domingo, novembro 18, 2018

Fotos militares proibidas na URSS: Talvisota e II G.M.

As diversas fotos militares foram proibidas na União Soviética, recebendo a classificação de “segredo absoluto”. A censura soviética tinha decidido que os cidadãos não podiam e não deviam ver as imagens que abalariam a sua confiança na ideologia comunista soviética.

Parada conjunta nazi-soviética em Brest

A parada militar conjunta nazi-soviética decorreu na cidade de Brest em 22 de setembro de 1939 e foi pensada pare celebrar a divisão e desmembramento da Polónia entre Alemanha nazi e União Soviética, além da criação de uma nova fronteira comum.

Mesmo que alguns historiadores chamam a parada conjunta de “desfile solene”, isso não muda a realidade dos fa(t)os. O coluna militar do Wehrmacht entrou na cidade, foi recebida, de forma solene (com música e continências) pelos oficiais soviéticos. As orquestras tocavam as marchas militares. Realmente foi uma parada.

A coluna do Wehrmacht é saudada pelos oficiais nazis e soviéticos:

Os oficiais nazis e soviéticos apertam as mãos — a foto nunca foi publicada na URSS.

Os oficiais soviéticos e nazis convivem num ambiente informal, contam piadas, se riem, trocam de cigarros:

Os oficiais soviéticos e nazis discutem o novo mapa da Europa. As fotos provam que Alemanha nazi e URSS comunista começaram a II G.M. como aliados. Nada disso foi mostrado na URSS. A propaganda soviética criou o mito de que a URSS pacífica sofreu o “ataque pérfido” em 22 de junho de 1941. Ocultando os mesmos ataques realmente pérfidos da própria União Soviética contra Finlândia e Polónia em 1939.

«Talvisota»

A guerra soviético-finlandesa ou a “Talvisota” se tornou a parte da II G.M. Durante toda a década de 1930 URSS pressionava Finlândia à “mudar a fronteira” e colocar as bases militares soviéticas no país. Após recebem o firme não, nas negociações falhadas em Moscovo, em 3 de novembro de 1939, na URSS começou uma forte campanha propagandista anti-finalandesa — os finlandeses eram chamados de “finlandeses brancos”, “brancos não acabados”, em alusão às forças monárquicas da guerra civil russa de 1918-1924.

No dia 25 de novembro de 1939, URSS atacou a Finlândia, a aviação soviética usava as bombas incendiárias contra os bairros claramente residenciais das cidades finlandesas. A foto proibida na URSS mostra o centro de Helsínquia após o ataque indiscriminado da aviação soviética:

A propaganda soviética usava o termo absolutamente absurdo de “finlandeses brancos” que alegadamente estavam  “oprimindo o povo finlandês”. Absurdo supremo residia no facto de que o movimento “branco” (monárquico) russo na Rússia e depois na emigração, defendia indivisibilidade do império e estava firmemente contra a independência da Finlândia, conseguido pelo país na sequência do golpe comunista de 1917.

Finlândia foi defendida pelo seu povo — o mesmo que vieram “libertar” os bolcheviques. A foto, proibida na URSS, mostra um autocarro/ônibus civil que leva até a linha da frente os voluntários finlandeses que pegaram em armas:

A foto mostra uma viatura civil, pintada de branco, que era usada para levar à linha da frente todo o tipo de mantimentos que os finlandeses mandavam ao seu exército, que resistia ao avanço do Exército Vermelho (RKKA). A foto também foi proibida na URSS — propaganda comunista dizia que os tais “finlandeses brancos” dispunham de um enorme exército profissional, treinado pelos “instigadores ocidentais da guerra” – os bolcheviques não queriam admitir que tiveram 130.000 baixas às mãos dos voluntários finlandeses: operários, camponeses ou caçadores.

A foto também nunca foi publicada na URSS – os POW´s soviéticos em cativeiro dos “terríveis finlandeses brancos”. Numa casa aquecida, com comida quente, com cortinas nas janelas. A propaganda soviética dizia que todos os prisioneiros dos finlandeses são submetidos a terríveis torturas e privações intoleráveis.

