quarta-feira, agosto 05, 2026

«Ronaldo» iemenita é capturado na Ucrânia pelas FAU

Os cidadãos estrangeiros recrutados pela rússia para a sua guerra neocolonial contra Ucrânia continuam a render-se em massa. As Forças Aerotransportadas ucranianas capturaram cidadãos do Iémen, Burundi e Bangladesh. 

POW iemenita Osama Al-Garadi «Ronaldo»

Osama Al-Garadi «Ronaldo», é um iemenita de 21 anos, assinou o contrato com o exército russo juntamente com o seu pai. Os recrutadores prometeram-lhes altos pagamentos e salários elevados. Após um curto período de treino, Osama foi enviado para Dobropillia, onde assistiu à morte de soldados russos em massa durante mais de um mês. O seu pai também morreu, e Osama recebeu apenas cerca de 400 dólares do dinheiro prometido.

Islam Imri Tugidu «Shugak», é um cidadão do Bangladesh de 24 anos, veio para Moscovo estudar, mas foi detido pela polícia devido a problemas com a documentação. Em vez de ser deportado, foi levado para um campo de treino militar, «formado» em uma semana e enviado para a frente de batalha. Durante a sua primeira missão de combate, rendeu-se sem resistência aos combatentes da 82ª Brigada Aerotransportada das FAU. Também nunca recebeu os pagamentos prometidos.

Nduviman Elashima «Dogo», é um burundês de 20 anos, veio à rússia alegadamente para trabalhar na construção de estradas. Ao chegar à rússia, os seus documentos foram confiscados e foi-lhe dito que agora iria lutar contra Ucrânia. Durante a primeira missão de combate, parte do grupo foi morto, e o próprio Nduviman rendeu-se após vários dias a vaguear sem rumo. 

É revelador que todos os soldados da unidade de assalto tenham sido tatuados com números pessoais, tal como os nazis faziam nos campos de concentração. No sistema russo, não são pessoas, mas sim peças descartáveis, cujo único propósito é realizar os ataques em massa. São tratados como tal. 

Se lhe oferecerem um contrato com o Ministério da Defesa russo, lembre-se: para o comando russo, os estrangeiros são descartáveis. A melhor forma de salvar a sua vida é não assinar o contrato. Se já se encontra na linha da frente, pode render-se com segurança através do projeto «Quero Viver». 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

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Ataque russo à cidade e à região de Kyiv mata 17 civis ucranianos

Na noite de 5 da agosto os ocupantes russos bombardearam alvos civis em Kyiv e na região circundante, usando munição de fragmentação e matando 17 e ferindo 44 civis. Oito destas pessoas morreram na estação ferroviária de Kvitneva, onde simplesmente esperavam por um comboio/trem. 



A rússia matou deliberadamente passageiros comuns, escolhidos aleatoriamente. Isto não tem nada a ver com ações militares na frente de batalha. Estão simplesmente a tentar matar o máximo de pessoas possível com o objetivo de aterrorizar. Francamente, não há mais nada a discutir. A rússia é um Estado aberrante. Um Estado terrorista. 

A rússia lançou 24 mísseis balísticos, 4 mísseis Zircon/Oniks e 115 drones, muitos deles de propulsão a jato. Os principais alvos foram empresas civis, incluindo armazéns, uma fábrica de cerveja, instalações logísticas, infraestruturas e uma estação ferroviária. O ataque russo provocou 17 mortose 44 feridos.

É assim que as vitórias russas se parecem hoje. Passageiros assassinados jazem na estação ferroviária de Kvitneva. Pessoas comuns, mortas deliberadamente por ações da máquina de guerra russa. 

Fotos +18, estação Kvitneva

A rússia orgulha-se imensamente disso.

Na noite passada, a rússia atacou a cidade de Kyiv com um míssil carregado de munições de fragmentação. 

Isto não pode ser explicado por qualquer necessidade militar. Munições de fragmentação estão a ser disparadas contra uma cidade de 3 milhões de habitantes com um único propósito: matar o máximo de civis possível enquanto fogem para se protegerem. 

e a resposta ucraniana... 

