sexta-feira, junho 05, 2026

Crianças da Ucrânia vítimas das políticas do Kremlin: de estalinismo à atualidade

«Obrigado ao camarada Estaline pela infância feliz!»
Foto no museu da colónia penal de regime especial nº 1, na aldeia de Sosnovka, Mordóvia, rússia.
Foto: Stanislav Krasilnikov / ITAR-TASS

Aos 4 de junho, Ucrânia homenageia as crianças que morreram em consequência da agressão armada russa. Os métodos criminosos do Kremlin não mudaram ao longo dos séculos. Hoje, a rússia mata crianças ucranianas com mísseis, rapta-as e tenta apagar as suas identidades, tal como fazia o regime totalitário soviético.

Documentos do Arquivo Estatal do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) mostram que, durante os anos do terror estalinista, as autoridades soviéticas perseguiram propositadamente os filhos dos «inimigos do povo». Muitas destas práticas encontram paralelos trágicos na agressão russa moderna contra Ucrânia. 

De acordo com a ordem operacional nº 00486 da NKVD, de 1937, as crianças das vítimas de repressões políticas eram retiradas em massa às suas famílias. Os bebés eram transferidos para campos com as suas mães, e as crianças mais velhas eram colocadas em orfanatos especiais isolados. Irmãos e irmãs eram separados. Os documentos eram confiscados aos pais – estas crianças simplesmente «desapareciam» no sistema.

A ordem operativa Nrº00486 do Comissário Popular do Interior,
Moscovo, 15 de agosto de 1937

Por decreto de 1935 do Comité Executivo Central e do Conselho de Comissários do Povo da URSS, o regime comunista soviético permitiu que crianças à partir das 12 anos fossem julgadas na qualidade de adultos, incluindo na aplicação da pena de morte. Os adolescentes com mais de 15 anos, definidos como “socialmente perigosos”, eram enviados para o GULAG ou aos trabalhos forçados, simplesmente por serem filhos de “inimigos do povo”.

Colocação de filhos dos condenados:
a) «Crianças de 1 - 1,5 aos 3 anos nas creches e jardins de infância».
b) «Crianças dos 3 aos 15 anos nos orfanatos [...] fora de Moscovo,
Leninegrado, Kiev, Tbilissi, Minsk, cidades costeiras e fronteiriças».
c) «Crianças maiores de 15 anos decidir questão de forma individual». 

Os documentos apresentados servem como um lembrete de que a violência contra as crianças sempre foi uma componente da política do regime totalitário soviético. Estas são práticas criminosas que a rússia continua a praticar nos dias de hoje.

21) «Bebês amamentados são enviados, juntamente com as mães condenados,
aos campos [de GULAG] da onde, ao atingir 1 - 1,5 anos são levados aos orfanatos e creches». 

No Dia da Criança, recordamos cada vida interrompida e preservamos a memória daqueles que foram vítimas do regime – tanto no passado como no presente.

Fonte: Arquivo Estatal do Serviço de Segurança da Ucrânia, fundo 9, descrição 1, caso 81-sp. 

quinta-feira, junho 04, 2026

🔥💥 Ucrânia atinge os navios russos em Kronstadt e na Crimeia ocupada

As consequências do ataque ucraniano ao corveta russa «Boykiy», occorido em 1-2 de junho em Kronstadt. No ataque de 4 de junho, os drones ucranianos do USBS atingem a lancha da guarda-fronteira russa (subordinada ao FSB) «Svetlyak», projeto 10410, na Crimeia ocupada.

Aparentemente, no ataque ucraniano foi destruído o mastro integrado com o complexo de radar — essencialmente o principal sistema de guerra eletrónica do navio, os seus olhos e ouvidos. Os ucranianos conheciam perfeitamente o ponto mais fraco do navio.

O momento do ataque de drones de USBS ao PSKR «Svetlyak»:

A unidade ucraniana «RAID» inspeciona as locomotivas russas 

Os drones ucranianos no seu trabalho diário de verificação da documentação de trabalhadores ferroviários russos, que fornecem a logística militar na Crimeia ocupada. Não foi encontrada nenhuma habilitação legal, que desse aos maquinistas o direito de conduzir este tipo de transporte em território ucraniano. Por isso, a companhia operadora recebeu várias multas pesadas.

No total, foram atingidas duas locomotivas.

