sábado, julho 04, 2026

Kielce: o maior pogrom anti-judaíco na Polónia comunista pós II G.M.

Funerais das vítimas do pogrom de Kielce, 8 de julho de 1946 © PAP/Jerzy Baranowski
Completa-se hoje o 80º aniversário do pogrom judaico, que ocorreu na cidade polaca/polonesa de Kielce, aos 4 de julho de 1946. Este e vários outros maiores pogroms contra os judeus na Europa pós-guerra ocorreram apenas na Polónia comunista.

Caixões com os corpos de judeus mortos durante o pogrom em Kielce, Polónia, 6 de julho de 1946

Kielce viveu um pogrom clássico, o termo russo, que entrou para todos os dicionários do mundo. Do pogrom de agosto de 1945 em Cracóvia ao mais sangrento em Kielce, o cenário era sempre o mesmo, os rumores espalhados entre a populaça, baseados no libelo de sangue contra os judeus: «Um menino cristão foi morto por judeus para fins ritualísticos». A Igreja Católica na Polónia, com o seu antissemitismo inerente, desempenhou o papel mais que sinistro na construção do contexto para esta terrível tragédia. O pogrom em Kielce foi o mais sinistro precisamente porque um pequeno grupo de sobreviventes judeus do Holocausto se instalou numa casa, onde foram encurralados e assassinados metodicamente, durante horas. Foram mortos não só por polacos comuns, residentes na cidade, mas também com a participação direta do exército e da polícia polaca (as autoridades polacas chegaram prender 34 militares e oficiais do exército e das forças desegurança e 6 polícias). A Igreja Católica Polaca, representada pelo bispo local Czesław Kaczmarek, de forma singular para a Igreja, apoiou passivamente estes assassinatos e NUNCA os condenou.

Foto: Jerzy Baranowski / PAP / Vostock Photo
Naquele momento histórico a Igreja Católica polaca estava totalmente alinhada com o governo estalinista do Bolesław Bierut no seu ódio aos judeus, sob o lema não pronunciado, mas largamente sentido naquele mesmo pogrom «vamos terminar o trabalho de Hitler». Apoio estatal total à tragédia. Esta série de pogroms causou um êxodo em massa de sobreviventes judeus da Polónia em poucos meses. O antigo diretor do Instituto Polaco da Memória Nacional, o atual presidente Karol Nawrocki, deveria estar hoje em Kielce, no 80º aniversário da tragédia. Levando consigo o primaz Wojciech Polak, para que se ajoelhasse em frente daquela casa e rezasse. Se tivesse a coragem de honrar a memória dos judeus mortos nos pogroms polacos do pós-guerra. Pelo menos foi isso que o seu chefe político Kaczynski e o seu antecessor Duda fizeram. Hoje, exatamente no 80º aniversário da tragédia.

A placa memorial em Kielce «em memória dos 42 judeus assassinados»

Em resultado dos julgamentos pós-pogrom, que se prolongaram até dezembro de 1946, nove pessoas foram condenadas à morte, três a prisão perpétua e outras dez a sete anos de prisão. As sentenças subsequentes foram muito mais brandas, e dos altos funcionários da polícia e da segurança, apenas três foram julgados, sendo que somente o comandante do departamento de polícia provincial, Coronel Kuznytsky, foi condenado a um ano de prisão.

No decorrer do pogrom de Kielce morreram mais de 40 pessoas (37/42 judeus, 3 polacos e 35 pessoas ficaram feridos; o número de vítimas nos povoados vizinhos e na linha ferroviária / ferrovia não pôde ser determinado com precisão). Pensa-se que este pogrom terá sido o catalisador para a emigração em massa de judeus polacos para a Palestina e à partir de 1948 para o recém-criado Israel, e de cerca de meio milhão de judeus, que sobreviveram o Holocausto nazi no final da década de 1950, restaram não mais de 30.000 na República Popular da Polónia.

