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quinta-feira, agosto 20, 2026

‼ Crimes russos contra os civis em Kyiv, Zhytomyr e Kramatorsk

O número de civis ucranianos mortos na capital da Ucrânia em consequência do ataque noturno dos ocupantes russos subiu para 15, e outras 39 pessoas ficaram feridas. Os mísseis e drones russos também atacaram os alvos civis em Boryspil, Brovary, Zhytomyr e Kramatorsk.

 

As equipas de resgate estão a realizar operações de resgate de emergência no local do ataque russo no distrito de Solomyansky. O desmantelamento do teto de um edifício residencial de vários andares e de estruturas de emergência localizadas perto dos edifícios danificados está em curso. Já foram removidos 52 metros cúbicos de entulho.



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Os especialistas caninos do Serviço de Emergência do Estado (DSNS) estão envolvidos no trabalho. Os psicólogos do DSNS prestaram assistência aos 98 cidadãos.

Como é habitual, os ocupantes russos dispararam mísseis balísticos ao acaso — contra as ruas, pátios, edifícios de habitação, armazéns. Uma cratera de um ataque de mísseis russos em Boryspil, na região de Kyiv. Fica mesmo no meio de uma rua numa área residencial privada.

Este é o aspecto de um ataque planeado para maximizar as baixas civis. Não pode ter qualquer intenção militar. As defesas aéreas ucranianas não estão atualmente a intercetar mísseis balísticos, pelo que este foi um ataque direto contra civis.

As consequências do ataque russo à capital e às cidades da região de Kyiv estão a ser eliminadas. Mais de 600 socorristas do Serviço de Emergência Estatal da Ucrânia e polícias estão a trabalhar em Kyiv, Brovary e Boryspil.

«No total, 30 edifícios residenciais, uma escola, um hospital pediátrico e uma creche foram danificados em Kyiv e na região. Infelizmente, até à data, 15 pessoas morreram em Kyiv. Os meus pêsames a todos os que perderam familiares e amigos. É fundamental que as pessoas feridas recebam toda a assistência necessária. E é importante que os parceiros da Ucrânia não se calem perante este e outros ataques semelhantes e que ajudem realmente a proteger o nosso povo e a proteger vidas na Ucrânia», escreveu o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky.

Este ataque russo foi um dos mais cínicos, calculistos e de grande escala. Foram utilizados mísseis de vários tipos e 168 drones. Os militares ucranianos abateram todos os mísseis russos hoje. Em geral, a percentagem de abate de mísseis de cruzeiro é de 93%, e também uma percentagem significativa de abate de drones. A maior ameaça é a balística. Disto depende completamente do fornecimento de mísseis «Patriots» à Ucrânia e, portanto, depende dos aliados ocidentais. Não se pode simplesmente assistir em silêncio, com indiferença e inatividade, enquanto os russos destroem vidas com a balística. Os soldados ucranianos podem agir com habilidade quando a coragem e o profissionalismo do povo são apoiados pela assistência adequada dos parceiros.

Na região de Kyiv, o número de vítimas devido aos bombardeamentos russos subiu para 8 pessoas. Os russos atacaram a infraestrutura logística da região de Kyiv pela quarta vez num único dia. Uma pessoa morreu.

No distrito de Brovary, o combate a um incêndio numa das empresas de infraestruturas de combustível continua. Noutro local, as equipas de resgate estão a realizar a desmontagem e o aterramento de estruturas. 

Na região de Boryspil, as consequências de um ataque inimigo às instalações de infraestruturas logísticas também estão a ser combatidas. Os incêndios estão a ser extintos em 3 locais, e noutro já foram eliminados. Trabalhos de emergência e de restauro estão a ser realizados no local.




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Na região de Zhytomyr: 2 pessoas ficaram feridas na sequência de mais um ataque russo. Um incêndio deflagrou devido a um ataque inimigo à infraestrutura logística.

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Cidade de Kramatorsk: os ocupantes russos lançam ataque aéreo maciço no centro da cidade — o ataque russo resultou em 1 morto e 11 feridos.


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Os ocupantes russos lançaram 9 bombas aéreas sobre o centro da cidade. Os ataques russos provocaram dois grandes incêndios em estabelecimentos comerciais. Num dos estabelecimentos, as equipas de socorro salvaram uma mulher dos escombros e entregaram-na a paramédicos, além de terem removido o corpo de outra vítima mortal. Conseguiram também conter o incêndio numa área de 1.000 m², mas, devido à ameaça de novos bombardeamentos, os trabalhos foram suspensos.

e a resposta ucraniana... 

