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sexta-feira, julho 05, 2019

Comandos ucranianos capturam separatista envolvido na tragédia do Boeing MN17

No dia 27 de junho, na retaguarda profunda dos separatistas da dita “dnr”, as forças ucranianas capturaram e levaram para julgamento na Ucrânia livre, o separatista Volodymyr Tsemakh, o chefe da “defesa antiaérea” da cidade de Snizhne, localidade onde em 17 de julho de 2014 o míssil russo abateu o Boeing do voo MN17.

A filha do Tsemakh e o seu advogado ucraniano Roman Hontaryev dizem que o separatista foi capturado no seu próprio apartamento na cidade de Snizhne em 27 de junho, transferido, “de forma desconhecida”, para Ucrânia livre no dia seguinte. Segundo o advogado, em 29 de julho o tribunal distrital de bairro Shevchenkivskiy de Kyiv escolheu como medida preventiva a sua prisão por dois meses, até o dia 25 de agosto de 2019. 
Detido até o dia 25 de agosto de  2019 / foto: VK / serviço russo da BBC
Detido é acusado ao abrigo da 1ª parte do artigo 258-3 do Código Penal da Ucrânia – “a criação de um grupo terrorista ou da organização terrorista”, punível com a pena de entre oito à quinze anos de prisão efetiva.
Volodymyr Tsemakh como comandante separatista em 2014 / foto: VK / serviço russo da BBC
A cidade de Snizhne fica na retaguarda “segura” dos separatistas à uma distância de apenas 20 km da fronteira russa, as forças ucranianas mais próximas ficam à cerca de 45 km da cidade e o ponto de controlo mais próximo, “Mayorsk”, fica à cerca de 80 km.
Volodymyr Tsemakh em Kyiv, após a sua captura, junho de 2019 / foto: VK / serviço russo da BBC
Uma fonte do serviço russo da BBC, próxima da liderança do grupo terrorista “dnr”, afirmou que a operação da captura do Tsemakh foi conduzida pela unidade das operações especiais (SSO) das Forças Armadas da Ucrânia. No site ucraniano Myrotvorets (Pacificador), que recolhe os dados dos separatistas e terroristas que alguma vez chegaram à participar nas atividades militares ou propagandistas dirigidos contra Ucrânia, sobre Tsemakh se diz: “participou activamente nos combates no verão e outono de 2014, comandando a unidade de fogo antiaéreo ZU-23, formada na cidade de Snizhne”. Anteriormente, a secreta ucraniana SBU informou que deteve um outro combatente ilegal da dita “dnr”, que até maio 2019 servia numa das suas unidades de artilharia:
O interesse das forças ucranianas em Tsemakh se pode explicar pelo fa(c)to do que o Boeing do voo MH17, pertencente às Malaysian Airlines, abatido em 17 de julho de 2014 sobre a Ucrânia ocupada foi alvejado exatamente junto à cidade de Snizhne, escreve agência ucraniana UNIAN.

Serviços especiais ucranianos ainda não fizeram quaisquer declarações em conexão com a detenção de Tsemakh no território ocupado da região de Donetsk. O representante da SSO Olexei Nikiforov, disse à BBC que não pode comentar a situação. A resposta semelhante foi dada à BBC no centro de imprensa da Operação das Forças Conjuntas (OFC): “Não comentamos as informações que é divulgada do outro lado [da linha da frente]”.

Por sua vez, o analista político de Donetsk, o cidadão russo pró-separatista Roman Manekin, um dos primeiros a relatar a possível detenção de Tsemakh, escreveu, citando um dos ex-colegas do separatista capturado, que este “foi levado no seu próprio carro através de um dos postos de controlo (Mariinka) na cadeira de rodas como um pai paralisado com ajuda dos documentos falsos.

Blogueiro: pelos vistos, SBU/SSO começam usar as melhores táticas de Mossad, as semelhanças com a captura do Adolf Eichmann são mais que visíveis.

Esta foi a luta pela paz que Ucrânia mais precisa!

quarta-feira, julho 03, 2019

Ucrânia destrói na Donbas 2 estações russas de guerra eletrónica (vídeo, FactCheking)

No dia 2 de julho foram divulgados os vídeos que mostram a destruição na Donbas de um ponto de inteligência russa, que incluía duas unidades móveis de inteligência e de combate eletrónico. A comunidade OSINT InformNapalm realizou a averiguação do caso, encontrando as coordenadas e reuniu as informações de interesse público.

