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quinta-feira, setembro 10, 2026

Ucrânia ataca os portos militares russos de Novorossiysk, Makhachkala e Sochi

Na noite de 9 à 10 de setembro, as Forças de Defesa da Ucrânia lançaram um complexo ataque composto de mísseis e drones marítimos contra os portos russos de Novorossiysk, Makhachkala e Sochi. Vários navios de guerra russos sofreram danos confirmados por meios do controlo objetivo. 

Foram atingidos o porto, os navios e a infraestrutura militar de Novorossiysk: 

Foi atingido o navio «Buyan-M» (Projecto 21631) – um pequeno navio russo multifuncional de mísseis e artilharia (MRS) de 3ª classe, lançador de mísseis de cruzeiro «Kalibr» e «Onyx».

«Buyan-M», 9-10 de setembro de 2026

A fragata russa «Almirante Essen» foi atingida na sua superestrutura. Como resultado do impacto nos convés, deflagrou um incêndio, confirmado pela GUR (secreta militar da Ucrânia). Provavelmente o navio foi atingido por míssil ucraniano «Neptun». 

Fragata porta-bandeira «Almirante Essen», 9-10 de setembro de 2026


A fragata russa «Almirante Makarov» foi novamente atingida, desta vez na sua superestrutura.

Fragata «Alimirante Makarov», 9-10 de setembro de 2026

A infraestrutura portuária também foi atingida:


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As consequências de outros impactos estão sendo apurados.

A zona portuária da cidade russa de Sochi foi alvo de ataque de drones marítimos ucranianos. As testemunhas relatam fortes explosões na zona portuária.





Cidade russa de Borisoglebsk, onde se situa um importante aeroporto militar, região de Voronezh, foram ouvidas explosões. Um drone foi abatido pela defesa aérea russa sobre uma casa particular em Borisoglebsk.
Cidade de Makhachkala, região de Daguestão. Os moradores relatam explosões e fumo na zona portuária, bem como danos na cidade. Desde 2017 a cidade se tornou o porto principal da flotilha russa do Mar Cáspio.



quarta-feira, setembro 09, 2026

Ucrânia atinge alvos russos à uma distância superior aos 3.000 km

Na noite de 9 de setembro, os drones ucranianos atingiram a Central de Preparação de Condensados ​​de Novy Urengoy, no Distrito Autónomo de Yamalo-Nenets, mais de 2.800 km da Ucrânia (em linha reta), ou seja, os drones ucranianos voaram cerca de 3.200 km. 

A empresa é uma das principais instalações da infraestrutura de condensados ​​de gás da região. A capacidade projetada da Central é de cerca de 19,5 milhões de toneladas de matéria-prima por ano. 

Novy Urengoy em «manutenção rotineira»

As forças especiais da Ucrânia SSO-SOU informam sobre a destruição de duas fábricas de condensado de gás no Distrito Autónomo de Yamalo-Nenets, em Novorengoysky e Purovsky. As explicações russas são as de costume: «estão a aliviar a pressão no sistema, manutenção rotineira».

A região de Khanty-Mansiysk recebeu hoje os drones de ataque FP-1, que foram dirigidos pelos operadores de SSO-SOU até os alvos:


A cidade russa de Novorossiysk após um ataque noturno. Os residentes relatam um grande número de drones durante a noite; a infraestrutura portuária foi destruída.

Imagem de satélite da base naval russa de Novorossiysk hoje. A base foi atingida pelos mísseis ucranianos «Neptuno». GUR reportou danos na superestrutura do convés do navio porte-bandeira da frota russa, “Almirante Essen”, que resultaram num incêndio.

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No dia 2 de setembro, sucedeu um incêndio na ampresa russa «Proton-PM», nos arredores de Perm. Registou-se um incêndio num dos principais edifícios de produção, com uma área de aproximadamente 3.000 m². 

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A fábrica «Proton-PM» é um dos principais fabricantes de motores RD-191 para a família de veículos de lançamento espaciais «Angara». Em 2025, foi inaugurada uma nova linha de produção destes motores na unidade de Novye Lyady. 

Aos 6 de setembro, a refinaria de Ryazan foi atingida pelas Forças de Defesa da Ucrânia. Outrora praticamente impenetrável, a 3ª maior refinaria da rússia, com uma capacidade projectada de cerca de 18,8 milhões de toneladas de petróleo por ano, está agora em constante reparação. 