Cidadãos soviéticos ao serviço dos nazis(tas)

Somente o assim chamado “Exército de Libertação da Rússia” (ROA) do general Andrey Vlasov foi composto por cerca de 130.000 combatentes, que participavam nos combates contra RKKA e contra os insurgentes comunistas.

Mas além de ROA, serviam no Wehrmacht várias outras unidades militares formadas por cidadãos soviéticos. Por exemplo, o 5º Regimento de Wehrmacht dos Cossacos de Don. A foto mostra o seu comandante, ex-major do RKKA, Ivan Kononov e o seu ajudante-de-campo:

Os cossacos russos do Wehrmacht – armados com a pistola-automática PPSh soviética, provavelmente capturada aos soldados do RKKA mortos.

Os cossacos russos do Wehrmacht à ler a revista propagandista nazi(sta) “Signal”, publicada em vários idiomas, desde 1942 também em russo.

Os cossacos russos do Wehrmacht na repressão da revolta de Varsóvia. O RKKA, à mando do Estaline, não auxiliou os polacos/poloneses a combater os nazis(tas) em Varsóvia – as forças soviéticas estacionaram e esperaram que os nazis(tas) acabem com as forças militares polacas. Já os cossacos russos ao serviço dos nazis(tas) ajudaram ativamente aos alemães a esmagar a revolta antinazi(sta) polaca/polonesa.

Uma foto terrível – um cossaco russo ao serviço dos nazis(tas) mata com a sua espada cossaca um cidadão soviético cativo. Toda a ação decorreu na Ucrânia ocupada e foi registada pelo oficial húngaro. Na URSS, essas fotos terríveis nunca foram publicadas (ler mais sobre os cossacos russos do Wehrmacht).
Os cossacos russos do Wehrmacht exibem a sua arte de matar (+18)
A foto à esquerda (até hoje pouco conhecida na Rússia) mostra Sergei Mikhalkov (sentado, com o seu irmão Mikhail de pé) – o poeta-mor do regime comunista e autor do hino soviético – um dos instigadores da histeria anti-espiões na literatura soviética da década de 1930 e lambe-botas de Estaline. A foto da direita mostra o seu irmão, Mikhail Mikhalkov, em fardamento real do oficial das SS em 1941. Mikhail Mikhalkov, que serviu no esquadrão especial de SMERSH/NKVD, foi capturado pelos nazis, se apresentou como um alemão étnico, recebendo a posição de oficial numa das divisões de blindados das SS.
Novamente preso em 1944, mas, desta vez, pelos soviéticos, entregou ao RKKA as disposições alemãs, informou que era um oficial do NKVD e irmão de Sergei Mikhalkov, após disso foi levado ao Moscovo, onde funcionou como um agente provocador na cadeia de NKVD de Lubyanka. Sob o disfarce de um prisioneiro, Mikhail Mikhalkov forjava as relações amigáveis ​​com outros prisioneiros, obtinha-lhes as informações valiosas, que depois passava ao NKVD.

Após a morte do Estaline, Mikhail Mikhalkov começou ser publicado na imprensa soviética, atuou como propagandista de temas militares que exortavam o patriotismo soviético, pelo que recebeu numerosos certificados de honra, diplomas e prémios dos concursos soviéticos da canção.

Fotos: arquivo | Texto: Maxim Mirovich

sábado, novembro 17, 2018

Made in Ucrânia: 4x4 Thor

O novo 4x4 ucraniano Thor, fabricado na cidade de Dnipro. Já foi lançado em série e já está à venda.
Caraterísticas técnicas:
Tração nas quatro rodas (4x4)
Peso do freio: 2000 kg
Dimensões (comprimento / largura / altura): 3600/2530/2570 mm
Distância entre eixos: 1930 mm
Distância ao solo: 580 mm
Motor diesel turbo 2.0 L, 160Hp, 350Nm (General Motors e Renault)
Transmissão automática de 6 velocidades
Capacidade do tanque de combustível: 100 l
Consumo: 4 l/h
O corpo é monocoque composto, com base de aço
Número de lugares: 2/4/6
Alavanca de direção
Freios à disco hidráulicos
Pneus sem câmara de ar THOR 1640x640-24"
Capacidade de carga em terrenos firmes: 1000 kg
Capacidade de carga em terrenos soltos e flutuantes: 600 kg
Velocidade máxima: 68 km/h
Velocidade máxima na água: 7 km/h
Velocidade mínima: 1 km/h
Transmissão sem uso de correntes
Preço: entre 60.000 à 100.000 dólares
Fabricante: Thor, (Ucrânia, cidade de Dnipro)
http://thor-offroad.com/en | thorukraine@gmail.com | +380 500 227 500

