domingo, julho 26, 2026

Testemunho do Holocausto proibido e silenciado pela censura soviética

Zinovy ​​​​​​Tolkachev, “Tałeskoten”, da série Majdanek.
Imagem: Instituto Histórico Judaico Emanuel Ringelblum em Varsóvia
Aos 23 de julho de 1944, foram libertados aproximadamente mil prisioneiros da «fábrica da morte» — do campo de concentração nazi de Majdanek, na Polónia, perto de Lublin. Um dos libertadores era o militar e artista ucraniano Zinovy ​​​​Tolkachev.

Aproximadamente 130.000 pessoas passaram por naquele campo nazi, 80.000 deles morreram em Majdanek.

A capa da 1ª edição polaca de 1945

O conceituado artista judaico ucraniano Zinovy ​​​​Tolkachev-Schenderovich (1903-1977), enquanto militar soviético, participou na libertação de prisioneiros nos campos de Majdanek e de Auschwitz. Criou, então, as BD/quadrinhos gráficos «Majdanek» (1944-45) e «Flores de Auschwitz» (1945), publicados apenas na Polónia.

“Guarda Feminina”. Portfolio com reproduções das obras de “Majdanek”.
Coleção do Instituto Histórico Judáico Emanuel Ringelblum em Varsóvia

Na União Soviética, estas obras não apenas não foram publicadas, como provocaram perseguições ao artista nas décadas de 1950-60, durante a campanha antisemita estatal soviética dirigida contra os «cosmopolitas», eufemismo soviético aplicado aos judeus. 

«Libertação», 1945. Museu virtual Yad Vashem

Apesar do uso de narrativas perfeitamente alinhadas com a ideologia dominante soviética (por exemplo, a presença da bandeira vermelha no quadro «Libertação»), a sua obra foi perseguida e censurada na URSS. Em 1949, o jornal oficial do PC da Ucrânia soviética, «Pravda Ukrayiny», acusou Tolkachev de promover obras de «conteúdo sionista-religioso», chamou o seu trabalho «profundamente perverso» e definiu os seus álbuns gráficos como uma manifestação de «nacionalismo burguês» e de «cosmopolitismo sem raízes».

“Lugar do não retorno”, 1945. Portfolio com reproduções das obras de “Majdanek”
Coleção: Instituto Histórico Judaico Emanuel Ringelblum em Varsóvia.

Após a morte do artista em 1977 em Kyiv, o seu espólio criativo foi oferecido, pela família, à fundação israelita Yad Vashem.

Faça click para ler mais sobre o padre Omelián Kovch 

No campo de concentração de Majdanek, em março de 1944, foi assassinado, pelos nazis, o Padre Omelián Kovch, o sacerdote greco-católico ucraniano, que salvava os judeus e foi conhecido como “o pároco de Majdanek”.

💀☠️ Como Kremlin sacrificou e abandonou os militares da junta militar do Mali

A EMP russa “Afrika Korps”, sob o controlo do MinDefesa russo, sofre perdas no Mali — no início de julho de 2026, grupos rebeldes locais emboscaram os russos e as forças da junta militar local, que se deslocavam em coluna perto da povoação de Tabrishat, na região de Gao, no nordeste do país.

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Em pleno ataque, quando a coluna começou a sofrer graves perdas em veículos blindados e efetivos devido ao fogo dos rebeldes, os russos recuaram, abandonando o pessoal maliano à sua sorte. Os moscovitas não prestaram qualquer apoio terrestre ou aéreo aos seus “aliados”, embora o “Afrika Korps” possui, sob o seu controlo os drones Orion e helicópteros Mi-24 e Mi-8.

Segundo os dados preliminares, no confronto, os rebeldes eliminaram pelo menos 60 soldados malianos e capturaram pelo menos 30. Dezenas de outros ficaram feridos.

O episódio demonstrou mais uma vez que a rússia está a utilizar o pessoal da junta militar do Mali como «carne para canhão» para atingir os seus próprios objectivos económicos no país. O estado russo também pratica esta abordagem durante a guerra criminosa contra a Ucrânia, quando envia mercenários estrangeiros para a morte em inúmeras ataques frontais às linhas defensivas ucranianas.

