terça-feira, julho 07, 2026

Crimes de guerra russos em Kyiv: ataques aéreos que matam os civis ucranianos

Em dois ataques russos de drones e mísseis, de 2 e de 6 de julho de 2026, a rússia já matou 42 civis ucranianos, outros 162 civis foram feridos na capital ucraniana, cidade de Kyiv. Ucrânia respondeu, de forma adequada e proporcional, atingindo o petróleo russo em Omsk.



No ataque de 6 de julho 11 pessoas morreram, cerca de 60 ficaram feridas e edifícios residenciais por toda a cidade foram danificados. As operações de busca e salvamento ainda estão em curso.

Durante a noite, Ucrânia intercetou muitos drones e mísseis de cruzeiro. Mas os mísseis balísticos russos causaram danos e destruição em Kyiv, porque Ucrânia não despõe mísseis intercetores em número suficiente. Atrasos no fornecimento de meios de defesa aérea, incluindo mísseis «Patriot», custa vidas. Embora quer, a os EUA, quer a Europa dispõem dos meios necessários para ajudar a pôr fim ao terror aéreo russo.



Foi um dos ataques mais brutais, com dezenas de mísseis balísticos. Uma terrível sucessão de explosões violentas, uma após outra. Os terroristas russos atacaram civis enquanto dormiam, atingindo edifícios residenciais de vários andares para maximizar o número de vítimas.

Num dos bairros, uma família inteira foi retirada sem vida dos escombros: mãe, pai e filho. As operações de busca e salvamento continuam e, infelizmente, é provável que o número de vítimas aumente.

Já não é tempo para medidas tímidas. Essas apenas encorajarão Moscovo a prosseguir e a alargar o terror para além da Ucrânia. O resultado mais significativo da Cimeira de Ancara seria reforçar as capacidades da Ucrânia para proteger as nossas crianças do terror balístico russo. Ucrânia precisa de decisões concretas.



Os mísseis PAC-3 foram concebidos precisamente para proteger vidas humanas desta barbárie. Existem milhares destes mísseis armazenados em todo o mundo, reservados para potenciais ameaças.

Na Ucrânia, porém, a ameaça não é potencial. Os mísseis russos matam pessoas todas as semanas.

Atualmente, a Ucrânia é o único país do mundo sujeito a ataques balísticos semana após semana. Os meios para proteger a população deste terror têm de estar aqui.

Precisamos de todas as decisões relativas ao reforço da defesa aérea agora, e não mais tarde. Para nós, o tempo mede-se em vidas humanas», sublinhouo Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha: «A Ucrânia solicita uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU na sequência dos ataques massivos da Rússia.

Cada míssil russo lançado contra a Ucrânia transmite uma mensagem que vai muito além das nossas fronteiras. Pretende convencer o mundo de que a violência pode substituir a lei, de que o medo é mais forte do que a solidariedade e de que a crueldade pode permanecer impune.

Mensagem da Ucrânia à Cimeira da NATO/OTAN de Ancara

Apelamos à presidência da República Democrática do Congo e aos membros do Conselho para que apoiem o pedido da Ucrânia.

A demora ou uma resposta fraca não são capazes de travar o terror. Apenas ações firmes, baseadas em princípios e tomadas atempadamente o podem fazer.

A comunidade internacional deve unir-se para conter o agressor e continuar a promover uma paz abrangente, justa e duradoura, em conformidade com a Carta das Nações Unidas», disse Dr. Andrii Sybiha.

e a resposta proporcional e adequada da Ucrânia... 

As imagens históricas do dia 6 de julho de 2026, quando os drones ucranianos de ataque atingiram a refinaria de petróleo de Omsk, uma das apenas duas refinarias russas, situadas além dos Montes Urais, à mais de 3.000 km da ronteira da Ucrânia.

A imagem de satelite após os impactos mais recentes na refinaria de petróleo de Omsk


Um dos vídeos mostra as manobras do drone ucraniano FP-1, antes de se aproximar ao alvo numa das maiores refinarias da rússia. Outro vídeo mostra os resultados do assim chamado «controlo objetivo do alvo» a partir do local, filmado pelos moradores locais. Uma das vozes explica que dos 12 drones que se dirigiam ao alvo, houve 11 impactos e apenas 1 drone foi interceptado, possivelmente desviado.

Também em Belgorod, o aeroporto local foi atingido por um míssil. Após o impacto, deflagrou um incêndio nas instalações.


 

domingo, julho 05, 2026

Mali: os guerrilheiros tuaregues abatem helicóptero russo Mi-24

No Mali, nos arredores da cidade de Anefis, começou claramente uma guerra de duas frentes. Os guerrilheiros tuaregues abatem o helicóptero russo Mi-24, usado pelos mercenários russos da «Afrika Corps» (ex-Wagner), ao serviço da junta militar pró-Kremlin. 

