quinta-feira, fevereiro 12, 2026

JO 2026: a lembrança não é uma violação!

Os militares das Forças Armadas da Ucrânia (FAU) apoiam os atletas e membros da equipa/e olímpica ucraniana, que recordam ao mundo dos desportistas ucranianos mortos por ocupantes russos. 
Olena Smaha, competidora ucraniana de luge




Particularmente, os militares apoiaram o atleta ucraniano Vladyslav Heraskevych, que compete no skeleton e usa um capacete com as imagens dos 31 atletas ucranianos de alta competição que foram mortos pelos ocupantes russos desde 24.02.2022. Desde início dos JO, Vladyslav está em luta constante e desigual luta contra a burocracia do COI, que usa todos os meios para tentar-lhe proibir a mostrar as imagens dos desportistas ucranianos mortos. 




O Art. 50º do estatuto do COI proibe a exibição das declarações políticas, de descriminação racial, etc. Nada disso acontece neste caso, ou como dizem as imagens «a lembrança não é uma violação!»

quarta-feira, fevereiro 11, 2026

O putlerista polaco foi brutalmente morto no cativeiro russo por ser um polaco

A pedagógica história do cidadão polaco/polonês Krzysztof Galos, brutalmente torturado e assassinado em cativeiro russo. Ironicamente, ele veio à Ucrânia para confirmar se «realmente havia uma guerra». Não estão totalmente claro como ele caiu nas mãos dos ocupantes russos, mas a sua morte um fa(c)to. 

«Meu tio não conhecia ninguém na Ucrânia. Ele negava constantemente que houvesse uma guerra de verdade acontecendo lá e dizia que era uma invenção da propaganda ucraniana», explicou a sobrinha do polaco/polonês, citada pelo jornal polaco/polonês Gazeta Wyborcza

Os POW ucranianos libertados que estavam no centro de detenção preventiva (SIZO Nr. 2) de Taganrog na época em que Galos foi levado para lá (verão de 2023) contaram a jornalistas que os executores russos ficaram eufóricos ao perceberem que haviam capturado um «polaco/polonês de verdade». Como psicopatas, eles literalmente começaram a competir em torturá-lo. Krzysztof era espancado todos os dias. Eles o espancaram com particular ferocidade simplesmente por ele só saber falar polaco/polonês e não dominar o russo. Durante os abusos, os guardas russos o insultavam, promentendo invadir a Polónia: «Vocês são os próximos — não fiquem relaxados, vocês perderam o medo, lá na sua Europa. Não relaxem! Nós vamos vós pegar!» 

Galos nunca recebia os cuidados médicos adequados, uma vez ele foi espancado no preciso momento em que um paramédico colocava a ligadura / enfaixava a sua cabeça! Naturalmente, nessas condições, o homem de 55 anos estava condenado e não durou nem um mês sob custódia russa. Após mais uma surra desferida pelos russos com marretas de madeira, Krzysztof sentiu-se mal, perdeu a consciência e foi retirado de sua cela, já à beira da morte. Seus companheiros de cela foram então forçados a assinar as declarações afirmando [não sendo médicos] que a morte do polaco/polonês se deu devido às «causas naturais». 

É revelador também que, quando, mais de dois anos depois, as autoridades polacas/polonesas souberam da morte de Galos, o lado russo ignorou todos os pedidos da Varsóvia. O corpo de Krzysztof ainda (Sic!) não foi devolvido, e sua família nunca recebeu qualquer confirmação oficial da sua morte. Este comportamento característico russo, tanto no tratamento dos POW/reféns civis vivos, quanto dos mortos tornou-se uma marca registrada da rússia moderna. O novo Gulag russo triturou mais uma pessoa e, claramente, obteve uma satisfação sádica adicional pelo fato de vítima ser um «membro da NATO/OTAN». 

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

RSF: mais de 175 jornalistas vítimas de ocupação russa da Ucrânia

Organização internacional Repórteres Sem Fronteiras (RSF) documentou mais de 175 casos de abuso contra jornalistas que configuram crimes de guerra, cometidos pela rússia desde o início da invasão russa em larga escala em 24.02.2022. 

Desde 2022, as forças russas mataram 16 jornalistas: 15 em território ucraniano e uma jornalista, Viktoriya Roshchina, na rússia, enquanto estava sob custódia russa numa prisão russa. 

