sexta-feira, setembro 25, 2026

💥⚡️ Ucrânia atinge alvos estratégicos russos em Perm, Voronezh e Ulyanovsk

Na noite de 24 à 25 de setembro, as Forças de Defesa da Ucrânia atingiram, com suecesso, vários alvos estratégicos russos, entre eles a fábrica responsável pela produção de componentes de combustível para os mísseis «Iskander» e sistemas «Pantsir-S1». 

As seguintes instalações russas foram atacadas nesta noite:

Refinaria de petróleo de Novoshakhtinsk

Empresa Científica «Fábrica Iskra» em Ulyanovsk

O momento do impacto na parte frontal da empresa


Geolocalização da fábrica e dos impactos

«Fábrica Iskra» é especializada na produção de componentes eletrónicos: transístores bipolares e de efeito de campo de alta potência, díodos e módulos de díodos, optoacopladores, módulos IGBT, módulos de micro-ondas, microconjuntos híbridos e cerâmicas LTCC.


A empresa faz parte do grupo russo «Almaz-Antey» e possui um ciclo de produção praticamente completo - desde o desenvolvimento de dispositivos semicondutores até à sua produção em série. Produz componentes de telemetria, usados na produção de mísseis guiados «Kinzhal» Kh-59M2/M2A» e no sistema de mísseis antiaéreos, usados pelo sistema russo «Pantsir-S1».

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Foram registados mais de dez impactos nas instalações da empresa.

Localização: 54.353407° 48.357139°

Os drones ucranianos An-196 «Lyuty» atingiram a refinaria de petróleo «Lukoyl-Permnaftoorgsintez» (PNOS) em Perm, à cerca de 1.500 km da Ucrânia, a sua instalação primária AVT-5 está em chamas.






É difícil encontrar um único operário russo no vídeo.

A geolocalização da torre de sintese primária AVT-5






A petrolífera de Perm em chamas, faça click para saber mais

A fábrica «Voronezhsintezkauchuk» em Voronezh

A fábrica foi atingida pelos drones ucranianos FP-1, a empresa produz borracha sintética e outras matérias-primas químicas, utilizadas, em particular, na produção de combustível sólido para mísseis «Iskander».

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Um incêndio foi registado nas instalações da empresa após o ataque.

Fonte Osint: https://t.me/worldmilitares;

⚡️ 10% de todos os POW russos capturados na Ucrânia são estrangeiros

Um em cada dez prisioneiros de guerra russos, capturados na Ucrânia, não é cidadão russo. Em setembro de 2026, estrangeiros de 55 países estavam entre os prisioneiros de guerra, membros do exército russo, capturados pelas Forças Armadas da Ucrânia.

Enquanto a propaganda russa lança os fakes sobre «mercenários da NATO/OTAN» e dos «soldados das FAU que falam polaco / romeno», a rússia recruta mercenários de todo o 3º mundo.

Mercenário brasileiro Pedro Henrique Antunes Pantoja capturado na Ucrânia

Ucrânia conhece os nomes de quase 29.000 estrangeiros que assinaram contratos com o exército russo desde 2022. O Ministério da Defesa russo planeava recrutar 18.500 estrangeiros em 2026. 

Moscovo visa sobretudo as camadas mais pobres da população, aquelas que são mais facilmente aliciadas com promessas de salários elevados e de uma vida melhor. Na realidade, são enviadas para operações militares suicidas e utilizadas nas zonas mais perigosas. 

A lista de mercenários brasileiros que passaram pelo exército russo

Após pressão diplomática, escândalos e oposição de outros governos, a rússia suspendeu o recrutamento em 39 países. Entre eles, a China, a Índia, o Egito, o Quénia, o Paquistão, o Gana e vários outros países de África e da Ásia. 

Mas Moscovo simplesmente mudou o foco e está a intensificar o recrutamento na América do Sul, na Ásia Central e em outros países de África. Isto já é evidente não só pelos dados de inteligência, mas também no número e na localização geográfica dos prisioneiros de guerra estrangeiros.

