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terça-feira, outubro 13, 2026

A nova região onde Moscovo intensifica esforços de recrutamento de mercenários

O Sudeste Asiático está a tornar-se a nova região onde Moscovo intensifica os seus esforços de recrutamento de mercenários. Sinais disso mesmo vêm da Indonésia, Vietname, Camboja, Filipinas, Malásia e Myanmar, em particular, cujos cidadãos começaram a aparecer nas fileiras do exército de ocupação russo, escreve South China Morning Post. 

A indignação pública e a oposição dos governos doadores estão a forçar a rússia a expandir o recrutamento de «carne para canhão» / «boi de piranha» para a sua guerra contra Ucrânia.

O método para recrutar residentes da região para combater na guerra é conhecido: os recrutadores visam grupos economicamente vulneráveis, prometendo «empregos bem remunerados» na rússia ou, então, bolsas de estudo. As vítimas caem nos anúncios nas redes sociais e, ao chegarem à rússia, vêem-se numa armadilha mortal. São enganados ou coagidos a assinar contratos com o Ministério da Defesa, após o que os seus documentos e telemóveis são confiscados e mercenários são enviados para a linha da frente. 

Considerando a experiência de países que combateram com sucesso as práticas criminosas da rússia, a ONU apela aos governos dos países que doam mercenários para que intensifiquem as campanhas de educação pública, alertando os cidadãos para os perigos representados pelas redes de recrutamento russas. 

«Os Estados são responsáveis ​​por identificar estas redes e definir claramente, nos seus quadros legais, disposições que criminalizem este fenómeno e garantam que os envolvidos são responsabilizados», afirmou Jovana Jezdimirovic Ranito, membro do Grupo de Trabalho da ONU sobre o Uso de Mercenários. 

A Amnistia Internacional publicou uma declaração sobre a guerra na Ucrânia contra o tráfico de pessoas, e este apelo é mais do que pertinente. As ações flagrantemente criminosas do Kremlin devem ser interrompidas de forma adequada. 

Alertamos os cidadãos de todos os países: participar na guerra neocolonial ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na Ucrânia ou já se alistou no exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». O projeto ajudará a salvar a sua vida e a render-se em segurança. 

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segunda-feira, outubro 12, 2026

A tendência «Hoje sou ucraniano/a» ganha popularidade no Threads 💙💛

A tendência global «Today I’m Ukrainian» (Hoje sou ucraniano/a) está a ganhar popularidade no Threads. Os estrangeiros estão a publicar mensagens com palavras de solidariedade com Ucrânia, a usar roupas com símbolos ucranianos e a partilhar fotos temáticas.





«O mundo vê-te» — as redes sociais estão inundadas de publicações de cidadãos estrangeiros, absoluta maioria dos quais não possui as origens ucranianas, de apoio à Ucrânia.





Ao mesmo tempo, e após os impactos ucranianos nos centros de dados da corporação russa «Yandex», nas diversas redes sociais notou-se uma clara diminuição do postagens anti-Ucrânia e/ou à favor das «causas», partidos ou personalidades/grupos pró-russos: de AfD na Alemanha; na Polónia diminuiram drasticamente as postagens anti-ucranianas, etc.

Os centros de dados de Yandex atingidos até agora

domingo, outubro 11, 2026

No Quénia as famílias exigem o retorno dos seus da guerra colonial russa

Na capital da Quénia, em Nairobi, mais de 30 famílias exigem que o presidente William Ruto intervenha na situação dos cidadãos quenianos coersivamente recrutados ao exército russo. O número total de quenianos que se tornaram mercenários pode ultrapassar mil pessoas. 

Os familiares reuniram-se em Nairobi e pediram às autoridades que obtenham da rússia informações sobre o paradeiro dos seus entes queridos, que os sobreviventes sejam repatriados e que os corpos dos mortos sejam devolvidos ao país. Algumas famílias não sabem o que aconteceu aos seus familiares há meses. 