sexta-feira, novembro 16, 2018

Testemunhas de Jeová detidas e presas na Crimeia ocupada

Na cidade de Dzhankoy na Crimeia ocupada, os oficiais do FSB revistaram as casas e detiveram as pessoas acusadas de participar na organização religiosa Testemunhas de Jeová, proibida na Rússia desde abril de 2017, informa Crimeia Reality.
A proibição das Testemunhas de Jeová na URSS e na Rússia
Foi detido Sergey Filatov, o chefe do grupo regional local de “Testemunhas” – “Sivash” – oficialmente registado na Crimeia ocupada em 2015 e liquidado em 2017, após a proibição das “Testemunhas de Jeová” na federação russa. Sergey Filatov é acusado na “organização de uma entidade religiosa extremista” (sob abrigo da 1ª parte do artigo 282.2 do Código Penal da federação russa).
As Testemunhas de Jeová no seu exílio forçado na Sibéria, cerca de 1951
A imprensa/mídia russa afirma que o processo criminal foi aberto contra Filatov, e “todas essas pessoas [presas] estavam de alguma forma relacionadas com os serviços secretos ucranianos (Sic!), pelo menos eram coordenados pelo Centro de Testemunhas de Jeová em Kharkiv”. Embora na realidade o centro administrativo ucraniano das Testemunhas de Jeová está localizado na aldeia de Bryukhovychi, na região de Lviv.
O convite à uma palestra pública das Testemunhas de Jeová na cidade de Lviv,
na Ucrânia Ocidental, em 29 de março de 1911
Em 20 de abril de 2017, o Tribunal Supremo / a Suprema Corte da Rússia, tomou a decisão de proclamar o “Centro da Gestão de Testemunhas de Jeová na Rússia” como uma organização extremista. De acordo com os dados do Centro russo dos Direitos Humanos Memorial, desde abril de 2017 na Rússia foram perseguidos judicialmente 39 “Testemunhos de Jeová”. Em agosto de 2018, o Centro Memorial reconheceu 29 deles como presos políticos e apelou à sua libertação imediata.
As Testemunhas de Jeová deportadas da Letónia após a ocupação do país pela URSS

Saques e pilhagens soviéticas na Alemanha pós-II G.M.

Além de violações em massa, o Exército Vermelho notabilizou-se na Alemanha pós-II G.M. com saques e pilhagens em massa. Cerca de 50.000 viaturas, milhares de motas e bicicletas foram “libertadas” pelos “libertadores” soviéticos.
Foto de arquivo: uma viatura alemã saqueada é carregada num avião militar soviético
As viaturas ligeiras alemãs maravilhavam, com a suas perfeição e conforto, a imaginação dos cidadãos do “país mais avançado do mundo”, onde antes da II G.M. para comprar uma viatura era preciso pedir a permissão ao Estado.
Foto de arquivo: uma bicicleta é saqueada à uma mulher alemã pelo militar soviético
De acordo com os dados oficiais soviéticos, na zona de ocupação soviética da Alemanha, apenas em 1945 as autoridades soviéticas confiscaram e enviaram à URSS os 60.149 pianos, 458.612 rádios, 188.071 carpetes, 841.605 elementos de mobília, 264.441 relógios de parede e de mesa, 6.870 vagões de papel; 588 vagões de loiça; 3.338.648 pares de calçados civis, 1.203.169 casacos femininos e masculinos, 2.546.919 vestidos, 4.618.631 peças de roupa interior, 1.053.503 chapéus e bonés; 154 vagões de de peles, tecidos e lã. Os bens, na sua generalidade, foram distribuídos, à troco de uma pequena taxa entre os membros da nomenclatura soviética e oficiais superiores do exército. Os documentos do departamento de troféus do RKKA incluem também 1,2 milhão de casacos masculinos e femininos, 1 milhão de chapéus e 186 vagões de vinho (fonte).
Marechal Zhukov, um dos saqueadores soviéticos mais notáveis

Made in Ucrânia: The Elephants

É difícil de acreditar mas os The Elephants, especializados em indie folk, não são britânicos, mas dois jovens da província ucraniana – cidade de Sumy.
A banda ficou conhecida em 2017 graças às redes sociais, depois disso suscitou o interesse do produtor musical ucraniano Yevhen Filatov (The Maneken), o co-autor do projeto Onuka. Nos últimos seis meses The Elephants produziram cerca de duas dezenas de novas canções. Todas as composições são em um bom inglês. O principal objetivo da dupla é a vontade de mostrar aos ucranianos que género musical indie folk pode e deve se desenvolver na Ucrânia.

Mais umas eleições falsas em Donbas

A Rússia não quis a paz em 2014 e não o quer em 2018. A realização destas eleições fraudulentas é um sinal claro de que a Rússia optou por prolongar o conflito durante mais anos sob o mesmo cenário.

por: Inna Ohnivets, Observador.pt

No dia 11 de novembro, foram realizadas eleições falsas numa parte do território ucraniano de Donbas, ocupada pela Rússia.

Ao ter organizado estas eleições, a Rússia opta pela violação deliberada dos seus compromissos ao abrigo dos Acordos de Minsk, endossados pela Resolução 2202 (de 2015) do Conselho de Segurança da Nações Unidas, uma vez que nenhum critério para a realização de tais eleições locais foi cumprido.

As eleições falsas em 2014 comprometeram o processo de paz em Donbas e iniciaram uma espiral de escalada. Hoje, a intenção do Kremlin é repetir esse cenário mais uma vez, em 2018, trazendo mais anos de violência e sofrimento.

Em outubro de 2014, havia todos os pré-requisitos para uma rápida solução pacífica baseada nos Acordos de Minsk. A Ucrânia cumpriu seus compromissos políticos e de segurança sob os Acordos de Minsk (cessar-fogo, retirada, lei de estatuto especial, lei de amnistia, medidas para preparar eleições legítimas em dezembro). Mas a Rússia optou pela estratégia de escalonamento e realizou eleições falsas em novembro de 2014, com o único objetivo de minar esse acordo. Os posteriores confrontos perto do aeroporto de Donetsk, a apreensão de Debaltseve e o ataque de Avdiivka, entre outros, são provas desta estratégia russa que trouxe 4 anos de impasse nas negociações, milhares de vítimas, inclusive entre a população civil, e uma crescente crise humanitária.

A Rússia não quis a paz em 2014 e não quer a paz em 2018, bem como nos próximos anos. A realização das eleições fraudulentas em 2018 é um sinal claro de que a Rússia optou por prolongar o conflito durante mais anos sob o mesmo cenário. Essas pseudo-eleições podem ser o primeiro passo para um novo ciclo da agressão armada, incluindo a ameaça de um ataque anfíbio vindo da direção de mar Azov.

As únicas eleições que podem ser realizadas legalmente em Donbas serão eleições em total conformidade com a legislação ucraniana e os padrões da OSCE, bem como sob a monitorização da OSCE/ODIHR. Apenas as pessoas legalmente eleitas podem representar a população local, e não os fantoches do Kremlin enviados ou nomeados por Moscovo.

A Ucrânia está determinada a trabalhar no sentido de realizar as eleições locais em Donbas, o que é um elemento importante para uma autogovernação abrangente, de acordo com a Lei sobre a ordem Especial de Autogovernação em Certas Áreas das Regiões de Donetsk e Luhansk, cuja vigência foi prorrogada até ao final de 2019 pelo parlamento ucraniano a 4 de outubro passado.

Porém, não há condições no referido local para a realização de eleições livres e justas. A Rússia detém o controlo total sobre a parte ocupada de Donbas, a população local permanece sem voz. Durante o período de ocupação de Donetsk e Luhansk, Moscovo agiu à sua vontade, trocando, matando ou desconvocando os líderes fantoches e militantes, sem nenhum tipo de eleição. A voz da população local nunca teve qualquer importância para a administração russa de ocupação em Donbas.

As eleições de 2018 devem resultar em mais sanções à Rússia. Apenas uma política consistente de sanções pode levar a Rússia a agir em conformidade com o Direito Internacional.

Embaixadora da Ucrânia em Portugal

segunda-feira, novembro 12, 2018

Ucrânia ocupada: a “guerra civil” pelo repolho e cebola

No domingo passado os territórios da Ucrânia ocupada viveram assim chamado “processo eleitoral”. A foto mostra uma cidadã ucraniana que “vota” à favor da guerra contra Ucrânia, usando o passaporte interno ucraniano, para, em troca, poder comprar repolho, cebola e alguma comida com desconto, “assegurado” pelos separatistas.
Pelo meio ficaram mais de 10.000 ucranianos mortos, mais de 25.000 feridos, mais de 1 milhão de refugiados internos, o parque industrial e a infra-estrutura de Donbas bastante destruídos, e que, diga-se de passagem, não serão reconstruídos tão já, mesmo, se existir a boa vontade ucraniana neste sentido.
São as mesmas pessoas que costumam reclamar, aos jornalistas internacionais, que a marvada da “Ucrânia não lhes paga pensões/reformas”...

domingo, novembro 11, 2018

A descomunização búlgara em 15 fotos

O monumento ao exército soviético, instalado em Sófia, capital da Bulgária, em 1954 para marcar a “libertação” do país pela União Soviética, deveria ser desmantelado ainda em 1993. O monumento acabou por ser extremamente resistente e os artistas e ativistas búlgaros criaram seu próprio caminho para combater a herança totalitária: eles pintam o monumento em cores diferentes! 
Slogan: "Caminhando com o tempo"
Nota: durante a dita “libertação” da Bulgária, exército soviético não perdeu um único homem...
A história mais famosa aconteceu em março de 2011, quando o monumento foi pintado em homenagem aos heróis dos quadrinhos americanos / a banda dsenhada americana (fotos acima: Gizmodo).

Em 2013, para recordar solenemente a ocupação da Checoslováquia em 1968 pelas tropas do Pacto de Varsóvia (o exército comunista búlgaro participou no esmagamento da Primavera de Praga), o monumento foi pintado cor-de-rosa. O slogan escrito no monumento em checo: “Bulharsko se omlouvá”, significa literalmente “Bulgária pede desculpas” (fotos: Orrazz).

Em 2014, no auge da Revolução da Dignidade (Maydan) na Ucrânia, uma das figuras adquiriu as cores da bandeira ucraniana (fotos: Orrazz).

Em memória do massacre comunista soviético de Katyn, as cores da bandeira polaca/polonesa apareceram no monumento, e após a anexação da Crimeia, foi pintada a bandeira ucraniana e a inscrição correspondente em ucraniano (fotos: Orrazz).

Em 2012, o monumento usou as máscaras de apoio à banda russa Pussy Riot (fotos: BgNews)

E em 2015, as participantes de Pussy Riot chegaram a Sofia e repetiram esta ação! (fotos: Facebook do Pavel Shumilov).

Às vezes o monumento é simplesmente pintado nas cores da bandeira búlgara (foto: e-vestnik).

E este não é o único monumento comunista na Bulgária, que está sujeito a um repensar criativo! Aqui, por exemplo, aparece a abandonada “edifício monumento” do partido comunista búlgaro no Monte Buzludzha (foto: Zoipman/Flickr)
Ler mais sobre o monumento comunista no Monte Buzludzha
Antes do início do processo de descomunização ucraniana, o mesmo tratamento artístico foi dado aos muitos monumentos soviéticos e comunistas nas diversas localidades da Ucrânia, recorda lifter.com.ua