Mercenário africano desconhecido no encontro com drone ucraniano

Por exemplo, nos primeiros nove meses de 2026, as FA da Ucrânia capturaram mais estrangeiros do que em todo o ano de 2025. 

Entre eles, encontram-se cidadãos da Argentina, Panamá, Paraguai, Peru, Honduras, Vietname, Mongólia e muitos outros países distantes. 

O Kremlin tenta assustar e intimidar a população russa com as narrativas do mundo inteiro em luta contra a rússia. Entretanto, está a recrutar pessoas de todo o mundo para as enviar à morte, atendendo ao desejo de putin de bombardear cidades ucranianas. 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

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Órgãos extra-judiciais da repressão sovietica no decorrer do Grande Terror: «troicas» e «dvoicas»

«Viva o NKVD, o guardião vigilante da revolução, a espada desembainhada do proletariado» 
No decorrer do Grande Terror soviético de 1937-38, vários órgãos extrajudiciais foram criados e operaram na URSS, realizando julgamentos de forma formal e acelerada. Eram conhecidos como «troicas», «dvoicas» e «troicas especiais». 

Quase todos estão familiarizados com o termo «troika» — este órgão repressivo soviético foi «legitimado» pela ordem operacional nº 00447 da NKVD durante a operação dita «Kulakiana». Mas também existiram outros órgãos criados especificamente para realizar repressões no decorrer das «operações nacionais» — isto é, ordens que sujeitavam à prisão não apenas pessoas de certos grupos étnicos — polacos, letões, alemães, coreanos e outros — mas também qualquer pessoa com laços reais ou imaginários com países estrangeiros, mesmo que, no momento da prisão, os únicos laços fossem o seu local de nascimento nos territórios da Polónia, Finlândia, Letónia, outrora pertencentes ao império russo, etc. 

  • 25 de julho de 1937 – “operação alemã”, foram condenadas 55.005 pessoas, das quais 41.898 foram fuziladas;
  • 11 de agosto de 1937 – “operação polaca/polonesa”, condenadas 139.815 pessoas, das quais 111.071 fuziladas;
  • 17 de agosto de 1937 – “operação romena”, condenadas 8.292 pessoas, das quais 5.439 foram fuziladas;
  • 20 de setembro de 1937 – “operação de Harbin” (chinesa), condenadas mais de 31.000 pessoas, das quais 19 mil fuziladas;
  • 30 de novembro de 1937 – “operação letã”, condenadas 21.300 pessoas, das quais 16.575 fuziladas;
  • 11 de dezembro de 1937 – “operação grega”, cerca de 15.000 detidos, cerca de 50% foram fuziladas ou morreram no GULAG;
  • 14 de dezembro de 1937 – a diretiva do NKVD sobre a extensão da repressão no âmbito da “linha letã” contra estónios, lituanos, finlandeses e búlgaros. 9.735 pessoas foram condenadas no âmbito da “operação estônia”, incluindo 7.998 pessoas condenadas à morte, 11.066 pessoas foram condenadas no âmbito da “operação finlandesa”, 9.078 foram condenadas à morte;
  • 29 de janeiro de 1938 – “operação iraniana”, condenadas 13.297 pessoas, das quais 2.046 à morte.
  • 1 de fevereiro de 1938 – “operações nacionais” contra búlgaros e macedônios;
  • 16 de fevereiro de 1938 – “operação afegã”, 1.557 pessoas foram condenadas, 366 à morte. 

O primeiro destes órgãos era coloquialmente conhecido por «dvoica»: os cidadãos eram «julgados» por apenas duas pessoas — o chefe do departamento local da NKVD e o procurador regional. Estas duas personagens determinavam a punição a aplicar aos indivíduos — a execução por fuzilamento ou pena de prisão em campo de concentração de GULAG de 5 a 10 anos. Compilavam as suas decisões sob a forma de listas que lembravam álbuns. Uma folha horizontal continha um perfil do indivíduo, descrevendo brevemente a natureza da sua investigação e a punição proposta. Estes «álbuns» eram enviados ao Comissário do NKVD Nikolai Yezhov e ao Procurador da URSS Andrei Vyshinsky em Moscovo para aprovação e depois eram devolvidos às regiões para execução.