Os rebeldes da frente AZAWAD também conseguiram algumas vitórias táticas, derrotando, emboscando e capturando as tropas governamentais e os mercenários russos de EMP «Afrika Korps» (ex-Wagner), capturando a cidade de Anefis e estão a ter sucessos contínuos nos combates pela captura da cidade de Gao.

Há informações, por verificar, da fuga dos mercenários russos da Anefis (vídeo abaixo): 

Fonte: Exilenova_plus; OperativnoZSU;

O custo social e humano da «libertação» russa de Donbas ucraniana

A cidade russa de Saratov. Estritamente «de acordo com o plano-mestre do Kremlin», os 200 novos nomes dos russos mortos na Ucrânia foram adicionados ao monumento dos mortos, nas assim chamadas, «guerras locais», os conflitos regionais e internacionais, que foram travadas pela URSS/rússia nos últimos 50 anos. 

  • Afeganistão — 318 pessoas (1979 — 1989)
  • Ucrânia — 3.400 pessoas (24.02.2022 — ?) 



«Aos conterrâneos que morreram nas guerras locais»

A «libertação russa» de Donbas ucraniana



Uma vila ucraniana transformada no monte de entulho partido...

A vila de Druzhkivka. O complexo hoteleiro «MAN», localizado na autoestrada Donetsk-Kharkiv, foi destruído pelos constantes bombardeamentos russos, há um civil morto, apanhado por algum estilhaço perdido e ainda por recolher, prostrado na escadaria do viaduto.

Os turistas e viajantes pela região de Donetsk conheciam «MAN». Fazia parte da paisagem, familiar às pessoas de uma geração inteira de ucranianos. Nem todos sabiam que o nome do complexo deriva das iniciais do antigo proprietário. O vereador de Druzhkivka, arménio étnico Ashot Norikovich Melikbegyan, faleceu em 2023, felizmente o barão político local não viveu para ver a destruição da sua empresa.

A vila de Chasiv Yar (2021-26) Outra localidade de Donbas, «libertada» pelo exército russo de ocupação, mostrada, com auxílio de novas tecnologias no seu antes e depois...


sábado, julho 04, 2026

Kielce: o maior pogrom anti-judaíco na Polónia comunista pós II G.M.

Funerais das vítimas do pogrom de Kielce, 8 de julho de 1946 © PAP/Jerzy Baranowski
Completa-se hoje o 80º aniversário do pogrom judaico, que ocorreu na cidade polaca/polonesa de Kielce, aos 4 de julho de 1946. Este e vários outros maiores pogroms contra os judeus na Europa pós-guerra ocorreram apenas na Polónia comunista.

Caixões com os corpos de judeus mortos durante o pogrom em Kielce, Polónia, 6 de julho de 1946

Kielce viveu um pogrom clássico, o termo russo, que entrou para todos os dicionários do mundo. Do pogrom de agosto de 1945 em Cracóvia ao mais sangrento em Kielce, o cenário era sempre o mesmo, os rumores espalhados entre a populaça, baseados no libelo de sangue contra os judeus: «Um menino cristão foi morto por judeus para fins ritualísticos». A Igreja Católica na Polónia, com o seu antissemitismo inerente, desempenhou o papel mais que sinistro na construção do contexto para esta terrível tragédia. O pogrom em Kielce foi o mais sinistro precisamente porque um pequeno grupo de sobreviventes judeus do Holocausto se instalou numa casa, onde foram encurralados e assassinados metodicamente, durante horas. Foram mortos não só por polacos comuns, residentes na cidade, mas também com a participação direta do exército e da polícia polaca (as autoridades polacas chegaram prender 34 militares e oficiais do exército e das forças desegurança e 6 polícias). A Igreja Católica Polaca, representada pelo bispo local Czesław Kaczmarek, de forma singular para a Igreja, apoiou passivamente estes assassinatos e NUNCA os condenou.

Foto: Jerzy Baranowski / PAP / Vostock Photo
Naquele momento histórico a Igreja Católica polaca estava totalmente alinhada com o governo estalinista do Bolesław Bierut no seu ódio aos judeus, sob o lema não pronunciado, mas largamente sentido naquele mesmo pogrom «vamos terminar o trabalho de Hitler». Apoio estatal total à tragédia. Esta série de pogroms causou um êxodo em massa de sobreviventes judeus da Polónia em poucos meses. O antigo diretor do Instituto Polaco da Memória Nacional, o atual presidente Karol Nawrocki, deveria estar hoje em Kielce, no 80º aniversário da tragédia. Levando consigo o primaz Wojciech Polak, para que se ajoelhasse em frente daquela casa e rezasse. Se tivesse a coragem de honrar a memória dos judeus mortos nos pogroms polacos do pós-guerra. Pelo menos foi isso que o seu chefe político Kaczynski e o seu antecessor Duda fizeram. Hoje, exatamente no 80º aniversário da tragédia.