Muitos dos quenianos, que objetivamente se tornaram mercenários, não iam à rússia para participar na sua guerra colonial. Prometeram-lhes empregos como seguranças, motoristas ou operários da construção civil. Já na rússia, as pessoas foram persuadidas ou forçadas a assinar contratos militares, sendo posteriormente enviadas para a frente de batalha na Ucrânia. 

Em julho de 2026, a Secretária Principal para os Assuntos da Diáspora, Roseline Njogu, afirmou que chegaram a ser recrutados 289 quenianos para o exército russo, dos quais apenas 64 regressaram a casa e 69 foram confirmados como mortos ou desaparecidos em combate. 

A lista dos 518 mercenários quenianos ao serviço russo

Recorde-se que, anteriormente, as autoridades quenianas conseguiram que a federação russa interrompesse o recrutamento dos seus cidadãos. Depois disso, soube-se que o comando russo transferiu urgentemente para a frente de batalha 518 cidadãos quenianos, que se encontravam em campos de treino do exército russo, com o objetivo claro de os «zerar» nos ataques. No total, segundo estimativas dos serviços de informação quenianos, o número de cidadãos do país que já integraram as fileiras do exército russo poderá ultrapassar mil pessoas. 

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Ler: Chechen reflections that mirror experiences of Kenyan families suffering russias recruitment


sábado, outubro 10, 2026

Oficiais russos liquidados no quartel-general do 41º exército russo em Donetsk

A publicação russa «Mediazona» apurou os nomes e identidades de 20 oficiais russos, que morreram no ataque ao quartel-general do 41º Exército russo, ocorrido aos 26 de agosto de 2026 na cidade ocupada de Donetsk. 
As forças ucranianas usaram os mísseis no ataque cirúrgico contra a cidade de Donetsk, ocorrido em 26 de agosto de 2026. Vários blogueiros patrioteiros militares russos, notaram a precisão do ataque, lamentando a «evidente traição interna», de alguém, ou até de várias fontes, que passaram as informações sigilosas e de grande valor às Forças da Defesa da Ucrânia.

A «Mediazona» escreve que 18 oficiais morreram no dia do ataque, e outros dois morreram posteriormente na sequência dos ferimentos. Serviam no quartel-general do Distrito Militar Central e no 41º Exército de Armas Combinadas. Até a data esta é a maior morte em massa conhecida de oficiais do exército russo na atual guerra russo-ucraniana.

Denis Pushilin, o chefe da administração russa de ocupação, relatou no seu canal de Telegram que o alvo era o centro comercial Donetsk City, ferindo oito pessoas — «mulheres, crianças e homens civis». Acrescentou que no ataque foram utilizados mísseis Storm Shadow/SCALP-EG. 

O TG canal Exile+ afirmou que um dos ataques atingiu um edifício no número 97 da Avenida Ilyich, que antes de 2014 albergava um instituto de investigação científica. O canal TG ucraniano CiberBoroshno, acrescentou que um dos alvos era o parque de estacionamento subterrâneo com 600 lugares sob um complexo residencial inacabado, local atingido por, pelo menos, seis mísseis. 

Os projetos ucranianos de OSINT noticiaram que ambas as instalações eram utilizadas como postos de comando do exército russo de ocupação. De acordo com o Exilenova+, no total 27 pessoas morreram e 58 ficaram feridas nos ataques, incluindo dois generais entre os feridos graves. 

A «Mediazona» possui listas de pessoal do quartel-general do Distrito Militar Central (unidade militar Nº 33303, composta por 856 militares) e do quartel-general do 41º Exército de Armas Combinadas (unidade militar Nº 44424, 206 militares). Os dados constantes destas listas estão atualizados até julho de 2025. Além dos nomes, também incluem patentes, cargos e outras informações. 

Depois de cruzar estas listas com o registo de testamentos e outros registos estatais russos, também revendo os obituários de oficiais de alta patente publicados no último mês, a «Mediazona» concluiu que pelo menos 20 pessoas foram mortas no ataque aéreo de 26 de agosto em Donetsk — 18 morreram nesse dia e duas morreram posteriormente em consequência dos ferimentos.