Este procedimento manteve-se em vigor até ao Outono de 1938, quando se tornou claro que Moscovo e as regiões não conseguiam lidar com o fluxo de indivíduos detidos. No verão de 1938, Moscovo tinha acumulado «álbuns» para mais de 100.000 pessoas. Aos 15 de setembro, decidiu-se abolir o «procedimento de álbum» para as sentenças, que foi substituído pelas «troikas especiais» da NKVD. Estas foram criadas pela Ordem nº 00606 de 17 de Setembro especificamente para rever os casos dos presos antes de 1 de Agosto de 1938, em várias «operações nacionais». As «troicas especiais» receberam vários «álbuns» e começaram a «reexaminar» os casos — também com recurso a um procedimento simplificado, mesmo sem recorrer aos processos individuais de investigação. Uma diferença fundamental em relação às «dvoikas» era que a sentença de morte deveria ser executada imediatamente.

Analisando entre 50 e 800 casos de cada vez, as «troikas especiais» emitiram 108.000 veredictos em menos de dois meses. Tendo recebido, ao contrário dos seus antecessores, o direito de arquivar processos, libertaram 137 indivíduos. O trabalho das «troikas especiais» foi suspenso num único dia — 15 de novembro de 1938, dois dias antes do fim «oficial» do Grande Terror soviético.

Ler o texto da Ordem nº 00606 publicado na coleção de documentos históricos «Do CheKa ao FSB».

quinta-feira, setembro 24, 2026

Segunda igreja ortodoxa é destruída pelos ocupantes russos em Kramatorsk

Mural em Kramatorsk: «Paz na família, paz na Ucrânia»...

Depois de os ocupantes russos terem bombardeado o templo ortodoxo «Alexander Nevsky» da Igreja Ortodoxa Ucraniana (Patriarcado de Moscovo) em Kramatorsk, no dia 12 de agosto, no dia 23 de setembro os russos destruíram a Igreja da Natividade de São João Batista, também em Kramatorsk.

A igreja fica no centro da cidade, rodeada de edifícios residenciais com murais que promovem a paz. Há muito que não faz sentido analisar tais ataques – não servem qualquer propósito militar. O exército russo está simplesmente a arrasar as cidades de Donbas.

Onde quer que o exército russo chegue, só restam cadáveres e ruínas. Desde 2022, as forças armadas russas destruíram ou danificaram pelo menos 742 igrejas e outros edifícios religiosos. O mais surpreendente é que 395 destes tempos pertenciam ao ramo ortodoxo do patriarcado de Moscovo. É assim que os ocupantes russos «ajudam e salvam» os seus irmãos cristãos ortodoxos.

Também não faz sentido apontar mais uma vez o regime neofascista russo, contra o qual Ucrânia luta e resiste. Os ocupantes russos continuam à benzer-se em frente às câmaras da TV, a autoproclamar-se defensores dos valores tradicionais e do povo de Donbas, e, no entanto, destroem tudo o que encontram pela frente. A distopia sobre a qual lemos nos livros há muito que se tornou realidade. 

Vamos simplesmente documentar mais um crime de guerra sem sentido cometido pelo exército russo na Ucrânia.

Tudo isso, no entanto, não significa que os ocupantes russos lutam somente contra os locais de culto, os seus alvos são vários outros locais puramente civis em todo o território da Ucrânia. 

Na cidade de Kyiv, no dia 23 de setembro os ocupantes russos, atingiram, com drones, um bazar próximo da estação ferroviária central. O ataque visava apenas alvos civis.


