A Metropolitan Opera de Nova Iorque encenou a ópera «Mães de Kherson», dedicada às mulheres ucranianas que lutam para recuperar os seus filhos, raptados
pelo exército russo. A música foi composta pelo ucraniano Maxim Kolomiiets e o libreto pelo dramaturgo norte-americano George Brant.
Uma das personagens da ópera é a Maria Lvova-Belova, representante do presidente russo para os direitos da criança, contra quem foi emitido um mandado de detenção
pelo Tribunal Penal Internacional. As suas declarações reais, feitas numa conferência de imprensa, serão ouvidas na ópera.
De acordo com o diretor-geral da Metropolitan Opera, Peter Gelb, encontrar uma cantora que aceitasse interpretar este papel não foi fácil.
«É uma mulher muito convincente e atraente, o que a torna ainda mais sinistra — como uma vilã de um filme de James Bond», disse Gelb em entrevista.
No dia 23 de outubro foi concluída, com sucesso, a 9ª troca dos Prisioneiros de Guerra (POW), decorrida em 2026. Esta foi a 3ª e última etapa da troca,
que teve início em 19 de agosto de 2026. Ucrânia libertou 270 militares, incluíndo 35 do regimento «Azov».
270 defensores da Ucrânia regressaram à Ucrânia Livre e 270 militares do exército russo foram enviados para o quartel da unidade militar Nº 61899 na cidade militar de
Mosrentgen (ex-Vidnoye-4, também conhecida como a cidade militar de Tyoply Stan) para interrogatórios e triagens adicionais.
Para casa regressam os membros da Guarda Nacional (NGU), incluindo militares do «Azov», da Guarda-fronteira, da Defesa Territorial (TrO), da Marinha de Guerra, da infantaria, as
tropas aerotransportadas, do Serviço Estatal de Transporte Especial, bem como nove civis. A maioria deles estava em cativeiro desde 2022.
A maioria dos libertados são militares que defenderam Ucrânia em Mariupol. Os defensores das regiões de Donetsk, Luhansk, Kharkiv, Zaporízhia, Kherson, Kyiv, Mykolaiv
e Chernihiv também foram libertados. Muitos deles foram condenados ilegalmente na rússia. Entre os que regressam estão cinco pessoas que sobreviveram ao ataque terrorista russo em Olenivka, em julho
de 2022, escreveu Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
Nos últimos três anos, a propaganda russa tem tentando a convencer as famílias dos separatistas de Donbas de que o Ministério da Defesa russo não inclui os
POW provenientes dos territórios temporariamente ocupados das ditas repúblicas populares de «l/dnr» nas listas de troca, porque Ucrânia, alegadamente, se recusava a trocá-los. A troca do dia 23 de outubro demonstrou, mais uma, vez que as autoridades russas desinformam.
Este é um lembrete importante para os familiares dos prisioneiros de guerra russos/de militantes separatistas. Pessoas que a rússia, sempre alegava que não conseguia trocar
devido à alegada posição intransigente da Ucrânia foram trocadas imediatamente após o lado russo as ter acrescentado às suas listas de troca.
Ucrânia declarou publicamente, por várias vezes, que não existem nenhuns obstáculos ao seu regresso. Além disso, os próprios POW russos, proveninentes
das unidades separatistas formados nos territórios temporariamente ocupados (TOT) registaram inúmeros apelos às autoridades russas exigindo a sua inclusão na troca.
A única coisa que faltava era a boa vontade do lado russo. A troca de hoje é mais uma confirmação deste facto.
Por que razão Moscovo «se lembrou» agora dessas pessoas?
Para a rússia, a situação nos territórios ocupados continua a deteriorar-se. Falta água, electricidade, combustível e comunicações, os
preços estão a subir, a indústria está em queda e as minas de carvão de Donbas estão à fechar — tudo isto está gradualmente a amargurar a população
local.
A rússia não trouxe ao Donbas, nada, além de guerra e devastação da região — toda a gente vê e compreende isso. Aparentemente, para
amenizar a situação, tentando usar a cobertura mediática, o Kremlin finalmente lembrou-se destes prisioneiros.
