Os drones ucranianos P1Sun (cujo nome também pode ser traduzido como pica, o que, por sua vez, deu à origem aos vários outros memes, desta vez na Ucrânia), concebidos para destruir drones russos, têm-se revelado uma solução muito mais barata e eficaz contra ataques massivos com drones, algo que já atraiu a atenção de vários países.
Universo Ucraniano / Ukrainian Universe
Enciclopédia da vida ucraniana histórica e contemporânea
domingo, março 08, 2026
A guerra de memes chegou nos EUA aos drones ucranianos
As lindas e charmosas iranianas nas páginas da revista «Vogue»
Infelizmente, apenas 10 anos depois o poder no país caiu nas mãos de uma ditadura teocrática protofascista. As forças mas retrógradas e menos evoluídas da sociedade ocuparam o poder, censurando e proibindo as coisas tão banais como a música ocidental e as cantoras femininas, erradicando os animais domésticos / pets ou mesmo as gravatas, consideradas pelo regime dos ayatollah como um símbolo da «opressão ocidental».
sábado, março 07, 2026
Mais um crime de guerra russo em Kharkiv: míssil russo atinge os civis
Os ocupantes e neofascistas russos que costumam chamar Kharkiv de «uma cidade russa», agora está matando deliberadamente seus moradores enquanto na calada da noite. Porque não lhes resta nada — a frente de batalha está estagnada e sua tentativa de infligir mais um genocídio, usando o frio de inverno fracassou.
... e a resposta ucraniana
Um centro de preparação e lançamento de mísseis russo-iranianos Shaheed foi destruído perto do aeroporto de Donetsk, informou o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia. As instalações russas foram atingidas por mísseis ATACMS e SCALP. Após o ataque, foram registrados um incêndio de grandes proporções e uma detonação secundária.
sexta-feira, março 06, 2026
A invasão e ocupação anglo-soviética do Irão: operação «Countenance»
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| Blindado T-26 soviético nas ruas de Tabriz. Foto: Wikipédia |
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| Exército soviético nas ruas do Irão, agosto-setembro de 1941. Foto: Wikipédia |
Após o início da guerra nazi-soviêtica (a Operação Barbarossa, junho de 1941), a União Soviética necessitava urgentemente de fornecimentos de armas, equipamento e alimentos, providenciados pelos Aliados ocidentais. Os EUA começaram a fornecer mantimentos no âmbito do programa Lend-Lease. O «corredor persa» tornou-se a rota principal e mais fiável.
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| O mapa da invasão. Imagem: Wikipédia |
A 25 de agosto de 1941, as tropas soviéticas invadiram o Irão pelo norte (pela Transcaucásia e pela Ásia Central) e as britânicas pelo sul (pelo Iraque e Golfo Pérsico). O exército iraniano ofereceu uma resistência limitada. Segundo os dados oficiais, na operação morreram entre 40 à 50 militares soviéticos, mais, cerca de 1.000 ficaram feridos e doentes; as forças britânicas tiveram 64 mortos e feridos, também morreram cerca de 800 iranianos. Em meados de setembro, a operação estava concluída.
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| Blindado soviético T-26 e blindado ligeiro Ba-10 no Irão, Setembro de 1941. Foto: Wikipédia |
Reza Shah Pahlavi foi obrigado a abdicar ao trono. O seu filho, Mohammad Reza Pahlavi, assumiu o poder. O país manteve formalmente a sua independência, mas, na prática, encontrava-se sob o controlo dos Aliados.
Em janeiro de 1942, foi assinado um tratado trilateral (URSS–Grã-Bretanha–Irão), que confirmou a integridade territorial do Irão e prometeu a retirada das tropas após a guerra.
Pelo Irão passaram cerca de 4 à 5 milhões de toneladas de carga: milhares de tanques, aviões, automóveis, alimentos e materiais estratégicos. O «corredor persa» tornou-se uma artéria vital para a frente soviética, especialmente em 1942–1943.
A guerra na Europa terminou em maio de 1945. A Grã-Bretanha começou a retirar as suas tropas. A URSS, naturalmente, não honrou o seu compromisso assumido.
No norte do Irão (Azerbaijão e Curdistão), foram criadas as duas «repúblicas populares», instigadas, financiadas e apoiadas pela União Soviética: a república democrática do Azerbaijão (Azerbaijão do Sul com a capital em Tabriz) e a República de Mahabad (territórios curdos).
O governo iraniano foi impedido de enviar as tropas à região, porque o exército vermelho estava estacionado naquela zona. As potências ocidentais interpretaram isto como uma tentativa da URSS de ganhar influência no Médio Oriente e obter o controlo do petróleo iraniano.
O Irão apelou à recém-criada ONU, e os EUA adoptaram uma postura firme. O Presidente Truman deixou claro que um avanço soviético adicional para sul poderia causar um conflito sério. Foi um dos primeiros casos em que a questão foi levada ao nível da ONU como uma crise internacional.
Na primavera de 1946, a URSS finalmente aceitou retirar as suas tropas. O governo iraniano enviou o exército para as províncias do norte. As ditas «repúblicas populares» foram liquidadas. O líder do «Azerbaijão democrático» Ja´far Pishevari fugiu para a URSS e foi liquidado pelo NKVD, num «acidente de viação», já o líder de Mahabad, Qazi Muhammad e alguns dos seus familiares / apoiantes foram executados, acusadas de traição, pelas autoridades iranianas.
Bónus
Os usos e costumes da sociedade iraniana antes da instalação da ditadura teocrática de 1979...
O centro de treino «K!llhouse Academy»: a guerra do século XXI
Os alunos — tanto militares como voluntários civis — aprendem a controlar os drones FPV, os princípios básicos da sua montagem e ajuste, bem como a guerra eletrónica e a radiocomunicação, num curso de seis a nove dias. Existem também centros educativos semelhantes noutras grandes cidades da Ucrânia.
Fotos de Chris McGrath/Getty Images








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