No final de agosto de 1965, o KGB da Ucrânia soviética lançou uma operação especial de grande envergadura contra a intelectualidade ucraniana. Era o início
das várias outras purgas dirigidos contra os dissidentes ucranianos.
Dados sobre os detidos devido às «atividades nacionalistas»: 23 pessoas, região de Kyiv: 7; região de Lviv: 9
Mais de 20 figuras foram presas em Kyiv, Lviv, Ivano-Frankivsk, Ternopil e Lutsk. Entre elas estavam Ivan Svitlychny, os irmãos Mykhaylo Horyn e Bohdan Horyn, Ivan Gel, Valentyn Moroz...
Nos relatórios do KGB, estes jovens intelectuais eram chamados de “moralmente instáveis”, “caluniadores”, “distribuidores de propaganda hostil”.
Processo do Bohdan Horyn
Na cidade de Ivano-Frankivsk foi preso o artista Opanas Zalyvakha. Hoje, documentos desclassificados do seu processo criminal permitem-nos ver como o regime tentou eliminar a resistência cultural ucraniana.
De que foi acusado o artista?
Da “agitação anti-soviética”: produção, armazenamento e distribuição de literatura samizdat (em particular, obras sobre a russificação
da Ucrânia).
Arte do Opanas Zalyvakha
Da “sabotagem ideológica” na arte: um ano antes da sua detenção, Zalyvakha, em colaboração com artista monumental Alla Horska, criou o vitral
“Shevchenko. Mãe” para a Universidade Estatual de Kyiv «Taras Shevchenko». O partido comunista declarou a obra como “ideologicamente hostil” – essa foi destruída ainda
antes de quaisquer veredicto oficial.
Zalyvakha foi condenado a 5 anos de regime fechado nos campos de GULAG em Mordóvia. A administração recebeu uma instrução clara: estava categoricamente proibido
de pintar, tal como aconteceu mais de 100 anos antes, no regime czarista russo, ao póprio Taras Shevchenko, que foi condenado ao serviço militar obrigatório com a clara menção real: «com a proibição de pintar e desenhar».
Pedido de clemência, endereçado ao Tribunal Supremo da Ucrânia Soviética, em abril de 1966, por parte da classe artística ucraniana. Em vão.
Apesar da reação negativa da sociedade e das cartas coletivas que expressavam esperança no “espírito humanitário das leis soviéticas”,
as purgas continuaram. A operação especial do KGB de 1965 tinha como objectivo intimidar os dissidentes e impedir a disseminação de ideias livres. No entanto, os documentos de arquivo comprovam
que a tentativa de suprimir o movimento levou à sua radicalização e internacionalização.
Fonte: Arquivo Estatal do Serviço de Segurança da Ucrânia, fundo 16, descrição 1, processo 952; Direção do SBU na região de Ivano-Frankivsk,
processo 8311-p; Direção do SBU na região de Lviv, processo 20227-p.
No dia 30 de julho um míssil balístico russo atingiu a aldeia de Radushne, perto de Kryvyi Rih, na região de Dnipropetrovsk, matando uma família ucraniana. Os pais, os seus dois filhos, de 11 e 17
anos, a sua filha de seis anos e o seu neto de dezoito meses morreram. Quatro outras crianças que estavam na casa estão desaparecidas debaixo dos escombros.
O míssil destruiu a casa de Elena e Artem Voronov, onde eles viviam com os seus sete filhos. A casa e parte da rua da aldeia ficaram completamente destruídas. Ambos os pais, os
seus dois filhos, de 11 e 17 anos, a sua filha de seis anos e o seu neto de dezoito meses morreram. Quatro outras crianças que estavam na casa estão desaparecidas debaixo dos escombros. De acordo com informações
preliminares da investigação, o ataque foi realizado com um míssil balístico de fabrico norte-coreano.
Anton Voronov, o jovem militar ucraniano nos escombros da casa de família, perdeu esposa e filha
Alguns poderão pensar que foi um acidente, que o míssil se desviou da sua trajetória. Não, ataques deste tipo são comuns. Na aldeia de Bohodukhiv, na região
de Kharkiv, um drone russo-iraniano do tipo «Shahed» matou a família Krivogub — um pai e três filhos. Em Lviv, um míssil russo matou a família Bazilevych — uma mãe
e três filhas. Na aldeia de Hroza, com apenas 300 habitantes, o míssil russo matou 59 pessoas, atingindo, propositadamente, um velório, marcando, para sempre, quase todas as famílias residentes. Durante cada ataque maciço, múltiplos
mísseis e drones russos são deliberadamente direcionados contra edifícios residenciais para semear o medo e o pânico entre a população civil ucraniana.