Os líderes do «Afrika Korps» no Mali comportam-se como senhores e donos de escravos – os soldados do exército do regime local servem como escravos aos russos: fazem todo o trabalho braçal, trabalham como carregadores e limpam os quartéis após a saída dos moscovitas. Entre os comandantes das tropas da junta militar do Mali, os russos estão a formar redes de corrupção – em particular, vendem armas, sobretudo armas ligeiras, que eram anteriormente fornecidas como parte da chamada «assistência militar».

O único objetivo da rússia no Mali é estabelecer o controlo/e sobre os recursos naturais do país, principalmente os depósitos de ouro e urânio, e expandir a sua influência para uma futura expansão no continente africano. 

Primeiro mercenário mauriciano eliminado na Ucrânia

O Ministério da Defesa da Ucrânia identificou mais um mercenário estrangeiro, morto pelo exército de ocupação russo — o cidadão da República das Maurícias, Stephen Boakye Prakash, nascido a 16 de abril de 1995.

Em junho de 2025, Prakash chegou a São Petersburgo, como turista, planeando regressar a África já em julho. No entanto, parece que os seus planos mudaram — ele decidiu permanecer em território russo.

O passaporte do mercenário

Em agosto de 2025, as polícia russa deteve Prakash, lhe aplicando a multa por permanência ilegal na rússia — 7.000 rublos (cerca de 88,7 dólares americanos na altura). Depois, tal como centenas de outros estrangeiros que se encontravam na rússia sem dinheiro e sem emprego, Prakash recebeu a proposta «irrecusável»: assinar um contrato “de curta duração” com o exército de ocupação russo. Aceitou.

Após uma semana de treino, o mauriciano foi enviado para a linha da frente / front da guerra neocolonial russa na Ucrânia, integrando à uma unidade de assalto. Prakash foi eliminado, por seus camaradas russos, em dezembro de 2025, na tentativa de atravessar ilegalmente a fronteira estatal da Ucrânia, na região de Sumy.

Mercenário estrangeiro & irmão africano, pfr, não seja como Prakash! 

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sábado, julho 25, 2026

Ucrânia, Mariupol, 2022: «Diário de Kateryna Savenko»

Uma ucraniana de Mariupol, manteve o seu diário pessoal durante o cerco russo da cidade. O diário foi salvo pela sua mãe. A própria Kateryna não sobreviveu para nós contar a sua estória. Mas o seu diário conta... 

«O Diário de Kateryna Savenko» finalmente foi publicado. Ele vivia com o seu amado marido e filha em Mariupol. No primeiro dia da invasão russa em grande escala, começou a descrever os acontecimentos que viveu. Diário possui apenas 34 entradas, depois disso é tragicamente interrompido.

Operária da fábrica metalúrgica de Mariupol, Kateryna Savenko, registou no seu diário como a sua família, vizinhos e outros civis lutavam para sobreviver sob os bombardeamentos russos, procurando água, alimentos e um lugar seguro. Ela anotou as mudanças em Mariupol, os seus próprios medos, as memórias de uma vida pacífica e as ações das pessoas a ajudarem-se mutuamente. Kateryna Savenko faleceu em abril de 2022, 39 dias depois de ter começado a escrever no seu diário. A sua família encontrou e retirou as suas notas de Mariupol, que estava sob ocupação russa.

Mãe! Estou ferida no Hospital da Cidade Nrº 1. Todos os médicos se foram. [Tenho]
a perna partida e a cara rasgada. Vitaly morreu. Nadia está na cave do hospital. Ajudem!

É um verdadeiro milagre que a mãe de Kateryna tenha conseguido levar dois cadernos rabiscados para fora da cidade ocupada. A sua filha pediu-lhes que encontrasse este diário e que contasse ao mundo inteiro o que se passou em Mariupol. Frequentemente deparamo-nos com este desejo quase bíblico de «quero que o mundo saiba» nas pessoas que sobreviveram ao inferno criado pelos ocupantes russos.

A publicação do diário foi feita com grande qualidade. Era importante acertar em tudo, por isso os editores não tiveram pressa e consultaram os especialistas e a família da Kateryna.

Não temos distanciamento emocional, por isso ler estes textos é doloroso. Como esta nota para a mãe: os ocupantes russos estão a bombardear o hospital municipal de Mariupol e o edifício começa a arder. A mãe de Kateryna encontrou a sua filha por acaso. Estará deitada debaixo de uma sacola xadrez. Morrerá nos braços da mãe dois dias depois, numa cave.