Vladimir Tkachuk, o diretor da fábrica privada «Uraldronzavod», que produz drones «Upyr», foi visado numa explosão na região de Sverdlovsk, na rússia. Está na UCI em estado grave.

O prerfil de Tkachuk é um pacote completo de um patriota russo: distribuição de pornografia infantil, militância nazi, a propaganda de guerra e de assassinatos em massa.

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Depois essas mesmas pessoas propagam, constantemente o antifascismo, a espiritualidade e os valores familiares, na verdade, apenas vilões caricatos e pervertidos. 
Mercedes do Tkachuk após o acidente

O controlo objetivo, à partir do terreno, como os bravos grupos móveis russos respondem, de forma eficaz e eficiente à um ataque de drones ucranianos aos camiões-cisterna russos na região de Zaporizhia.


Ação do 3º Bat da 414 OBr «Pássaros do Magyar»

 


Voluntários japoneses do Corpo de Voluntários da Ásia (ADK)

Voluntários japoneses do Corpo de Voluntários da Ásia (ADK), a unidade da GUR MOU, que combate ao lado da Ucrânia, posam com uma bandeira japonesa assinada, algures na linha da frente. 

ADK é uma unidade das Forças Armadas da Ucrânia, que reúnde os voluntários de toda a Ásia, todos unidos por um compromisso comum com a defesa da liberdade e da justiça. 

Bónus

O legionário brasileiro Quadzilla da Legião Internacional fala sobre o seu percurso até à Ucrânia, os seus primeiros meses de serviço e os desafios que os novos recrutas podem enfrentar. Partilha também a sua motivação pessoal e conselhos sobre como se preparar melhor para o serviço militar na Legião.

Unidade: @DIU_Legion

Ofertas do 5º Centro de Operações Especiais da GUR MOU

terça-feira, agosto 04, 2026

❌ O safari humano em Kherson e outros crimes de guerra russos

Ataque russo de bombas planadoras às casas civis na cidade de Sumy

O safari humano em Kherson. O operador russo de drone FPV, com um prazer sádico, persegue um vendedor ambulante – um ucraniano civil comum, um homem idoso e corpulento. Depois atinge-o, deliberadamente, para matar. 

O operador FPV vê o seu alvo em direto e em tempo real. O homem, em algum momento, bem visível no vídeo, cruza as mãos no peito em um sinal absolutamente claro e perceptível, que significa: «por favor, não me ataque». O ocupante russo ignora o pedido e ataca na mesma. Essas são as «vitórias» do exército russo de ocupação na Ucrânia. 

De acordo com a versão oficiosa russa, Kherson pertence à federação russa e os seus residentes são considerados cidadãos russos. Por outras palavras, um militar russo tenta matar um homem que é considerado como seu compatriota. Um civil comum que vende frutas e legumes numa banca móvel e que não fez mal a ninguém. Isso a rússia chama «defesa dos compatriotas russos». 

Polícia Nacional da Ucrânia já informou que o vendedor ucraniano sobreviveu, apesar de vários ferimentos sofridos no ataque. Pura maldade russa. 

Yuri, o vendedor sobrevivente de legumes, conta que mostrou ao operador russo do drone FPV que só tinha tomates e beringelas. Mas para o safari humano que os soldados russos estão a organizar em Kherson por diversão, isso é irrelevante. Yuri teve sorte – sobreviveu, embora tenha sofrido uma concussão e múltiplos ferimentos. 

Os criminosos de guerra russos lançaram bombas planadoras sobre edifícios residenciais em Kramatorsk. Tentaram deitar abaixo um prédio residencial alto com pessoas lá dentro, mas não conseguiram. Há feridos. Os ocupantes russos chamam isto de «defesa dos moradores de Donbas».


O prédio residencial civil atingido em Kramatorsk, 3 de agosto de 2026

Na cidade de Sumy, os ocupantes russos lançaram bombas planadoras sobre as casas civis, matando duas meninas, de 5 e 10 anos, e uma senhora idosa. 



Ataque russo de bombas planadoras em Sumy

É assim que luta o exército russo. Algum coronel ou até o general receberão as medalhas e ordens militares «pela bravura» à conta destes crimes. Os russos orgulham-se de um exército assim.

e as respostas ucranianas...