Além disso, a «Mediazona» identificou mais dois casos de mortes em massa de oficiais russos do quartel-general do 41º Exército de Armas Combinadas. Oito militares morreram aos 4 de agosto de 2026 e quatro aos 8 de setembro de 2025. 

Rubrica «ONE SHOT» 

A sequela ucraniana da «Velocidade Furiosa». O strike certeiro do 5º Batalhão de «Pássaros de Magyar».

Olhos e Ferroada — terror de minhocas!

🔥Centro CSO «A» do SBU: a unidade mais resultativa das Forças de Defesa da Ucrânia

A unidade de Operações Especiais «A» do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), pelo 7º mês consecutivo está no topo das unidades mais resultativas das Forças de Defesa da Ucrânia. O ranking de eficácia é calculado com base no número de alvos russos atingidos.

Os resultados de CSO «A» não se resumem apenas através de grandes perdas de pessoal dos ocupantes russos. Cada alvo atingido enfraquece a sua capacidade de realizar reconhecimentos, coordenar unidades, abastecer tropas e continuar a ofensiva. À partir destes resultados se constrói a destruição sistémica do potencial militar da rússia.

De acordo com os dados verificados da unidade especializada «A» do SBU, em setembro de 2026, as forças especiais ucranianas neutralizaram mais de 7.600 ocupantes russos.

Além disso, durante o mês de setembro, foram atingidos, danificados ou destruídos os seguintes alvos:

  • 6.938 drones aéreos e terrestres de diversos tipos;
  • 2.971 unidades de equipamentos automóveis;
  • 2.969 antenas e nós de comunicação;
  • 1.061 fortificações;
  • 726 tripulações de drones;
  • 178 paióis e depósitos militares;
  • 39 unidades de veículos blindados, incluindo 4 MBT´s e 35 veículos blindados ligeiros;
  • 33 sistemas de artilharia e canhões autopropulsados;
  • 26 sistemas de defesa aérea;
  • 16 lançadores múltiplos de foguetes (MLRS);
  • 13 sistemas de radar/guerra eletrónica;
  • 9 embarcações de diversos tipos;
  • 5 postos de controlo.

No dia 18 de Setembro de 2026, o TG canal ucraniano Exilenova_plus publicou a imagem exclusiva do sistema russo S-400 «Triunf» (SA-21 Growler na classificação da NATO) destruído. Agora temos a oportunidade única de aquela ação através das lentes de um drone.

Faça click para saber mais

Um dos dois lançadores S-400 atingidos dentro do território russo, nas proximidades da fronteira ucraniana, que os ocupantes russos usaram em modo «terra-terra» para atacar os grandes centros urbanos ucranianos, foi desmilitarizado com sucesso pelas Forças de Defesa da Ucrânia!

O coronel «Catana»: comandante do batalhão sul-americano na Ucrânia

O coronel Jose David Chaparro, venezuelano de 59 anos, com o nome de código «Katana», que escapou do regime «bolivariano», comanda na Ucrânia o batalhão «Bolívar» composto por 250 combatentes, a maioria colombianos. Hoje a unidade faz parte de sistemas não tripulados do Centro de Operações Especiais «A» do SBU. 

Além dos colombianos, também lá servem os venezuelanos, os chilenos, os italianos, os alemães e os portugueses, escreve o The Kyiv Independent.

Chaparro nasceu na Venezuela, mas veio para Kyiv em 1989 para fazer uma pós-graduação em Direito. Depois, regressou a casa, trabalhou em agências governamentais e, de 2001 a 2005, foi cônsul interino da Venezuela em Moscovo/ou.

Em 2013, Chaparro juntou-se aos protestos contra Maduro e foi forçado a ir para a Ucrânia com a sua família por causa da sua oposição ao regime chavista.

Esteve no Maydan de Kyiv em 2014. Acredita que a Venezuela e a Ucrânia têm um inimigo em comum — a rússia, que apoiou os regimes de Chávez e Maduro.

Faça click para seguir a unidade na X
Após o início da guerra em grande escala, Chaparro juntou-se à unidade dea Desfesa Territorial (TrO). Em 2023, fundou o batalhão «Bolívar» e, em 2025, a unidade foi integrada no SBU.

