sexta-feira, outubro 23, 2026

«Mães de Kherson» – uma ópera corajosa e impactante sobre as crianças raptadas da Ucrânia

A Metropolitan Opera de Nova Iorque encenou a ópera «Mães de Kherson», dedicada às mulheres ucranianas que lutam para recuperar os seus filhos, raptados pelo exército russo. A música foi composta pelo ucraniano Maxim Kolomiiets e o libreto pelo dramaturgo norte-americano George Brant.

Uma das personagens da ópera é a Maria Lvova-Belova, representante do presidente russo para os direitos da criança, contra quem foi emitido um mandado de detenção pelo Tribunal Penal Internacional. As suas declarações reais, feitas numa conferência de imprensa, serão ouvidas na ópera.

De acordo com o diretor-geral da Metropolitan Opera, Peter Gelb, encontrar uma cantora que aceitasse interpretar este papel não foi fácil.

«É uma mulher muito convincente e atraente, o que a torna ainda mais sinistra — como uma vilã de um filme de James Bond», disse Gelb em entrevista.

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A ópera já foi apresentada em Kyiv e Varsóvia. A estreia americana acontecerá em abril de 2028.

⚡️⚡️⚡️ A 9ª troca de POW de 2026: Ucrânia liberta 270 soldados e oficiais

No dia 23 de outubro foi concluída, com sucesso, a 9ª troca dos Prisioneiros de Guerra (POW), decorrida em 2026. Esta foi a 3ª e última etapa da troca, que teve início em 19 de agosto de 2026. Ucrânia libertou 270 militares, incluíndo 35 do regimento «Azov». 


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270 defensores da Ucrânia regressaram à Ucrânia Livre e 270 militares do exército russo foram enviados para o quartel da unidade militar Nº 61899 na cidade militar de Mosrentgen (ex-Vidnoye-4, também conhecida como a cidade militar de Tyoply Stan) para interrogatórios e triagens adicionais.

Para casa regressam os membros da Guarda Nacional (NGU), incluindo militares do «Azov», da Guarda-fronteira, da Defesa Territorial (TrO), da Marinha de Guerra, da infantaria, as tropas aerotransportadas, do Serviço Estatal de Transporte Especial, bem como nove civis. A maioria deles estava em cativeiro desde 2022.

A maioria dos libertados são militares que defenderam Ucrânia em Mariupol. Os defensores das regiões de Donetsk, Luhansk, Kharkiv, Zaporízhia, Kherson, Kyiv, Mykolaiv e Chernihiv também foram libertados. Muitos deles foram condenados ilegalmente na rússia. Entre os que regressam estão cinco pessoas que sobreviveram ao ataque terrorista russo em Olenivka, em julho de 2022, escreveu Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Nos últimos três anos, a propaganda russa tem tentando a convencer as famílias dos separatistas de Donbas de que o Ministério da Defesa russo não inclui os POW provenientes dos territórios temporariamente ocupados das ditas repúblicas populares de «l/dnr» nas listas de troca, porque Ucrânia, alegadamente, se recusava a trocá-los. A troca do dia 23 de outubro demonstrou, mais uma, vez que as autoridades russas desinformam. 

Um dos POW ucranianos agora libertados, Oleksandr Maksymchuk, o 2º sargento do «Azov»,
foi vítima de tortura, condenado na rússia aos 20 anos de prisão efetiva. 18.12.2024. Foto: Mediazona

Este é um lembrete importante para os familiares dos prisioneiros de guerra russos/de militantes separatistas. Pessoas que a rússia, sempre alegava que não conseguia trocar devido à alegada posição intransigente da Ucrânia foram trocadas imediatamente após o lado russo as ter acrescentado às suas listas de troca. 

Ucrânia declarou publicamente, por várias vezes, que não existem nenhuns obstáculos ao seu regresso. Além disso, os próprios POW russos, proveninentes das unidades separatistas formados nos territórios temporariamente ocupados (TOT) registaram inúmeros apelos às autoridades russas exigindo a sua inclusão na troca. A única coisa que faltava era a boa vontade do lado russo. A troca de hoje é mais uma confirmação deste facto. 