Incapaz de vencer no campo de batalha, a rússia de putin recorre inteiramente à táctica da terra queimada, tentando destruir a nação ucraniana. Entretanto,
os moscovitas são obrigados a pedir os mísseis ao insano regime da Coreia do Norte.
O que restou da casa dos Voronov
Há cinco anos que a Ucrânia enfrenta um ex-coronel do KGB que subjugou a rússia à sua vontade. Diariamente, a horda de putin semeia a morte em solo ucraniano. Milhares
de russos e de nações subjugadas estão ao lado ucraniano na luta contra o regime russo — nas fileiras da Legião da Liberdade da Rússia, do Corpo de Voluntários
Russos (RDK), da Companhia Nomad, do Batalhão Siberiano ou do Pelotão Bashkort, bem como
entre aqueles que ajudam a Ucrânia dentro da própria rússia.
Os ocupantes russos continuam a atacar os civis ucranianos. Na noite de 30 de julho os misseis e drones russos atingiram diversas localidades da Ucrânia. Civis foram mortos e feridos
em Kryvyi Rih, Kyiv e Lviv. Um míssil russo atingiu a Polónia.
Uma família numerosa, incluindo três crianças pequenas, foi morta em Kryvyi Rih. Em Lviv, estão a remover os escombros de uma casa atingida em cheio. Segundo dados
atualizados, em Lviv uma pessoa morreu e 30 ficaram feridas na sequência do ataque com mísseis russos, incluindo três crianças, informa o serviço ucraniano de situações de emergências DSNS.
Recordemos que em Kyiv, na noite de 30 de Julho, os bombardeamentos russos provocaram incêndios e destruição nos distritos de Obolon e Svyatoshyne – num mercado, numa
cooperativa de oficinas mecânicas e num edifício não residencial de cinco andares. De momento, na capital ucraniana os trabalhos foram concluídos em todas as moradas onde foram encontrados vestígios
do ataque aéreo russo.
Impacto do míssil russo na Polónia
A rússia atingiu o território da Polónia com um míssil Kh-101. Deixou um enorme buraco no meio de um campo agrícola. Mais uma provocação e exigência
direcionada que ampliará a janela de Overton. Kremlin ataca regularmente a Roménia com drones. Agora, ataca o território de um país da NATO com um míssil.
...e a resposta ucraniana
Em Penza, os drones ucranianos atingiram o centro de triagem da Wildberries, com espaço de 90.000 m². Um incêndio de grandes proporções deflagrou no local.
Armazém de «Wildberries» em Penza
Localização: 53.267317, 44.791081
Coninua a arder o armazém de «Wildberries» de 75.000 m² em Sarapul, na Udmurtiya.
Ator, encenador, empreendedor polaco Eugeniusz Bodo. O seu nome era Bohdan Eugène Junod; a sua mãe era polaca e o seu pai suíço, que fazia negócios
e residia no império russo. Na Polónia entre as guerras, Eugeniusz era um dos principais estrelas de cinema, interpretando charmosos galãs românticos. Viveu em Lviv. Morreu num campo do GULAG soviético.
Um dos seus filmes mais famosos é a comédia de culto «Piętro wyżej» (o título internacional «Vizinhos», 1937). Está disponível em várias versões no YouTube:
A heroína (a bela Helena Grossówna) acaba de entrar, por engano, no apartamento do herói (Eugeniusz Bodo) e, sem se aperceber que está no apartamento de outra pessoa, adormece
na sua cama. Entretanto, o herói regressa a casa embriagado, descobre a bela na sua cama e deixa-a galantemente dormir, enquanto ele, vestido com um fato e gravata, vai dormir para a banheira. Naturalmente, acorda
de manhã, abre a torneira e vê-se encharcado da cabeça aos pés. Naturalmente, tudo termina com um final feliz.
A famosa comédia soviética «A Ironia do Destino» (1975) usou o mesmo enredo (troca de apartamentos, herói bêbado, uma bela desconhecida, interpretada até por uma atriz polaca), como o elemento principal do seu trama.