O batalhão opera com drones FPV e drones de reconhecimento nas regiões de Donetsk, Kherson e Zaporízhia. Em 15 meses de trabalho com drones, a unidade não perdeu, em combate, um único elemento seu.

Chaparro critica a forma como Ucrânia está actualmente a expandir o recrutamento de estrangeiros para às FAU: “O problema reside no seu treino: alguns dos recém-chegados da América do Sul exageram a sua experiência militar e vêm por dinheiro ou oportunidades. Primeiro, formação, depois um contrato e só depois disso — trabalho de combate.”

sexta-feira, outubro 09, 2026

🔥⚡️ Ucrânia, com a ajuda da resistência russa, ataca a refinaria de Omsk

Em 8 de outubro, as unidades Deep Strike das Forças de Operações Especiais da Ucrânia voltaram a atingir a refinaria russa de Omsk. Os drones FP-6 (a versão modernizada dos FP-1) das SSO-SOU percorreram quase 3.000 km e atingiram os seus alvos com sucesso. A operação foi realizada em cooperação com o movimento da resistência russa “CentelhaNegra”.

A refinaria de Omsk é a maior refinaria de petróleo da rússia. Faz parte da corporação «Gazprom Neft» e processa mais de 21-22,23 milhões de toneladas de petróleo por ano. A empresa que fica à uma distância de mais de 2.500 km da fronteira da Ucrânia produz gasolina, gasóleo e combustível de aviação, bem como vários outros produtos petroquímicos.

Registraram-se vários impactos no alvo, seguidos por um incêndio:

Esta é a refinaria russa mais remota alguma vez atacada por drones ucranianos. A refinaria de Omsk foi atacada pela primeira vez pelas SSO-SOU aos 6 de julho de 2026. Após o ataque, a refinaria deixou de refinar petróleo e foi temporariamente encerrada para as obras de reparação. 

As SSO-SOU trazem da volta à rússia a guerra iniciada por Kremlin – por mais longe que os ocupantes russos possam esconder as suas instalações. 

Forças de Operações Especiais: Sempre para além dos limites! 

Os drones ucranianos FP-1 atingiram a refinaria de petróleo em Salavat, no Bascortostão

A refinaria de petróleo de Salavat é um dos maiores complexos de refinação de petróleo da rússia, com capacidade para processar até 10 milhões de toneladas de matérias-primas de hidrocarbonetos por ano.

Os drones ucranianos percorreram mais de 1.300 km para atingir os seus alvos. Como resultado do ataque, foram registados vários focos de incêndio nas instalações da empresa.

Maior data center da Yandex foi atingido 

Drones ucranianos FP-1 atingiram o centro de dados Yandex de Kaluga, localizado no parque industrial de Grabtsevo, na região russa de Kaluga. 

A capacidade projetada da instalação é de 63 MW, sendo o maior data center da empresa. Como resultado dos impactos, vários módulos do data center foram completamente queimados. O que, por sua vez, afeta vários serviços da economia russa: navegação de taxis, entregas, funiconamento do comércio online, mapas e diversos outras aplicações ligadas ao Yandex, monopolista do mercado russo.  

Em 2026, a Yandex detinha cinco grandes centros de dados, dois dos quais já foram atacados pelas Forças de Defesa da Ucrânia.

A detenção e a soltura do Mikhail «Rybar» Zvinchuk 

O criminoso de guerra e propagandista russo Mikhail Zvinchuk, co-fundador e coordenador principal do TG canal «Rybar», com cerca 1.300 mil subscritores, foi detido, por algumas horas, e depois solto no Montenegro. O propagandista diretamente ligado à inteligência militar russa GRU, viajava, numa comitiva de colaboradores pelos Balcãs há mais de uma semana, filmando peças de propaganda belicista e agressiva. Por exemplo, estando na Sérvia, ele filmou uma reportagem na qual, abertamente incitavava e exortava, os ataques de drones russos Shaheed/Geran contra os navios europeus perto do porto polaco de Gdynia.