Por que razão Moscovo «se lembrou» agora dessas pessoas? 

Para a rússia, a situação nos territórios ocupados continua a deteriorar-se. Falta água, electricidade, combustível e comunicações, os preços estão a subir, a indústria está em queda e as minas de carvão de Donbas estão à fechar — tudo isto está gradualmente a amargurar a população local. 

A rússia não trouxe ao Donbas, nada, além de guerra e devastação da região — toda a gente vê e compreende isso. Aparentemente, para amenizar a situação, tentando usar a cobertura mediática, o Kremlin finalmente lembrou-se destes prisioneiros. 

Veja o vídeo completo da troca de POW de hoje:

Veja as fotos dos POW do lado russo, incluídos na troca de 23 de outubro:

Mais fotos exclusivas dos POW russos na Instagram

Pode verificar os nomes de todos os que regressaram hoje à rússia no site «Quero Voltar» – os seus nomes, datas de nascimento, números de identificação pessoal, unidades e tempo de cativeiro já foram adicionados à base de dados do projeto. 

Por sua vez, Ucrânia consegue a libertação de 35 combatentes do «Azov» que defenderam Mariupol em 2022. Muitos deles foram condenados, absolutamente ilegalmente, na rússia às longas penas de prisão, incluindo a prisão perpétua. Durante muito tempo a rússia negava a inclusão de soldados e oficiais de «Azov» na lista dos POW à serem trocados. 


General Denys Prokopenko «Redis»: «no cativeiro russo continuam 500 membros do Azov»

Mais, entre os POW ucranianos libertados hoje estão cinco militares do «Azov», que durante muito tempo foram considerados mortas, vítimas do ataque terrorista russo ao campo de Olenivka, que visava, especialmente, os membros da OZSP «Azov».

quinta-feira, outubro 22, 2026

A rússia continua a espalhar o seu «humanismo» por toda Ucrânia

Na noite de 22 de outubro, a rússia lançou uma nova vaga de ataques de drones e mísseis contra Ucrânia, provocando a morte de pelo menos dois e deixando 34 civis ucranianos feridos em todo o país, informa a Embaixada da Ucrânia em Angola.

Em Kyiv, um civil morreu e 22 ficaram feridos, incluindo quatro crianças. Foram danificados edifícios residenciais, infraestruturas energéticas e de transportes, estabelecimentos comerciais e um mosteiro.



Na região de Kharkiv, um ataque russo provocou a morte de uma pessoa e danificou habitações, um edifício de escritórios e uma unidade de saúde. Na região de Poltava, as forças russas atingiram uma estação de radiodifusão privada. No total, 12 regiões da Ucrânia foram alvo de ataques. As infraestruturas energéticas também estiveram entre os alvos da rússia.


Moscovo/ou continua a responder aos esforços diplomáticos com novos ataques contra a população civil ucraniana. Ucrânia precisa urgente de sistemas de defesa aérea mais robustos, de entregas mais rápidas de mísseis e de uma maior pressão sobre o agressor russo para pôr fim à sua guerra neocolonial e injusta.

...e a resposta ucraniana 

Os operadores das Forças de Operações Especiais SSO-SOU atingiram, com sucesso, com mísseis/drones à jato, o 75º Arsenal em Serpukhov, na região de Moscovo/ou.

Trata-se de uma empresa do complexo russo militar-industrial de defesa, especializada na reparação/restauração e armazenamento de equipamentos militares, em particular, os sistemas de defesa aérea. Segundo a «Rostec», a empresa reparava equipamentos para os sistemas Buk-M1, Buk-M2 e S-300V.

A instalação recebeu especial atenção da OSINT ucraniano. Numa publicação de 29 de março de 2024, o investigador Jompy escreveu que o 75º arsenal era a única base russa de armazenamento de sistemas antiaéreos que tinha descoberto.