Ucrânia atinge o terminal petrolífero de São Petersburgo e um MiG-29 na Crimeia ocupada

Os drones ucranianos de SSO-SOU atingiram, novamente, o terminal petrolífero de São Petersburgo. Numa outra operação, as forças ucranianas atacaram o aeródromo militar de Belbek, na Crimeia temporariamente ocupada, e destruíram um caça russo MiG-29. 




Pelo menos dois tanques ficaram danificados. Provavelmente porque estavam vazios, desta vez, não houve incêndio de grandes proporções. No entanto, em alguns locais, houve derrame de produtos petrolíferos, provavelmente com ignição posterior. O fogo foi rapidamente extinto. Além disso, as tubagens técnicas foram gravemente danificadas em alguns pontos.

O terminal petrolífero do porto de São Petersburgo após o ataque ucraniano

Geolocalização das fotos do incéndio no terminal petrolífero de São Petersburgo



Anteriormente, na noite de 25 à 26 de junho de 2026, os drones de ataque do Departamento de Sistemas Não Tripulados (USBS) do Ministério da Defesa da Ucrânia visitaram o aeródromo militar de Belbek, na Crimeia temporariamente ocupada — como resultado da operação, um caça russo MiG-29 foi destruído.

Mais anteriormente ainda, na noite de 30 de maio, as unidades de SSO-SOU atingiram dois Tu-142 no aeródromo «TANTK G.M. Beriev», em Taganrog, causando graves danos nas aeronaves. Recentemente, uma das aeronaves foi retirada da pista, mas a sua asa manteve-se intacta no local.


Fontes: worldmilitares; Exilenova plus; DI Ukraine.

Uganda confirma o recrutamento ilegal dos ugandeses ao exército russo

O governo da Uganda confirmou, o facto de que os recrutadores russos estão a recrutar cidadãos ugandeses para participar, de forma ilegal, na guerra neocolonial russa contra Ucrânia. 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Uganda, Vincent Bagiire, reuniu-se com familiares dos homens que foram parar ao exército russo. Contaram-lhe que o recrutamento ilegal está a ser levado a cabo por um homem russo chamado Dimitry, com a ajuda de duas mulheres, Esther e Anna. Além disso, segundo eles, a missão diplomática ugandesa na rússia, em resposta aos pedidos de ajuda dos cidadãos recrutados, está a entregar os seus dados às autoridades russas. 

Ugandês Kamujira Godfrey, de 26 anos, caiu na clássica «armadilha de mel» russa e em vez de passar «bons momentos» amorosos com uma menina russa, conheceu alguns meninos russos, bem musculosos, que o obrigaram à assinar o contrato com o exército russo. Agora Godfrey é prisioneiro da guerra num campo dos POW na Ucrânia: 

Bagiire instruiu o embaixador do Uganda na Rússia, Moses Kizige, para conduzir uma investigação interna e auxiliar os ugandeses que desejam regressar a casa. O embaixador, por sua vez, confirmou o recrutamento de cidadãos ugandeses por russos, mas negou o envolvimento da embaixada: «É verdade que estão lá. O Governo ugandês e a embaixada não estão de forma alguma envolvidos no seu recrutamento. Têm contratos válidos para servir no exército russo, pelos quais foram pagos para assinar». 

O depoimento de um outro mercanário ugandês, Richard Kantoran, capturado pelas FAU:

A pressão dos familiares dos recrutados e a indignação pública são meios importantes e eficazes de influenciar o lado russo. Protestos e manifestações exigindo que as autoridades auxiliem no regresso dos homens a casa desencadeiam uma série de pressões diplomáticas sobre Moscovo. Como resultado, o Ministério da Defesa russo já cessou ou reduziu significativamente o recrutamento em 14 países africanos. 

Relembramos aos cidadãos de todos os países: a participação na guerra neocolonial ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na Ucrânia ou já se alistou no exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». Receberá ajuda e salvará a sua vida, rendendo-se às FAU em segurança.

