A EMP russa “Afrika Korps”, sob o controlo do MinDefesa russo, sofre perdas no Mali — no início de julho de 2026, grupos rebeldes locais emboscaram
os russos e as forças da junta militar local, que se deslocavam em coluna perto da povoação de Tabrishat, na região de Gao, no nordeste do país.
Em pleno ataque, quando a coluna começou a sofrer graves perdas em veículos blindados e efetivos devido ao fogo dos rebeldes, os russos recuaram, abandonando o pessoal maliano à sua sorte. Os moscovitas não prestaram qualquer apoio terrestre ou aéreo aos seus “aliados”, embora o “Afrika Korps” possui, sob o seu controlo os drones Orion e helicópteros
Mi-24 e Mi-8.
Segundo os dados preliminares, no confronto, os rebeldes eliminaram pelo menos 60 soldados malianos e capturaram pelo menos 30. Dezenas de outros ficaram feridos.
O episódio demonstrou mais uma vez que a rússia está a utilizar o pessoal da junta militar do Mali como «carne para canhão» para atingir os seus próprios
objectivos económicos no país. O estado russo também pratica esta abordagem durante a guerra criminosa contra a Ucrânia, quando envia mercenários estrangeiros para a morte em inúmeras
ataques frontais às linhas defensivas ucranianas.
Os líderes do «Afrika Korps» no Mali comportam-se como senhores e donos de escravos – os soldados do exército do regime local servem como escravos aos russos:
fazem todo o trabalho braçal, trabalham como carregadores e limpam os quartéis após a saída dos moscovitas. Entre os comandantes das tropas da junta militar do Mali, os russos estão a formar
redes de corrupção – em particular, vendem armas, sobretudo armas ligeiras, que eram anteriormente fornecidas como parte da chamada «assistência militar».
O único objetivo da rússia no Mali é estabelecer o controlo/e sobre os recursos naturais do país, principalmente os depósitos de ouro e urânio, e expandir
a sua influência para uma futura expansão no continente africano.
Primeiro mercenário mauriciano eliminado na Ucrânia
O Ministério da Defesa da Ucrânia identificou mais um mercenário estrangeiro, morto pelo exército de ocupação russo — o cidadão da República
das Maurícias,
Stephen Boakye Prakash, nascido a 16 de abril de 1995.
Em junho de 2025, Prakash chegou a São Petersburgo, como turista, planeando regressar a África já em julho. No entanto, parece que os seus planos mudaram — ele decidiu
permanecer em território russo.
Em agosto de 2025, as polícia russa deteve Prakash, lhe aplicando a multa por permanência ilegal na rússia — 7.000 rublos (cerca de 88,7 dólares americanos na altura). Depois, tal como centenas de outros estrangeiros que se encontravam na rússia sem dinheiro e sem emprego, Prakash recebeu a proposta «irrecusável»: assinar um contrato “de curta
duração” com o exército de ocupação russo. Aceitou.
Após uma semana de treino, o mauriciano foi enviado para a linha da frente / front da guerra neocolonial russa na Ucrânia, integrando à uma unidade de assalto. Prakash foi
eliminado, por seus camaradas russos, em dezembro de 2025, na tentativa de atravessar ilegalmente a fronteira estatal da Ucrânia, na região de Sumy.
Mercenário estrangeiro & irmão africano, pfr, não seja como Prakash!
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