Na vila de Krasny Bor, no distrito de Tosnensky, na região de Leninegrado, está à arder um dos maiores e mais modernos centros de logística de «Wildberries», com uma área de 154.000 metros quadrados. O complexo foi concebido para armazenar mais de 57 milhões de artigos e está equipado com sistemas de triagem automatizados.


Bom dia também em Syzran. A refinaria de petróleo local, que já foi visitada por drones ucranianos no passado recente, está novamente a arder. 

Fontes: TG @kazansky2017

segunda-feira, agosto 03, 2026

Os trotsquistas ocidentais em luta na Checoslováquia e Polónia comunistas

Apesar do seu marxismo declarado, os camaradas dos serviços secretos dos países comunistas não viam as revoluções populares nos países da Europa Central como as manifestações de massas à favor da mudanças democráticas, mas antes como elementos de operações das secretas ocidentais.

Assim, em 5 de abril de 1969, o 1º Departamento do Ministério do Interior da Polónia (Inteligência externa) produziu um informe secreto sobre às atividades dos grupos ocidentais na Checoslováquia, já após o esmagamento da Primavera de Praga pelas forças militares do Pacto de Varsóvia.

As ruas de Praga em agosto de 1968

O documento defendia que os alegados «centros de sabotagem ocidentais» estavam a enviar «os grupos especiais de formação» (Sic!) para a Checoslováquia, com a tarefa de familiarizar os estudantes checoslovacos com «os métodos de organização de manifestações e combates de rua».

Como exemplo da atuação destes grupos, os polacos citam a «exibição de um filme de 45 minutos no dia 2 de abril deste ano, às 18h00, na Faculdade de Filosofia da Universidade Carolina em Praga, dedicado a manifestações estudantis em França, na República Federal da Alemanha e no Japão».

Curiosa a composição do grupo, que incluia o ativista franco-polaco Charles Urjewicz, atualmente um professor emérito da história russa e do Cáucaso, na altura o militante da organização francesa «trotskista-sionista» [assim no documento] Juventude Comunista Revolucionária (JCR), Jean-Paul Sidi, membro da mesma organização e Sibylle Plogstedt, a ativista da União Socialista dos Estudantes Alemães (Sozialistischer Deutscher Studentenbund — SDS) de Berlim Ocidental (alemã Sibylle Plogstedt, que mais tarde se tornou jornalista e publicitária, na década de 1960 era militante ativa do Grupo de Marxistas Internacionalistas, liderado por um proeminente socialista e sindicalista Jakob Moneta).

O blindado soviético esmaga um autocarro civil nas ruas de Praga, agosto de 1968

O 1º Departamento alertava os governantes polacos, que Urjewicz visitou a Polónia por diversas vezes, em 1962, 1963, 1964, 1966 e 1967, colaborando com os Komandosi, um proeminente grupo dissidente de estudantes de esquerda na Polónia comunista durante o final da década de 1960 e início da década de 1970, com figuras-chave como Adam Michnik, Jan Lityński e Seweryn Blumsztajn. O grupo foi perseguido e parcialmente desmantelado pelos serviços secretos polacos na sequência dos protestos estudantis pró-democracia em março-agosto de 1968. O documento polaco também alega, que o líder do grupo alemão SDS, Eric Nohara (1928-1990), era, alegadamente, um «agente dos serviços secretos britânico e americano».

É de notar, que o documento produzido estava sendo assinado pelo chefe do 1º Departamento do Ministério do Interior, coronel (na altura)  Miroslaw Milewski, mais tarde general da polícia, pertencente à ala estalinista da elita governante polaca (a chamada «ala do betão»), que em 1984 foi formalmente acusado de ser um dos mandantes morais do assassinato do padre católico Jerzy Popiełuszko. Como resultado destas acusações, em 1985 Milewski foi destituído de todos os cargos no partido governante e no Estado, e posteriormente reformado/aposentado. Em 1990, chegou à ser brevemente detido e morreu em 2008, aos 69 anos de idade.