Geolocalização do 75º Armazém em Serpukhov

Localização: 54.931187, 37.412960 

O jornalista investigativo e quase sempre muito bem informado, Oliver Caroll, do «The Economist» anunciou a suspensão do limite de velocidade do Starlink na Ucrânia:

O trabalho dos drones kamikaze middle-strike ucranianos no transporte logístico russo nos territórios temporariamente ocupados. A autoestrada está repleta de veículos russos em chamas.


quarta-feira, outubro 21, 2026

A morte da menina Angelina, uma das 2.570 civis ucranianas mortas em 2026

A menina ucraniana Angelina, de apenas um ano, morreu no seu carrinho de bebé em 19 de outubro de 2026, durante um ataque de drone russo no parque central da aldeia de Nova Vodolaga, na região de Kharkiv. A sua mãe, Inna, ficou gravemente ferida e faleceu mais tarde no hospital. No total, seis pessoas, incluindo duas crianças (a outra menina morta tinha 11 anos), foram mortas no ataque russo, e 15 ficaram feridas, informa a Polícia Nacional da Ucrânia.

A rússia continua a matar crianças ucranianas, enquanto Washington continua a debater sobre o tipo de concessões que Ucrânia deveria fazer para que a rússia aceite parar de matar os civis ucranianos. 

Donald Trump: «Francamente, a rússia está a comportar-se de forma bastante normal com a Ucrânia. Não estão a fazer nada de especial por lá».


Na Nova Vodolaga o drone russo atingiu o parque central onde as famílias com crianças passeavam. Morreram seis pessoas: Angelina, de um ano (morta no seu carrinho de bebé), a mãe, Inna (que morreu no hospital), uma menina de 11 anos e três outros adultos. Quinze pessoas ficaram feridas, 2 delas crianças.

Estes ataques têm ocorrido quase diariamente em outubro. A ONU classificou as duas primeiras semanas do mês como um dos períodos mais mortíferos para os civis ucranianos nessa guerra. Mais de 100 civis foram mortos numa única semana. Em Pryluky, nos dias 6 e 7 de outubro, um míssil russo destruiu um edifício de habitação, matando 22 pessoas, incluindo crianças. Em Kramatorsk, no dia 8 de outubro, um ataque a autocarros de passageiros matou aproximadamente 30 à 35 pessoas. Em Zaporizhzhia, no dia 10 de outubro, aproximadamente 20 pessoas foram mortas em edifícios de habitação.

Em setembro de 2026, a Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia registou pelo menos 328 mortes de civis e 2.105 feridos — um aumento de 85% em relação a setembro de 2025. De janeiro a setembro, 2.570 civis foram mortos. A principal causa foram os mísseis, drones e bombas guiadas russos lançados sobre áreas residenciais, transportes e áreas densamente povoadas, longe da linha da frente. 

Só um completo canalha, sem qualquer consciência ou compaixão humana, poderia chamar tudo isto de «completamente normal» e «nada de especial».

Bónus

No dia 21 de outubro a rússia perdeu duas aeronaves militares. Um caça-bombardeiro Su-30SM caiu na região de Kaliningrado. Os dois pilotos conseguiram se ejatar, mas sofreram ferimentos médios e foram levados ao hospital.

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No mesmo dia foi registada a queda de um outro Su-30, os blogueiros militares russos já noticiaram que a sua tripulação, muito felizmente, não sobreviveu.

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domingo, outubro 18, 2026

⚡️📍 Ucrânia efetuou um ataque de grande envergadura ao São Petersburgo

Na noite de 18 de outubro, os drones ucranianos, atingiram, com muito sucesso, vários alvos em São Petersburgo e na região de Leninegrado: terminal petrolífero «Ruchyi», porto comercial, centro de dados da rede social «VK», armazém da «Ozon». Incêndios e explosões estão por todo o lado. 


Imagens do ataque e do incêndio no porto comercial:


O depósito de petróleo «Ruchyi» continua em chamas:



Geolocalização do depóstio de petróleo de «Ruchyi»

Localização: 59.994292,30.449055

O gasóleo à arder na baía de São Petersburgo:

O armazém da «Ozon» em São Petersburgo será obviamente completamente destruído pelo fogo. Os russos podiam simplesmente ter concordado com um cessar-fogo, e nada disto teria acontecido. Mas putin recusou cessar os ataques contra os alvos civis na Ucrânia. Então foi o putin que incendiou este armazém, assim como tudo o resto que explodiu e ardeu na cidade.