A lista (incompleta) dos mercenários ugandenses mortos 

Segundo os dados ucranianos, três cidadãos da Uganda já morreram, de forma confirmada, na guerra neocolonial russa ao serviço do exército russo na Ucrânia.

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

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sexta-feira, julho 03, 2026

O «Blitz» nazi de Londres e ataques aéreos russos em Kyiv

A capital da Ucrânia, Kyiv novamente foi bombardeada pelos ocupantes russos, com as perdas e destruição. A situação é difícil e tem um paralelo histórico — destruição sofrida pela capital britânica durante os oito meses de 1940-41, que ficaram conhecidos na história como o «Blitz». 






Ao longo de mais de quatro anos de guerra em grande escala, os mísseis, drones e projécteis russos deixaram a sua marca em todos os distritos de Kyiv. O Texty.org.ua atualizou a sua base de dados de impactos na cidade, acrescentando casos de danos causados ​​por aterragens e queda de destroços até 15 de junho de 2026, que não tinham sido contabilizados anteriormente. Estes são apenas os casos relatados por fontes oficiais ou pelos meios de comunicação social. Mas mesmo estes dados são suficientes para perceber como o terror aéreo contra a capital mudou.

O foco mais denso de ataques russos formou-se na margem direita do rio Dnipro, desde os bairros históricos de Lukyanivka até Solomyanka, passando por Shulyavka. Aí, ao longo dos quatro anos de guerra, acumulou-se o maior número de impactos e quedas de destroços registados. O segundo maior foco formou-se na margem esquerda do Dnipro, em torno do complexo industrial de Darnytsia. Estas duas zonas são mais claramente visíveis no mapa, se o analisarmos não pelas fronteiras administrativas dos distritos, mas pela densidade dos impactos. 
Bombardeamentos nazistas e ruscistas de Londres (1940) e Kyiv (2025)

Tal distribuição explica-se, em grande parte, pela localização de grandes empresas industriais e instalações de infra-estruturas. A fábrica «Artem», outras empresas da indústria de defesa, grandes unidades de produção, complexos logísticos e instalações energéticas continuam a figurar entre os alvos prioritários dos russos. Uma categoria à parte são as instalações energéticas, que foram repetidamente atacadas durante as campanhas para destruir o sector energético ucraniano.

O «Blitz» nazi contra Londres, faça click para ler mais
O mapa de Londres mostra claramente a dimensão da destruição sofrida pela capital britânica durante os oito meses de 1940-41, que ficaram conhecidos na história como o «Blitz». Mais de 43 mil pessoas morreram e cerca de 1,4 milhões perderam as suas casas em Londres, durante a operação de Luftwaffe, que começou aos 7 de setembro de 1940 e terminou aos 11 de maio de 1941.

Como é que isso afetou a vitória dos alemães sobre a Grã-Bretanha? De forma alguma!

Nenhuma destruição ou perda de civis afetou alguma vez o curso das hostilidades. Muito menos a determinação do povo britânico em vencer (ler mais sobre o «Blitz»)




Os resultados dos bombardeamentos nazis de Londres
Em outubro de 1944, os Aliados destruíram as últimas instalações nazis para a produção de gasolina sintêtica. Seis meses depois, o 3º Reich sucumbiu aos ataques dos Aliados, ficando sem combustível.

Parafraseando o Chefe dos Comando de Bombardeiros da RAF, Arthur «Bomber» Harris: «Nunca na história alguém ganhou uma guerra incendiando refinarias de petróleo. Sim, mas ainda ninguém tentou, e nós vamos tentar».

Hoje, Ucrânia têm os seus próprios Harris. Robert «Magyar» Broudi e seus rapazes das USBS e das FAU já estão à incendiar aquele posto louco de abastecimento de combustível!

