Mostrar mensagens com a etiqueta ONU. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ONU. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, junho 13, 2019

Kyiv e não Kiev: os EUA aprovam o nome correto da capital ucraniana

https://www.facebook.com/Kyivnotkiev
O Conselho de Nomes Geográficos dos EUA decidiu substituir o nome oficial da capital da Ucrânia de “Kiev” para “Kyiv” na base internacional de nomes geográficos. Informação foi avançada pela Embaixada da Ucrânia nos Estados Unidos na sua página de Facebook.

O Conselho de Nomes Geográficos dos Estados Unidos apreciou o apelo do Embaixador da Ucrânia nos EUA, Sr. Valeriy Chaly, e decidiu, por unanimidade, substituir o nome oficial da capital ucraniana de “Kiev” para “Kyiv” na base de dados internacional. As mudanças apropriadas nas bases oficiais do Conselho de Nomes Geográficos dos EUA serão efetuadas em 17 de junho.
“Esta decisão é muito importante e dá um empurrão para corrigir o nome oficial da capital da Ucrânia, mesmo fora os EUA, especialmente em voos internacionais e nos aeroportos internacionais em todo o mundo, pois as organizações internacionais, incluindo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), se baseiam em nomes geográficos da base de dados do Conselho de Nomes Geográficos dos EUA”, – explica a embaixada da Ucrânia.
https://www.facebook.com/Kyivnotkiev
Até os gatos sabem, é Kyiv e não Kiév
Atualmente, o nome da capital ucraniana está sendo corretamente indicado na União Europeia, assim como nos aeroportos da Alemanha, Canada, Turquia, Finlândia, Lituânia, Suíça, aeroportos de Londres, Budapeste e no maior aeroporto do mundo em Istambul.


De acordo com as decisões da 10ª Conferência das Nações Unidas sobre a Padronização de Nomes Geográficos (UNCSGN) e das orientações de UNGEGN (Grupo de Peritos das Nações Unidas sobre Nomes Geográficos), o Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações Exteriores da Ucrânia solicitou à comunidade internacional o uso do nome geográfico de “Kyiv”, como a forma ucraniana do nome, ao invés de usar o antigo modelo soviético.
http://unstats.un.org/unsd/geoinfo/geonames/?fbclid=IwAR2VKDbWjJr8c-M2eRupRpEKAKTjOx58peLfDldooyHvuMilawtyiE8WIDw
Desde outubro de 2018, a Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, em conjunto com o Centro de Comunicações Estratégicas StratCom Ukraine iniciou uma campanha on-line #CorrectUA, cuja finalidade foi a utilização correta do nome Kyiv (#KyivNotKiev), informa a página ucraniana Espreso.tv

sábado, setembro 29, 2018

Simona Daumantienė: a guarda-costas da presidente da Lituânia (21 foto)

Na Internet foram publicadas as fotos da jovem e encantadora lituana Simona Daumantienė (31), a oficial do Departamento da Proteção de Liderança (Vadovybės apsaugos departamento – VAD), a guarda-costas da presidente da Lituânia Dalią Grybauskaitę.
Simona sempre quis ligar a sua vida aos desportos, ela era uma ciclista profissional e, em 2014, tornou-se treinadora, começando a trabalhar num dos clubes desportivos da capital lituana – cidade de Vílnius.
A oficial conta que sente o mesmo enquanto protege qualquer pessoa, mas é uma grande honra para ela proteger a chefe de Estado, escreve a publicação lituana 15min.lt
“Um erro aqui pode custar-lhe a vida. A nossa tarefa é evitar esse erro com os nossos olhos, você deve ser invisível, mas ver tudo”, diz a guarda-costas.
Fotos: Vidmanto Balkūno & 15min

E como bónus um pequeno texto que talvez explica para que Dalią Grybauskaitę precisa de uma guarda-costas assim ;)

Grybauskaitę acusou o Conselho de Segurança da ONU da incapacidade de resistir à agressão

As instituições internacionais, em particular o Conselho de Segurança da ONU, não foram capazes de responder adequadamente a novos desafios e atos de agressão.

Isto foi afirmado pelo Presidente da República da Lituânia Dalią Grybauskaitę, falando esta quinta-feira [28/09/2018] na 73ª Assembleia Geral da ONU.

“Quase em todas as grandes crises da última década – da Síria à Ucrânia, de Mianmar ao Iémen – Conselho de Segurança da ONU não foi capaz de desempenhar um papel importante”, – disse a presidente lituana.

Organizações criadas para destruir armas de destruição em massa, são “desarmados perante os ditadores que desenvolvem armas nucleares e usam armas químicas contra civis”, continuou ela.

Presidente da Lituânia lembrou que, a fim de prevenir a repetição de guerra foram estabelecidos instituições multilaterais, para que eles possam manter a independência política e integridade territorial, mas quando o mundo está confrontado com uma crise como essa, estas instituições não têm sido capazes de agir e permaneceram os espectadores impotentes.

“Eu gostaria de acreditar que nossas instituições multilaterais, incluindo a ONU, são fortes o suficiente para resistir à agressão e desrespeito pelo direito internacional”, – disse ela, acrescentando que às vezes a realidade é bem diferente.

A presidente observou que o mundo se tornou mais frágil, as instituições estão sendo destruídos, ao invés de proteger [o mundo] da força e da turbulência económica – reporta a TV dos tártaros da Crimeia ATR.