O propagandista russo veio à Europa (embora não comunitária) para gravar um vídeo sobre como e onde a rússia deveria atacar a Enião Europeia, entrando na guerra com ela. Cedendo às pressões russas, Montenegro soltou Zvinchuk, embora expulsando o propagandista e a sua equipa do país.

Com esperanças muito ligeiras de que este vídeo chegue aos meios de comunicação polacos e que os serviços de inteligência polacos possam fazer as suas próprias perguntas à este homem.

⚡️ Os mercenários latino-americanos do exército russo rendem-se às FAU

Os mercenários do exército russo, oriundos de países distantes da América Central e Latina, neste caso de Equador, Honduras e Paraguai – foram render-se às Forças Armadas da Ucrânia (FAU). 

Em 2026, a América Latina tornou-se uma das fontes de recrutamento estrangeiro para o exército russo, que cresceu mais rapidamente. Embora a rússia não tenha cessado o recrutamento nos países africanos, devido à indignação pública e à pressão diplomática de alguns países do continente, como se pode constatar, os russos são obrigados a mudar o foco para outras regiões do nosso globo. 

Isto é evidente no crescente número de prisioneiros de guerra. De facto, nos primeiros nove meses de 2026, o número de cidadãos latino-americanos capturados pelas FAU foi quatro vezes superior ao de todos os anos anteriores juntos. 

Um destes POW é Wilson Noel Quintero Guzman, antigo oficial de baixa patente do exército hondurenho, onde serviu de 2013 a 2024. Em julho de 2026, em busca de trabalho, veio para a rússia e assinou um contrato com o exército russo. 

Juntamente com ele estava Cáceres Bogado Marcos Naguel, natural de Caaguazú, do Paraguai, um ex-camionista.

Pediram-lhes que assinassem documentos, mas negaram-lhes a oportunidade de os traduzirem para castelhano ou de lerem o seu conteúdo. O grupo foi depois levado para um banco, onde cada um recebeu um milhão de rublos (cerca de 11.760 dólares). Uma parte do dinheiro foi gasto em fardamento e equipamentos adicionais, o restante, juntamente com os documentos pessoais, foi confiscado pelos intermediários russos. 

Ao contrário de vários outros mercenários estrangeiros, que recebem pelo menos um treino básico formal, Guzmán e Naguel foram enviados quase imediatamente para posições russas na região ucraniana de Sumy. 

Aí, após um ataque mal sucedido, o grupo tentou recuar, mas um destacamento russo de «barragem» abriu fogo sobre eles, tentando forçá-los a avançar. Guzmán ripostou o fogo. Dois militares russos morreram naquele tiroteio. 

Depois disso, o grupo percebeu que estava condenado à morte, decidindo cessar a luta, dirigiu-se às posições ucranianas mais próximas para se render. 

O cidadão equatoriano Wilson Mesías Vascónez López foi contactado pelos recrutadores russos através do Facebook. Ofereceram-lhe um «emprego bem remunerado na área da segurança». O recrutador, uma mulher chamada Valeria, alegou que a rússia estava com falta de pessoal de segurança, disposta a pagar elevadas somas aos guardas estrangeiros. 

No início de junho de 2026, López já tinha chegado a Podolsk, onde assinou um contrato com exército russo. Ele foi destacado para uma unidade de assalto, com missão de avançar em duplas, tentando se infiltrar nas posições ucranianas pela retaguarda. Estava acompanhado por um reformado russo, com quem caminhou durante 11 dias pela floresta sem comida, nem água. No 12º dia, o seu companheiro perdeu as forças e pararam. López pediu ajuda por rádio ao seu comandante, mas não recebeu comida, nem água. Três dias depois, o reformado morreu de exaustão, e López chegou às posições ucranianas e rendeu-se. 

Os detalhes destas histórias variam, mas o padrão continua a ser o mesmo: promessas de salários fantasiosamente elevados, serviço à milhares de quilómetros fora de casa, falta de treino adequado e uma missão sem retorno em ataques inúteis. 