Veja o vídeo completo da troca de POW de hoje:
Veja as fotos dos POW do lado russo, incluídos na troca de 23 de outubro:
Pode verificar os nomes de todos os que regressaram hoje à rússia no site «Quero Voltar» –
os seus nomes, datas de nascimento, números de identificação pessoal, unidades e tempo de cativeiro já foram adicionados à base de dados do projeto.
Por sua vez, Ucrânia consegue a libertação de 35 combatentes do «Azov» que defenderam Mariupol em 2022. Muitos deles foram condenados, absolutamente ilegalmente,
na rússia às longas penas de prisão, incluindo a prisão perpétua. Durante muito tempo a rússia negava a inclusão de soldados e oficiais de «Azov» na lista dos POW
à serem trocados.
Mais, entre os POW ucranianos libertados hoje estão cinco militares do «Azov», que durante muito tempo foram considerados mortas, vítimas do ataque terrorista russo ao campo de Olenivka, que visava,
especialmente, os membros da OZSP «Azov».
Na noite de 22 de outubro, a rússia lançou uma nova vaga de ataques de drones e mísseis contra Ucrânia, provocando a morte de pelo menos dois e deixando 34 civis
ucranianos feridos em todo o país, informa a Embaixada da Ucrânia em Angola.
Em Kyiv, um civil morreu e 22 ficaram feridos, incluindo quatro crianças. Foram danificados edifícios residenciais, infraestruturas energéticas e de transportes, estabelecimentos
comerciais e um mosteiro.
Na região de Kharkiv, um ataque russo provocou a morte de uma pessoa e danificou habitações, um edifício de escritórios e uma unidade de saúde. Na
região de Poltava, as forças russas atingiram uma estação de radiodifusão privada. No total, 12 regiões da Ucrânia foram alvo de ataques. As infraestruturas energéticas
também estiveram entre os alvos da rússia.
Moscovo/ou continua a responder aos esforços diplomáticos com novos ataques contra a população civil ucraniana. Ucrânia precisa urgente de sistemas de defesa
aérea mais robustos, de entregas mais rápidas de mísseis e de uma maior pressão sobre o agressor russo para pôr fim à sua guerra neocolonial e injusta.
...e a resposta ucraniana
Os operadores das Forças de Operações Especiais SSO-SOU atingiram, com sucesso, com mísseis/drones à jato, o 75º
Arsenal em Serpukhov, na região de Moscovo/ou.
Trata-se de uma empresa do complexo russo militar-industrial de defesa, especializada na reparação/restauração e armazenamento de equipamentos militares, em particular,
os sistemas de defesa aérea. Segundo a «Rostec», a empresa reparava equipamentos para os sistemas Buk-M1, Buk-M2 e S-300V.
A instalação recebeu especial atenção da OSINT ucraniano. Numa publicação de 29 de março
de 2024, o investigador Jompy escreveu que o 75º arsenal era a única base russa de armazenamento de sistemas antiaéreos que tinha descoberto.
O jornalista investigativo e quase sempre muito bem informado, Oliver Caroll, do «The Economist» anunciou a suspensão do limite de velocidade do Starlink na Ucrânia:
O trabalho dos drones kamikaze middle-strike ucranianos no transporte logístico russo nos territórios temporariamente ocupados. A autoestrada está repleta de veículos
russos em chamas.
A menina ucraniana Angelina, de apenas um ano, morreu no seu carrinho de bebé em 19 de outubro de 2026, durante um ataque de drone russo no parque central da aldeia de Nova Vodolaga,
na região de Kharkiv. A sua mãe, Inna, ficou gravemente ferida e faleceu mais tarde no hospital. No total, seis pessoas, incluindo duas crianças (a outra menina morta tinha 11 anos), foram mortas no ataque
russo, e 15 ficaram feridas, informa a Polícia Nacional da Ucrânia.
A rússia continua a matar crianças ucranianas, enquanto Washington continua a debater sobre o tipo de concessões que Ucrânia deveria fazer para que a rússia
aceite parar de matar os civis ucranianos.
Donald Trump: «Francamente, a rússia está a comportar-se de forma bastante normal com a Ucrânia. Não estão a fazer nada de especial por lá».
Na Nova Vodolaga o drone russo atingiu o parque central onde as famílias com crianças passeavam. Morreram seis pessoas: Angelina, de um ano (morta no seu carrinho de bebé),
a mãe, Inna (que morreu no hospital), uma menina de 11 anos e três outros adultos. Quinze pessoas ficaram feridas, 2 delas crianças.
