Os drones ucranianos de longo alcance atingiram, com sucesso, o terminal petrolífero de São Petersburgo, que fica à mais de 1.100 kms da Ucrânia. O ataque ocorreu
no dia «0» do Fórum Económico de São Petersburgo, onde deveria discursar o presidente russo. Os ucranianos também atingiram a base naval russa de Kronstadt e paiol de ocupantes russos
na região ocupada de Donetsk.
Em Kronstadt, na base naval da frota russa do Báltico, situada nos arredores de São Petersburgo, as forças ucranianas atingiram a corveta russa «Boykiy», o
porta-mísseis de cruzeiro que escoltava navios da frota petrolífera russa paralela no Canal da Mancha em 2025:
O reconhecimento adicional via satélite da refinaria russa de Saratov, que tem sido alvo de repetidos ataques por parte das Forças de Defesa da Ucrânia:
Com base nos indícios visuais disponíveis, confirma-se que a unidade primária de processamento de petróleo ELOU-AVT-6, a secção de visbreaking, vários
tanques e plataformas tecnológicas foram danificados. A ELOU-AVT-6 é uma unidade chave da refinaria, onde se realiza a dessalinização, a desidratação e a destilação primária
do petróleo nas suas principais frações.
A unidade de visbreaking foi concebida para o processamento térmico de resíduos de petróleo pesado (alcatrão) para a obtenção de produtos adicionais
de petróleo leve e a redução do volume de fuelóleo pesado.
As FAU, usando os drones de ataque, atingiram, com sucesso, o paiol russo na região ocupada de Donetsk:
Entre 1 à 3 de junho os ocupantes russos lançaram dois ataques aéreos massificados contra a cidade de Kyiv, usando 73 mísseis de diversos tipos e mais de 650 drones. Em Kyiv e Dnipro morreram 22
civis, incluindo duas crianças e mais de 100 civis foram feridos. Foram atingidos vários edifícios residenciais, stands de automóveis e prédios de escritórios.
No distrito de Shevchenkiv, em Kyiv, uma mãe com duas crianças corria para um abrigo no momento do ataque russo: ela morreu no local e os seus dois filhos foram hospitalizadas.
Uma mulher nascida em 1949 e um homem nascido em 1977 morreram no local.
Tudo que se consegui salvar...
Os russo de munição de fragmentação contra os alvos civis
É o puro terror russo dirigido contra os civis ucranianos. O mesmo padrão russo usado nos últimos 4 anos, quando tentaram intimidar os civis ou as embaixadas estrangeiras.
Centro policlínico no bairro de Teremky, em Kyiv
«Um alvo militar importante» – atingiram um centro policlínico no bairro de Teremky, em Kyiv...
Os drones «Shahed» russos atingiram edifícios altos em Dnipro e, por algum motivo, também um concessionário de automóveis chineses «Zeekr» em Kyiv (vídeo acima).
Um míssil Zircon atingiu sete edifícios de uma só vez. Os «Shaheds» também atingiram edifícios residenciais em Kharkiv, Zaporizhzhia e na região de Poltava. Houve ataques
nas regiões de Chernihiv, Sumy e Kherson e a região de Khmelnytskyi, escreveu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy.
Cidade de Dnipro: uso russo de munição de fragmentação contra os alvos civis
Cada um destes drones, todos os tipos de mísseis russos, não podem ser produzidos sem componentes importados de outros países. Isto significa que em cada ataque deste tipo
há – talvez nem sempre consciente, mas ainda assim real – a cumplicidade daqueles que trabalham para a rússia, que fornecem dinheiro à rússia, que a ajudam a contornar as sanções
e encontram não apenas um ou dois, mas milhares de componentes sem os quais a produção militar russa simplesmente pararia.