Em 2025, três profissionais da mídia foram mortos em ataques de drones FPV russos – o fotojornalista francês Antoni Lallican e dois jornalistas do canal FreeDom TV – Alyona Gramova e Yevgeny Karmazin. 

Pelo menos 53 jornalistas ucranianos e estrangeiros ficaram feridos no exercício de suas funções profissionais. 26 profissionais da mídia ucranianos ainda estão em cativeiro russo, onde são submetidos a pressão física e psicológica. 

Em 2025, três jornalistas foram libertados do cativeiro russo: Vladyslav Yesypenko, Dmytro Khylyuk e Mark Kaliush. 

A RSF também registrou 25 ataques a torres de televisão com o objetivo de interromper a disseminação de informações confiáveis ​​de fontes locais e independentes. Em 2025, documentou dois novos ataques – a torres de televisão em Dnipro e Chernihiv. 

Ler e ver mais: https://rsf.org/en/175-journalists-victims-abuse-ukraine

terça-feira, fevereiro 10, 2026

Ucrânia elimina o líder da criminalidade étnica «batalhão ArBat»

As forças ucranianas liquidaram mais um criminoso de guerra, Ayk «Abrek» Gasparyan, comandante do bando armado «batalhão ArBat», composto, parcialmente, por arménios étnicos. Gasparyan era ex-mercenário da EMP Wagner, que Prigozhin recrutou de uma prisão russa para a guerra contra Ucrânia, informa a página ucraniana Militarnyi.com 

No passado, Gasparyan foi pessoalmente condecorrado por putin com a medalha «Pela Coragem» pelo assassinato de ucranianos, agora ele próprio está morto. O bando armado «batalhão Arbat», que ele comandava, foi criado por Armen «Gorlovsky» Sarkisyan, um chefão do crime organizado de Horlivka, que foi abatido, juntamentoe com o seu guarda-costas em Moscovo/ou em 2025.


A liquidação do terrorista «Abrek» foi anunciada pelo autoproclamado «prefeito» da cidade ocupada de Horlivka, na comunicação, os separatistas afirmam que «Abrek» morreu em combate.

Ayk «Abrek» e «Priggy» Prigozhin

Ayk Gasparyan era natural de Alto/Nagorno-Karabakh e ex-combatente do Grupo Wagner. Participou das batalhas de Soledar e Bakhmut. Gasparyan foi recrutado para a guerra contra a Ucrânia de uma prisão russa de alta segurança, onde cumpria pena de 7 anos e 3 meses por roubo à mão armada.

Gasparyan, Sarkisyan e líder da igreja arménia de Moscovo, 2023

Em setembro de 2024, o Comité de Investigação da Armênia declarou que o bando «ArBat» estava recrutando cidadãos arménios, preparando um golpe de Estado em Yerevan, e o próprio batalhão anunciou posteriormente o recrutamento de “voluntários” da Indonésia.

Operação do KGB no Reino Unido: «Naked Spy»

Na década de 1950, vivia em Londres um osteopata chamado Stephen Ward. Ele criou uma agência de acompanhantes para clientes de alto escalão da sociedade britânica. Na realidade agência foi criada e gerida pelo KGB. Ward era apenas uma fachada e um mero executante.

Ele praticava a terapia manual. Certamente a praticava com um alto padrão profissional. Ward também tinha um hobby: era retratista e, por algum motivo, sonhava em ir a Moscovo/ou e desenhar ou pintar retratos de membros do Politburo. Por volta de 1960, Ward conheceu e fez amizade com um oficial da inteligência militar soviética (GRU), designado para a embaixada soviética em Londres, o Capitão de 1ª Classe Yevgeny Ivanov (morreu na pobreza em Moscovo/ou em 1994).

Naquele mesmo ano, Ward fundou uma agência de acompanhantes / «garotas de programa» para clientes de alto escalão da sociedade britânica. Com o tempo, a agência ganhou outro nome: o Clube das Quintas-feiras. Representantes masculinos de alto escalão da sociedade inglesa se reuniam na casa de Ward às quintas-feiras para conhecer as meninas/garotas que ele trazia, com tudo o que se seguia.

Ivanov manteve um caso com a socialité e dançarina exótica britânica Christine Keeler, que por sua vez se envolveu, muito possivelmente através da «sugestão» do KGB com John Profumo, o Secretário de Estado da Guerra britânico. O caso extraconjugal subsequente de Profumo com Keeler ocorreu em um momento em que ela também estava tendo relações sexuais com Ivanov.