Estes ataques têm ocorrido quase diariamente em outubro. A ONU classificou as duas primeiras semanas do mês como um dos períodos mais mortíferos para os civis ucranianos
nessa guerra. Mais de 100 civis foram mortos numa única semana. Em Pryluky, nos dias 6 e 7 de outubro, um míssil russo destruiu um edifício de habitação, matando 22 pessoas, incluindo crianças.
Em Kramatorsk, no dia 8 de outubro, um ataque a autocarros de passageiros matou aproximadamente 30 à 35 pessoas. Em Zaporizhzhia, no dia 10 de outubro, aproximadamente 20 pessoas foram mortas em edifícios de
habitação.
Em setembro de 2026, a Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia registou pelo menos 328 mortes de civis e 2.105 feridos — um aumento de
85% em relação a setembro de 2025. De janeiro a setembro, 2.570 civis foram mortos. A principal causa foram os mísseis, drones e bombas guiadas russos lançados sobre áreas residenciais, transportes
e áreas densamente povoadas, longe da linha da frente.
Só um completo canalha, sem qualquer consciência ou compaixão humana, poderia chamar tudo isto de «completamente normal» e «nada de especial».
Bónus
No dia 21 de outubro a rússia perdeu duas aeronaves militares. Um caça-bombardeiro Su-30SM caiu na região de Kaliningrado. Os dois pilotos conseguiram se ejatar, mas sofreram
ferimentos médios e foram levados ao hospital.
No mesmo dia foi registada a queda de um outro Su-30, os blogueiros militares russos já noticiaram que a sua tripulação, muito felizmente, não sobreviveu.
Na noite de 18 de outubro, os drones ucranianos, atingiram, com muito sucesso, vários alvos em São Petersburgo e na região de Leninegrado: terminal petrolífero «Ruchyi»,
porto comercial, centro de dados da rede social «VK», armazém da «Ozon». Incêndios e explosões estão por todo o lado.
O armazém da «Ozon» em São Petersburgo será obviamente completamente destruído pelo fogo. Os russos podiam simplesmente ter concordado com um cessar-fogo,
e nada disto teria acontecido. Mas putin recusou cessar os ataques contra os alvos civis na Ucrânia. Então foi o putin que incendiou este armazém, assim como tudo o resto que explodiu e ardeu na cidade.
O armazém logístico da «Ozon», possui uma área de aproximadamente 51.500 m², está situado nos arredores de São Petersburgo. O armazém
é um elemento importante da infraestrutura logística da «Ozon», garantindo o armazenamento, a triagem e o processamento seguros das mercadorias, bem como a sua posterior distribuição aos pontos de
venda dos clientes.
Os mercenários prisioneiros de guerra africanos apelam aos participantes da 3ª Cimeira rússia-África, que irá decorrer ente 28 à 29 de outubro em Moscovo,
para que os ajudem a regressar a casa. Um destes homens pode ser descendente direto dos famosos e históricos prazeiros da Zambézia.
Desde o início da invasão russa em grande escala da Ucrânia, as FAU já capturaram mercenários oriundos de 59 países, 18 dos quais africanos.
Apenas 30% destes POW africanos manifestam o seu desejo de regressar à África, outros 70% dizem, que querem ser trocados, regressando à rússia. Desde o primeiro dia da guerra, que começou
em 24.02.2022, a rússia não trocou e nem sequer pediu para trocar NENHUM prisioneiro de guerra africano.
Caso Nunes Rosario Andrade
O nome do mercenário proveniente do Zimbábue, Nunes Rosario Andrade é totalmente português, o que indica que ele é um filho/neto de africanos, profundamente luso-aculturados. É de recordar, que historicamente, a família Rosário Andrade era uma influente dinastia mercantil luso-africana (dos chamados prazeiros), estabelecida na região do Alto Zambeze, no atual Moçambique. As suas atividades no século XIX obrigaram o governo português a declarar oficialmente as suas reivindicações territoriais (assim chamada política de «ocupação efetiva») sobre estas regiões.
Por agora, Ucrânia recorda aos cidadãos de países estrangeiros: participar na guerra ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está
a ser recrutado para combater na Ucrânia ou se já juntou ao exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». O projeto ajudrá-lhe a salvar a sua própria vida e a render-se em
segurança às FAU.