Uma das últimas entradas, em ucraniano, «Estou na casa dos pais...»
Imagem: Museu das Vozes Civis da Fundação Rinat Akhmetov

A filha e a irmã de Kateryna, a quem ela se dirigia frequentemente através das páginas do seu diário, quando as SMS deixaram de passar, estavam presentes na apresentação. Quando as palavras de Kateryna foram lidas, deram as mãos. Da mesma forma que os ucranianos se abraçam uns aos outros nestes anos todos.

Este é um diário bastante assustador, mas tem de ser lido. É muito importante fazer traduções profissionais para diferentes línguas. Porque se trata do direito à verdade. A voz de Kateryna precisa de ser ouvida pelo mundo, como ela desejava.

Kateryna Savenko. Crédito: Museu das Vozes Civis/Fundação Rinat Akhmetov

No seu prefácio ao diário de Kateryna Savenko, o historiador ucraniano Anton Drobovych alertou os leitores para não estarem preparados para enfrentar o mal, a morte e a violência contra a leitura deste livro. Drobovych observou que, na publicação, todos os horrores do cerco de Mariupol pelos russos são apresentados por uma simples civil, sem qualquer distanciamento. A própria autora do diário escreveu a maior parte do seu conteúdo em russo, que era então a língua dominante em Mariupol, mas no final passou a escrever em ucraniano. Drobovych acredita que isto indica «uma rejeição do que é estrangeiro e um regresso a si mesma, ao seu próprio sistema de expressão de pensamentos».

A exposição dedicada ao «Diário de Kateryna Savenko» estará patente até ao final de agosto no Museu de História de Kyiv. Visitem, se estiverem na Ucrânia.

Publicações internacionais sobre o diário de Kateryna Savenko surgiram no tabloide britânico The Sun, e a rádio pública polaca Polskie Radio criou um podcast, dividido em quatro partes, com excertos, lidos em polaco, por uma atriz profissional, escreve a Deutsche Welle.

sexta-feira, julho 24, 2026

Ucrânia continua os ataques aos setores russos da logística e da energia

Os drones ucranianos atingiram, com sucesso, dois importantes centros logísticos da «Wildberries» em São Petersburgo e na região de Leninegrado. Mísseis ucranianos FP-5 Flamingo alvejaram a fábrica russa de defesa «Aviatek» na cidade de Kirov. 

O momento inédito: drone ucraniano FP-1 cruza, nos céus de São Patersburgo,
com um caça russo, que simplesmente passa sem fazer absolutamente nada



O complexo logístico da «Wildberries» em Shushary (São Petersburgo) é o 3º maior centro logístico da empresa, situado no noroeste da rússia. Após o restauro, a sua área é de aproximadamente 106.000 m². O complexo é um centro fundamental para o processamento e distribuição de mercadorias para São Petersburgo, a região de Leninegrado e as regiões russas de noroeste. 


O parque logístico de «Utkina Zavod» (localidade de Novosaratovka, região de Leninegrado) é um dos maiores complexos de armazéns de classe «A» da região de Leninegrado, com uma área total de cerca de 210.000 m². Alberga instalações de armazenagem e logística de várias empresas, incluindo instalações utilizadas pela «Wildberries». 

O panorama atual do parque logístico «Utkina Zavod», após o ataque noturno. Pelo menos três armazéns foram destruídos no ataque.



Dos cinco armazéns separados, três foram atingidos

Armazém de «Wildberries» em «Utkina Zavod»

Além disso, o míssil ucraniano FP-5 Flamingo atingiu a fábrica de defesa «Aviatek» na cidade de Kirov. A fábrica produz componentes para os mísseis terra-ar para Tor M1/M2 e assentos ejetáveis ​​para aeronaves. 



Segundo fontes locais, durante o ataque à fábrica, não houve evacuação, nem alarme aéreo. De acordo com os mesmos relatos, o míssil ucraniano atingiu as instalações durante um turno de trabalho; as fontes locais relatam que cerca de 30 operários foram mortos e mais de 80 foram feridos. Todos os dados em progresso e por confirmar. 

A fábrica fica à uma distância de aproximadamente 1.250 km da fronteira da Ucrânia.

O momento exato do lançamento do míssil que atingiu a fábrica «Aviatek»:


Fontes: DenShtilierman; Exilenova_plus

MAGA Laura Loomer denuncia os crimes e a hipocrisia estatal russa

A popular blogueira MAGA, Laura Loomer, que anteriormente apoiava a rússia, visitou Ucrânia, esteve em Kyiv e descreveu a hipocrisia estatal russa, que manda bombardear os locais sagrados do cristianismo ucraniano e europeu.