Se lhe oferecerem um «ótimo emprego na rússia» com um «salário elevado», lembre-se: estas ofertas são feitas por autênticos traficantes de escravos do exército russo. Não há fuga fácil fora desta escravatura militar russa. 

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quinta-feira, outubro 08, 2026

O voo mortal de um ruscista: o crime de guerra russo em Kramatorsk

Na manhã de 8 de outubro, a força aérea russa lançou uma enorme bomba planadora guiada sobre o centro de Kramatorsk, onde circulavam dois autocarros/ônibus. Resultando em 33 civis mortos e 18 feridos. Assim decorre a «libertação russa» dos residentes do leste da Ucrânia. Ontem foi Pryluky, hoje é Kramatorsk. Ucranianos não se esqueçem e não perdoam.







A cidade ucraniana de Dobropillya está completamente destruída pela rússia. É simplesmente impossível reconstituir tudo isto. Os ocupantes russos e os seus propagandistas no Ocidente chamam isso de “libertação da Donbas”.

Ucrânia responde, atacando alvos estratégicos 

Na cidade russa de Sasovo, na região de Ryazan, as forças ucranianas atingiram a fábrica de máquinas-ferramenta «Sasta», especializada na produção de máquinas CNC para maquinação de metais, em particular centros de maquinação de 5 eixos, complexos de torneamento e fresagem e máquinas-ferramenta pesadas. Anteriormente, a «Sasta» fornecia máquinas especiais às empresas da Corporação de Armamento de Mísseis Táticos e da «Roscosmos».

A empresa está sujeita às sanções internacionais. O perfil de sanções públicas da «Sasta» inclui jurisdições dos EUA, Canadá, Suíça, UE, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Japão e Ucrânia.

Na noite de 8 de outubro de 2026, as Forças de Defesa da Ucrânia atacaram, com sucesso, um centro de dados na cidade de Sasovo, na região de Ryazan, que é um dos maiores centros de processamento e armazenamento de dados do gigante russo das TI Yandex. A acessoria do serviço de imprensa confirmou oficialmente o encerramento completo do centro de dados em Sasovo, devido a danos em parte da infraestrutura. O encerramento de uma instalação tão grande provocou interrupções em grande escala nos serviços de rede da empresa.

Localização do centro: 54.37341, 41.939628 

Imagem de satélite do centro de dados da Yandex em Sasovo após a chegada de drones e muito possivelmente de mísseis ucranianos. Uma parte significativa do centro de processamento e armazenamento de dados foi destruída.


A rússia tenta ocultar a localização exata do centro da Yandex nos mapas de satélite. O centro possui a capacidade energética declarada de até 12 MW e infraestrutura para acomodar dezenas de milhares de servidores.

Após o ataque conduzido pelas unidades de SSO-SOU, ocorreu uma falha em grande escala na empresa. Foi registada uma falha de energia, que deixou indisponível uma vasta gama da infraestrutura da Yandex Cloud. Os problemas afetaram o poder computacional, as redes, o armazenamento de dados, as bases de dados, o Kubernetes, os serviços de cloud, a IA e os sistemas de segurança e monitorização.

O mercenário africano transformado em um alvo vivo pelos russos

O mercenário Mompoloki Odirile Martin é um arquiteto do Botswana, formado no Canadá. Estava à procura de emprego, quando clicou num anúncio online, que o redirecionou para o grupo WhatsApp, oferecendo emprego, supostamente na Polónia. Agora é um POW na Ucrânia.

O agente russo lhe prometeu condições claramente fantasiosas, como um pagamento único de 20.000 euros, passagem aérea gratuita, habitação, seguro de saúde e educação gratuíta para os seus filhos. O anúncio não mencionava nenhuma atividade militar. Ao chegar à rússia, Mompoloki foi simplesmente despejado, como soldado de ataque, na infame 15ª Brigada Separada de Fuzileiros Motorizados, a unidade militar Nº 90600. 