A placa memorial em Kielce «em memória dos 42 judeus assassinados»

Em resultado dos julgamentos pós-pogrom, que se prolongaram até dezembro de 1946, nove pessoas foram condenadas à morte, três a prisão perpétua e outras dez a sete anos de prisão. As sentenças subsequentes foram muito mais brandas, e dos altos funcionários da polícia e da segurança, apenas três foram julgados, sendo que somente o comandante do departamento de polícia provincial, Coronel Kuznytsky, foi condenado a um ano de prisão.

No decorrer do pogrom de Kielce morreram mais de 40 pessoas (37/42 judeus, 3 polacos e 35 pessoas ficaram feridos; o número de vítimas nos povoados vizinhos e na linha ferroviária / ferrovia não pôde ser determinado com precisão). Pensa-se que este pogrom terá sido o catalisador para a emigração em massa de judeus polacos para a Palestina e à partir de 1948 para o recém-criado Israel, e de cerca de meio milhão de judeus, que sobreviveram o Holocausto nazi no final da década de 1950, restaram não mais de 30.000 na República Popular da Polónia.

Ucrânia atinge o terminal petrolífero de São Petersburgo e um MiG-29 na Crimeia ocupada

Os drones ucranianos de SSO-SOU atingiram, novamente, o terminal petrolífero de São Petersburgo. Numa outra operação, as forças ucranianas atacaram o aeródromo militar de Belbek, na Crimeia temporariamente ocupada, e destruíram um caça russo MiG-29. 




Pelo menos dois tanques ficaram danificados. Provavelmente porque estavam vazios, desta vez, não houve incêndio de grandes proporções. No entanto, em alguns locais, houve derrame de produtos petrolíferos, provavelmente com ignição posterior. O fogo foi rapidamente extinto. Além disso, as tubagens técnicas foram gravemente danificadas em alguns pontos.

O terminal petrolífero do porto de São Petersburgo após o ataque ucraniano

Geolocalização das fotos do incéndio no terminal petrolífero de São Petersburgo



Anteriormente, na noite de 25 à 26 de junho de 2026, os drones de ataque do Departamento de Sistemas Não Tripulados (USBS) do Ministério da Defesa da Ucrânia visitaram o aeródromo militar de Belbek, na Crimeia temporariamente ocupada — como resultado da operação, um caça russo MiG-29 foi destruído.

Mais anteriormente ainda, na noite de 30 de maio, as unidades de SSO-SOU atingiram dois Tu-142 no aeródromo «TANTK G.M. Beriev», em Taganrog, causando graves danos nas aeronaves. Recentemente, uma das aeronaves foi retirada da pista, mas a sua asa manteve-se intacta no local.


Fontes: worldmilitares; Exilenova plus; DI Ukraine.

Uganda confirma o recrutamento ilegal dos ugandeses ao exército russo

O governo da Uganda confirmou, o facto de que os recrutadores russos estão a recrutar cidadãos ugandeses para participar, de forma ilegal, na guerra neocolonial russa contra Ucrânia. 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Uganda, Vincent Bagiire, reuniu-se com familiares dos homens que foram parar ao exército russo. Contaram-lhe que o recrutamento ilegal está a ser levado a cabo por um homem russo chamado Dimitry, com a ajuda de duas mulheres, Esther e Anna. Além disso, segundo eles, a missão diplomática ugandesa na rússia, em resposta aos pedidos de ajuda dos cidadãos recrutados, está a entregar os seus dados às autoridades russas. 

Ugandês Kamujira Godfrey, de 26 anos, caiu na clássica «armadilha de mel» russa e em vez de passar «bons momentos» amorosos com uma menina russa, conheceu alguns meninos russos, bem musculosos, que o obrigaram à assinar o contrato com o exército russo. Agora Godfrey é prisioneiro da guerra num campo dos POW na Ucrânia: 

Bagiire instruiu o embaixador do Uganda na Rússia, Moses Kizige, para conduzir uma investigação interna e auxiliar os ugandeses que desejam regressar a casa. O embaixador, por sua vez, confirmou o recrutamento de cidadãos ugandeses por russos, mas negou o envolvimento da embaixada: «É verdade que estão lá. O Governo ugandês e a embaixada não estão de forma alguma envolvidos no seu recrutamento. Têm contratos válidos para servir no exército russo, pelos quais foram pagos para assinar». 