Aconteceu na parte oriental da Crimeia, perto das povoações de Rozdolne e Vladyslavivka - no ramal ferroviário que vai de Dzhankoy à Kerch e, depois, à Ponte da Crimeia. 

Fonte: Exilenova_plus; kazansky2017

🔥Ucrânia atinge alvos estratégicos russos em São Petersburgo e Kronstadt

Os drones ucranianos de longo alcance atingiram, com sucesso, o terminal petrolífero de São Petersburgo, que fica à mais de 1.100 kms da Ucrânia. O ataque ocorreu no dia «0» do Fórum Económico de São Petersburgo, onde deveria discursar o presidente russo. Os ucranianos também atingiram a base naval russa de Kronstadt e paiol de ocupantes russos na região ocupada de Donetsk.





 


Em Kronstadt, na base naval da frota russa do Báltico, situada nos arredores de São Petersburgo, as forças ucranianas atingiram a corveta russa «Boykiy», o porta-mísseis de cruzeiro que escoltava navios da frota petrolífera russa paralela no Canal da Mancha em 2025: 

O reconhecimento adicional via satélite da refinaria russa de Saratov, que tem sido alvo de repetidos ataques por parte das Forças de Defesa da Ucrânia:

Com base nos indícios visuais disponíveis, confirma-se que a unidade primária de processamento de petróleo ELOU-AVT-6, a secção de visbreaking, vários tanques e plataformas tecnológicas foram danificados. A ELOU-AVT-6 é uma unidade chave da refinaria, onde se realiza a dessalinização, a desidratação e a destilação primária do petróleo nas suas principais frações. 

A unidade de visbreaking foi concebida para o processamento térmico de resíduos de petróleo pesado (alcatrão) para a obtenção de produtos adicionais de petróleo leve e a redução do volume de fuelóleo pesado. 

As FAU, usando os drones de ataque, atingiram, com sucesso, o paiol russo na região ocupada de Donetsk: 

Fontes: Exilenova_plus; @kazansky2017

quarta-feira, junho 03, 2026

Os novos crimes de guerra russos: ataque contra Kyiv e Dnipro

Entre 1 à 3 de junho os ocupantes russos lançaram dois ataques aéreos massificados contra a cidade de Kyiv, usando 73 mísseis de diversos tipos e mais de 650 drones. Em Kyiv e Dnipro morreram 22 civis, incluindo duas crianças e mais de 100 civis foram feridos. Foram atingidos vários edifícios residenciais, stands de automóveis e prédios de escritórios.



 

No distrito de Shevchenkiv, em Kyiv, uma mãe com duas crianças corria para um abrigo no momento do ataque russo: ela morreu no local e os seus dois filhos foram hospitalizadas. Uma mulher nascida em 1949 e um homem nascido em 1977 morreram no local. 


Tudo que se consegui salvar...

Os russo de munição de fragmentação contra os alvos civis

É o puro terror russo dirigido contra os civis ucranianos. O mesmo padrão russo usado nos últimos 4 anos, quando tentaram intimidar os civis ou as embaixadas estrangeiras.

Centro policlínico no bairro de Teremky, em Kyiv

«Um alvo militar importante» – atingiram um centro policlínico no bairro de Teremky, em Kyiv... 

Os drones «Shahed» russos atingiram edifícios altos em Dnipro e, por algum motivo, também um concessionário de automóveis chineses «Zeekr» em Kyiv (vídeo acima). Um míssil Zircon atingiu sete edifícios de uma só vez. Os «Shaheds» também atingiram edifícios residenciais em Kharkiv, Zaporizhzhia e na região de Poltava. Houve ataques nas regiões de Chernihiv, Sumy e Kherson e a região de Khmelnytskyi, escreveu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy.

Cidade de Dnipro: uso russo de munição de fragmentação contra os alvos civis



Cada um destes drones, todos os tipos de mísseis russos, não podem ser produzidos sem componentes importados de outros países. Isto significa que em cada ataque deste tipo há – talvez nem sempre consciente, mas ainda assim real – a cumplicidade daqueles que trabalham para a rússia, que fornecem dinheiro à rússia, que a ajudam a contornar as sanções e encontram não apenas um ou dois, mas milhares de componentes sem os quais a produção militar russa simplesmente pararia.