Havia outros estrangeiros na unidade para além dele, todos usados por ​​igual. Deveriam servir de «abre-latas» — os primeiros a correrem em direção às posições ucranianas, uma espécie de alvo vivo, para que os comandantes russos pudessem utilizar o drone de vigilância, à fim de localizar as posições ucranianas, quando os militares ucranianos começassem a disparar sobre os mercenários. 

Aqueles estrangeiros que se recusavam a avançar, simplesmente eram abatidos, algo que o próprio Mompoloki testemunhou. 

Veja o vídeo completo de Mompoloki e outros africanos captrurados pelas FAU no leste da Ucrânia:

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quarta-feira, outubro 07, 2026

A rússia celebrou o aniversário de seu ditador com mais crimes de guerra

A rússia celebrou o aniversário de ditador putin com um ataque maciço contra cidades ucranianas. Cerca de 70 mísseis, muitos deles balísticos, e mais de 100 drones de ataque foram lançados contra Ucrânia. Morreram 20 civis ucranianos, quatro eram crianças. 

As piores consequências foram sentidas em Pryluky, na região de Chernihiv. Um míssil russo atingiu um prédio de habitação de cinco andares, destruindo duas seções. Morreram 14 civis, quatro delas crianças. Entre os mortos estavam uma mulher de 58 anos, a sua filha de 37 anos e o seu neto, de um ano e nove meses de idade. Um menino de oito anos também morreu. Outros 50 civis ficaram feridos, incluindo sete crianças. 





As vítimas civis ucranianas e a destruição em Pryluky

Em Kremenchuk, mísseis atingiram uma zona residencial. Dois civis morreram e 34 ficaram feridos, incluindo duas crianças. Cinco edifícios residenciais multipisos e 35 casas particulares foram danificados, e outras seis foram destruídas. 








As vítimas civis ucranianas e destruição em Kremenchuk

Duas pessoas morreram em Kyiv: 4 pessoas feridas em bombardeamento russo, outras foram salvas/22 resgatadas.

Um drone russo atingiu um edifício residencial de 12 andares no 10º andar. O fogo alastrou para os pisos superiores e houve também destruição parcial das estruturas. Os socorristas conseguiram salvar 22 pessoas, incluindo 8 crianças. Infelizmente, 4 pessoas ficaram feridas, incluindo duas crianças. Foram encaminhadas para atendimento médico.





Ataque russo atingiu a cooperativa de garagens no bairro de Darnytsya em Kyiv

Evacuação dos civis em Kyiv

O incêndio, que atingiu uma área de 100 m², foi extinto. As informações sobre os feridos estão a ser apuradas. Todos os serviços relevantes estão a atuar no local, informa o Serviço Estatal de Emergências (DSNS).

Duas pessoas morreram em Oleksandriya, na região de Kirovohrad. Em Dnipro, edifícios residenciais de vários andares, uma fábrica e um complexo desportivo foram danificados. Os ataques atingiram Zaporízhia, Kyiv, Poltava, Kharkiv e outras regiões. 

O putin fez hoje 74 anos. Até esta data, a rússia matou pelo menos 20 pessoas na Ucrânia, incluindo crianças. Aqui estão elas, as velas no bolo de aniversário do führer russo. 

O ditador russo de 74 anos com problemas mentais realizou mais um sacrifício em massa na Ucrânia em homenagem ao seu aniversário. É realmente estarrecedor — que tipo de psicopata completo é que alguém precisa de ser para lançar ataques com mísseis em massa como presente para si próprio no seu aniversário? Para sentir prazer com a morte e o sofrimento dos outros num dia destes? 

Um líder minimalemente adequado teria declarado um dia de silêncio em homenagem ao seu aniversário, sem mortes ou bombardeamentos. Mas putin esperou, armazenando mísseis, para depois poder ver fotografias de edifícios ucranianos destruídos. 

Isto não é nenhuma guerra, é um puro genocídio e sadismo.

e a resposta ucraniana...

Um petroleiro «Aframax Rio», sob a bandeira liberiana, carragado do petróleo russo, está ardendo na costa de Sochi no Mar Negro, após ser atingido por drones marítimos ucranianos:








Imagens espectaculares da costa de Sochi, 7/Oct/2026