Christine Keller fotografada por Lewis Morley, 1963

Em 1963, o escândalo conhecido como Caso Profumo eclodiu, envolvendo os dois ministros da guerra implicados no escândalo e levando à sua renúncia. A contraespionagem britânica, MI5, provou, então que Ward trabalhava para KGB e produzia/coletava fotografias incriminatórias de todos os altos funcionários que haviam utilizado os seus serviços. A lista era longa e impressionante. Como resultado, o governo conservador de Harold Macmillan renunciou. Foi substituído pelo governo trabalhista de Harold Wilson, que era o preferido da liderança soviética.

Em 30 de julho de 1963, Ward foi preso e encontrado morto (oficialmente dado como suicídio por envenenamento por barbitúricos) na sua sua cela já em 3 de agosto. Ele tinha apenas 50 anos. O capitão Ivanov, juntamente com seu coautor Gennady Sokolov, publicou, na rússia em 1992, um livro sobre o caso, intitulado «O Espião Nu». No mesmo 1992, o livro também foi publicado no Reino Unido sob o título «The Naked Spy». No livro, os autores revelaram que o escritório de Ward foi criado pelo KGB. Ward era apenas uma fachada e um mero executante.

Assim, após o projeto bem-sucedido de Ivanov e Ward, o KGB repetiu a mesma operação em maior escala nos Estados Unidos, realizada por Ghislaine Maxwell e Jeffrey Epstein...

domingo, fevereiro 08, 2026

Escândalo sexual soviético: o bordel da elite comunista

Imagem AI ilustrativa

1955, URSS. Graças à uma denúncia anónima foi descoberto um bordel usado por mais alta nomenklatura comunista soviética. A clientela era composta pelo Ministro da Cultura em funções, membros da Academia de Ciências, escritores, filósofos e professores do marxismo-leninismo. 

Krivoshein (?) de fato escuro. Foto: Kommersant

Na sua dacha (casa de campo) em Valentinovka, nos arredorres de Moscovo/ou, e no seu apartamento no centro de Moscovo/ou, o dramaturgo e poeta russo Konstantin Krivoshein — «Epstein de orçamento limitado» — organizou um bordel para a mais alta nomenklatura soviética. Estudantes de teatro e das escolas de balé eram atraídas com promessas de carreiras no Teatro Bolshoi e cunhas junto ao Ministério da Cultura. A clientela era composta pela nata da elite soviética: o Ministro da Cultura da URSS em funções, o Acadêmico Georgiy Alexandrov (que tinha uma chave pessoal do dito apartamento), membros destacados da Academia de Ciências da URSS, escritores, filósofos e professores.

Académico e ministro Georgiy Alexandrov

Todos usavam os códigos de disfarce: «dissertação» (a tese académica) significava uma moça/garota, «defender a dissertação» significava seduzi-la e «escrever uma resenha» significava revender os seus serviços aos terceiros. Um traço interessante, pois tem a total semelhança com os códigos próprios usados pelo bando, não tenho outro nome, do Jeffrey Epstein. Onde os termos como «pizza», «Creme Soda» ou «comida chinesa», significavam, por exemplo, diversos tipologias raciais/étnicas de mulheres / moças usadas e abusadas pelo grupo.

A revelação começou com uma carta anónima de uma mãe indignada ao Khrushchev. Numa reunião do Comité do partido comunista de Moscovo/ou, Nikita Khrushchev passou um longo tempo gritando com os culpados, para depois se dirigir ao crítico literário e diretor do Instituto de Literatura Mundial da Academia de Ciências da URSS, Alexander Egolin:

Alexander Egolin, morreu aos 62 anos

«Aleksandrov é um jovem, eu entendo. Mas por que você está se envolvendo nisso com a sua idade?» 

A resposta entrou para a história:

«Mas eu não fiz nada, eu somente estava acariciando...» Egolin disse isso em russo: «ya tolko gladil». O povo «maldoso» criou a piada baseada no trocadilho entre o verbo russo e o gládio romano, assim nasceu o nome popular do escândalo — «o caso dos gladiadores». 

Perseguição das testemunhas 

Já após o início das averiguações, no arquivo da Procuradoria de Moscovo foi «descoberta» uma outra denúncia, da autoria de Zinaida Lobzikova, a instrutora de cultura do Conselho Municipal de um dos bairros de Moscovo/ou. Ela implorava pelo resgate de sua filha, Alina, estudante de balé, do covil clandestino do Krivoshein. A jovem sofria de um colapso nervoso e foi mantida à força e contra a sua vontade na dacha do predador. Zinaida Lobzikova foi posteriormente atacada por «desconhecidos» e morreu no hospitalalgumas semanas depois. 