Cinco mísseis «Kalibr» contêm 145 destes componentes. Trinta e três mísseis «Iskander» contêm 1.122 componentes. Seiscentos e cinquenta drones de ataque de vários tipos contêm mais de 17.000 componentes, sem os quais não poderiam ser produzidos na rússia. Trata-se de esquemas de grande escala concebidos para contornar as sanções. E esta é uma complexidade absolutamente real nas matanças.

Fonte e fotos: @kazansky2017; Yan Dobronosov.

domingo, maio 31, 2026

🔥Ucrânia atinge a refinaria de Saratov e assume o controlo aéreo de toda a Luhansk

Os drones ucranianos atingiram, com sucesso, a refinaria da cidade russa de Saratov e estação de distribuição / de bombagem de petróleo «Lazarevo» na região de Kirov. O 3º Corpo do exército/SSO-SOU estão no controlo aéreo da região de Luhansk. 







Em Saratov, o ataque ucraniano atingiu, provavelmente, a unidade de isomerização da refinaria local. Os moradores locais informam que há mais de dois focos de incêndio. Um destes pontos é a estação/centro de distribuição de petróleo (NPS/LPDS) «Lazarevo», situada na região de Kirov, e criada para o transporte de petróleo siberiano para a região da rússia central e que mais tarde passou também a abastecer o porto de Primorsk, no Mar Báltico, recentemente também visado pela Ucrânia. 




Nota-se que a distância entre a LPDS «Lazarevo» e Ucrânia é de cerca de 1.200 km. 

O 3º Corpo do Exército / SSO-SOU partilharam as imagens da operação de drones de ataque contra a logística russa em toda a região de Luhansk. Uma parte significativa destas filmagens é inédita, pelo que recomendamos a sua visualização. Nota-se que os drones ucranianos chegam até a localidade de Izvaryne, onde se situa o posto de controlo na fronteira estatal ucraniano-russa. Não houve combates naquela área desde 2014... 

Fontes: worldmilitares; Exilenova_plus

❗️⚡️ Ucrânia muda radicalmente a natureza da atual guerra aérea

Desde o início de 2026 Ucrânia mudou radicalmente a natureza da guerra aérea. De acordo com o analista de OSINT Clément Molin, os drones ucranianos realizaram mais de 1.000 ataques (são apenas os geolocalizados) na retaguarda russa, a uma profundidade superior à 100 km da linha da frente. 

Já não se trata de ataques episódicos, mas sim de uma campanha sistémica e bem coordenada para destruir a logística russa. 

De acordo com as estatísticas, os alvos dos ocupantes russos foram:

  • 35% dos ataques — armazéns com munições, combustível e equipamentos;
  • 20% — veículos (mais de 150 camiões, cisternas, equipamentos de engenharia);
  • 7% — sistemas de defesa aérea. 

Radares, estações de guerra eletrónica, bases de campanha e centros logísticos também estão a ser ativamente destruídos.

A principal artéria logística russa — a autoestrada Melitopol-Crimeia — está a ser alvo de ataques particularmente intensos. Colunas, depósitos de combustível, camiões-cisterna e camiões de transporte são incendiados regularmente nas proximidades da linha da frente. Mesmo as estradas terciárias e de terra batida recebem a devida atenção dos «pilotos» ucranianos.

Estão a ser utilizados diferentes tipos de drones: grandes drones de asa fixa (tipo FP-1/FP-2), pequenos drones de reconhecimento e ataque (Hornet, Bulava, RAM X) e drones FPV de longo alcance. 

Exemplo de um drone FPV ucraniano dar o golpe de misericórdia ao lançador múltiplo de foguetes «Grad» russo, totalmente carregado; ninguém sabe o destino da sua tripulação:

É importante observar:

O número real de ataques ucranianos ultrapassa significativamente os 1.000 casos, uma vez que nem todos os vídeos são publicados e a geolocalização ocorre apenas em alguns dos casos. 

Mas as consequências já são notórias:

  • a logística russa opera sob grande tensão;
  • a destruição da defesa aérea e da guerra eletrónica na retaguarda abre as «janelas de oportunidade» aos novos ataques.

Em maio de 2026, pela primeira vez desde 2023, os russos começaram a perder território à favor das FAU. Os blogueiros militares russos queixam-se de cada vez maior «terrorismo de drones» na sua retaguarda.

Conclusão:

Mesmo que apenas uma pequena percentagem do equipamentos russos esteja actualmente a ser destruída (1-5% nas áreas-chave), se o ritmo se mantiver, levará a um défice cumulativo de abastecimentos na frente de batalha. Isto cria as condições para os contra-ataques ucranianos no verão de 2026.