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A reparação das instalações, incluindo as torres AVT-3 e AVT-4, ainda está em curso após ataques anteriores. 

  • Cor púrpura: provavelmente danos anteriores;
  • Cores vermelha e amarela: provavelmente danos mais recentes.

Para além das torres AVT-3 e AVT-4, podemos ver as torres AT-6 e AVT-1 bastante danificadas.

Petrolífera de Ryazan, imagem 1

Ou seja, quase todos as AVT de uma das maiores refinarias da rússia estão fora de serviço ou muito danificadas em consequência das sanções impostas pela Ucrânia. 

Petrolífera de Ryazan, imagem 2

  • AVT-1 (imagem 1) — ~2,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-2 — ~2,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-3 — ~3,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-4 — ~4,0 milhões de toneladas/ano
  • AT-6 (imagem 2) — ~8,1 milhões de toneladas/ano

domingo, setembro 06, 2026

🔥✈️ Ucrânia atinge os alvos estratégicos e militares russos em Ryazan e Sochi

Aos 6 de setembro de 2026, os drones da GUR MOU e das Forças Armadas da Ucrânia, atingiram, com sucesso, a refinaria russa de Ryazan. Os helicópteros russos foram destruídos e danificados no aeródromo militar de Sochi. 

Incêndio na refinaria de Sochi

Os operadores do Departamento de Ações Ativas da GUR e do Departamento de Sistemas Não Tripulados das FAU, no âmbito de uma operação conjunta de ataque profundo, atingiram a refinaria russa — a “Companhia de Refinaria de Petróleo de Ryazan”, uma das maiores da rússia, com a capacidade anual de 17 miliões de toneladas de petróleo.

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As imagens de Ryazan, onde a refinaria local está em chamas:

 

Os danos nos equipamentos militares do aeródromo militar da cidade de Sochi. Foram identificados os seguintes helicópteros russos, atingidos em resultado de ataque ucraniano de 4 de setembro:

  • Ka-52 destruído
  • Mi-28 destruído
  • Mi-8 danificado

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A destruição da posição do S-300 no assentamento de Sirius nos arredores de Sochi — dois lançadores e um sistema de defesa aérea Pantsir S-1 (provavelmente) foram destruídos.

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A defesa aérea russa está a operar em Bataysk, na região de Rostov.


O Su-27 ucraniano bombardeou, algures, uma posição russa com as poderosas bombas GBU-62:


sábado, setembro 05, 2026

O ex-marine norte-americano foi morto na guerra contra Ucrânia

Natural de Arizona, ex-fuzileiro naval, Seth William Baker, foi dispensado do serviço militar americano por ter recusado se vacinar durante a pandemia de COVID-19. De seguida falhou o ingresso na academia de polícia, então converteu-se à ortodoxia, viajando para rússia, onde assinou o contrato com exército russo e morreu algures na Ucrânia. 

As informações sobre a morte de Baker só agora surgiram em grupos russos de Telegram. De acordo com os dados ucranianos, o norte-americano morreu há dois anos – no início de setembro de 2024 – e estava listado como desaparecido em combate desde 27 de setembro de 2024. Apenas três meses se passaram entre a assinatura do contrato com o Ministério da Defesa russo e a sua morte. 

Seth William Baker, nascido a 7 de setembro de 2000, era natural do Arizona. Serviu anteriormente no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (a Marinha dos EUA confirma que teve nas suas fileiras o cabo Seth William Baker, que servia como «especialista em combustíveis a granel» mas não confirma, se é a mesma pessoa que aparece em algumas filmagens da Internet, vestindo uniforme russo). Segundo Baker, ele foi dispensado do serviço militar por se ter recusado a se vacinar durante a pandemia de COVID-19, que vitimou 1,2 milhões de americanos. Tentou então ingressar na academia de polícia, mas não conseguiu atingir a pontuação necessária.

Sentindo-se perdido, desprezado e abandonado na sua terra natal, Baker converteu-se à fé ortodoxa e partiu para a rússia, onde assinou o contrato com o exército russo aos 2 de junho de 2024. Tinha 23 anos à data do contrato e da sua morte. Enquanto o Kremlin bajula publicamente a Casa Branca, os cidadãos americanos atraídos para a rússia pela propaganda russa estão a ser forçados a participar em ataques sem nenhum sentido ao lado de mercenários de África e da Ásia. 