Crime e «punição» 

Tal como no caso Epstein, a justiça comunista soviética foi bastante selectiva, no momento de punir os culpados. 

Dramaturgo Krivoshein foi condenado à prisão, mas não por auxílio à prostituição e gestão de um bordel clandestino, mas por especulação e comércio ilegal de pinturas antigas. A condenação acabou, definitivamente, com a sua carreira literária. Ao ponto de Wikipédia russa não saber nem a data, nem o local, nem as circinstâncias da sua morte. 

Ministro da cultura Georgy Alexandrov perdeu o seu posto e foi «exilado» para Minsk, onde continuou seus estudos em filosofia marxista-leninista. 

Académico Alexander Egolin foi rebaixado do seu posto na Academia de Ciências e foi lembrado, na história, pela sua perseguição implacável aos escritores soviéticos, por menor traço de qualquer dissidência. Após sua morte, o genial escritor da literatura infanti, ucraniano Korney Chukovsky escreveu no seu diário: «Egolin morreu — um completo canalha, um bajulador e — ao mesmo tempo — um tolo sem talento». 

Vladimir Kruzhkov, membro da Academia de Ciências da URSS e membro da Comissão de Revisão do Comitê Central do PCUS, foi exilado à região de Ural, como editor-chefe do jornal regional de Sverdlovsk «Uralsky Rabochiy». No entanto, ele recuperou, dentro de um tempo relativamente curto a influência perdida e de 1961 a 1973 foi o Diretor do Instituto de História da Arte do Ministério da Cultura da URSS. 

O vice-diretor do Instituto de Literatura Mundial de Moscovo, professor Sergei Petrov escapou da estória sem nenhuma perda de posição ou estatuto e já em 1957 defendeu a sua sua tese de doutoramento. Tal como Sergey Kaftanov, que manteve a sua posição do Primeiro Vice-Ministro da Cultura da URSS. Chegou à exercer as funções de Ministro da Cultura interino da URSS.

sábado, fevereiro 07, 2026

Os defensores da Ucrânia: antes e depois de 24.02.2022

“Quase não me recordo de mim antes da guerra…”, escreveu o militar ucraniano @vitsikkkk numa postagem no Threads, publicando fotos suas antes e durante o serviço militar. Ele foi seguido por outros defensores da Ucrânia, que começaram publicar as suas próprias fotos «antes» e «depois».









Fonte: vitsikkkk | Threads

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

Primeiro vice-chefe do GRU é baleado em Moscovo: as lutas enternas russas

Em Moscovo foi baleado o primeiro vice-chefe do GRU, o tenente-general Alekseev, que em estado grave deu entrada no hospital. Estamos perante as lutas internas pelo poder no seio do MinDefesa russo, que opõe a secreta GRU ao grupo do ex-ministro Shoigu e o estrategista militar Gerasimov. 

Desde 2014, Alekseev era o curador da empresa militar privada (EMP) «Wagner». O terrorista russo Igor «Strelkov» Girkin, o primeiro «ministro da defesa» da dita «dnr» afirmou, numa entrevista que foi Alekseev quem deu as ordens para liquidar os «comandantes de campo» das ditas «l/dnr», em particular, Alexei Mozgovoi, e a EMP «Wagner» executou essa e outras ordens semelhantes. Girkin também conta que Alexeev era o fundador de «Wagner» e curador de várias outras EMP russas, criadas com ajuda e participação direta e indireta do estado russo.


O general Alekseev supervisionava a unidade militar russa «Espanola», composta pelos adeptos da ideologia neo-fascista, que foi recentemente acusada, na rússia, de tráfico de drogas, roubo e inúmeros outros crimes, sendo oficialmente dissolvida em outubro de 2025. Seu comandante Stanislav Orlov «Ispanets», foi recentemente executado na Crimeia ocupada por operativos do FSB (na versão semi-oficial: resistiu à tentativa da sua prisão). 