Dos 197 componentes do míssil russo «Kinzhal», 155 são de fabrico americano. Segundo um relatório recente, quase 79% dos componentes identificados num dos mísseis
mais avançados da rússia são provenientes dos Estados Unidos. Outros são do Japão (17), da Suíça (10) e de Taiwan (7). Apenas UM componente é de fabrico russo.
A rússia está a utilizar tecnologia ocidental para construir mísseis que destroem cidades, infraestruturas e prédios na Ucrânia, matando civis ucranianos.
Apesar de anos de sanções, a rússia continua a obter estes componentes através de cadeias de abastecimento que contornam as restrições. Se o Ocidente e os aliados da Ucrânia
pretendem realmente travar a máquina de guerra russa, precisam de interromper o fluxo de tecnologia que a mantém em funcionamento.
O 3º Corpo de Exército das FAU demonstrou a destruição de um novo sistema russo de lança-chamas pesado TOS-3 «Dragão», ocorrida no decorrer da «Operação
Vivaldi», a 12 km da linha de contato. É a primeira vez que um sistema desse tipo foi destruído.
A unidade destruíu 328 drones-kamikaze russos: 303 «Molniya», 12 «Lancet», 12 «Gerbera» e um «KUB-1». Também foram abatidos 42 drones
médios de reconhecimento: 15 «ZALA», 12 «KVO», 6 «Orlan», 6 «Skat» e 3 «Supercam».
O grupo OSINT Oryx assinala um marco histórico, alcançado pela Ucrânia na atual guerra russo-ucraniana. Desde 24.02.2022 e até 1.10.2026, as forças ucranianas
abateram 200 aviões e 185 helicópteros russos, contabilizando somente abates com a confirmação absolutamente positiva com suporte em fotos e/ou vídeos. As perdas russas reais são infinitamente maiores.
Assim, a rússia perdeu 200 aviões, das quais 169 foram destruídos e 31 danificados, incluíndo:
12 bombardeiros estratégicos Tu-22M3;
12 bombardeiros estratégicos Tu-95MS.
A rússia também perdeu 185 helicópteros, dos quais 145 foram destruídos, 38 danificados e 2 capturados, incluíndo:
10 helicópteros de ataque Mi-35M;
69 helicópteros de ataque Ka-52 «Alligator».
No mesmo período, a rússia perdeu 25 drones pesados da classe estratégica (excluindo largos milhares de drones leves, FPV, etc), dos quais 21 foram destruídos, 1 danificado
e 3 capturados, incluíno:
3 «Mohajer-6»;
1 Sukhoi S-70 «Okhotnik-B».
O mês de setembro de 2026, foi bastante pesado para as contas da força aérea russa, foram perdidos 8 aviões e 6 helicópteros.
Antecipando as curiosidades, podemos rever as baixas ucranianas. Segundo a mesma Oryx, desde 24.02.2022 e até 1.10.2026 Ucrânia perdeu 122 aviões, das quais 117 destruídos, 4 danificados e 1 capturado, incluíndo:
5 caças F-16;
1 Mirage 2000-5F.
A Força Aérea da Ucrânia também perdeu 58 helicópteros, dos quais 52 destruídos, 3 danificados e 3 capturados, incluíndo:
1 helicóptero de transporte Airbus H225;
1 «Westland Sea King».
No mesmo período, país perdeu 29 drones pesados da classe estratégica (excluindo drones leves, FPV, etc), dos quais 28 destruídos e 1 capturado, incluíndo:
26 Bayraktar TB2.
Em setembro de 2026, Ucrânia perdeu 1 avião e nenhum helicóptero.
Bónus
Os drones ucranianos atingiram a central petrolífera da Gazprom na cidade russa de Surgut, que fica no Distrito Autónomo de Khanty-Mansiysk, a cerca de 2.500 km da fronteira com
Ucrânia:
A central da Gazprom processa condensado de gás e produz combustível para motores de veículos terrestres e de aviação. A sua capacidade de produção é de
12 milhões de toneladas de matéria-prima por ano.
A secreta militar ucraniana GUR MOU identificou mais um mercenário estrangeiro morto ao serviço do exército de ocupação russo — o cidadão filipino, Malambahe Sabtar
Sabanal, nascido a 25 de outubro de 1986, natural do município de Labason, na ilha de Mindanao.