Ucrânia ataca os alvos estratégicos russos em Belgorod, Penza, Tula e logística nos TOT

Na cidade russa de Penza os drones/mísseis ucranianos atingiram a empresa «NIIFI», cuja produção é usada em aviões, helicópteros e protótipos de armamento, em particular nos mísseis balísticos intercontinentais «Bulava», «Topol-M», «Sineva» e nos complexos de mísseis «Iskander».

NIIFI — o «Instituto de Investigação Científica de Medições Físicas», é uma empresa criadora e desenvolvedora de sensores de pressão absoluta e de excesso, bem como de sensores de deslocamento linear e angular para equipamentos de aviação. Os produtos são utilizados em aviões, helicópteros e protótipos de armamento, em particular nos mísseis balísticos intercontinentais «Bulava», «Topol-M», «Syneva» e nos complexos de mísseis «Iskander». Pertence à corporação estatal russa «Roscosmos». 



A empresa NIIFI em Penza à arder, após o impacto
Fornece sensores de pressão para os motores dos mísseis de cruzeiro Kh-101 e Kh-59M2/Kh-59M2A, bem como sensores e sistemas de medição para os aviões Su-34. Para o Su-57, produz os sensores de pressão absoluta DAV-096, os sistemas de temperatura e refrigeração das rodas SITUOK-01 e os sistemas de controlo dos parâmetros do chassis SKPSh-01. 

NIIFI está sob sanções dos EUA e da Ucrânia. 

Algo está a arder intensamente em Tula, perto do depósito de petróleo junto à estação ferroviária:

Coordenadas: 54.2130916748, 37.63635816243 

Mais uma ponte na autoestrada Mariupol-Donetsk foi às ares: 




Coordenadas: 47,33767258977, 37,53278694875 

Em Belgorod, após o ataque ucraniano, os moradores locais relatam falta de eletricidade e de água. A central termoelétrica de Michurinskaya (50.610917°N, 36.567051°E) foi atingida.


 

Note-se a dimensão real do colapso petrolífero na rússia. Cidade de Chita, cerca de 5.000 km da Ucrânia. Imagens de satélite mostram a fila num posto de abastecimento de combustível nos arredores daquela cidade. 

Coordenadas: 51.906927°113.695212°

Fontes: Grimm IntelExilenova_plus

Yaroslav Haivas: o ativista da OUN perseguido pelo KGB por 40 anos

Foto do Yaroslav Haivas e sua filha do arquivo do MGB-KGB

MGB-KGB soviético passou décadas a tentar aproximar-se ao Yaroslav Haivas (1912–2004). Em certa altura, era considerado, pelos soviéticos, como uma das figuras mais perigosas do movimento de libertação nacional da Ucrânia. 

Yaroslav Haias, década de 1950 (?)

No final, em 1982, o seu processo foi arquivado, KGB foi obrigado a admitir que era impossível recrutá-lo. Infelizmente, hoje, o seu nome não está devidamente lembrado, mesmo por aqueles, que se interessam pela história ucraniana. 

Quando jovem, juntou-se ao movimento escuteiro ucraniano, Plast, posteriormente à Organização Militar Ucraniana (UVO) e, em seguida, à OUN. Foi um bancário nas instituições ucranianas de crédito na 2ª república polaca, nos meados da década de 1930. Foi preso e encarcerado pelos polacos, liderou os serviços de informação, foi adjunto de Roman Shukhevych no Comité de Autodefesa, durante a II G.M., chefiou o grupo expedicionário da OUN para o leste da Ucrânia e, durante o período mais difícil de 1944-1945, serviu como líder da OUN-M.

Em documentos do KGB desclassificados, os chekistas escreveram sobre ele:

«Pessoas como ele não podiam ser recrutadas, nem persuadidas a abandonar as suas atividades antissoviéticas.»

Informação confidencial sobre Haivas, processo do KGB, 1952

Em 1944, foi procurado pela Gestapo. Yaroslav escapou-lhes saltando de uma janela. A sua mulher e a sua mãe foram enviadas para um campo de concentração pelos nazis, e duas crianças pequenas tiveram de ser resgatadas secretamente. Alguns meses depois, os ativistas ucranianos conseguiram a libertação das duas mulheres, e a família voltou a reunir-se.

Após o fim da II G.M., a luta ucraniana não terminou. O KGB tentou infiltrar-se no seu círculo íntimo durante décadas. Recrutou agentes, criou operações especiais, tentou usar os seus conhecidos e familiares, escreveu artigos difamatórios e procurou até a mais pequena prova comprometedora.

A sua cunhada, Daria Andrianovych-Sytnytska, era agente do MGB,
«Pravdyva» (Verdadeira), vivia em Lviv, faleceu antes de julho de 1952   

Mas, de cada vez, deparava-se com um problema: Haivas tinha uma vasta experiência em trabalho clandestino, inteligência e contra-informação. Sabia ver o perigo onde outros poderiam não o notar.

Mais tarde, Yaroslav Haivas tornou-se secretário executivo do Comité do Congresso Ucraniano da América (UKKA), editou os jornais ucranianos «Svoboda» e «Shlyakh Peremohy» (Caminho da Vitória), escreveu livros e continuou a trabalhar pela causa ucraniana no mundo.

Memórias do Yaroslav Haivas: «Liberdade não tem preço»,
publicadas nos EUA em 1972, PDF, DjVu, 312 pág, ucraniano

Em 1982, o seu processo no KGB foi encerrado. Após décadas de vigilância, os serviços secretos soviéticos admitiram, efectivamente, a sua derrota. Por vezes, a grandeza de uma pessoa é melhor demonstrada não pelas suas condecorações, mas pelos documentos do inimigo. A história de Yaroslav Haivas é exatamente um desses casos.

Fonte

quinta-feira, julho 02, 2026

‼ O crime de guerra russo em Kyiv e a resposta ucraniana em Kstovo

Em resultado do ataque maciço russo na noite de 1 à 2 de julho, 30 civis ucranianos foram mortos, 100 ficaram feridos e vários foram resgatados. Incêndios e destruição de infraestrutura civil e de edifícios residenciais ocorreram em diversas zonas da capital ucraniana, cidade de Kyiv. 







  • Distrito de Darnytsya: destruição parcial de vários edifícios residenciais e casas particulares;
  • Distrito de Shevchenkivskyi: um incêndio deflagrou no telhado comum de um edifício residencial e um hotel [Premier Pallace]. Noutras moradas — destruição de um edifício de 5 andares, um incêndio num edifício residencial com uma área de 300 m², bem como num edifício não residencial;
  • Distrito de Holosiivskyi: um incêndio no piso técnico de um edifício de 16 andares.
  • Distrito de Pechersk: destruição de um edifício residencial, um incêndio no 1º e 2º andares numa área de 200 m². As equipas de emergência resgataram uma pessoa.
  • Distrito de Obolon: incêndio num armazém, de onde a vítima foi levada para o quartel de bombeiros mais próximo. Os socorristas estão a prestar os primeiros socorros.
  • Distrito de Svyatoshyne: 2 edifícios residenciais privados danificados.
  • Distrito de Desnyansky: edifício residencial de 9 andares danificado.










A cratera deixada por um míssil russo que por muito pouco não atingiu um edifício habitacional




‼ Todos os serviços estão a atuar no local. Informação em apuração, informa o Serviço Estatal de Situações de Emergência (DSNS).

Mas também há boas notícias. Drones ucranianos atingiram, mais uma vez, a refinaria de petróleo em Kstovo, na região de Novgorod, norte de rússia. A refinaria está em chamas.


Enquanto os ocupantes russas atacam os civis ucranianos, as Forças Armadas da Ucrânia continuam a destruir, metodicamente, os alvos estratégicos russos.

Fontekazansky2017DSNS.GOV.UA