Geolocalização do centro logístico da «Ozon»

O armazém logístico da «Ozon», possui uma área de aproximadamente 51.500 m², está situado nos arredores de São Petersburgo. O armazém é um elemento importante da infraestrutura logística da «Ozon», garantindo o armazenamento, a triagem e o processamento seguros das mercadorias, bem como a sua posterior distribuição aos pontos de venda dos clientes.

Localização: 59.814357833407605, 30.478667894695434

Os helicópteros estão a tentar extinguir o incêndio da central logística de «Ozon»:

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Fonte Osint: worldmilitares; 

🎥☝️ POW’s africanos capturados na Ucrânia pedem ajuda à União Africana

Os mercenários prisioneiros de guerra africanos apelam aos participantes da 3ª Cimeira rússia-África, que irá decorrer ente 28 à 29 de outubro em Moscovo, para que os ajudem a regressar a casa. Um destes homens pode ser descendente direto dos famosos e históricos prazeiros da Zambézia.

Desde o início da invasão russa em grande escala da Ucrânia, as FAU já capturaram mercenários oriundos de 59 países, 18 dos quais africanos. Apenas 30% destes POW africanos manifestam o seu desejo de regressar à África, outros 70% dizem, que querem ser trocados, regressando à rússia. Desde o primeiro dia da guerra, que começou em 24.02.2022, a rússia não trocou e nem sequer pediu para trocar NENHUM prisioneiro de guerra africano.


Caso Nunes Rosario Andrade 

O nome do mercenário proveniente do Zimbábue, Nunes Rosario Andrade é totalmente português, o que indica que ele é um filho/neto de africanos, profundamente luso-aculturados. É de recordar, que historicamente, a família Rosário Andrade era uma influente dinastia mercantil luso-africana (dos chamados prazeiros), estabelecida na região do Alto Zambeze, no atual Moçambique. As suas atividades no século XIX obrigaram o governo português a declarar oficialmente as suas reivindicações territoriais (assim chamada política de «ocupação efetiva») sobre estas regiões.

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Por agora, Ucrânia recorda aos cidadãos de países estrangeiros: participar na guerra ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na Ucrânia ou se já juntou ao exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». O projeto ajudrá-lhe a salvar a sua própria vida e a render-se em segurança às FAU. 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

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  • +38 095 688 68 88
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sábado, outubro 17, 2026

Os fornecedores clandestinos de componentes do míssil russo «Kinzhal»

Dos 197 componentes do míssil russo «Kinzhal», 155 são de fabrico americano. Segundo um relatório recente, quase 79% dos componentes identificados num dos mísseis mais avançados da rússia são provenientes dos Estados Unidos. Outros são do Japão (17), da Suíça (10) e de Taiwan (7). Apenas UM componente é de fabrico russo. 

A rússia está a utilizar tecnologia ocidental para construir mísseis que destroem cidades, infraestruturas e prédios na Ucrânia, matando civis ucranianos. Apesar de anos de sanções, a rússia continua a obter estes componentes através de cadeias de abastecimento que contornam as restrições. Se o Ocidente e os aliados da Ucrânia pretendem realmente travar a máquina de guerra russa, precisam de interromper o fluxo de tecnologia que a mantém em funcionamento. 

Fonte 

Bónus

O 3º Corpo de Exército das FAU demonstrou a destruição de um novo sistema russo de lança-chamas pesado TOS-3 «Dragão», ocorrida no decorrer da «Operação Vivaldi», a 12 km da linha de contato. É a primeira vez que um sistema desse tipo foi destruído.