O mercenário filipino assinou o contrato com o exército russo em 16 de junho de 2026 em Ryazan. O tenente russo V. Romanov foi o seu acompanhante oficioso. A duração do contrato
era de um ano — o prazo típico para os estrangeiros “descartáveis” do exército russo.
Após a assinatura dos documentos, Malambahe foi enviado para um centro de treinos. Aí, passou apenas uma semana e meia a tentar aprimorar as suas habilidades de combate.
No início de julho de 2026, o filipino foi enviado aos territórios ucranianos temporariamente ocupados. No final do mesmo mês, Malambahe foi eliminado durante operações
de assalto perto de Kostyantynivka, na região de Donetsk.
As circunstâncias da permanência de Malambahe na frente de batalha são comprovadas por correspondência registada junto de um outro mercenário das forças
de ocupação russas, presumivelmente também cidadão filipino.
Malambahe (à direita) com um outro mercenário filipino
Numa mensagem datada de 28 de julho, poucos dias antes da sua morte, Malambahe queixava-se dos constantes ataques de drones ucranianos e da morte de um colega. As fotografias disponíveis
mostram outros mercenários juntamente com Malambahe, que são provavelmente também cidadãos filipinos.
Apesar dos avisos do governo filipino e das exigências da legislação local, o Malambahe foi tentado pela oportunidade de ganhar o dinheiro fácil, decidindo juntar-se
ao exército de ocupação russo. No final, a participação na guerra neocolonial e criminosa russa custou-lhe a vida.
Recordamos que, no dia 12 de agosto de 2026, o GUR reportou a identificação de um outro mercenário filipino liquidado na Ucrânia: Jeric Jumadil Undol,
nascido a 5 de março de 1989, natural de Panamao, liquidado na Ucrânia em maio de 2026, apenas 27 dias após assinar o contrato com o exército russo.
De acordo com o projeto “Quero Viver”, cerca de 14 cidadãos filipinos assinaram os contratos com o exército de ocupação russo; pelo menos três deles
morreram e um é POW: Raymon Santos Gumangan, natural de Alcala, província de Pangasinan. Em setembro de 2025, ele foi capurado pelas Forças Armadas da Ucrânia (FAU) na região ucraniana de
Sumy. Raymon continua no campo ucraniano dos prisioneiros russos, as autoridades russas não tem nenhum interesse de o incluir nas listas de trocas dos POW.
O GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia recorda que cada estrangeiro nas fileiras do exército de ocupação russo ainda pode salvar a sua própria vida
— rendendo-se às FAU através do bot do projecto «Quero Viver».
Na noite de 15 de outubro, a Marinha da Guerra da Ucrânia, utilizou os mísseis costeiros «Neptune Longo» para atingir o aeródromo militar «Borisoglebsk»,
na região russa de Voronezh. Ataque resultou em 4 Su-34 (Fullback) destruídos e outros 2 sofrendo danos significativos.
Todos 6 aparelhos eram caças-bombardeiros Su-34M de primeira linha, utilizados ativamente como lançadores de bombas guiadas contra as posições ucranianas e contra
os alvos civis na Ucrânia. Calcula-se que o ataque, afetará, positivamente, as capacidades e a intensidade dos ataques russos na linha da frente e nas cidades situadas juntas à área de combates.
As testemunhas relataram várias explosões e um incêndio na zona do aeródromo de Borisoglebsk. A vista de satélite das pistas do aeroporto no dia 13 de outubro e a mesma área no dia 15 de outubro, pela AviVector:
No final do vídeo, aparece o momento do abate de um Mi-8 russo extra, que, segundo o grupo OSINT ukr_informant, está relacionado com um outro caso de uso, efetivo, dos drones
ucranianos de ataque.
Imagens raras do drone de ataque ucraniano «Sichen» (literalmente Janeiro), voando em missão de combate. O seu alcance de voo declarado é de 1400 km:
O uso de drones middle-strike pelos operadores ucranianos das SSO-SOU nas estradas dos territórios ucranianos temporariamente ocupados. Nenhum motorista pode ou deve esquecer, que o
ato de atravessar, ilegalmente, a fronteira estatal da Ucrânia, é um crime punível, atualmente, com até a pena da morte.