
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A invasão da Checoslováquia foi celebrada, com um aperto das mãos, dado em público, entre o marechal polaco Edward Rydz-Śmigły e o adido militar alemão, coronel Bogislav von Studnitz (1888-1943) durante a parada do «Dia de Independência» em Varsóvia aos 11 de novembro de 1938. A própria parada polaca era especialmente ligada à captura dos territórios checos e eslovacos.
No entanto, apenas um ano depois, no final de setembro de 1939, Hitler agradeceu publicamente à liderança da República Eslovaca pela ajuda dada ao Wehrmacht na campanha da invasão da Polónia. Em 21 de setembro, os antigos territórios poloneses de Spis e Orava, com uma área de mais de 700 km², foram transferidos para a soberania da Eslováquia.
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| «O protesto do Embaixador da Eslováquia» |
Todavia, alguns diplomatas eslovacos discordaram publicamente do colaboracionismo do seu país com o 3º Reich. Por exemplo, no primeiro dia da invasão nazi alemã da Polónia, o embaixador eslovaco na Polónia, Dr. Ladislav Szathmáry se encontrou com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros/ das Relações Exteriores da Polónia, Jan Szembek, a quem entregou uma carta dirigida ao ministro dos Negócios Estrangeiros/das Relações Exteriores da Polónia, Józef Beck, que dizia o seguinte: “Em nome do povo eslovaco e de seus representantes,que são forçados a permanecer calados sob a pressão do Terceiro Reich, eu protesto como representante do estado eslovaco na Polónia contra o uso da Eslováquia como base para o Terceiro Reichpara condução dos combates contra a Polónia”.
Cartazes: Fonte