O depoimento de um outro mercanário ugandês, Richard Kantoran, capturado pelas FAU:

A pressão dos familiares dos recrutados e a indignação pública são meios importantes e eficazes de influenciar o lado russo. Protestos e manifestações exigindo que as autoridades auxiliem no regresso dos homens a casa desencadeiam uma série de pressões diplomáticas sobre Moscovo. Como resultado, o Ministério da Defesa russo já cessou ou reduziu significativamente o recrutamento em 14 países africanos. 

Relembramos aos cidadãos de todos os países: a participação na guerra neocolonial ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na Ucrânia ou já se alistou no exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». Receberá ajuda e salvará a sua vida, rendendo-se às FAU em segurança.

A lista (incompleta) dos mercenários ugandenses mortos 

Segundo os dados ucranianos, três cidadãos da Uganda já morreram, de forma confirmada, na guerra neocolonial russa ao serviço do exército russo na Ucrânia.

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
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sexta-feira, julho 03, 2026

O «Blitz» nazi de Londres e ataques aéreos russos em Kyiv

A capital da Ucrânia, Kyiv novamente foi bombardeada pelos ocupantes russos, com as perdas e destruição. A situação é difícil e tem um paralelo histórico — destruição sofrida pela capital britânica durante os oito meses de 1940-41, que ficaram conhecidos na história como o «Blitz». 






Ao longo de mais de quatro anos de guerra em grande escala, os mísseis, drones e projécteis russos deixaram a sua marca em todos os distritos de Kyiv. O Texty.org.ua atualizou a sua base de dados de impactos na cidade, acrescentando casos de danos causados ​​por aterragens e queda de destroços até 15 de junho de 2026, que não tinham sido contabilizados anteriormente. Estes são apenas os casos relatados por fontes oficiais ou pelos meios de comunicação social. Mas mesmo estes dados são suficientes para perceber como o terror aéreo contra a capital mudou.

O foco mais denso de ataques russos formou-se na margem direita do rio Dnipro, desde os bairros históricos de Lukyanivka até Solomyanka, passando por Shulyavka. Aí, ao longo dos quatro anos de guerra, acumulou-se o maior número de impactos e quedas de destroços registados. O segundo maior foco formou-se na margem esquerda do Dnipro, em torno do complexo industrial de Darnytsia. Estas duas zonas são mais claramente visíveis no mapa, se o analisarmos não pelas fronteiras administrativas dos distritos, mas pela densidade dos impactos. 
Bombardeamentos nazistas e ruscistas de Londres (1940) e Kyiv (2025)

Tal distribuição explica-se, em grande parte, pela localização de grandes empresas industriais e instalações de infra-estruturas. A fábrica «Artem», outras empresas da indústria de defesa, grandes unidades de produção, complexos logísticos e instalações energéticas continuam a figurar entre os alvos prioritários dos russos. Uma categoria à parte são as instalações energéticas, que foram repetidamente atacadas durante as campanhas para destruir o sector energético ucraniano.

O «Blitz» nazi contra Londres, faça click para ler mais
O mapa de Londres mostra claramente a dimensão da destruição sofrida pela capital britânica durante os oito meses de 1940-41, que ficaram conhecidos na história como o «Blitz». Mais de 43 mil pessoas morreram e cerca de 1,4 milhões perderam as suas casas em Londres, durante a operação de Luftwaffe, que começou aos 7 de setembro de 1940 e terminou aos 11 de maio de 1941.

Como é que isso afetou a vitória dos alemães sobre a Grã-Bretanha? De forma alguma!

Nenhuma destruição ou perda de civis afetou alguma vez o curso das hostilidades. Muito menos a determinação do povo britânico em vencer (ler mais sobre o «Blitz»)




Os resultados dos bombardeamentos nazis de Londres
Em outubro de 1944, os Aliados destruíram as últimas instalações nazis para a produção de gasolina sintêtica. Seis meses depois, o 3º Reich sucumbiu aos ataques dos Aliados, ficando sem combustível.

Parafraseando o Chefe dos Comando de Bombardeiros da RAF, Arthur «Bomber» Harris: «Nunca na história alguém ganhou uma guerra incendiando refinarias de petróleo. Sim, mas ainda ninguém tentou, e nós vamos tentar».

Hoje, Ucrânia têm os seus próprios Harris. Robert «Magyar» Broudi e seus rapazes das USBS e das FAU já estão à incendiar aquele posto louco de abastecimento de combustível!