🔥👉 Crimeia ocupada está à ficar sem eletricidade, água e combustível

A Crimeia está à ficar sem eletricidade, água e combustível — embora o Kremlin se esforça em lapidar a situação real desastrosa, vivida na «jóia do império», península ucraniana temporariamente ocupada. 

Na Crimeia, território temporariamente ocupado e transformado numa base militar pelos invasores russos após 2014, os problemas com o fornecimento de combustível, eletricidade e água estão a agravar-se. Os preços dos alimentos aumentaram várias vezes. A época de férias 2026 revelou-se um fracasso. A população moscovita que veio à península após a ocupação russa está a regressar cada vez mais à sua rússia nativa. 

A unidade de drones de ataque, «Pássaros do Magyar», usa a tática de «mil cortes», aplicada à logística russa, filmagem na localidade de Prymorsk, na parte ocupada da região de Zaporizhia:

Para mais informações sobre o agravamento da crise na Crimeia, consequência natural da guerra neocolonial russa contra Ucrânia e da ocupação russa da península, leia a análise da secreta militar ucraniana GUR MOU AQUI.

Drones marítimos da GUR atuam na Crimeia ocupada

Os comandos da unidade especial da GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia, «Grupo 13», realizaram uma operação bem-sucedida no território da Crimeia temporariamente ocupada — atingiram a unidade de controlo do complexo de radar «Podlyot», bem como o sistema de reconhecimento automático «amigo vs inimigo» — o sistema de radiolocalização «Parol-4». 

Na operação, que decorreu no final de julho de 2026, as forças ucranianas utlizaram as mais recentes versões de drones marítimos «Magura», portadores de drones FPV, que permitiram atacar, com sucesso, alvos do exército russo na Crimeia. 

Desde início da invasão russa em 2022, os operadores da GUR, o “Grupo 13”, destruíram nove navios russos e danificaram cinco, destruíram três helicópteros inimigos e danificaram outro helicóptero, além de destruírem dois caças russas no aquatório do Mar Negro. 

A luta armada continua!

Glória à Ucrânia!

«Azovstal»: quatro anos após a queda da resistência ucraniana

O estado atual da fábrica de «Azovstal». As ruínas da central estão simplesmente abandonadas. Nem sequer as minas foram removidas, mesmo passados ​​quatro anos. Os ocupantes russos não fizeram nada nem por si, nem pela população, simplesmente destruíram e abandonaram tudo. 





Canal Siversky Donets-Donbas. Estado atual 

Como podem ver, a infra-estrutura física do canal foi completamente destruída pela guerra; reconstruí-la de raiz levará anos de trabalho e bilhões de dólares. 

A mentira russa de que a Ucrânia «bloqueou o canal» é refutada pelos seus próprios vídeos. O canal não pode ser bloqueado — simplesmente já não existe fisicamente. O exército russo destruiu-o, tal como destruiu as cidades ucranianas que alegadamente «libertou». 

Portanto, mesmo a hipotética captura das ruínas de Slovyansk pelo exército russo não melhorará o abastecimento de água da Donbas. 

A cidade morta de Druzhkivka 

Antes da invasão e guerra russas nessa cidade ucraniana viviam cerca de 60.000 habitantes, agora restam apenas 5.000 ou 6.000. O blogueiro militarista russo comenta a destruição e devastação de Druzhkivka, situada na região de Donetsk. Diz que até é bom que somente restaram tão poucos, pois assim «menos gente irá morrer durante o assalto à cidade». O propagandista russo não explica aos seus leitores porque razaão a «libertação russa» e os ataque militares são necessários, já que resultam na morte de toda a população e na destruição da cidade. 

A propaganda estatal e militarista russa chama tudo isto de «ajuda aos moradores/povo de Donbas»...

Fontes: https://t.me/kazansky

domingo, agosto 02, 2026

🔥Ucrânia atinge a refinaria de Saratov e o aeródromo militar de Engels-2

Na noite de 2 de agosto de 2026, os comandos do Departamento de Ações Ativas da GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia, no âmbito de uma operação conjunta com as FAU/USBS, atingiram a refinaria de Saratov e o aeródromo militar de Engels-2.