Na cidade ocupada de Mariupol os ocupantes russos e os colaborantes locais estão a deitar fora os bens dos proprietários dos apartamentos ocupados, que os órgãos russos de ocupação declararam «abandonados». Assim decorre a «libertação» russa do leste da Ucrânia.

Na cidade de Slovyansk os ocupantes russos destruíram mais um monumento arquitectónico local – o hospital público, construído em 1901, que sobreviveu as duas guerras mundiais, mas não sobreviveu à «ajuda russa aos povos de Donbas».

O hospital histórico de Slovyansk antes e depois da «ajuda» russa

terça-feira, setembro 22, 2026

🔥 Ucrânia atinge as petrolíferas russas de Moscovo, Samara e Ufa

As Forças de Defesa da Ucrânia atingiram, com sucesso, a refinaria de petróleo de Kuibyshev, em Samara, utilizando drones FP-1. Nas vésperas, os drones ucranianos atingiram a refinaria de Kapotnya em Moscovo e a refinaria de Ufa.






A refinaria de petróleo de Kuibyshev pertence à «Rosneft» e tem uma capacidade de processamento projetada de cerca de 7 milhões de toneladas de petróleo por ano. A unidade produz gasolina, gasóleo, fuelóleo e outros derivados de petróleo. Anteriormente, as unidades primárias de processamento de petróleo AVT-4 e AVT-5 foram atingidas. Um incêndio de grandes proporções deflagrou nas instalações da empresa.


O geoposiciaamento do impacto de drones sobre a refinaria de Kuybishev



A unidade primária de processamento de petróleo AVT-5 em chamas na refinaria de Kuibyshev, em Samara. 

O Estado-Maior das FA da Ucrânia confirmou o ataque de 21 de setembro à refinaria de Ufa. Assim, nos últimos três dias, foram atacadas três maiores refinarias de petróleo da rússia.

20 de setembro, refinaria de Kapotnya em Moscovo:

Refinaria de Kapotnya, resultados do ataque ucraniano de 20.09.2026

As Forças de Defesa da Ucrânia «desativaram» a refinaria de Kapotnya, em Moscovo. A capacidade da refinaria é de cerca de 12,15 milhões de toneladas de petróleo por ano.

Tendo isto em conta, nos primeiros 20 dias de Setembro, cerca de 14% da capacidade de refinação de petróleo da Rússia foi paralisada.

21 de setembro, refinaria em Ufa

A refinaria de Ufa após a visita de drones ucranianos

22 de setembro, refinaria de Kuibyshev em Samara



Lançamento de mísseis FP-5 «Flamingo» durante o ataque noturno ao Moscovo: 

Ataques ucranianos contra os alvos de FSB na região de Kherson, nomeadamente na faixa litoral de Arabat, na fronteira entre a região de Kherson e a Crimeia ocupada. Na vila de Strilkovo, quatro instalações onde se encontravam agentes do FSB foram atingidas em simultâneo. Segundo os canais de monitorização, 15 agentes do FSB foram mortos e cerca de 30 ficaram feridas. 

Coordenadas:

  • 00:05 45.918845,34.875704
  • 00:11 45.903356,34.874888
  • 00:35 45.903356,34.874880 

Momento da eliminação de um elemento do grupo russo de fogo por um drone do Serviço de Operações Especiais (SSO-SOU) da Ucrânia.

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Fontes Osint: worldmilitares; umftteam; 

Os crimes de guerra russos

A rússia não para de lançar ataques de grande escala contra Ucrânia com mísseis balísticos, outros tipos de mísseis e drones — infraestrutura civil foi atingida em oito regiões. Infraestruturas energéticas foram atacadas nas regiões de Sumy e Odesa, enquanto edifícios residenciais foram atingidos em Kyiv e Odesa. Mais de 10 pessoas, incluindo crianças, ficaram feridas, tendo algumas sido hospitalizadas.

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É por isso que sanções fortes contra a rússia são tão importantes. Podem aumentar a pressão necessária para pôr fim à guerra e criar condições para que os esforços diplomáticos de paz produzam resultados. A rússia tem de pôr fim à sua agressão.