«Putin retrata constantemente a rússia como a defensora do cristianismo, mas atacou o Mosteiro de Kyiv Perchersk com os drones. Podemos dizer que putin atacou Jesus Cristo com um drone». 

Laura Loomer destacou o cinismo de putin, que bombardeia o berço da ortodoxia na Europa Central, enquanto hipocriticamente insiste que está à «proteger os valores tradicionais». 

Laura Loomer é uma blogueira e ativista muito influente do movimento MAGA. Tão influente, aliás, que corre o rumor de que Trump tinha demitido o General Jeffrey Cruz, chefe da Agência de Inteligência de Defesa, por causa de uma dica dela (o próprio Trump negou o caso). 

Laura Loomer ao caminho à Ucrânia

Naturalmente, Loomer era pró-rússia, como a maioria dos apoiantes da MAGA. Considerava putin como um «defensor dos valores tradicionais» e escrevia uma coluna para a corporação propagandista russa RT. Ela acreditava que a rússia lhe concedia, assim, uma liberdade de expressão que os Estados Unidos não lhe davam. 

Tim Pool, outro blogueiro MAGA extremamente anti-Ucrânia também mudou a sua postura...

Foi por isso que Laura Loomer enviou o seu correspondente Andrew Moore à Ucrânia. Laura admitiu que tinha hesitado em enviar um correspondente à Ucrânia, pois temia ser odiada pela sua postura antiucraniana.

O que Laura diz:

«Agora, quando os vejo [os russos] a dizer coisas como: 'Precisamos de desnazificar Ucrânia e precisamos de continuar a nossa guerra brutal contra a Ucrânia', enquanto fingem ser algum tipo de país cristão ortodoxo, enquanto matam milhares, centenas de milhares de jovens cristãos na Ucrânia, e até apoiam neonazis nos EUA, divulgando excertos dos seus podcasts, penso: 'Uau, caímos na propaganda russa. Caí na propaganda russa'.» 

Por isso, quando a Loomer Unleashed teve a oportunidade de enviar um correspondente à Ucrânia para visitar a linha da frente e reunir-se com as autoridades ucranianas — e havia muitos senadores norte-americanos presentes na Conferência de Segurança de Odesa — Andrew [Moore] perguntou-me se eu aprovaria a ida de um correspondente à Ucrânia. 

Pensei a respeito durante um tempo. Hesitei em aceitar porque pensei: «O que é que as pessoas vão pensar de mim?» Fui tão antiucraniana durante tanto tempo, repetindo estas frases, pensando que estava a dizer a coisa certa, sem perceber o quanto eu, como conservadora, apoiante de Trump e cidadã americana, estava a ser manipulada emocionalmente pela propaganda online. 

Por isso, para ser completamente sincera, senti-me um pouco envergonhada por enviar uma correspondente para o estrangeiro, porque pensei: «Bem, as pessoas vão atacar-me, vão chamar-me hipócrita, não vão ficar gratas e não me vão dar a oportunidade de mudar de ideias». 

Laura Loomer pede desculpa por minimizar a guerra na Ucrânia depois de testemunhar o horror: 'Estava enganada' 

Agora, Laura Loomer está a denunciar um dos ideólogos do neofascismo moderno russo Dugin, no seu canal de Telegram e acredita que a rússia não tem o direito de se auto-intitular defensora dos cristãos após o ataque ao Mosteiro de Kyiv Pechersk. 

A entrevista da Laura Loomer com Presidente Zelensky foi endorçada pelo Presidente Trump

Laura, ficamos contentes por teres mudado a sua posição.

Bem-vinda ao lado certo da história! 

Obrigado e via kazansky2017

quinta-feira, julho 23, 2026

Ucrânia prossegue os ataques contínuos ao sistema energético russo

Os drones ucranianos atingiram, com bastante sucesso, uma base de LNG/GNL em Novospasskoye, na região de Ulyanovsk e um sistema de distribuição petrolífera (LPDS) «Subkhankulovo» de Tuymazy em Bashkortostão. 



Ucrânia atinge alvos em Novospasskoe, na região de Ulyanovsk

Localidade de Novospasskoye, oblast de Ulyanovsk: ataque ao depósito de gás natural liquefeito da «NS-Oil», LLC. Na mesma localidade, para além da refinaria «NS-Oil», foi também atingido um depósito de petróleo. Distância da Ucrânia é de aproximadamente 900 km.