Oficial das FAU, que escreve no Facebook sob o pseudónimo de Dmitriy Müller, publicou o vídeo que mostra a destruição/danos de duas estações russas de guerra eletrónica na Donbas. As estações russas foram atingidas por uma das unidades das FAU em 29 de junho de 2019, perto do assentamento de Mayorove na região de Donetsk.
Faça click para ver vídeo
Realizando uma análise comparativa é possível dizer que uma estação que aparece no vídeo realmente possui os elementos semelhantes aos do moderno complexo automatizado tático móvel russo de controlo de rádio “TORN-MD” e o segundo é a estação russa de interferências R-330Zh “Zhitel”. Os dois sistemas trabalham em conjunto: “TORN-MD” – conduz as ações de inteligência e “Zhitel” efetua a supressão de comunicações do adversário.
Os dois sistemas são equipamentos complexos e caros que só podem ser geridos/gerenciados por especialistas. Portanto, pode-se supor que, além de atingir valiosos sistemas do inimigo, as forças ucranianas também atingiram os militares do exército russo no ativo [oficial ucraniano reporta 2 mortos e 3 feridos entre o pessoal que estava servir nas estações].

Os voluntários do grupo OSINT InformNapalm conseguiram a geolocalização do vídeo e determinaram as coordenadas exatas em que se encontravam os sistemas russos atingidos: 47°29'50.2"N 37°58'31.6"E.

A presença destes complexos russos na Donbas já foi documentada anteriormente.

Assim, em 10 de fevereiro de 2019 o drone da missão de vigilância especial da OSCE detetou o sistema de inteligência eletrónica “Torn” na base do camião/caminhão KamAZ, junto aos prédios residenciais na localidade ucraniana de Novohryhoryvtsi. Isto foi relatado no relatório da OSCE.

Os voluntários da InformNapalm repetidamente e desde 2015, detetam e publicam as fotos e coordenadas da colocação de sistemas russos “Torn” e as sistemas de interferências R-330Zh “Zhitel” que fazem parte do banco de evidências da presença militar russa na Donbas.

Em 1 de julho de 2019 a base de dados contava com 51 tipos de equipamentos militares e armamento exclusivo das forças armadas russas, avistados no território ocupado da Ucrânia, nas regiões de Donetsk e Luhansk. Além disso, InformNapalm possui a base de dados dos militares russos pertencentes às 98 diferentes unidades militares da federação russa que participaram na guerra contra Ucrânia como assessores, comandantes ou membros das unidades híbridas das forças de ocupação russas.

Creative Commons — Atribuição Internacional 4.0 — CC BY 4.0 InformNapalm


Bónus



Como informa a página ucraniana Censor.net.ua os alvos russos foram atingidos de uma distância de aproximadamente 14.000 metros, respondendo com fogo contra o fogo, usando o canhão de 122 mm. Foi o sucesso conjunto da inteligência voluntária e dos guerreiros de uma das brigadas das FAU que seguram a linha de frente naquela área.
“Torn” na base do camião/caminhão KamAZ

No total, os ucranianos gastaram apenas 11 obuses. Quase todos – ou atingiram alvos ou caíram muito próximos. Para atingir o inimigo, as forças ucranianas usaram os sistemas de controlo de fogo “Kropiva” e “UKROP”, criados pelos voluntários que, parcialmente já foram entregues, e de graça, às FAU (“Kropiva Mapa”), de uma forma oficial, para armar todo o exército ucraniano.

Esta foi a luta pela paz que Ucrânia mais precisa!

quinta-feira, maio 09, 2019

A marcha «Regimento imortal» decorreu em Kyiv (17 fotos)

No dia 8 de maio de 2019 no centro de Kyiv desfilaram os familiares dos militares ucranianos que tombaram na defesa da Ucrânia. Mortos por mercenários e militares russos no ativo, assim como pelos seus colaboracionistas locais.
Após a cerimónia solene da condecoração dos pais dos militares ucranianos que morreram no decorrer de OAT/OFC, as suas mães, esposas e os filhos desfilaram pelo centro de Kyiv até a praça Mikhaylivska, onde colocaram as flores no Muro da Memória. Na caminhada também participaram os cadetes, ativistas e moradores da capital ucraniana.
O líder espiritual da Igreja Ortodoxa da Ucrânia, metropolita Epfaniy (na foto acima) serviu pessoalmente a oração solene em memória dos defensores da Ucrânia, informa Rádio Svoboda.
Segundo dados oficiais, desde o início da guerra russo-ucraniana no Leste da Ucrânia em 2014 (na região de Donbas), 2.973 soldados ucranianos perderam as suas vidas (o número não inclui os polícias, pessoal do SBU, Serviço de Guarda-fronteira e voluntários).