Em 1939, após o início da II G.M., Bodo encontrou-se em Lviv, na União Soviética. O conceituado músico Henryk Wars organizou a orquestra Lviv Tea-Jazz, que começou
a fazer digressões por toda a União Soviética com grande sucesso. Bodo cantava nesse teatro; existem muitos registos dele a cantar em russo, incluindo a tradução russa da famosa canção polaca «Somente em Lviv».
«Tea Jazz-orquestra» de Lviv
Ao mesmo tempo, Bodo tentou, usando o seu passaporte suíço de viajar para a Suíça. Após o início da guerra nazi-soviética, quando o Exército
Vermelho já deixou a cidade de Lviv, mas os alemães ainda não entraram nela, dois homens com uniformes da NKVD abordaram Bodo e disseram que tinham um carro e tentariam romper as linhas inimigas para leste,
convidando-o a juntar-se a eles. Percorreram estradas rurais durante vários dias e, quando finalmente chegaram ao quartel-general do Exército Vermelho, disseram-lhe que estava, na verdade, preso e enviaram-no
para o NKVD.
Entretanto, a partir de 30 de Julho de 1941, sob pressão do seu novo aliado, a Grã-Bretanha, a URSS aceitou assinar um acordo com o governo polaco no exílio em Londres (o Acordo
Maisky-Sikorski). De acordo com este acordo, todos os cidadãos polacos presos na URSS e nos territórios por este controlados desde 1939 receberiam amnistia. A partir destes cidadãos, começou a formar-se
um exército polaco na Ásia Central soviética, sob a liderança de general Anders. A orquestra de Wars também se juntou ao exército de Anders.
A sua última foto conhecida, prisioneiro dos soviéticos...
Bodo era muito conhecido, e os representantes polacos perguntavam constantemente aos soviéticos sobre o seu destino. Mas estes lhes responderam que Bodo não era cidadão
polaco, mas sim suíço, e, por isso, não tinha direito a amnistia. Morreu num campo de concentração soviético nos arredores da cidade de Kotlas, de inanição (fome severa) em outubro de 1943. Durante décadas a URSS
desinformava os polacos, afirmando que Eugeniusz Bodo foi assassinado pelos alemães. Somente em 1991, as autoridades soviéticas entregaram aos polacos os documentos a ele relacionados.
Já a atriz Helena Grossówna, chegou a participar na Revolta de Varsóvia de 1944 como tenente, usava o nom de guerre / codinome de «Bystra» (Rápida),
foi capturada e presa em campos alemães de prisioneiros de guerra, casou com um oficial polaco, que libertou o campo e viveu uma longa vida na Polónia, falecendo em 1994 aos 90 anos.
Blogueiro
A ironia do destino, um polaco-suíço que nada de mal fez à URSS e foi um artista aceite e reconhecido na União Soviética, não sobreviveu o GULAG comunista.
Enquanto uma combatente, que lutou contra os alemães, de armas nas mãos, sobreviveu um campo de concentração nazi...
Os ocupantes russos estão a lançar ataques de drones contra o centro histórico de Lviv. Monumentos da UNESCO, catedrais medievais e edifícios residenciais estão
sob ataque.
Em Lviv, Vinnytsia e Ivano-Frankivsk, os criminosos de guerra russos estão a utilizar drones para atacar civis aleatoriamente nas ruas e nos edifícios históricos em plena
luz do dia.
A melhor resposta ao terrorismo e à esta barbárie russos é apoiar as Forças Armadas da Ucrânia.
Os ocupantes russos são bárbaros e malditos terroristas. Piores que o Daesh.
Os operadores da inteligência militar da Ucrânia (GUR MOU) destruíram, em Furmanivka, na Crimeia ocupada, um lançador de mísseis hipersónicos «Zircon» com
um drone. Aparentemente é a primeira vez que «Zircon» foi atingido pelas forças da Ucrânia.
Digitando a palavra “Ukraine” na Libraria Epstein, divulgada pela Justiça americana, podemos achar os dados de algumas ucranianas — embora não em grande número. Também podemos perceber o interesse do clã Rothschild e do próprio Epstein pela Ucrânia.
A faixa etária das mulheres ucranianas presentes nos ficheiros Epstein está entre 20 à 25 anos. Não há, entre elas nenhuma menor de idade — todas são
adultas, escreve o deputado ucraniano Maryan Zablotskiy.