Além disso, no mês de setembro de 2026, os operadores da Divisão de Mísseis e Artilharia Antiaérea da 3ª Brigadade Assalto destruíram 533 drones russos de diversos tipos:

A unidade destruíu 328 drones-kamikaze russos: 303 «Molniya», 12 «Lancet», 12 «Gerbera» e um «KUB-1». Também foram abatidos 42 drones médios de reconhecimento: 15 «ZALA», 12 «KVO», 6 «Orlan», 6 «Skat» e 3 «Supercam».

sexta-feira, outubro 16, 2026

Ucrânia chega ao marco histórico de 200 aviões russos abatidos

O grupo OSINT Oryx assinala um marco histórico, alcançado pela Ucrânia na atual guerra russo-ucraniana. Desde 24.02.2022 e até 1.10.2026, as forças ucranianas abateram 200 aviões e 185 helicópteros russos, contabilizando somente abates com a confirmação absolutamente positiva com suporte em fotos e/ou vídeos. As perdas russas reais são infinitamente maiores. 

Assim, a rússia perdeu 200 aviões, das quais 169 foram destruídos e 31 danificados, incluíndo:

  • 12 bombardeiros estratégicos Tu-22M3;
  • 12 bombardeiros estratégicos Tu-95MS. 

A rússia também perdeu 185 helicópteros, dos quais 145 foram destruídos, 38 danificados e 2 capturados, incluíndo:

  • 10 helicópteros de ataque Mi-35M;
  • 69 helicópteros de ataque Ka-52 «Alligator».

No mesmo período, a rússia perdeu 25 drones pesados da classe estratégica (excluindo largos milhares de drones leves, FPV, etc), dos quais 21 foram destruídos, 1 danificado e 3 capturados, incluíno:

  • 3 «Mohajer-6»;
  • 1 Sukhoi S-70 «Okhotnik-B». 

O mês de setembro de 2026, foi bastante pesado para as contas da força aérea russa, foram perdidos 8 aviões e 6 helicópteros.

O custo financeiro das perdas russas em aviação pode chegar aos 8.8 bilhões de USD

Antecipando as curiosidades, podemos rever as baixas ucranianas. Segundo a mesma Oryx, desde 24.02.2022 e até 1.10.2026 Ucrânia perdeu 122 aviões, das quais 117 destruídos, 4 danificados e 1 capturado, incluíndo:

  • 5 caças F-16;
  • 1 Mirage 2000-5F. 

A Força Aérea da Ucrânia também perdeu 58 helicópteros, dos quais 52 destruídos, 3 danificados e 3 capturados, incluíndo:

  • 1 helicóptero de transporte Airbus H225;
  • 1 «Westland Sea King». 

No mesmo período, país perdeu 29 drones pesados da classe estratégica (excluindo drones leves, FPV, etc), dos quais 28 destruídos e 1 capturado, incluíndo:

  • 26 Bayraktar TB2. 

Em setembro de 2026, Ucrânia perdeu 1 avião e nenhum helicóptero. 

Bónus 

Os drones ucranianos atingiram a central petrolífera da Gazprom na cidade russa de Surgut, que fica no Distrito Autónomo de Khanty-Mansiysk, a cerca de 2.500 km da fronteira com Ucrânia:

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A central da Gazprom processa condensado de gás e produz combustível para motores de veículos terrestres e de aviação. A sua capacidade de produção é de 12 milhões de toneladas de matéria-prima por ano.

💀 Malambahe Sabtar Sabanal: 3º mercenário filipino liquidado na Ucrânia

A secreta militar ucraniana GUR MOU identificou mais um mercenário estrangeiro morto ao serviço do exército de ocupação russo — o cidadão filipino, Malambahe Sabtar Sabanal, nascido a 25 de outubro de 1986, natural do município de Labason, na ilha de Mindanao. 

O mercenário filipino assinou o contrato com o exército russo em 16 de junho de 2026 em Ryazan. O tenente russo V. Romanov foi o seu acompanhante oficioso. A duração do contrato era de um ano — o prazo típico para os estrangeiros “descartáveis” do exército russo.

Declaração que confirma que Malambahe Sabtar Sabanal está ao serviço do exército russo


Após a assinatura dos documentos, Malambahe foi enviado para um centro de treinos. Aí, passou apenas uma semana e meia a tentar aprimorar as suas habilidades de combate. 

No início de julho de 2026, o filipino foi enviado aos territórios ucranianos temporariamente ocupados. No final do mesmo mês, Malambahe foi eliminado durante operações de assalto perto de Kostyantynivka, na região de Donetsk.