De acordo com os dados preliminares, na refinaria de Saratov foram atingidas as principais unidades de refinação de petróleo, usado para alimentar a máquina da guerra russa contra Ucrânia. O volume de processamento da refinaria de Saratov é de cerca de 7 milhões de toneladas de petróleo por ano. A empresa produz combustível de aviação e gasóleo, bem como lubrificantes, que são fornecidos ao exército de ocupação russo.


Na base da aviação estratégica russa «Engels-2», na região de Saratov, que os ocupantes russos utilizam constantemente para ataques terroristas aéreos e de mísseis contra Ucrânia, foram atingidos as infraestruturas e os sistemas vitais do funcionamento daquele aeródromo militar.

Aeroporto militar Engels-2 visto por satélite

Localização: 51.48995604965953, 46.166298592214666 

Anteriormente, na noite de 29 para 30 de julho de 2026, os drones da GUR MOU atingiram, com sucesso, três alvos valiosos do exército de ocupação russo, situados na região de Kherson e na Crimeia ocupada:

  • o sistema antiaéreo «Pantsir-S1» na região de Kherson;
  • a embarcação «Sargan» do projecto 1100M na cidade de Kerch, na Crimeia ocupada;
  • a estação de controlo/e terrestre de drones «Forpost» na cidade de Yevpatoria, na Crimeia. 

A luta armada continua!

Glória à Ucrânia! 

O armazém da «Wildberries» (18º em cerca de 10 dias) na localidade de Novosemeykino, na região de Samara está em chamas. O complexo logístico com uma área de 178.600 m² é um dos principais centros da empresa na região do Volga.


O centro realiza a distribuição e entrega de mercadorias na região de Samara e nas regiões vizinhas, apoiando a operação da rede logística da «Wildberries» na parte central da rússia geograficamente europeia.



Novosemeykino, região de Samara, 2 de agosto de 2026

É significativo que o símbolo raschista estava pintado junto ao local)

Localização: 53.389975, 50.332925

sábado, agosto 01, 2026

Terror russo em Kyiv e Odesa; Ucrânia responde, atingindo as refinarias e radares

Até a propaganda russa já admite que os ataques contra Kyiv não têm qualquer propósito militar e são realizados unicamente para aterrorizar civis, não sendo, por isso, necessários mais comentários. 


Cratera deixada por míssil russo num dos pátios de Kyiv

Pelo menos nove pessoas foram mortas na noite de 1 de agosto em Kyiv. Foram alvejadas indiscriminadamente, onde quer que fosse possível – em pátios, prédios de habitação, até mesmo no asfalto das ruas da capital ucraniana. 


Em Odessa, os ocupantes russos atacaram deliberadamente um edifício residencial com o drone de ataque. Uma vez por ano, em 2 de maio, os propagandistas russos demonstram falsa e ostensiva compaixão pelos residentes de Odessa. Nos outros dias do ano, bombardeiam a cidade, a mesma que teimam em chamar de «cidade russa» e matam os civis ucranianos ali residentes.

e a resposta ucraniana... 

O navio porta-contentores russo «Yanina» (ex-Bourda), pertencente à corporação nuclear russa «Rosatom», foi afundado no Mar Negro. Dois drones marítimos do SBU afundaram o porta-contentores à cerca de 180 km da costa de Novorossiysk. O navio navegava sob a bandeira russa e tinha a capacidade de carga de 100 mil toneladas.

Os drones de SBU atingiu três refinarias russas no Bascortostão e quatro estações de radar na região de Krasnodar.

O Serviço de Segurança da Ucrânia realizou na noite de 1 de agosto mais um ataque bem-sucedido contra a infraestrutura de combustíveis e militar da federação russa. Estas operações especiais são realizadas para reduzir o potencial militar russo.

Os drones de longo alcance do SBU atingiram as infraestruturas de três refinarias de petróleo na cidade de Ufa (república do Bascortostão, sob ocupação temporal da rússia), que se situam a 1.600 km da fronteira estatal da Ucrânia. Trata-se das empresas Bashneft-UNPZ, Bashneft-Novoil e Bashneft-Ufanaftokhim, que fazem parte da Bashneft e formam um dos maiores polos de refinação de petróleo da rússia. 

