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| Imagem ilustrativa: mercenários africanos de nacionalidade desconhecida |
De acordo com uma carta da Embaixada do Uganda em Moscovo para o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Kampala, foram confirmadas os nomes dos 11 mortes e de outros 16 cidadãos, cujos corpos não foram encontrados. Segundo a Reuters, a Embaixada do Uganda afirmou que esta informação foi fornecida numa nota verbal do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo. A Embaixada da rússia em Kampala, por sua vez, não respondeu aos pedidos de comentários dos jornalistas.
Esta notícia é muito reveladora, tendo em conta o contexto da cimeira rússia-África realizada em Moscovo, onde Vladimir Putin discursou sobre o seu apreço e respeito pelos seus «queridos parceiros africanos». Na realidade, o Kremlin sempre viu e continua a ver o continente africano apenas como um apêndice de matérias-primas e, agora, também como uma fonte de mão-de-obra barata e de «carne para canhão» para continuar a sua guerra sem sentido contra Ucrânia.
O vídeo sensível, mostra um mercenário africano anónimo, totalmente nú e visivelmente desesperado, exibindo a mensagem de socorro, capturada pelo drone ucraniano: «Please, help me!», pode-se ler na cartolina, segurada pelo homem. O seu destino posterior é desconhecido...
É de notar, que nos primeiros nove meses de 2026, a rússia recrutou mais estrangeiros do que em todo o ano de 2025. Um total de 45.959 estrangeiros de 151 países estão a combater ou já combateram no exército russo até 1 de outubro. São conhecidas as identidades de pelo menos 5.451 mercenários de 43 países africanos, incluindo pelo menos 111 cidadãos ugandeses. Três ugandeses conseguiram salvar as suas vidas, rendendo-se às FAU.
Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot
Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot
Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)
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