Além de histórias pessoais, Epstein também se interessou e discutiu um pouco sobre a política ucraniana. Ele pensou em investir na Ucrânia, mas parece que
nada foi impementado no terreno. Ao mesmo tempo, ele comprou um apartamento em Lviv para a sua namorada ucraniana.
Pelo tom e teor de comunicação, assim através de certas dicas — pode se chegar ao conclusão do que ele estava envolvido em algum tipo recrutamento político
e, provavelmente, estava documentar os eventos por si organizados. Embora isso é apenas uma interpretação possível.
Em geral, cria-se a impressão do que Epstein trabalhava, principalmente, nos interesses da rússia. Talvez por isso, agora o escândalo em torno dos seus arquivos está
sendo usado para pressionar políticos americanos a obter concessões em relação à Ucrânia. Isso é indicado, em particular, pelo fato de que os dois maiores propagandistas americanos
abertamente pró-rússia — Tucker Carlson e Alex Jones — estão simultaneamente explorando ativamente esse tópico.
O tema da Ucrânia aparece, por exemplo, na troca de e-mails entre Epstein e A[riane] de Rothschild (a banqueira francesa Ariane de Rothschild aparece em 27 documentos, principalmente como um contato de Jeffrey Epstein mencionado nos e-mails entre
Epstein e Ghislaine Maxwell. Ela é citada em discussões comerciais sobre fundos de investimento em infraestrutura e compromissos sociais).
No e-mail datado de 18 de março de 2014, Ariane diz que gostaria de se encontrar com Epstein na noite de 19 de março e falar sobre Ucrânia.
Epstein responde: «A turbulência na Ucrânia deve proporcionar muitas oportunidades!»
Naturalmente, aqui podemos estar perante várias tipos de «oportunidades», embora tendo em conta que o e-mails foram trocados em março de 2014 (já após
o início da ocupação russa da Crimeia, mas antes do início da guerra híbrida russa no leste da Ucrânia), o mais realista será de supor que eram meros oportunidades comerciais e/ou de investimento.
Embora mais uma vez, isso é apenas uma interpretação possível.
Ao mesmo tempo, aparentemente, ao presidente Donald Trump realmente não há nada a apontar. Se houvesse algo mesmo sério nos ficheiros apresentados, estes: a) não
seriam publicados; b) os pontos já seriam vistos e divulgados por alguém interessado.
Porque dissemos que Epstein trabalhou para rússia? Basta ver o seu visto russo, com a duração de três anos e com a permanência autorizada de 6 meses consecutivos, dobro do máximo permitido por lei russa.
Este tipo de estadia necessita de uma permissão especial do Ministério do Interior, obtido através de uma carta-convite do Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações
Exteriores da rússia (ou então dos serviços secretos, como GRU, FSB ou SVR).
Maria Bucher (apelido de solteira Drokova) na abaixo no centro da sauna. Ela se juntou ao movimento juvenil putlerista «Nashi» (Nossos) aos 15 anos e foi a sua porta-voz. Em 2009 se tornou famosa
por beijar putin publicamente (ver o filme documental putin´s kiss / O beijo do putin):
Mais tarde, Drokova se mudou para os Estados Unidos, onde criou um fundo de investimento em TI e trabalhou como assessora de imprensa para a rede de relações públicas de
Jeffrey Epstein, nos ficheiros do Epstein Masha foi mencionada mais de 1.600 vezes (Sic!)
Segunda foto é da Wikipédia russa, Bucher-Drokova à esquerda, de casaco branco
No passado recente, os democratas não usaram o tema dos ficheiros Epstein na luta política interna, muito possivelmente porquê vários membros e simpatizantes influentes, ligados ao partido são mencionados nos documentos: Bill Clinton, Bill Gates, Noam Chomsky, etc. No entanto, nos mesmos ficheiros também são mencionados notáveis membros e influenciadores republicanos, casos do Peter Thiel, Steve Bannon ou Elon Musk.
Blogueiro: alguns dos ensinamentos, que os ficheiros Epstein nós podem elucitar são os seguintes: sim, realmente existem as elites mundiais poderosas e absolutamente inéticas, que
adoram cometer os crimes mais hediondas, apenas pelo desporto ou hedonismo, priciplamente quando se sentem completamente impunes. Estas elites não tem alinhamento partidãrio, os seus membros tanto podem ser de esquerda ou da direita. No entanto, é o
capitalismo liberal que garante, com todas as imperfeições, a existência de impensa livre, que pode expor todos os podres da nossa sociedade. Nas ditaduras de esquerda ou da teocracia religiosa, o mesmo
já não acontece. Os ditadores, de Mau ao Ceaușescu e de Gaddafi aos Castro, matavam, estupravam e exterminavam os povos sob o seu domínio, sem que alguém impedisse os seus crimes. Realmente, tinha razão
Winston Churchill, quando afirmou em 1947: «De fato, já se disse que a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as outras que foram experimentadas ao longo do tempo...»