Cidade de Ufa, 1 de agosto de 2026

A capacidade total destas empresas é superior a 23 milhões de toneladas de petróleo por ano. Ufa é um dos principais centros de refinação de petróleo da federação russa, e as refinarias locais fornecem gasolina, gasóleo, querosene de aviação, lubrificantes e outros produtos usados, em particular, para satisfazer as necessidades do exército russo. 

Além disso, os drones do SBU atingiram três estações de radar «Podlyot-K1» e um radar «Kasta-2E2», todos na região de Krasnodar, que foram utilizados pelos ocupantes russos para detetar alvos aéreos. 



A localidade de Nizhnekamsk, no Tartaristão

A localidade de Nizhnekamsk, na república do Tartaristão, um incêndio de grandes proporções deflagrou na zona industrial da empresa «Nizhnekamskneftekhim» após uma explosão, provavelmente provocada por uma sobrecarga do sistema na sequência de uma série de ataques de drones ucranianos à zona industrial. O acidente levou a um incêndio de grandes proporções, que consumiu uma parte significativa da empresa, e uma densa coluna de fumo eleva-se sobre as instalações. 

FontesExilenova_plus; Exilenova_plus; SBU;

sexta-feira, julho 31, 2026

Tática russa do terror contínuo contra a população civil ucraniana

No dia 30 de julho um míssil balístico russo atingiu a aldeia de Radushne, perto de Kryvyi Rih, na região de Dnipropetrovsk, matando uma família ucraniana. Os pais, os seus dois filhos, de 11 e 17 anos, a sua filha de seis anos e o seu neto de dezoito meses morreram. Quatro outras crianças que estavam na casa estão desaparecidas debaixo dos escombros. 

O míssil destruiu a casa de Elena e Artem Voronov, onde eles viviam com os seus sete filhos. A casa e parte da rua da aldeia ficaram completamente destruídas. Ambos os pais, os seus dois filhos, de 11 e 17 anos, a sua filha de seis anos e o seu neto de dezoito meses morreram. Quatro outras crianças que estavam na casa estão desaparecidas debaixo dos escombros. De acordo com informações preliminares da investigação, o ataque foi realizado com um míssil balístico de fabrico norte-coreano.

Anton Voronov, o jovem militar ucraniano nos escombros da casa de família, perdeu esposa e filha

Alguns poderão pensar que foi um acidente, que o míssil se desviou da sua trajetória. Não, ataques deste tipo são comuns. Na aldeia de Bohodukhiv, na região de Kharkiv, um drone russo-iraniano do tipo «Shahed» matou a família Krivogub — um pai e três filhos. Em Lviv, um míssil russo matou a família Bazilevych — uma mãe e três filhas. Na aldeia de Hroza, com apenas 300 habitantes, o míssil russo matou 59 pessoas, atingindo, propositadamente, um velório, marcando, para sempre, quase todas as famílias residentes. Durante cada ataque maciço, múltiplos mísseis e drones russos são deliberadamente direcionados contra edifícios residenciais para semear o medo e o pânico entre a população civil ucraniana. 

Incapaz de vencer no campo de batalha, a rússia de putin recorre inteiramente à táctica da terra queimada, tentando destruir a nação ucraniana. Entretanto, os moscovitas são obrigados a pedir os mísseis ao insano regime da Coreia do Norte. 

O que restou da casa dos Voronov

Há cinco anos que a Ucrânia enfrenta um ex-coronel do KGB que subjugou a rússia à sua vontade. Diariamente, a horda de putin semeia a morte em solo ucraniano. Milhares de russos e de nações subjugadas estão ao lado ucraniano na luta contra o regime russo — nas fileiras da Legião da Liberdade da Rússia, do Corpo de Voluntários Russos (RDK), da Companhia Nomad, do Batalhão Siberiano ou do Pelotão Bashkort, bem como entre aqueles que ajudam a Ucrânia dentro da própria rússia.

Cidade de Lviv, 31 de julho de 2026. Foto: Roman Balyuk/Reuters