Negociações entre Prigozhin (no meio) e Alekseev (último à direita) durante a rebelião de «Wagner»

Em 2023, quando ocorreu a rebelião da EMP «Wagner», Alekseev fez um apelo emotivo em vídeo, no qual pedia ao Prigozhin que parasse a sua marcha contra o Moscovo: 

A morte do Alekseev não parece ser uma ação dos serviços secretos da Ucrânia, mas um ajuste direto entre os russos, possivelmente um ato de vingança pela morte do Prigozhin e Dmitri «Wagner» Utkin, o comandante militar do grupo «Wagner». 

Por fim, o comandante do «Azov», Denis Prokopenko, recordou que o general Alekseev esteve em Mariupol em 2022 e prometeu, na qualidade do oficial russo mais graduado, por escrito, que após a rendição, os POW ucranianos seriam tratados com dignidade e de acordo com as normas da Convenção de Genebra. Mas, no fim, a palavra do general, nascido na Ucrânia, não valeu absolutamente nada. Mais de cinquenta militares do Azov foram executados em Elenivka, e a sua tortura e os assassinatos continuam nas prisões russas.

Mais um pequeno lembrete de que os militares russos não têm palavra.

Fonte: TG @kazansky2017

☠️ Mais mercenários quenianos mortos no Leste da Ucrânia

Do Quênia à “zona de morte” de Donbas: uma breve história dos mercenários quenianos recrutados pela rússia para a sua guerra neocolonial contra Ucrânia. Correndo atrás do «dinheiro fácil» os jovens queniados acabam de perder as suas vidas em vão. 

O Serviço de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia (GUR MOU) informa que, na área da cidade de Lyman, na região de Donetsk, foram descobertos os corpos de mais dois cidadãos quenianos motos, recrutados pelos ocupantes russos para travar uma guerra neocolonial e criminosa contra Ucrânia. 

Último à direita, Clinton Mogesa

Trata-se de Ombwori Denis Bagaka e Wahome Simon Gititu, cujos restos mortais foram encontrados perto do corpo de outro mercenário queniano morto, Clinton Nyapara Mogesa. A publicação do nosso blogue, baseado na informação da GUR MOU sobre os detalhes de sua morte teve uma grande repercussão.

Ombwori Denis Bagaka passou, na rússia, uma procuração em nome de um terceiro.
Agora a sua família não irá receber nada, o dinheiro «de caixão», se houver, será
levantado e apropriado por uma intermediário.

Os três quenianos – Bagaku, Gititu e Mogesa – foram atraídos para a guerra russa contra Ucrânia através do Catar, onde os três trabalhavam em empresas de segurança com um bom salário e garantias sociáis aliciantes, mas acabaram por perder as suas vidas, correndo atrás das promessas moscovitas do dinheiro fácil. 

O GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia alerta os cidadãos estrangeiros contra viagens à federação russa e aceitação de qualquer trabalho no território do estado agressor. Uma viagem à rússia é uma chance real de acabar numa unidade suicida descartável, acabando de se tornar simples adubo às terras negras da Ucrânia. 

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

quinta-feira, fevereiro 05, 2026

Homenagem ao ultras búlgaro do «Levski» (Sófia) que morreu pela Ucrânia

Os ultras/torcida do «Levski» (Sófia) homenageiam a memória do representante do seu movimento, Mikhail Ruskov, que tombou na defesa da Ucrânia.

Mikhail Ruskov, que pertencia aos ultras/torcida organizada «Sofia West» é o segundo ultras/torcedor do clube que morreu defendendo Ucrânia. Sabemos pouco sobre isso, mas, em geral, o movimento dos ultras do «Levski» é um dos poucos na Europa (além disso, fortes ultras pró-Ucrânia pertencem ao Zalgiris Vilnius e Dínamo Zagreb) com uma posição claramente pró-Ucrânia (e isso foi declarado mesmo antes de 2022). 

Mikhail «Misho» Ruskov

As circunstâncias da morte do búlgaro não foram especificadas. Também não está claro em que função ele participou dos combates. Os familiares do falecido expressaram respeito à sua memória e o descreveram como um homem que fez uma escolha consciente em defesa de uma causa que considerava justa. Sabe-se que Ruskov morreu em janeiro de 2026. 

Svetoslav Slavkov (31)

Este é o segundo torcedor do «blues» a morrer na Ucrânia. A morte de Svetoslav Slavkov (31) foi divulgada no início de 2024. Ele foi morto durante intensos combates por volta do Natal de 2023, perto de Kupyansk. 

No total, na defesa da Ucrânia até hoje morreram 4 voluntários búlgaros.