Em resultado do ataque de mísseis russos, 1 civil morreu e 23 civis ucranianos, incluindo 6 crianças, ficaram feridas em Kryvyi Rih. Também foram danificados 29 edifícios residenciais, 21 carros e um edifício administrativo.
A 8 de janeiro, um ataque com mísseis russos à cidade deixou várias áreas sem energia, incluindo minas onde se encontravam trabalhadores no momento. Sete mineiros
permaneceram no subsolo de uma das minas — às profundidades de -1490 m e -940 m.
As equipas de resgate de mineiros do Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia, juntamente com os especialistas da empresa, utilizaram um gerador, acionaram o mecanismo de
elevação e garantiram a descida da jaula da mina. Após mais de seis horas de trabalho, todos os trabalhadores foram resgatados e regressaram à superfície.
A capital da Ucrânia está sob ataque de drones russos. Como já é de costume, os ocupantes russos atingiram alguns edifícios residenciais e as equipas de socorro do DSNS.
Socorristas atingidos propositadamente, um crime de guerra russo
Na cidade de Kyiv morreram 3 civis e 18 civis foram feridos, entre eles 5 socorristas do Serviço de Emergências, atingidos, propositadamente, na 2ª onda de ataque russo, a velha tática russa, desenhada especialmente para atingir aqueles que prestem os socorros aos civis.
A região de Lviv
Aparentemente, os ocupantes russos usaram um míssil balístico de médio alcance (BRSD) «Oreshnik» para atingir um objeto da infrastrutura civil na região
de Lviv. O ataque foi cinético, sem uso de ogivas. Mas isso é suficiente para causar alguns danos significativos…
Nos últimos três anos, Ucrânia tem lutado por sua independência contra a agressão russa. Como é uma «vida pacífica» longe da linha
de frente, na retaguarda? Durante um ano e meio, o cineasta Vitaly Mansky documentou a vida em sua cidade natal, Lviv, onde o cotidiano das pessoas é afetado pela constante ameaça de mísseis russos.
O tempo que esses mísseis levam para atingir seus alvos agora molda a vida de cada ucraniano.
Na noite em que o São Nicolau traz presentes para as crianças, Kremlin e forças de ocupação russas atacaram os alvos civis ucranianos com drones e mísseis.
As explosões e incêndios de grandes proporções, mais uma vez, atingem Ucrânia, escreve a deputada ucraniana Sofiya Fedyna.
Estação de comboios de Fastiv, antes e depois do ataque russo
A contenção das consequências do ataque russo noturno e em massa continua. Dez regiões foram atingidas e oito pessoas ficaram feridas. Equipas/es de resgate, aeronaves
e sistemas robóticos do Serviço Estatal de Emergência (DSNS) estão atuando. No total, especialistas do DSNS estão trabalhando em 24 locais, dos quais 17 já foram controlados.
Lutsk – armazéns com produtos alimentícios foram destruídos pelo fogo.
Bila Tserkva – a área atingida pelo fogo é de 5.200 m², aeronaves do Serviço Estatal de Emergência atuaram no combate às chamas.
Dnipro – armazéns estão em chamas, aeronaves de luta anti-incéndio foram acionadas.
Na cidade do Dnipro um míssil russo caiu num parque infantil:
Dnipro
Comboios/trens atingidos em Fastiv
Região de Dnipro
Região de Volyn/Lutsk
Região de Volyn/Lutsk
O ataque com mísseis destruiu completamente uma casa particular e danificou cerca de dez residências vizinhas. Atualmente, três pessoas estão feridas no ataque.
Fastiv — um incêndio em uma área de 3.000 m², uma estação ferroviária foi destruída.
Distrito de Vyshhorod — um incêndio em uma área de 5.500 m² foi extinto.
Região de Lviv
Como resultado dos ataques, instalações de infraestrutura crítica pegaram fogo. No distrito de Sheptytsky, um incêndio começou e uma casa particular foi danificada
devido à queda de destroços; duas pessoas ficaram feridas.