A guerra na Ucrânia no olhar do ilustrador israelita Noma Bar

Pinturas do ilustrador israelita Noma Bar, dedicadas à guerra na Ucrânia. A sua exposição continuará no Museu de Arte de Tel Aviv até 16 de janeiro de 2027. Noma chamou à exposição das suas obras simplesmente «Look Again».

Por quê?







Porque cada obra do artista tem a sua própria característica especial, que só pode ser percebida ao reexaminar a imagem. Para sua atenção, algumas obras do artista que revelam a sua visão sobre o que está a acontecer.

Visite o Instagram do artista.

domingo, setembro 20, 2026

🔥⚡️ Ucrânia atinge, com sucesso, alvos russos na cidade e na região de Moscovo

Na noite de 20 de setembro, as Forças de Defesa da Ucrânia atingiram, com sucesso, a refinaria de petróleo de Kapotnya, em Moscovo. Segundo a avaliação OSINT, ambas as unidades de processamento primário da refinaria foram danificadas. 



O primeiro ponto atingido foi a unidade ELOU-AVT-6 (55.644523,37.805698; atingida várias vezes) e o segundo, a unidade complexa de processamento de petróleo (KUPN, que sofreu danos consideráveis), do complexo Euro+.

Petrilífera de Kapotnya vista de satélite


 


A capacidade da empresa é superior a 12 milhões de toneladas de petróleo por ano. A refinaria produz gasolina, gasóleo e combustível de aviação e é responsável pelo abastecimento do exército russo, garantindo cerca de 40% do gasolina consumida em Moscovo e 70% na região de Moscovo. 





O arder da petrolífera de Kapotnya

Na ataque ao Moscovo participaram os operadores do 1º Centro Separado de Operações Especiais, da 412ª Brigada Separada «NEMESIS», do 413º Regimento Separado Aerotransportado de Ataque «Raide» e da 414ª Brigada Separada de Sistemas Não Tripulados «Pássaros deMagyar», juntamente com outras unidades das Forças de Operações Especiais, SSO-SOU. No ataque ucraniano foram utilizados os sistemas FP-1, RZ-100, MICH-2000, «Palyanytsya», «Vendetta», «Lyutiy», «Bars», FP-5 «Flamingo», «Sichen» e, pela primeira vez, o FP-7 «Pelican». 

Foram confirmados os danos em três polos tecnológicos: 

  • Unidade primária de refinação de petróleo AVT-6;
  • Unidade complexa de refinação de petróleo;
  • Unidade de isomerização. 

As nossas respostas de longo alcance funcionaram de forma muito notável na região de Moscovo esta noite. Uma das principais empresas da indústria petrolífera russa e o centro de logística do agressor foram atingidos. Trata-se de milhares de milhões de dólares que sustentam a máquina de guerra russa. Agradecemos a precisão dos nossos militares: o SBU, juntamente com o USBS, SSO-SOU, GUR MOU e SZRU. Foram também aplicadas sanções a uma empresa na região de Voronezh, escreveu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. 

Um drone de ataque das Forças de Defesa da Ucrânia rompeu as densas defesas aéreas de Moscovo (podemos ver alguns lançamentos de mísseis antiaéreos, que falharam, juntamente com bastante fogo de metralhadoras pesadas) e causou danos na refinaria. 

Há uma grande probabilidade de os mísseis FP-5 «Flamingo» terem atingido Moscovo. Por enquanto não se sabe quais as instalações que deveriam atingir. Espera-se pela informação adicional do Estado-Maior General do Exército da Ucrânia.

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Momento em que o sistema de defesa aérea russo usa dois mísseis contra os drones ucranianos, um dos mísseis atinge um edifício residencial, causando o fogo no prédio atingido:

O armazém logístico da empresa «Modern Warehouse Technologies», em Sof'ino foi atingido no ataque ucraniano. As instalações arderam por completo. Dados OSINT fornecidos pelo Garbuz: