quinta-feira, Outubro 23, 2014

A OSCE desmente uso de munições de fragmentação na OAT

O representante especial da missão de monitoramento da OSCE na Ucrânia, Michael Botsiurkiv, rejeitou o uso pelos militares ucranianos de munições de fragmentação, o que consta o último relatório da Human Rights Watch (HRW), relata DW

“Temos cerca de 90 observadores no leste da Ucrânia. Se nós víssemos algo, teríamos anotado, mas por enquanto não temos visto nada. Tudo o que dizemos em relação à munições e bombardeamentos, aparece em nossos relatórios diários. Até agora, em nossos relatórios não havia nada sobre isso”, disse Botsiurkiv.

Nos relatórios diários da OSCE relatam-se todos os casos de bombardeamentos registados no Donbas. Os observadores visitam cada local do incidente, imediatamente após ter a informação sobre qualquer incidente.

A HRW tinha dito que o funcionário do Comité Internacional da Cruz Vermelha, Laurent Du Pasker “foi morto durante o ataque, no qual foram utilizados mísseis com munições de fragmentação”. Esta informação não foi confirmada pela Cruz Vermelha. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia disse que as evidências, mencionadas no relatório da HRW, sobre a suposta utilização pelas Forças Armadas da Ucrânia de munições de fragmentação foram falsificados pelos terroristas à fim de desacreditar o exército ucraniano.


O Conselho Nacional da Defesa e Segurança da Ucrânia (RNBO) mais uma vez recordou que os militares ucranianos não usam as munições de fragmentação. E lembrou que na aldeia Yevhenievka foram encontradas os obuses de fragmentação disparados pelos terroristas russos, escreve Newsru.ua

De quem são as responsabilidades?

A HRW recomenda aos jornalistas à solicitar todos os comentários sobre o relatório do uso de munições de fragmentação na região de Donbas ao seu próprio escritório em ... Moscovo (!)

O relatório da HRW foi baseado nas conclusões dos dois peritos que visitaram o leste da Ucrânia em outubro: Mark Hiznay e Ole Solvang, informou o chefe do departamento europeu do HRW em Berlim, Hugh Williamson. De momento, de acordo com Williamson, ambos os peritos se encontram em Nova York, onde fica a sede da organização.

Em conclusão, o departamento europeu do HRW aconselha os jornalistas à procurarem os comentários sobre o relatório ou com estes especialistas, ou no escritório de Moscovo, falando com Yulia Gorbunova, a especialista em Ucrânia, Belarus e Rússia.

Fonte:

Blogueiro

O nosso blogue já escreveu que a própria OSCE por vezes se torna uma amiga dos terroristas, o que até é compreensível, dado que os observadores da organização se deslocam no terreno, onde diariamente são ameaçados e coagidos, podendo até ser raptados ou assassinados pelos terroristas. No entanto, no caso da HRW, na situação da agressão militar directa russa contra Ucrânia, uma agressão mista, isso é, não declarada e semi-clandestina, é preciso ser ou muito ingénuo ou bastante e$timulado para entregar a tarefa de monitoramento da situação ao seu escritório em Moscovo. Pois é muito óbvio que este escritório não possui nenhuma independência necessária para estudar a situação sem favorecer uma das partes, precisamente a parte da sua jurisdição direta. A mesma que nos últimos anos introduziu as leis draconianas em relação às ONG’s e aos “agentes estrangeiros”...

As eleições legislativas de domingo: um pouco de sociologia

Os nossos leitores pedem a informação sobre a face do futuro parlamento, tarefa muitíssimo difícil, pois os resultados dependerão de muitos factores: o nível de abstenção / afluência às urnas, mas principalmente da decisão de última da hora dos cerca de 30% eleitores ainda indecisos. No entanto, o serviço ucraniano da BBC reuniu os dados preliminares das diversas agências sociológicas.
  
Dados das agências “Iniciativas democráticas” e KMIS (22.10.2014), foram inquiridos 2025 respondentes, apenas entre os eleitores decididos, nos dias 9 – 18 de outubro, a margem de erro é de 2,2%

“Bloco do Petró Poroshenko”: 30,4%;
“Partido radical do Oleh Liashko”: 12,9%;
“Frente Popular” do primeiro-ministro Arseniy Yatsenyuk: 10,8%;
Partido “Samopomich” (Auto-ajuda) do chefe do município de Lviv Andriy Sadoviy: 8,5%;
Partido “Batkivshyna” da Yulia Tymoshenko: 7,5%;
“Ucrânia Forte” do Serhiy Tyhipko, ex-aliado do Yanukovych: 5,6%;
“Bloco de Oposição” (diversa mais ou menos escumalha): 5,9%.

As restantes forças políticas estão abaixo dos 5%, entre eles comunistas com 4,1%; VO Svoboda (Liberdade) com 3,1% e Setor da Direita com 2%.

Os dados do grupo “Rating”, contando com abstinência de 45%; foram inquiridos 2.000 respondentes decididos, entre 1 e 8 de outubro, a margem do erro é de 2,2%.

“Bloco do Petró Poroshenko”: 33,5%;
“Partido radical do Oleh Liashko”: 12,8%;
“Frente Popular” do primeiro-ministro Arseniy Yatsenyuk:  8,9%;
“Ucrânia Forte” do Serhiy Tyhipko, ex-aliado do Yanukovych: 7,8%;
Partido “Batkivshyna” da Yulia Tymoshenko: 7%;
Partido “Samopomich” (Auto-ajuda) do chefe do município de Lviv Andriy Sadoviy: 5,4%;
“Bloco de Oposição” (diversa mais ou menos escumalha): 5,1%.

As restantes forças políticas estão abaixo dos 5%, entre eles comunistas com 4,5%; VO Svoboda (Liberdade) com 4 % e Setor da Direita com 2%.

A GFK Ukraine (agência mais cotada e mais confiável), os dados contam com abstinência de 70%, foram inquiridos 2.000 respondentes, a margem do erro é de 2,1%.

“Bloco do Petró Poroshenko”: 30%;
Partido “Batkivshyna” da Yulia Tymoshenko: 8%;
“Partido radical do Oleh Liashko”: 7,6%;
“Posição Cívica” do Anatoliy Hrytsenko, ex-ministro da defesa: 7,3%;
“Frente Popular” do primeiro-ministro Arseniy Yatsenyuk:  7%;

Os dados da GFK Ukraine apontam que os restantes partidos não passarão a barreira eleitoral de 5%.

quarta-feira, Outubro 22, 2014

Aeroporto de Donetsk. Ciborgues (23 fotos).

Ciborgues ucranianos à espera dos visitantes indesejados...
O fotógrafo russo Sergei Loiko, repórter do jornal LA Times, publicou na sua página do FB uma série de fotos dos defensores do aeroporto de Donetsk, que intitulou de Ciborgues.

Sem duvida alguma, realmente, huylo poderá tomar Kyiv, assim como Varsóvia ou os capitais dos Países Bálticos, mas para isso terá que primeiro capturar o aeroporto de Donetsk...


A chegada de água
 

A cozinha improvisada
A partida do blindado

O carregamento do blindado
 

O operador do blindado
A correria debaixo de fogo
 



O olhar...
O descanso
À procura do franco-atirador
O disparo do morteiro
A metralhadora Maxim, modelo PM M1910/1930
 

Ninguém quer o Porsche...

Com a pistola APS Stechkin 
 

terça-feira, Outubro 21, 2014

Taiho, o yokozuna ucraniano (2)

O nosso blogue já tinha contado sobre o grande mestre de sumo, Koki Naya “Taiho” (大鵬幸喜), mas nunca é demais recordar que o yokozuna que ganhou a Taça do Imperador por 32 vezes é de origem ucraniana. Filho do pai ucraniano e da mãe japonesa, o jovem se chamava Ivan Boryshko (29 de maio de 1940 – 19 de janeiro de 2013).

A história da sua família espelha a história do século XX: migrações, guerras, ideologias totalitárias desumanas que disponham das vidas humanas ao seu belo prazer... E sem duvida a estória daria um ótimo filme.

O seu pai, Markian Boryshko, é natural da atual província de Kharkiv, a mãe, Kie Naya era japonesa. Fruto do seu amor, Ivan nasceu em 1940 na cidade de Sikuka (Poronaysk), na ilha de Sakhalina. Em 1945, quando todo o arquipélago foi ocupado pela URSS, a família foi separada para sempre: o pai preso pelo NKVD, a mãe e os filhos foram deportados para a ilha de Hokkaido.

Koki Naya se orgulhava das suas origens ucranianas e era um entusiasta da Ucrânia por muitos anos. Em janeiro de 2011 ele foi condecorado com a Ordem do Mérito do III Grau pela contribuição pessoal nas relações entre Ucrânia e Japão e pela promoção da imagem da Ucrânia no exterior.

Ler mais: Taiho Koki

As mulheres da Ucrânia

Nadia Savchenko, a piloto

Nikolai Polozov, um dos advogados russos de Nadia Savchenko, a aviadora ucraniana raptada por agentes do estado russo, diz que a detida está a ser sujeita à tortura do sono, no hospital psiquiátrico Serbsky (em Moscovo).

O método, claro, é um velho demónio conhecido pelos presos políticos de todo o mundo. Os campeões das amplas liberdades andam silenciosos, perante este escândalo (FONTE).

Amina Okueva, a franco-atiradora
Amina Okueva: Salvo Ucrânia!
Na cidade de Odessa, no bairro Suvorovsky, como a candidata ao deputado ao parlamento da Ucrânia, concorre a Amina Okueva, chechena étnica, a combatente e médica-salvadora do batalhão voluntário "Kyiv-2". Concorre pela mão do partido político "Setor da Direita".
"Novamente tenho": 17
(o trocadilho com o número do "Setor da Direita" nas listas eleitorais)
Ajuda dos santos


Na rua Velyka Zhytomyrska № 38, na cidade de Kyiv, foi concluído o trabalho mural chamado “São Jorge”, informa o portal ucraniano Nash Kiev

segunda-feira, Outubro 20, 2014

BND: os separatistas são responsáveis pelo abate do MH17

Quem está por trás do abate do voo MH17 com 298 mortos no leste da Ucrânia? O Serviço Federal de Inteligência (BND, os serviços secretos externos), está convencido, de acordo com a revista Der Spiegel: os responsável são rebeldes pró-russos. Estes, portanto, dispararam um míssil de defesa aérea contra o avião.

O Serviço de Inteligência Federal (BND), após proceder uma análise detalhada, chegou à conclusão de que os rebeldes pró-russos foram responsáveis ​​pela queda do avião de passageiros da Malásia, o voo MH17, ocorrida no leste da Ucrânia.

Em uma palestra aos membros do painel da Comissão do Controlo Parlamentar, o presidente do BND, Gerhard Schindler, apresentou em 8 de Outubro as amplas evidências, incluindo uma análise de imagens de satélite e várias fotos. Assim, os separatistas pró-russos usaram um sistema russo de mísseis anti-aéreas “Buk”, à partir de uma base no solo ucraniano e dispararam em 17 de julho (de 2014) um míssil que explodiu ao lado do avião da Malásia, com 298 pessoas à bordo.
"Assinatura térmica do míssil..."
Imediatamente após o acidente, haviam sugeridas as provas da morte por (parte de) milícias pró-Rússia. Desde então, os governos russo e da Ucrânia se acusam mutuamente de serem os responsáveis ​​pelo acidente. Uma comissão holandesa de inquérito evita apontar as culpas, na base da gravação de dados.

Do BND vieram os resultados claros: as (alegadas) gravações ucranianas foram forjadas, disse Schindler. Mesmo as alegações russas do que o míssil foi disparado por soldados ucranianos e um caça-bombardeiro ucraniano voava perto do avião de passageiros, eram falsas.

Schindler: “havia separatistas pró-russos”. Quatro alemães morreram no avião. Um porta-voz confirmou que o procurador de Karlsruhe lançou a investigação contra os desconhecidos, pois poderia advir do acidente um crime de guerra.

Fonte:

As falsificações frescas da RT

Quem abateu #MH17? O BND alemão é claríssimo: “separatistas”, “rebeldes pró-russos”. A “tradução” da RT: “milícias ucranianas”. Vá lá, pelo menos já não falam sobre o “controlador aéreo espanhol”.

Fort-301 já na OAT


A espingarda de precisão israelita “Galatz”, fabricada na Ucrânia sob a licença e com o nome comercial “Fort-301”. Também é conhecida com o nome comercial de “SR-99 Galil”. Já na zona de OAT, usa as balas de calibre 7.62 x 51 mm (da NATO).

domingo, Outubro 19, 2014

O fotógrafo, ator, escuteiro e voluntário ucraniano more na OAT

O fotógrafo, ator, escuteiro, voluntário e ativista social ucraniano, Viktor Gurniak, morreu nos arredores da localidade Schastia (região de Luhansk), quando uma unidade do batalhão “Aydar” foi atingida pelo fogo de morteiros dos terroristas russos.
Aldeia de Dmytrivka (Luhansk) após ser atingida pelos disparos dos terroristas foto@ Viktor Gurniak/INSIDER
Viktor Gurniak nasceu em 1987 na província de Ternopil, foi graduado pelo Colégio Técnico da Universidade Estatal Técnica de Ternopil.
Militares ucranianos carregam o sistema de mísseis "Grad" foto@ Viktor Gurniak/INSIDER
Ele passou pelo diário “20 minutos”, foi chefe-editor do jornal dos escuteiros de Ternopil, “Plast”. Colaborava como fotógrafo com agências informativas UNIAN e REUTERS, era um dos co-fundadores da agência fotográfica LUFA. Também chefiava a ONG “Fundação das Iniciativas Regionais” e foi o porta-voz regional do partido “PORA”.
Militares ucranianos descansam: algures na província de Luhansk foto@ Viktor Gurniak/INSIDER
Desde dezembro de 2013 Viktor Gurniak colaborava com o Internet-projeto INSIDER. Mais tarde, como voluntário, estava ajudar no apetrechamento do batalhão “Aydar” (levava lhes os capacetes, coletes prova-de-bala, etc), no verão de 2014 se tornou o voluntário do “Aydar”.
Aldeia de Luhanske (nos arredores de Luhansk) sob controlo das forças ucranianas foto@ Viktor Gurniak/INSIDER
O jovem patriota ucraniano passou pela Maydan, estava na Crimeia durante a ocupação russa, ele sempre tentava ajudar à toda a gente. Agora a sua família precisa da nossa ajuda, pois Viktor deixa a esposa e uma filha pequena, é possível os ajudar transferindo os fundos para o cartão do PrivatBank: 5211 5374 2312 9332 Yedynak Olesia Ivanivna (Olesia Yedynak-Khoma).
A evacuação dos feridos ucranianos foto@ Viktor Gurniak/INSIDER 
Ver as suas últimas reportagens do leste da Ucrânia:
Os militares ucranianos celebram a festa religiosa do Salvador Macieiro foto@ Viktor Gurniak/INSIDER
Em outubro de 2007 o nosso blogue já escreveu sobre o vídeo musical “Não dizendo à ninguém”, da autoria dos músicos ucranianos Sashko Polozhinsky e Andrij Pidluznij (Nichlava), feito para homenagear o Exército Insurgente da Ucrânia (UPA).
A cidade de Lysychansk após a libertação foto@ Viktor Gurniak/INSIDER
O vídeo foi filmado no mosteiro destruído de Zagorivske, na região de Volyn (Ucrânia Ocidental), onde nos dias 8 – 11 de Setembro de 1943, um grupo de guerrilheiros do UPA, chefiado pelo comandante Bereza (Andriy Martynyuk ou Marcynyuk), enfrentou o exército alemão, apoiado pelos colaboracionistas polacos. Em resultado do combate, os alemães sofreram pesadas baixas, o mosteiro foi parcialmente destruído e incendiado pela aviação nazi, uma parte dos guerrilheiros consegui sair do cerco, comandante Bereza morreu em combate.

UPD: a missa do corpo ardente do Viktor Gurniak irá decorrer no dia 20 de outubro, às 17h00, na igreja do Pedro e Paulo na cidade de Lviv

Viktor Gurniak participou nas filmagens do vídeo, ele é o guerrilheiro em camisa bordada e com a cabeça ligada. Como diz Sashko Polozhinsky: “agora essa canção também é sobre ele”...
http://www.youtube.com/watch?v=y3iFqeNakIw

Descarregar o vídeo “Ne kazhuchy nikomu” (Não dizendo à ninguém):
http://5.ua/img/forall/videos/tartak_i_nichlava_ne_kajuchy_nikomu.avi [60 Мb]

As forças ucranianas libertaram a aldeia de Krymske

No dia 19 de outubro de 2014, as unidades das FAU libertaram dos terroristas russos a aldeia de Krymske na região de Luhansk. A libertação foi pacífica, pois os terroristas russos (“cossacos de Don”) fugiram nas vésperas, sem oferecer a resistência. Dado que antes da ocupação russa a aldeia pertencia ao distrito de Slovianoserbske e o distrito está sob ocupação terrorista, de momento a aldeia passou para a jurisdição do distrito Novoaydarivsk, sob controlo da Ucrânia. 
No edifício da junta de freguesia local foi içada a bandeira da Ucrânia, o que originou os disparos dos mísseis “Grad” dos terroristas contra a aldeia, felizmente, os mísseis cairam no campo aberto à cerca de 1,5 km da aldeia, informou o governador da província de Luhansk, o general Hennadiy Moskal, escreve The insider.ua

sábado, Outubro 18, 2014

A vida do bestiário terrorista (3)

A “rp de Donetsk” novamente está em festa, celebrando o casamento entre Lialia “Ratazana” e Vasia “Piça”. Realmente, comparando com estes dois, o casamento do Motorola e Yelena pertencia à nobreza local...

As testemunhas no certame eram não menos respeitáveis terroristas locais: certos Sergey “Fungão” e Victor “Cutucão”. Para já não se sabe quem nessa foto é Sergey e quem é Victor. Desta maneira no “mundo russo”, construído por estas personagens em Donbas, nasceu mais uma família, a célula da sociedade, como se dizia na URSS.
O casamento típico popular na URSS: anos 1970-1980
Fonte:

O blogueiro ucraniano, Serhiy Popov, @Karlik_Pu escreve (FONTE):

"Obrigado Rússia!" Loja do povo algures na Ossétia do Sul...
Os médicos do hospital venéreo de Luhansk trabalham sem energia elétrica, recebendo pelo seu esforço laboral em conservas de carne – alguém deve tratar a gonorreia, pois todos os terroristas a tem...

sexta-feira, Outubro 17, 2014

Cada um de nos. As Forças Armadas da Ucrânia

Nenhum de nós nasceu para a guerra, mas todos estamos aqui agora para proteger a nossa liberdade. O projeto conta a história de homens comuns que diariamente, abnegadamente, cumprem o seu dever militar para com a Ucrânia. Você poderia qualquer um deles no parque, encontrar na fila na loja ou no banco, pois não existe o homem que teria nascido especificamente para a guerra, e todos nós temos de defender o nosso país hoje.
Ministério da Defesa da Ucrânia: http://www.mil.gov.ua

Realizador: Marc Raymond Wilkins (1976): http://marcwilkins.com
Vídeo: Banda Agency http://www.heybanda.com
Estúdio: Radioaktive Film
https://www.youtube.com/watch?v=yYX7KVEtfLo
Essa data na história...
O dia 15 de outubro de 1959, a comunidade ucraniana na Alemanha Federal (e na Europa Ocidental) se despede do Stepan Bandera, o líder da Organização dos Nacionalistas Ucranianos, assassinado na cidade de Munique pelo agente do KGB. A foto é do arquivo pessoal do Padre Mychajlo Dymyd (FONTE).