Bónus 

Na região de Kherson, os militares ucranianos da 40ª OBrMP, utilizando drones navais «Barracuda», à transportar os drones FPV ao bordo, destruíram as posições dos ocupantes russos. Alguns TG canais patrioteiros russos se apressaram à dizer, que os drones ucranianos foram «totalmente destruídos», mas isso não foi totalmente verdade) 

O drone marítimo ucraniano «Barracuda» com antena içada e um drone FPV à descolar
 

Fontes: l40obrmpExilenova_plus

sábado, maio 30, 2026

🔥Ucrânia destrói dois aviões Tu-142 e um lançador de mísseis Iskander em Taganrog

As unidades de USBS, comandadas pelo Robert «Magyar» Broudi continuam a apresentar os resultados absolutamente incríveis. Em Taganrog, os drones ucranianos atingiram dois aviões Tu-142 e, mais importante, um lançador de mísseis «Iskander», usado nos ataques contra as cidades ucranianas. 

A própria Taganrog continua sob um ataque massivo de drones ucranianos. Explosões são ouvidas por toda a cidade, os monitores russos relatam as explosões na área da baía/porto de Taganrog e na fábrica local de reparação de aeronaves. Sabe-se que as forças ucranianas atingiram, no porto de Taganrog um petroleiro da frota-sombra russa e também a base patrolífera local, pertencente à «Kurgannefteprodukt».

O Tu-142 é uma aeronave antissubmarino de longo alcance, versão marítima do bombardeiro estratégico Tu-95. A última unidade de Tu-142 foi fabricada em 1994 e hoje já rússia não produz, em série, este tipo de aviões. O sistema de mísseis «Iskander» é um sistema operacional-tático que lança mísseis superfície-superfície, a unidade atingida estava implantada numa posição de lançamento nos pântanos próximos à cidade de Taganrog, na região de Rostov.

UPD: os propagandistas russos já se apressaram a afirmar que os aviões Tu-142 destruídos em Taganrog estavam obsoletos, impróprios para uso e/ou combate, até pertenciam à Ucrânia (Sic!), não eram importantes e, em geral, até foi muito bem-feito que tivessem sido destruídos, pois assim causam menos problemas. Tudo muito bem até que o TG canal ucraniano «Oko Gora» demostrou que estes dois aviões mudavam a sua posição no aeródromo russo algumas semanas antes da destruição. Dificilmente uma «sucata» faria isso):

As forças de ocupação russas estão sendo atacados na autoestrada nos arredores de Debaltseve por unidade ucraniana K-2.

As forças especiais ucranianas SSO/SOU estão a atuar na área ocupada de Novoazovsk, na região de Donetsk.

Fontes: K2army; 1USC; Exilenova_plus; kazansky2017;

sexta-feira, maio 29, 2026

Ucrânia atinge os alvos russos desde Novorossiysk até a Chuvachia

Ucrânia divulgou a imagem do drone FP-1/2 à atingir a fragata russa «Almirante Essen» no porto de Novorossiysk. A cidade de Moscovo se prepara, às urgências, para os ataques constantes de drones ucranianos.

O drone ucraniano FP-1/2 atingiu a fragata russa «Almirante Essen» do projeto 11356 e portador de mísseis «Kalibr», na Base Naval de Novorossiysk, o deep strike ocorreu no último dia 23 de maio.

Moscovo, vive sob o efeito do pânico de drones. A capital russa possui centenas de alvos legítimos para ataques de mísseis e drones de longo alcance. No topo de diversos prédios moscovitas são colocados os sistemas Pantsir-S1 e as suas modificações. No entanto, principalmente no meio do ambiente urbano, o sistema russo possui muitas fraquezas e pontos mortos, que poderão ser aproveitadas pelos operadores de drones ucranianos.

Corte da logística militar russa na autoestrada Mariupol-Melitopol, os drones ucranianos atacam 24/24h, não oferecendo nenhum descanço aos ocupantes russos, mesmo à noite, quando estes tentam movimentar os seus camiões/nhões. Há relatos sobre atuação das unidades de forças especiais da Ucrânia (SSO/SOU).