Os azarados podem ser alvejados pelas costas, como aconteceu com o norte-americano Russell «Texas» Bentley, que foi torturado, estuprado e morto por militares da 5ª Brigada Independente de Fuzileiros Motorizados, e o seu corpo foi atirado ao poço de uma mina. A rússia pode falar o que quiser sobre a sua suposta «amizade» com os americanos, mas, na realidade, um passaporte americano não protege ninguém de um tiro, de um ataque brutal ou de represálias numa guerra neocolonial russa. 

Baker foi enviado para o 1442º Regimento de Fuzileiros Motorizados da 6ª Divisão de Fuzileiros Motorizados. Esta unidade é conhecida pelas suas pesadas baixas e por habitualmente «zerar os efectivos», eufemismo russo para morte propositada e/ou assassinato dos seus próprios militares, como foi repetidamente relatado pelas esposas dos soldados daquele regimento. 

Para Baker, o exército russo tornou-se também o seu último local de serviço. Três meses depois de assinar o seu contrato, morreu, e apenas um canal propagandista russo da rede social Telegram, se recordou da sua morte, e mesmo assim, dois anos depois. 

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Blogueiro: o caso do Seth William Baker faz nós lembrar o caso do brasileiro Rafael Lusvarghi. Ambos pertenciam à classe médias dos respetivos países, ambos tiveram uma razoável posição social e uma possibilidade privilegiada de progressão na carreira. Ambos destruíram a sua própria carreira por razões absolutamente fúteis, entrando no espiral de auto-destruição. Em resultado, Baker morreu, de uma forma totalmente inglória, na qualidade do ocupante e agressor. Enquanto Lusvarghi teve mais sorte, ele «apenas» cumpre a pena numa cadeia brasileira, devido ao tráfico de droga e poderá ser libertado algures em 2029...

quinta-feira, setembro 03, 2026

Baleado o major-general russo, responsável do ataque ao centro médico infantil em Kyiv

Na manhã de 3 de setembro foi baleado na rússia o major-general Nikolai Varpakhovich, comandante da 22ª Divisão de Aviação de bombardeiros pesados da força aérea russa, responsável direto por ordenar um ataque de mísseis contra o centro médico infantil de Okhmatdyt, em Kyiv, ocorrido em 8 de julho de 2024.

O ataque contra o Okhmatdyt foi aprovado pela propaganda russa: «não há pessoas do outro lado. Nem uma única pessoa. Os nossos mísseis não matam pessoas. Nem uma única pessoa. Não há lá pessoas».

Sabe-se que o atacante emboscou o major-general perto da sua residência particular na rua Entuziastov, nº 2, na vila de Probuzhdenie, em oblast de Saratov. General russo foi atingido por duas vezes na cabeça e no abdómen por um tiro de pistola. O major-general encontra-se em estado crítico. O executante conseguiu escapar e não foi detido. 

A 22ª divisão é constituída por:

  • 121º Regimento de Aviação de bombardeiros pesados (Engels-2, Tu-160);
  • 184º Regimento de Aviação de bombardeiros pesados (Engels-2, Tu-95MS);
  • 52º Regimento de Aviação de bombardeiros pesados (“Shaykovka”, Tu-22M3). 

A divisão faz parte da tríade nuclear russa e participa constantemente nos ataques maciços contra o território da Ucrânia. No dia 1 de Setembro, Varpakhovychfoi oficialmente notificado, à revelia, de suspeita, nos termos do artigo 438.º, Parte 2, do Código Penal da Ucrânia (crimes de guerra que causaram a morte de pessoas), por ordenar um ataque com mísseis contra o centro médico infantil de Okhmatdyt, em Kyiv, ocorrido em 8 de julho de 2024.

O porto da cidade de Sochi foi atacado pelos drones marítimos. Aparentemente, o principal objetivo era «NEFRIT», o navio de abastecimento MPSV (Multipurpose Supply Vessel / Navio de Abastecimento Multiusos), concebido para garantir operações de petróleo e gás offshore.


A posição do sistema Panstir S-1

Pânico na praia, a guerra russa volta às suas origens


De acordo com dados confidenciais, «NEFRIT» estava a operar na zona de Novorossiysk e do Mar Negro, navegando sob a bandeira russa. 

O navio «NEFRIT» atingido no ataque

A Marinha da Guerra da Ucrânia confirmou o seu papel ativo no ataque ao navio de apoio russo «NEFRIT» no porto de Sochi.

Os resultados do ataque ucraniano, efetuado pelas unidades SSO-SOU, de 1 de setembro de 2026, à petrolífera russa «Novatek LLC» em Ust-Luga, na região de Leninegrado:

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  1. Incêndio de 2 colunas da unidade de hidrocracking;
  2. Incêndio na central primária de processamento de condensado de gás, secção S200;
  3. Incêndio de tubagem na zona da estação de bombagem. 

Possivelmente foi atingida a tubagem de oleodutos entre os tanques, mas não são visíveis na imagem. A petrolífera está parada.

quarta-feira, setembro 02, 2026

⚡️ Alvos russos atingidos pelos drones e mísseis ucranianos da «Fire Point» em agosto de 2026

76 alvos russos foram atingidos pelos drones e mísseis ucranianos da «Fire Point» em agosto de 2026. Vamos analisar os ataques mais importantes do mês. 

Ataque a Novorossiysk, 12 de agosto

Uma das operações mais eficazes contra as capacidades de exportação russas e a frota militar. O reconhecimento por satélite confirmou pelo menos 30 impactos. Um grande número de drones ucranianos foi utilizado durante a operação, sendo uma parte significativa deles FP-1. 

Como resultado do ataque, três navios de guerra ficaram seriamente danificados: o navio-almirante da frota russa do Mar Negro «Almirante Makarov», a fragata «Almirante Essen» e um caça-minas do Projecto 266M. Os dois primeiros são portadores de mísseis de cruzeiro «Kalibr», que a rússia utiliza regularmente para atacar a Ucrânia. 

Outra consequência foi a suspensão das exportações de cereais devido aos danos críticos no elevador portuário e no terminal de cereais. A suspensão das exportações no pico da época, mesmo que por uma semana, provoca perdas económicas significativas para a rússia. 

Ataque com míssil Flamingo à fábrica «Progress», 15 de agosto

Ataque estratégico. A fábrica «Progress» é responsável pela produção de veículos de lançamento Soyuz-2, utilizados pela rússia para lançar satélites militares de reconhecimento e seguimento, bem como satélites «Rassvet», o equivalente russo do Starlink. 


Dois mísseis atingiram o edifício 106A, onde é realizada a montagem de equipamentos elétricos de bordo, sistemas de controlo, redes de cabos e compartimentos de instrumentos dos mísseis. Este é um dos principais edifícios de produção da empresa, e os danos no mesmo afetam diretamente a capacidade da fábrica para montar mísseis. 

Ataque à refinaria de Orsk, 11 de agosto

A cerca de 1.500 km da fronteira com a Ucrânia, os drones FP-1 atingiram todas as unidades primárias de processamento de petróleo da empresa. Este ataque foi um dos mais eficazes contra refinarias russas nos últimos tempos. 

Em consequência dos danos sofridos, a fábrica suspendeu os trabalhos de reparação. 

Infraestruturas do aeródromo de Millerovo com drones FP-1

A 30 de agosto, os drones FP-1 destruíram duas estações de radar e atingiram as infraestruturas do aeródromo militar de Millerovo, na região de Rostov.

Quatro alvos foram confirmados como atingidos:

  • Radar RSP-27: 48,953803° 40,296889°
  • Radar Nebo-SV: 48,932208° 40,294460°
  • Armazéns da munição: 48,947273° 40,291718°
  • Unidade técnica e operacional: 48,951479° 40,301451°

Zirka, Goga, Eric – os bons russos que lutam pela Ucrânia

As histórias únicas de Goga, Eric e Zirka – três combatentes e cidadãos russos, que lutam pela Ucrânia na «Legião da Liberdade da Rússia», uma unidade da GUR do MinDefesa da Ucrânia, foram divulgadas pela britânica Sky News. 

Goga é originário de Kaliningrado, serviu na frota russa e foi o único, entre a sua tripulação que se opôs à guerra criminosa iniciada por putin. Sabotou o navio “Serpukhov”, o porta-mísseis dos “Caliber” e “Zircon” e passou a documentação valiosa ao GUR, começando a lutar pela Ucrânia como parte da Legião russa. 

“O que diria eu aos militares russos? Corram, seus tolos – vão todos morrer! Quanto a putin, não quero que morra. Gostava que fosse julgado na Ucrânia”, disse Goga. 

Zirka (Estrela) é natural de Moscovo, trabalhava em design de vestuário, viveu em Paris e trabalhou na indústria da alta costura. Após conhecer os crimes de guerra dos russos, cometidos em Bucha, decidiu largar tudo e juntar-se ao exército ucraniano – agora é médica de combate na «LSR». 

“Quero que a rússia se liberte do regime de putin. Quero que a rússia se torne um país livre – que admita que foi uma guerra terrível, um acto de agressão, e que pague reparações”, diz Zirka. 

Eric, originário da Sibéria, foi mobilizado para o exército de ocupação russo. Para chegar ao lado da Ucrânia, utilizou o projeto “Quero Viver”. Juntos, desenvolveram um plano de fuga. Além disso, Eric ajudou a retirar dois ucranianos do território ocupado — arranjou-lhes documentos e coletes à prova de bala, forneceu-lhes as uniformes russos e transportou-os num carro desviado. Eric é agora o comandante de um grupo de drones de reconhecimento da Legião. 

“Quando chegámos às posições ucranianas, perguntei se a Legião da Liberdade da rússia. Até ao fim, não tinha a certeza se a Legião era real. [...] Estamos unidos pelo desejo de restaurar a ordem na rússia e libertá-la do regime de putin”, explica Eric.

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segunda-feira, agosto 31, 2026

Ucrânia atinge vários locais russos de lançamento de drones

Na noite de 30 de agosto, as Forças de Defesa da Ucrânia realizaram uma série de ataques contra depósitos e locais de lançamento de drones russos de ataque. No aeródromo militar de Tsimbulova, na região de Orel, foi atingido o sistema de lançamentos e o depósito de drones.


Aeródromo militar de Tsimbulova, os locais atingidos pelos drones ucranianos

Nessa mesma noite, as Forças de Defesa da Ucrânia atacaram depósitos, locais de preparação e lançamento de drones de ataque nas regiões de Orel e Rostov. Houve ataques ao aeródromo militar em Yeysk e no Mar Negro. Os militares ucranianos também aplicaram sanções de longo alcance à refinaria na região de Leninegrado, que contribui mensalmente com milhões de dólares para o orçamento militar russo. A eficácia dos ataques de longo alcance foi também confirmada durante a semana, em particular em instalações no Bascortostão e na região de Arkhangelsk.

A rússia deve sentir todos os dias que a sua guerra está a voltar para o lugar da onde veio. É importante que a influência ucraniana de longo alcance seja complementada por novas medidas de sanções por parte dos parceiros [ocidentais] contra as infraestruturas militares russas. A grande maioria dos meios através dos quais o agressor aterroriza as cidades e comunidades ucranianas simplesmente não pode funcionar sem milhares e milhares de componentes, produtos químicos e máquinas estrangeiras. Estamos constantemente a fornecer aos parceiros detalhes dos esquemas russos para contornar as sanções. Estou grato a todos os que ajudam a acabar com eles, escreveu presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy.

Os drones ucranianos middle-strike estão a incendiar os camiões TIR com a matrícula russa nos territórios ocupados dos sudeste da Ucrânia. Um camião russo à arder nos arredores da cidade ocupada de Melitopol.

 

A cidade ucraniana de Slavyansk recebe a «ajuda russa». Uma bomba planadora de meia tonelada demoliu metade de um edifício; pessoas estão soterradas sob os escombros – os mesmos residentes russófonos de Donbas pelo destino dos quais putin e ministro lavrov tanto se preocupam.

Na região de Moscovo, continuam as lutas corporais já habituais pela posse de combustível nos postos de abastecimento locais. A NATO fuma nervosamente à margem do conflito:


domingo, agosto 30, 2026

⚡️💥 Ucrânia atinge uma refinaria, um aeródromo militar e local de lançamento de drones

Na noite de 30 de agosto, as unidades das Forças de Defesa da Ucrânia atingiram vários alvos russos importantes: a refinaria de petróleo de Kirishi, o local de lançamento de drones no aeródromo militar de Millerovo e o aeródromo militar de Yeysk. 

Em Kirishi, na região de Leninegrado, foi atacada e atingida a refinaria de petróleo de «Kirishinefteorgsintez» (KINEF). A KINEF é uma das maiores refinarias de petróleo da rússia, a sua capacidade de processamento é de cerca de 20 milhões de toneladas de petróleo por ano (aproximadamente 400 mil barris por dia). A KINEF está totalmente integrada na estrutura da companhia petrolífera russa Surgutneftegaz. É a única refinaria de petróleo no noroeste da rússia e uma das maiores daquele país.

Área preliminar de impacto das instalações críticas são os sistemas de processamento L-35-11/1000, LCh-35-11/600, LCh-35-11/600, AT-1, hidrotratamento LCh-24-9/2000:


Comparação OSINT das instalações antes e no decorrer do incêndio
Imagem de satélite das instalações da KINEF

Localização: 59°29'20.26"N 32°04'17.46"E 

Os residentes da cidade russa de Yeysk, na região de Krasnodar, relatam um ataque ao aeródromo militar e uma detonação secundária. O serviço de satélites NASA FIRMS regista novos focos de incêndio após o ataque. Os residentes relatam ainda que os ataques atingiram não só o próprio aeródromo, mas também a cidadela militar adjacente.



Locais à arder no aeródromo militar de Yeysk e nos seus arredores

Além disso, no aeródromo militar de Millerovo, na região de Rostov, foi atingido o local de armazenamento, preparação e lançamento de drones de ataque. Um incêndio foi registado no local. 

Armazéns logísticos de «Ozon» em chamas após ataque ucraniano em Belgorod. Os residentes locais relatam que o ataque atingiu o centro de triagem e o pólo logístico de «Ozon». Um incêndio deflagrou nas instalações e as atividades do polo foram suspensas. 


Os já famosos «hunger games» em Ecaterimburgo: corrida desenfreada ao combustível; os condutores procuram desesperadamente postos de abastecimento de combustível onde ainda haja combustível. Uma nova realidade por causa da guerra de Putin.


Fonte Osint: worldmilitares

sexta-feira, agosto 28, 2026

🔥Ucrânia atinge e danifica o bombardeiro estratégico russo Tu-95MS

Na noite de 28 da agosto, os drones ucranianos atingiram o bombardeiro estratégico russo Tu-95MS, estacionado na aeródromo militar Engels-2 na região de Saratov. O aparelho era usado para a realização de ataques de mísseis contra Ucrânia. 

No ataque anterior, no dia 17 de agosto, as forças ucranianas atingiram e danificaram um Tu-95MS de treino, estacionado no mesmo aeródromo de Engels-2.

Tu-95MS de treino que perdeu a sua cauda em resultado do ataque ucraniano de 17.08.2026

Dado que os blogueiros militares russos, se apressaram dizer que não havia os bombardeiros Tu-95MS em Engels-2. Uma das páginas ucranianas de OSINT mostrou as imagens de satélite que comprovam o óbvio: um Tu-95MS foi atingido na noite de 28 de agosto, ficou com a asa direita gravemente danificada e um outro Tu-95MS foi danificado do ataque anterior. Além disso, os mísseis/drones ucranianos atingiram os armazéns de suprimentos, imagem claramente visível na fotografia tirada por satélite (na parte superior direito da imagem abaixo).

Aeródromo militar russo Engels-2 visto à partir de satélite

Na região russa de Yaroslavl, os drones ucranianos atingiram a refinaria local, que ficou em chamas. A Força-Tarefa composta por unidades de Forças de Operações Especiais SSO-SOU. 



Dois drones ucranianos voando ao encontro do seu alvo

A refinaria de Kstovo. A torre AVT-6 foi atingida. Em redor da AVT incendiada, estão posicionados vários guindastes, que estão tentar recuperar a instalação.

Os trabalhos de reparação da torre de produção AVT-6

A refinaria de Kstovo («LUKOIL-Nizhnegorodnaftoorgsintez») se posiciona entre 3 à 4 maiores refinarias da rússia, com uma capacidade de processamento de cerca de 17 milhões de toneladas de petróleo por ano.

Momento da explosão e pós-explosão, que liquidou o major da força aérea russa em São Petersburgo. A liquidação do Sergei Sechkov, um oficial, afecto ao regimento de helicópteros, responsável em bombardear a população civil ucraniana, foi confirmada pelo seu pai. A publicação russa Meduza escreve, que uma russa de 24 anos foi identificada como suspeita da ação. O seu nome não foi divulgado.

 

De acordo com a publicação, a alegada operacional não residia em São Petersburgo. Um dia antes da explosão, chegou de uma outra cidade e colocou a bomba na noite de 26 de agosto. Na manhã seguinte, embarcou num voo para a Turquia. Quando os agentes do FSB a identificaram e contactaram as autoridades turcas, descobriram que a suspeita já tinha chegado a Chisinau, portanto estando sá e salva, longe da jurisdição russa.

Sergey Sechkov, o major liquidado

Os dados pessoais do militar liquidado


Local de explosão, num bairro militar de São Petersburgo