Cinco mísseis «Kalibr» contêm 145 destes componentes. Trinta e três mísseis «Iskander» contêm 1.122 componentes. Seiscentos e cinquenta
drones de ataque de vários tipos contêm mais de 17.000 componentes, sem os quais não poderiam ser produzidos na rússia. Trata-se de esquemas de grande escala concebidos para contornar as sanções.
E esta é uma complexidade absolutamente real nas matanças.
Os drones ucranianos atingiram, com sucesso, a refinaria da cidade russa de Saratov e estação de distribuição / de bombagem de petróleo «Lazarevo»
na região de Kirov. O 3º Corpo do exército/SSO-SOU estão no controlo aéreo da região de Luhansk.
Em Saratov, o ataque ucraniano atingiu, provavelmente, a unidade de isomerização da refinaria local. Os moradores locais informam que há mais de dois focos de incêndio.
Um destes pontos é a estação/centro de distribuição de petróleo (NPS/LPDS) «Lazarevo», situada na região de Kirov, e criada para o transporte de petróleo
siberiano para a região da rússia central e que mais tarde passou também a abastecer o porto de Primorsk, no Mar Báltico, recentemente também visado pela Ucrânia.
Nota-se que a distância entre a LPDS «Lazarevo»
e Ucrânia é de cerca de 1.200 km.
O 3º Corpo do Exército / SSO-SOU partilharam as imagens da operação de drones de ataque contra a logística russa em toda a região de Luhansk. Uma parte
significativa destas filmagens é inédita, pelo que recomendamos a sua visualização. Nota-se que os drones ucranianos chegam até a localidade de Izvaryne, onde se situa o posto de controlo
na fronteira estatal ucraniano-russa. Não houve combates naquela área desde 2014...
Desde o início de 2026 Ucrânia mudou radicalmente a natureza da guerra aérea. De acordo com o analista de OSINT Clément Molin,
os drones ucranianos realizaram mais de 1.000 ataques (são apenas os geolocalizados) na retaguarda russa, a uma profundidade superior à 100 km da linha da frente.
Já não se trata de ataques episódicos, mas sim de uma campanha sistémica e bem coordenada para destruir a logística russa.
De acordo com as estatísticas, os alvos dos ocupantes russos foram:
35% dos ataques — armazéns com munições, combustível e equipamentos;
20% — veículos (mais de 150 camiões, cisternas, equipamentos de engenharia);
7% — sistemas de defesa aérea.
Radares, estações de guerra eletrónica, bases de campanha e centros logísticos também estão a ser ativamente destruídos.
A principal artéria logística russa — a autoestrada Melitopol-Crimeia — está a ser alvo de ataques particularmente intensos. Colunas, depósitos de combustível, camiões-cisterna e camiões de transporte são incendiados regularmente nas proximidades da linha da frente. Mesmo as estradas terciárias e de terra batida recebem a devida atenção dos «pilotos» ucranianos.
Estão a ser utilizados diferentes tipos de drones: grandes drones de asa fixa (tipo FP-1/FP-2), pequenos drones de reconhecimento e ataque (Hornet, Bulava, RAM X) e drones FPV de longo
alcance.
Exemplo de um drone FPV ucraniano dar o golpe de misericórdia ao lançador múltiplo de foguetes «Grad» russo, totalmente carregado; ninguém sabe o destino
da sua tripulação:
É importante observar:
O número real de ataques ucranianos ultrapassa significativamente os 1.000 casos, uma vez que nem todos os vídeos são publicados e a geolocalização ocorre apenas em alguns dos casos.
Mas as consequências já são notórias:
a logística russa opera sob grande tensão;
a destruição da defesa aérea e da guerra eletrónica na retaguarda abre as «janelas de oportunidade» aos novos ataques.
Em maio de 2026, pela primeira vez desde 2023, os russos começaram a perder território à favor das FAU. Os blogueiros militares russos queixam-se de cada vez maior «terrorismo de drones» na sua retaguarda.
Conclusão:
Mesmo que apenas uma pequena percentagem do equipamentos russos esteja actualmente a ser destruída (1-5% nas áreas-chave), se o ritmo se mantiver, levará a um défice cumulativo
de abastecimentos na frente de batalha. Isto cria as condições para os contra-ataques ucranianos no verão de 2026.
Bónus
Na região de Kherson, os militares ucranianos da 40ª OBrMP, utilizando drones navais «Barracuda», à transportar os drones FPV ao bordo, destruíram as posições dos ocupantes
russos. Alguns TG canais patrioteiros russos se apressaram à dizer, que os drones ucranianos foram «totalmente destruídos», mas isso não foi totalmente verdade)
O drone marítimo ucraniano «Barracuda» com antena içada e um drone FPV à descolar
As unidades de USBS, comandadas pelo Robert «Magyar» Broudi continuam a apresentar os resultados absolutamente incríveis. Em Taganrog, os
drones ucranianos atingiram dois aviões Tu-142 e, mais importante, um lançador de mísseis «Iskander», usado nos ataques contra as cidades ucranianas.
A própria Taganrog continua sob um ataque massivo de drones ucranianos. Explosões são ouvidas por toda a cidade, os monitores russos relatam as explosões na área
da baía/porto de Taganrog e na fábrica local de reparação de aeronaves. Sabe-se que as forças ucranianas atingiram, no porto de Taganrog um petroleiro da frota-sombra russa e também a base
patrolífera local, pertencente à «Kurgannefteprodukt».
O Tu-142 é uma aeronave antissubmarino de longo alcance, versão marítima do bombardeiro estratégico Tu-95. A última unidade de Tu-142 foi fabricada em 1994
e hoje já rússia não produz, em série, este tipo de aviões. O sistema de mísseis «Iskander» é um sistema operacional-tático que lança mísseis superfície-superfície,
a unidade atingida estava implantada numa posição de lançamento nos pântanos próximos à cidade de Taganrog, na região de Rostov.
UPD: os propagandistas russos já se apressaram a afirmar que os aviões Tu-142 destruídos em Taganrog estavam obsoletos, impróprios para uso e/ou combate, até pertenciam à Ucrânia (Sic!), não eram importantes e, em geral, até
foi muito bem-feito que tivessem sido destruídos, pois assim causam menos problemas. Tudo muito bem até que o TG canal ucraniano «Oko Gora» demostrou que estes dois aviões mudavam a sua posição
no aeródromo russo algumas semanas antes da destruição. Dificilmente uma «sucata» faria isso):
As forças de ocupação russas estão sendo atacados na autoestrada nos arredores de Debaltseve por unidade ucraniana K-2.
As forças especiais ucranianas SSO/SOU estão a atuar na área ocupada de Novoazovsk, na região de Donetsk.
Ucrânia divulgou a imagem do drone FP-1/2 à atingir a fragata russa «Almirante Essen» no porto de Novorossiysk. A cidade de Moscovo se prepara,
às urgências, para os ataques constantes de drones ucranianos.
O drone ucraniano FP-1/2 atingiu a fragata russa «Almirante Essen» do projeto 11356 e portador de mísseis «Kalibr», na Base Naval de Novorossiysk, o deep strike ocorreu no último dia 23 de maio.
Moscovo, vive sob o efeito do pânico de drones. A capital russa possui centenas de alvos legítimos para ataques de mísseis e drones de longo alcance. No topo de diversos prédios moscovitas são
colocados os sistemas Pantsir-S1 e as suas modificações. No entanto, principalmente no meio do ambiente urbano, o sistema russo possui muitas fraquezas e pontos mortos, que poderão ser aproveitadas pelos operadores de drones ucranianos.
Corte da logística militar russa na autoestrada Mariupol-Melitopol, os drones ucranianos atacam 24/24h, não oferecendo nenhum descanço aos ocupantes russos, mesmo à noite, quando estes tentam movimentar os seus camiões/nhões. Há relatos sobre atuação das unidades de forças especiais da Ucrânia (SSO/SOU).
Desde o início da campanha ucraniana forte de corte da logística russa, nos arredores de Mariupol e Melitopol e até a zona da fronteira russa, os ocupantes russos receberamas ordens para proteger os seus equipamentos militares de drones de ataque ucranianos, pintando os veículos militares às cores que possam esconder o seu propósito militar. Parece mentira, mas eis estão
os primeiros resultados. Não os julguem com muita rigor, os meninos russos deram o seu melhor.
Um estrondo e fumo foram ouvidos em Chebaksary, na capital da Chuváchia. Também tinha sido acionado um aviso de ataque de mísseis sobre a região.
Mais um nigeriano — Ayebusiwa Olabode Victor, membro do exército russo de ocupação, foi liquidado, pelas FAU, na região ucraniana de Kharkiv. Cerca de 215 nigerianos
passaram pela guerra neocolonial russa, cerca de 25 foram liquidados ou estão desaparecidos, informa a inteligência militar da Ucrânia, a GUR MOU.
Infelizmente, os nigerianos continuam a morrer na guerra neocolonial russa contra Ucrânia — dado que a rússia continua à recrutar os mercenários em África,
usando todo o tipo de coersão e/ou promessas falsas. Mas assinatura do contrato com o MoD russo é um bilhete só de ida, é assim que terminam as promessas de emprego na rússia para dezenas
e centenas de cidadãos nigerianos e africanos em geral.
A história do Ayebusiwa Olabode Victor não é uma excepção, é uma prática consistente dos recrutadores russos: promessas de um ótimo trabalho,
viagem para a Rússia, passaporte confiscado, contrato forçado, a ida à frente de batalha, a morte...
O passaporte do mercenário
O principal nesta história é a mentira pública dos funcionários do governo russo e a negligência do Estado russo relativamente às exigências da
Nigéria para que deixe de recrutar os seus cidadãos para a guerra criminosa. A GUR MOU conta como funciona o esquema de fraude russo, porque é que os cidadãos dos países africanos se tornam suas vítimas e quantos mercenários estão envolvidos.
Anteriormente, em fevereiro de 2026, a GUR MOU já tinha informado sobre a liquidação/morte de dois outros mercenários nigerianos — Hamzat Kazeen Kolawole (nascido
aos 04/03/1983) e Mbah Stephen Udoka (nascido aos 01/07/1988). Ambos morreram, devido aos ferimentos curáveis, dedivo a ausência da ajuda médica, não prestada pelos seus camaradas russos, na região ucraniana de Luhansk.
GUR MOU lembra: a única hipótese real de sobrevivência à guerra criminosa russa contra Ucrânia, quer para os mercenários estrangeiros, tanto para os
militares russos, é a rendição voluntária. Podem fazê-lo no âmbito do projeto «Quero Viver» escrevendo ao chatbot seguro no Telegram.
Taganrog: a guerra neocolonial russa volta à sua origem
Os drones e mísseis ucranianos foram usados no ataque contra o aeródromo/base aérea russa «Baltimor», em Voronezh. Em Taganrog foi atingida a instalação
de manutenção e reparação de aeronaves. Em Sevastopol o alvo foi o quartel-general da marinha russa.
A geolocalização da base aérea russa «Baltimor»
A geolocalização do aeródromo «Baltimor», em Voronezh (onde se baseiam os caça-bombardeiros russos Su-34, que lançam as bombas planadoras ao território da Ucrânia), presumivelmente atingido por mísseis Storm Shadow.
Taganrog: o ataque e o incêndio foram preliminarmente relatados como tendo ocorrido numa instalação de manutenção e reparação de aeronaves.
Em Sebastopol, na Crimeia ocupada, os mísseis ucranianos atingiram o quartel-general da marinha russa da guerra.
Alvo russo atingido em Sebastopol, na Crimeia ocupada
Ucrânia também atingiu vários alvos militares, paramilitares e energéticos russos em Tuapse, Makiivka ocupada (vídeo que se segue) e ao longo da autoestrada Luhansk-Alchevsk-Debaltseve (já o publicamos anteriormente):
A nova modificação de drones ucranianos FP-2 Flamingo com a ogiva de 170 kg já estão em utilização.
A nova modificação do drone ucraniano FP-2 Flamingo
A ogiva de 200 kg já foi testada e será
usada em breve, informa Denis Shtilerman em entrevista à nv.ua
Centenas de cidadãos estrangeiros, provenientes de 48 países, recrutados pela rússia para combater na sua guerra neocolonial, estão presos na Ucrânia. Cerca de 5.149 deles já morreram, destino de outros 3.080 é desconhecido. Mostramos apenas alguns deles, detidos no campo ucraniano de POW «Zahid-1».
Não é porque a vida é tão boa que o «segundo maior exército do mundo» é obrigado a engrossar as suas fileiras com dezenas de milhares de
estrangeiros através do engano, da coação e das promessas falsas. Trabalhadores migrantes da Ásia Central, desempregados da América do Sul, os segmentos mais pobres de África —
a rússia não descarta ninguém. O projeto ucraniano «Quero Viver» já identificou mais de 28.000 estrangeiros que assinaram os contratos com o exército russo. Pelo menos 5.149 deles
já morreram — apenas os que já foram identificados e/ou retirados do campo de batalha. Outros 3.080 estrangeiros estão no «limbo», os seus contratos com exército russo terminaram,
sem serem prorrogados e sem serem dispensados do exército de ocupação. Ou seja, estes estrangeiros são MIA (desaparecidos em combate, mais provavelmente mortos, com corpos não recolhidos)
ou SOCh (desertores, também mais provavelmente mortos, também, com corpos algures nos estepes da Ucrânia).
Os estrangeiros no vídeo tiveram sorte em sobreviver e serem capturados pelas FAU. Ucrânia os trata com todos os direitos dos demais prisioneiros de guerra – nos mesmos campos
de POW que os cidadãos russos. Recebem a mesma comida, podem trabalhar, praticar desporto, escrever e receber cartas e encomendas. Recebem também visitas de representantes do Comité Internacional da Cruz
Vermelha e de organizações de defesa dos direitos humanos.
Para a rússia, eles são o material descartável: o Ministério da Defesa russo simplesmente irá «adquirir» mais soldados estrangeiros. Por enquanto, a rússia está
apenas a aumentar a escala do seu recrutamento no estrangeiro. Enquanto a rússia recrutou 8.200 pessoas em 2024, em 2025, foram quase 14.000 estrangeiros à assinar os contratos com o exército russo. O MoD
russo planeia recrutar outros 18.500 cidadãos estrangeiros até o fim de 2026.
Enquanto Kremlin produz os discursos sobre o «mundo multipolar» ou a «luta contra o neocolonialismo ocidental», na prática, a rússia desrespeita a soberania dos países africanos e asiáticos, recrutando ilegalmente os seus cidadãos e enviando-os para uma guerra neocolonial.
O Kremlin teme que as suas ações sejam expostas e os seus crimes revelados ao mundo. Por conseguinte, o Quartel-General de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros
de Guerra, em conjunto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, está a lançar o recurso informativo http://stoprussianrecruiters.org A página publica informações sobre os principais esquemas, a geografia e a escala do recrutamento
russo, bem como sobre os próprios recrutadores em vários países que trabalham para a rússia, enviando as pessoas para a morte certa em troca do dinheiro russo.
Este recurso foi criado para expor o sistema de recrutamento russo, alertar as potenciais vítimas e responsabilizar aqueles que, por dinheiro, enviam cidadãos de outros países
para morrerem na guerra neocolonial russa, ao serviço do Kremlin.