Desde o início da campanha ucraniana forte de corte da logística russa, nos arredores de Mariupol e Melitopol e até a zona da fronteira russa, os ocupantes russos receberamas ordens para proteger os seus equipamentos militares de drones de ataque ucranianos, pintando os veículos militares às cores que possam esconder o seu propósito militar. Parece mentira, mas eis estão os primeiros resultados. Não os julguem com muita rigor, os meninos russos deram o seu melhor.

Um estrondo e fumo foram ouvidos em Chebaksary, na capital da Chuváchia. Também tinha sido acionado um aviso de ataque de mísseis sobre a região.



quinta-feira, maio 28, 2026

❗️💀 Mais um mercenário nigeriano liquidado na Ucrânia

Mais um nigeriano — Ayebusiwa Olabode Victor, membro do exército russo de ocupação, foi liquidado, pelas FAU, na região ucraniana de Kharkiv. Cerca de 215 nigerianos passaram pela guerra neocolonial russa, cerca de 25 foram liquidados ou estão desaparecidos, informa a inteligência militar da Ucrânia, a GUR MOU. 

Infelizmente, os nigerianos continuam a morrer na guerra neocolonial russa contra Ucrânia — dado que a rússia continua à recrutar os mercenários em África, usando todo o tipo de coersão e/ou promessas falsas. Mas assinatura do contrato com o MoD russo é um bilhete só de ida, é assim que terminam as promessas de emprego na rússia para dezenas e centenas de cidadãos nigerianos e africanos em geral. 

A história do Ayebusiwa Olabode Victor não é uma excepção, é uma prática consistente dos recrutadores russos: promessas de um ótimo trabalho, viagem para a Rússia, passaporte confiscado, contrato forçado, a ida à frente de batalha, a morte...

O passaporte do mercenário

O principal nesta história é a mentira pública dos funcionários do governo russo e a negligência do Estado russo relativamente às exigências da Nigéria para que deixe de recrutar os seus cidadãos para a guerra criminosa. A GUR MOU conta como funciona o esquema de fraude russo, porque é que os cidadãos dos países africanos se tornam suas vítimas e quantos mercenários estão envolvidos. 

Anteriormente, em fevereiro de 2026, a GUR MOU já tinha informado sobre a liquidação/morte de dois outros mercenários nigerianos — Hamzat Kazeen Kolawole (nascido aos 04/03/1983) e Mbah Stephen Udoka (nascido aos 01/07/1988). Ambos morreram, devido aos ferimentos curáveis, dedivo a ausência da ajuda médica, não prestada pelos seus camaradas russos, na região ucraniana de Luhansk.

GUR MOU lembra: a única hipótese real de sobrevivência à guerra criminosa russa contra Ucrânia, quer para os mercenários estrangeiros, tanto para os militares russos, é a rendição voluntária. Podem fazê-lo no âmbito do projeto «Quero Viver» escrevendo ao chatbot seguro no Telegram.

Chatbot «Quero Viver»: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

Ucrânia atinge alvos militares russos em Voronezh, Tagandrog e Sabastopol ocupada

Taganrog: a guerra neocolonial russa volta à sua origem

Os drones e mísseis ucranianos foram usados no ataque contra o aeródromo/base aérea russa «Baltimor», em Voronezh. Em Taganrog foi atingida a instalação de manutenção e reparação de aeronaves. Em Sevastopol o alvo foi o quartel-general da marinha russa. 

A geolocalização da base aérea russa «Baltimor»

A geolocalização do aeródromo «Baltimor», em Voronezh (onde se baseiam os caça-bombardeiros russos Su-34, que lançam as bombas planadoras ao território da Ucrânia), presumivelmente atingido por mísseis Storm Shadow. 

Taganrog: o ataque e o incêndio foram preliminarmente relatados como tendo ocorrido numa instalação de manutenção e reparação de aeronaves.

 


Em Sebastopol, na Crimeia ocupada, os mísseis ucranianos atingiram o quartel-general da marinha russa da guerra.

Alvo russo atingido em Sebastopol, na Crimeia ocupada

Ucrânia também atingiu vários alvos militares, paramilitares e energéticos russos em Tuapse, Makiivka ocupada (vídeo que se segue) e ao longo da autoestrada Luhansk-Alchevsk-Debaltseve (já o publicamos anteriormente):

A nova modificação de drones ucranianos FP-2 Flamingo com a ogiva de 170 kg já estão em utilização.

A nova modificação do drone ucraniano FP-2 Flamingo
A ogiva de 200 kg já foi testada e será usada em breve, informa Denis Shtilerman em entrevista à nv.ua