As circunstâncias da permanência de Malambahe na frente de batalha são comprovadas por correspondência registada junto de um outro mercenário das forças de ocupação russas, presumivelmente também cidadão filipino.

Malambahe (à direita) com um outro mercenário filipino

Numa mensagem datada de 28 de julho, poucos dias antes da sua morte, Malambahe queixava-se dos constantes ataques de drones ucranianos e da morte de um colega. As fotografias disponíveis mostram outros mercenários juntamente com Malambahe, que são provavelmente também cidadãos filipinos. 

Apesar dos avisos do governo filipino e das exigências da legislação local, o Malambahe foi tentado pela oportunidade de ganhar o dinheiro fácil, decidindo juntar-se ao exército de ocupação russo. No final, a participação na guerra neocolonial e criminosa russa custou-lhe a vida. 

Recordamos que, no dia 12 de agosto de 2026, o GUR reportou a identificação de um outro mercenário filipino liquidado na Ucrânia: Jeric Jumadil Undol, nascido a 5 de março de 1989, natural de Panamao, liquidado na Ucrânia em maio de 2026, apenas 27 dias após assinar o contrato com o exército russo.

Jeric Jumadil Undol mercenário filipino, liquidado na Donbas

De acordo com o projeto “Quero Viver”, cerca de 14 cidadãos filipinos assinaram os contratos com o exército de ocupação russo; pelo menos três deles morreram e um é POW: Raymon Santos Gumangan, natural de Alcala, província de Pangasinan. Em setembro de 2025, ele foi capurado pelas Forças Armadas da Ucrânia (FAU) na região ucraniana de Sumy. Raymon continua no campo ucraniano dos prisioneiros russos, as autoridades russas não tem nenhum interesse de o incluir nas listas de trocas dos POW. 

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O GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia recorda que cada estrangeiro nas fileiras do exército de ocupação russo ainda pode salvar a sua própria vida — rendendo-se às FAU através do bot do projecto «Quero Viver».

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quinta-feira, outubro 15, 2026

Ucrânia atinge 6 caças-bombardeiros Su-34M e dois helicópteros russos

Na noite de 15 de outubro, a Marinha da Guerra da Ucrânia, utilizou os mísseis costeiros «Neptune Longo» para atingir o aeródromo militar «Borisoglebsk», na região russa de Voronezh. Ataque resultou em 4 Su-34 (Fullback) destruídos e outros 2 sofrendo danos significativos.

Todos 6 aparelhos eram caças-bombardeiros Su-34M de primeira linha, utilizados ativamente como lançadores de bombas guiadas contra as posições ucranianas e contra os alvos civis na Ucrânia. Calcula-se que o ataque, afetará, positivamente, as capacidades e a intensidade dos ataques russos na linha da frente e nas cidades situadas juntas à área de combates.

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As testemunhas relataram várias explosões e um incêndio na zona do aeródromo de Borisoglebsk. A vista de satélite das pistas do aeroporto no dia 13 de outubro e a mesma área no dia 15 de outubro, pela AviVector:

Aeródromo de «Borisoglebsk» no dia 13 de outubro de 2026

Aeródromo de «Borisoglebsk» no dia 15 de outubro de 2026

Abate de um Mi-28 russo, efetuado pelos operadores de drones da 115ª Brigada de Fuzileiros Motorizados da Ucrânia:

No final do vídeo, aparece o momento do abate de um Mi-8 russo extra, que, segundo o grupo OSINT ukr_informant, está relacionado com um outro caso de uso, efetivo, dos drones ucranianos de ataque. 

Perdas russas documentadas em setembro de 2026: 8 aviões e 6 helicópteros

Imagens raras do drone de ataque ucraniano «Sichen» (literalmente Janeiro), voando em missão de combate. O seu alcance de voo declarado é de 1400 km:

O uso de drones middle-strike pelos operadores ucranianos das SSO-SOU nas estradas dos territórios ucranianos temporariamente ocupados. Nenhum motorista pode ou deve esquecer, que o ato de atravessar, ilegalmente, a fronteira estatal da Ucrânia, é um crime punível, atualmente, com até a pena da morte.

Fontes Osint: avivector; ukr_informant