A vida na Crimeia ocupada

Na noite de 8 à 9 de maio de 2019, na aldeia dos tártaros da Crimeia – Mamaşay (Orlivka) foi destruído monumento em memória dos tártaros da Crimeia, que morreram na II G.M. lutando contra Alemanha nazi.
O primeiro monumento foi construído pelas autoridades soviéticas na década de 1960, mencionando apenas 6 nomes dos moradores da aldeia mortos na guerra, nenhum deles era tártaro da Crimeia. No dia 6 de maio de 2019 no monumento foram colocadas as placas de granizo com nomes dos 64 moradores da aldeia, que morreram na II G.M., 57 deles eram tártaros da Crimeia.
O novo monumento ficou de pé por menos de 3 dias, os apoiantes da ocupação russa recuperam a acusação estalinista contra os tártaros da Crimeia, tentando apagar fisicamente a memória dos tártaros da Crimeia que lutaram contra os nazis, defendendo a URSS e cujas famílias foram vítimas do genocídio comunista, perpetuado em 18-21 de maio de 1944...
Monumento em Mamaşay  após o ataque dos vândalos ficou neste estado.

segunda-feira, abril 01, 2019

FAU aniquilaram a posição separatista nos subúrbios de Donetsk

O serviço de imprensa da 24ª Brigada especial mecanizada “Rei Danylo” divulgou as imagens da posição avançada separatista “Krokodil” (Crocodilo), situada nos subúrbios de Donetsk.
“Alguns dias atrás, graças às ações hábeis e coordenadas dos militares da brigada real, foi realizada uma operação de fogo, bem-sucedida, contra as posições do inimigo no “Krokodil”, diz o comunicado.
Esclarece-se que foi a partir daquela posição que as forças russo-separatistas realizavam bombardeios constantes das posições ucranianas com o uso de mísseis antitanque, morteiros SPG e de 82 mm, metralhadoras pesadas DShK, etc.
Nota-se que a colina em que era situada a posição, usada pelos ocupantes para controlar a estrada Krasnohorivka-Mariinka e as localidades de Krasnohorivka e Mariinka está localizada nos arredores de bairro Petrovsky, num dos subúrbios ocidentais da cidade de Donetsk.

terça-feira, março 05, 2019

A comandante separatista de blindados se entrega à Ucrânia

A notória comandante separatista Svitlana “Veterok” Dryuk passou ao lado ucraniano, e juntamente com os seus filhos foi retirada de Donetsk. Na saída, Svitlana  participou na destruição de 9 blindados T-72, incluindo do seu pessoal – T-72B3 “Prizrak” (Fantasma).

Na Donbas ocupada, Svitlana Dryuk (1978), conhecida pelo seu nom de guerreVeterok” (Ventinho) era vista como símbolo do movimento separatista, entre 2014 e 2018 ela fez uma carreira brilhante, passando de uma simples paramédica até vice-comandante do regimento de blindados. As peripécias da sua vida serviram aos propagandistas russos como guião do primeiro blockbuster da “novaróssia”, filmado na Donbas com dinheiro russo, e que deveria ser exibido nos cinemas da Donbas ocupada já no dia 9 de maio de 2019, informa na sua reportagem a TV ucraniana 1+1 (tsn.ua)
Svitlana Dryuk, 28.08.1978
Não se sabe se o filme ainda será mostrado ao público, já que Svitlana Dryuk fugiu para Ucrânia livre e já declarou que deseja testemunhar no Tribunal Internacional de Haia sobre os crimes da guerra russos, cometidos no leste da Ucrânia:

Enredo do filme propagandista é simples, três ucranianas de Donbas estão combater Ucrânia e os ucranianos sob a bandeira da “novaróssia”. A publicidade do filme separatista usava as imagens reais da Svitlana Dryuk.
Quando a secreta ucraniana SBU retirou Svitlana de Donetsk, ela contava aos seus ex-comparsas que estava na cidade russa de Rostov, à tratar das feridas da guerra.

A memória fenomenal e a capacidade de trabalho rapidamente elevaram Svitlana até a liderança das unidades mercenárias. Ela ocupou as posições de destaque no assalto russo contra a cidade de Debaltseve; passou pelo batalhão Cheburashka”, “A 9ª” – ​unidade russo-terrorista que atacou Shyrokyne. O topo da sua carreira é o posto do vice-comandante do “11º regimento, a unidade mais combativa dos separatistas.