Localidade de Tuymazy, na região de Bashkortostão: ataque à empresa «Transneft-Ural», JSC (LPDS) «Subkhankulovo». Um dos tanques de armazenamento está em chamas. Os habitantes locais relatam aproximadamente oito impactos, causados pelos drones ucranianos An-196 «Lyutiy». Distância da Ucrânia de aproximadamente 1500-1700 km, dependendo do local do lançamento.

O drone ucraniano An-196 «Lyutiy» voando ao encontro do seu alvo






O Serviço de Distribuição de Produção Linear (LPDS) «Subkhankulovo» é uma unidade de produção da Direção de Oleodutos de Tuymazy da empresa «Transneft-Ural», JSC. Controla o bombeamento de petróleo de campos na Sibéria Ocidental e Baskortostão para refinarias ou para os principais oleodutos de exportação.





Os momentos em que o drone ucraniano, An-196 «Lyutiy», produzido pela fábrica Antonov, atinge os alvos estratégicos russos, quem poderia imaginar isso há apenas 2-3 anos atrás)


Imagens do distrito de Odintsovo, região de Moscovo, onde caiu o moderno caça-bombardeiro russo Su-57. Um dos blogueiros militares russos já escreveu que possivelmente estamos perante o friendly fire e a responsabilidade é da unidade antiaérea russa «BARS-Moscovo/ou».



Local da queda/abate do caça-bombardeiro russo Su-57

/uma série de perguntas deve ser feita à equipa/e
anti-aérea «BARS-Moscovo/ou» 

Bónus

Os militares russos antes e depois de encontro com a realidade ucraniana:

É tudo, c@ralho, é a con@, vamos atacar as hortas/roças/machambas!

É tudo, con@, c@ralho, sou carga-300 ... foi ferido na perna, no cú, na omoplata... aqui há minas, morteiros, drones FPV.


Mercenários dos países da ASEAN nas fileiras do exército russo

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da rússia, Sergey Lavrov, viajou ao Sudeste Asiático, mais concretamente para as Filipinas. Aí, o ministro russo está a realizar uma série de reuniões com representantes da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). 

Vietname, Indonésia, Myanmar, Camboja, Malásia e Filipinas – o que têm estes países em comum para além de serem membros de uma aliança? É isso mesmo, os cidadãos destes países estão entre os estrangeiros recrutados para combater no exército russo, e hoje publicamos a sua lista. 

No total, de acordo com os dados pessoais obtidos pela Ucrânia, a rússia utilizou mais de 28.000 cidadãos estrangeiros de 135 países na guerra contra a Ucrânia. Centenas de cidadãos de 51 países foram capturados na Ucrânia. O Sudeste Asiático não era claramente uma prioridade para a rússia quando se tratava de recrutar estrangeiros para a guerra. Contudo, após autoridades locais em diversos países, sob pressão pública, terem começado a suspender o recrutamento de seus cidadãos para lutar em guerras estrangeiras, o Kremlin pode intensificar o recrutamento de mercenários em novas regiões. 

Os Estados do Leste e Sudeste Asiático devem ter isso em conta. Como recordação, a Ucrânia reitera o seu apelo aos governos de todos os países cujos cidadãos são recrutados pela rússia para combater na guerra, bem como a toda a comunidade internacional, para que envidem todos os esforços para pôr fim a esta prática criminosa. 

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Ucrânia atinge mais dois centros da logística russa «Wildberries»

Drones ucranianos atingiram mais dois armazéns da empresa russa de logística «Wildberries» em Krasnodar e Nevinnomyssk. O armazém em Krasnodar tem 150.000 m² (o maior do sul da rússia), o armazém em Nevinnomyssk tem 94.000 m². 




Diversos artigos militares vendidos no Wildberries

«Wildberries» na cidade de Nevinnomyssk:





A guerra russa do putin/kremlin está a decorrer conforme o planeado. 










«Wildberries» na cidade de Krasnodar:






A página OSINT ucraniana Harbuz mostrou as consequências da destruição do aeródromo de Hvardiyske/Gvardeyskoe na Crimeia ocupada. A partir daí, os ocupantes russos lançavam os drones Shaheed para atacar Ucrânia.




Aqui, o tio Magyar com a equipa do USBS traz boas notícias do Mar Negro e do Mar Azov:

Fontes: DniproOfficial; robert_magyar