“Me dizem – você estava lutando, você matava as pessoas, sim, por isso me tornei a chefe da divisão de artilharia reativa em 2014. Não estou se justificando [...] eu fazia aquilo que me diziam” – diz Svitlana.
Mas o motivo pessoal forçou-a a mudar completamente sua vida e passar para o lado ucraniano: “Eu tenho aqui, espero, um amigo, que me está muito próximo. Ele é um oficial de serviço secreto [ucraniano], e a atitude de todos os envolvidos no meu presente destino é muito diferente daquilo que eu via lá [na Donbas ocupada]. Não me arrependo”.

Svitlana Dryuk comandava o blindado russo T-72B3. A versão russa do clássico T-72, que após uma modificação profunda até o nível de T-90. As forças armadas russas usam, em grande segredo, os territórios da Ucrânia ocupada para rodagem dos seus equipamentos militares. Svitlana entregou à Ucrânia os documentos que provam que os equipamentos mais modernos russos são ilegalmente levados até Donbas através da fronteira controlada pelas forças russas e separatistas.

O T-72B3 da Svitlana com código de identificação “Prizrak” (Fantasma) foi lhe trazido pelo capitão do exército russo Yuri Prilutsky. O capitão deveria receber a nova patente e se tornar o major. Poderá ficar surpreendido, quando souber que este blindado e outros oito T-72 “mais simples” foram dinamitados pela resistência ucraniana em novembro de 2018 no polígono militar nos arredores da cidade de Chystiakove (ex-Torez).
Publicado em 19/11/2018
A informação sobre a explosão dos blindados foi publicada na Internet, embora naquela altura as fontes ucranianas escreviam, no esforço de proteger os agentes e a rede da resistência, que os blindados foram perdidos, basicamente, devido ao excesso de álcool no seio dos separatistas.  

Alguns dias após a explosão, Svitlana já estava fora do território ocupado. Mas seus dois filhos, Dmytro e Natália, ficaram em Donetsk. Svitlana colocou apenas uma única condição para cooperar em pleno com a contra-inteligência ucraniana. Os filhos deveriam ser levados para Ucrânia livre.

“Realmente poderiam (matar as crianças). Em primeiro lugar, iriam maltratá-las, fazendo com que esta informação chegasse até mim, para me atrair novamente ou obter outra coisa qualquer. Seriam vítimas dos maus-tratos – isso com certeza. Mas se não conseguissem nada – as matariam”, – explica Svitlana.

A retirada dos filhos foi feita por etapas. Um erro e quer os jovens, quer os agentes ucranianos poderiam ser presos e torturados. Mas operação corre bem, Svitlana se reúne com os filhos já na Ucrânia livre.
Dmytro Dryuk, 24.02.1998
Dmytro também foi separatista ativo, por isso seu perfil está registado na página Myrotvorets. Zombificado pela propaganda separatista e russa, ele esperava que será detido, maltratado. Diz que se souber de início que mãe o chamou para ficar na Ucrânia livre, recusaria. “Mas a mãe disse – confia em mim”, – conta Dmytro.

Após a explosão dos blindados, o comando militar russo enviou ao regimento o novo comandante – alemão étnico Alexey Berngard (1978). Oficial de carreira, ele participou na ocupação e anexação da Crimeia, no ataque das forças regulares russas contra Debeltseve. Oficialmente, o tenente-coronel Berngard é comandante da 810ª Brigada dos fuzileiros navais russos em Sebastopol ocupada, na realidade, sob o nome fictício de “Tarasov” ele comanda o 11º regimento separatista de blindados no Donbas. Svitlana era a sua vice-comandante.  
Alexey Berngard, 22.10.1978
Svitlana está pronta para testemunhar no Tribunal Internacional de Haia sobre ele e diversos outros oficiais russos no ativo, que vieram até Ucrânia ocupada para não deixar terminar a guerra no leste do país.   

O próprio Berngard é caraterizado pela Svitlana como “um carreirista, interessado em realizar as tarefas à qualquer custo”, homem que chegou à Donbas com intenção de subir na carreira militar.

“Chegando cá [na Donbas], eles imediatamente assinam uma ordem que não tenham o direito de se comunicar connosco, aborígenes, fora do âmbito do serviço”, diz Svitlana.

Segundo Svitlana, o exército russo criou o algoritmo secreto para a eventual invasão do território ucraniano. Em cada unidade ilegal armada da dita “dnr” existe o departamento de RH. O departamento possui os documentos forjados dos soldados russos, que serão usados no ataque contra Ucrânia na qualidade dos “cidadãos locais”. Um único regimento da dita “dnr” em questão de horas, pode se desdobrar em três regimentos russos. Em toda a Donbas, podem chegar aos cerca de 100.000 militares.

“Todos os russos da lista são [registados] como locais. Um regimento local desdobra-se em três – se unidade possuir duas mil pessoas, virão seis mil russos”, explica Svitlana.

Tudo isso Svitlana está disposta repetir no Tribunal de Haia. Assim como está pronta para voltar à linha da frente no caso de agressão russa – trajando a uniforme ucraniana.

Blogueiro: o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) confirma o fa(c)to da passagem aos territórios controlados da Ucrânia da mercenária das unidades ilegais armadas russas na Donbas, Svitlana Dryuk, a “chefe do 11º batalhão de tanques do 1º corpo da milícia popular da dita dnr”, com o nome de código “Veterok”.

O chefe do SBU, general Vasyl Hrytsak disse: “Esta operação foi uma competição da inteligência e profissionalismo entre os serviços secretos russos e ucranianos, e o resultado obtido é mais uma prova da agressão armada russa”.

terça-feira, fevereiro 26, 2019

“Ukroboronprom” efetua os testes da nova blindagem do BTR-4

As empresas ucranianas pertencentes à corporação da defesa UkrOboronProm estão terminar uma série de testes da nova blindagem do blindado BTR-4 no âmbito do aumento da produção destes veículos para as necessidades do exército ucraniano (FAU).
Durante os testes os novos BTR-4 percorreram várias centenas de quilómetros, no campo e nas estradas pavimentadas, e a sua nova blindagem passou pelos testes de tiro, nomeadamente foi alvejada por fogo de metralhadoras pesadas.
Dessa forma, as duas unidades de Kharkiv, “Fábrica Malyshev” e “Bureau Morozov” estão prontas e licenciadas, para, no decorrer de 2019, começar a produção em massa do BTR-4 com blindagem de fabrico ucraniano (aço blindado de marca 71). Uma decisão tecnológica que permite aumentar significativamente a capacidade de fabricação e de transferência dos blindados às necessidades do exército ucraniano.
O blindado BTR-4 foi desenvolvido por engenheiros ucranianos do “Bureau Morozov”, o equipamento foi usado na Operação Antiterrorista (OAT) desde 2014 e se mostrou como bastamente eficaz no campo de batalha.
O nível de proteção do BTR-4 é um dos maiores entre veículos blindados das Forças Armadas da Ucrânia. O blindado é armado com o módulo de combate BM-7 “Parus” com canhão automático de 30 mm, sistema de mísseis antitanque “Baryer”, morteiro automático e uma metralhadora pesada. Graças ao uso de sistemas digitais de tiro e de orientação, BTR-4 é capaz de atingir os alvos blindados numa distância de até 5 km.

BTR-4 usa motor alemão Deutz e a transmissão automática americana Allison, que permitem levar o blindado de 22 toneladas às velocidades de até 110 km/h.

Até a data, as carroçarias blindadas do BTR-4 eram fabricadas na empresa privada da Fábrica de Ferragem Mecânica de Loziv (LKMZ), que em 2018 recebeu a encomenda de 40 unidade do BTR-4. Devido ao aumento da demanda e das limitações da ordem de aumento da sua capacidade de produção, UkrOboronProm tomou a decisão estratégica de licenciar a produção do BTR-4 na “Fábrica Malyshev” em Kharkiv.

sexta-feira, fevereiro 22, 2019

Combater a agressão russa na Ucrânia

Kurt Walker, o representante especial do Departamento de Estado dos EUA para Ucrânia, apresentou uma página Web dedicada a agressão militar russa contra Ucrânia.

A página se chama Countering Russia's Aggression in Ukraine (Combater a agressão russa na Ucrânia) e contém dados de satélites e estatísticas de mapas. O site contém a crónica de eventos desde fevereiro de 2014 à novembro de 2018:



@Bureau of Conflict and Stabilization Operations U.S. Department of State
Blogueiro: possivelmente a página está, de momento, sob um ataque DDOS, por isso utilizador poderá sentir algumas dificuldades na sua consulta.

sábado, fevereiro 16, 2019

Como fabricar o banjo, usando uma guitarra e uma mina antitanque

Usamos uma guitarra/viola velha e uma mina antitanque de simulação (não se deve brincar com as minas de verdade) e muito facilmente e rapidamente temos um banjo made in Ucrânia – banjo OFC (fonte).