Consequências do ataque ucraniano ao aeródromo militar russo de Akhtubinsk (cerca de 600 km da fronteira ucraniana), onde os drones atingiram o caça-bombardeiro Su-34. Seguidos de fuga de combustível com incêndio subsequente. O próprio bombardeiro sofreu danos significativos.

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A autoestrada M-14 (entre Mariupol e a fronteira russa) arde diariamente sob ataques de drones ucranianos de ataque de médio alcance, destruindo a logística militar e paramilitar russa, obrigando os ocupantes russos à gastar recursos preciosos em tentativas de normalizar a situação.


quinta-feira, agosto 06, 2026

A “Operação alemã” do NKVD: da procura de espiões ao terror total

Em 25 de julho de 1937, o chefe do NKVD, Nikolai Yezhov, assinou a ordem operacional secreta nº 00439. Assim começou a primeira de uma série de purgas em massa, dirigidas às minorias nacionais da era do Grande Terror soviético – a chamada “Operação alemã” da NKVD.

Da indústria da defesa ao terror total

O pretexto oficial era o combate à “espionagem e sabotagem alemãs”. Inicialmente, os chekistas deveriam identificar todos os cidadãos alemães nas fábricas militares e nos caminhos-de-ferro soviéticos. Foram concedidos 3 dias para a compilação das listas e 5 para a realização das detenções. No entanto, a procura por “inimigos” transformou-se instantaneamente numa espécie da linha de produção contínua.

A ordem obrigava à realização de um inventário completo de todos os alemães étnicos: camponeses, funcionários públicos, ex-cidadãos alemães e refugiados políticos.

A história de uma família: o caso de Heinrich Jacob

O arquivo do SBU contém a história de uma família dos elemães étnicos, que os soviéticos destruíram por completo. 

Heinrich Jacob era um membro da juventude comunista Komsomol, de 25 anos, chefe do departamento de correspondentes do jornal ucraniano em língua alemã, publicado em Kyiv: «Die Wahrheit» (A Verdade, 1936-37). Foi preso a 14 de junho de 1937 — na realidade, a «caça aos alemães» do NKVD já se iniciou muito antes da emissão da ordem oficial. 

Os motivos da acusação eram absurdos. NKVD alegava que, numa edição especial do jornal «Jung Sturm», teria colocado clichés de retratos de Estaline e Kuibyshev «de forma distorcida» e também «distorcido deliberadamente a tradução» do projecto de estatuto do Komsomol.

A detenção de Heinrich marcou o início da liquidação de toda a sua família:

— a sua mãe, Maria Zacher, foi detida 12 dias depois. Pena – 10 anos de prisão.

— o padrasto, Gustav Zacher, foi preso em setembro de 1937. Fuzilado em outubro do mesmo ano.

— a irmã, Ilse, foi presa no início de 1938. A “troika” condenou a jovem à morte por “espionagem”.

O próprio jovem jornalista recebeu inicialmente uma pena de 7 anos em campos de concentração. Em 1940, o Supremo Tribunal da URSS anulou a sentença e devolveu o caso para novas investigações. No entanto, nunca foi libertado.

Com o início da guerra germano-soviética de 1941, Heinrich Jakob foi fuzilado sob a justificação de “em consequências da situação de guerra”.

O caso de Heinrich Jakob e de milhares de outros alemães étnicos demonstra como o regime comunista soviético destruiu famílias inteiras somente para cumprir os planos fabricados para expor “agentes estrangeiros”.

Hoje, os documentos dos serviços secretos soviéticos estão disponíveis ao público. Pode obter mais informações sobre os familiares vítimas das repressões soviéticas, veja o procedimento para aceder aos materiais do arquivo de SBU.

Fonte: Arquivo Estatal do Serviço de Segurança da Ucrânia, fundo 6, descrição. 1, processo 60472-fp; fundo 9, processo. 1, ficheiro 81-SP.

quarta-feira, agosto 05, 2026

Ataque russo à cidade e à região de Kyiv mata 17 civis ucranianos

Na noite de 5 da agosto os ocupantes russos bombardearam alvos civis em Kyiv e na região circundante, usando munição de fragmentação e matando 17 e ferindo 44 civis. Oito destas pessoas morreram na estação ferroviária de Kvitneva, onde simplesmente esperavam por um comboio/trem. 



A rússia matou deliberadamente passageiros comuns, escolhidos aleatoriamente. Isto não tem nada a ver com ações militares na frente de batalha. Estão simplesmente a tentar matar o máximo de pessoas possível com o objetivo de aterrorizar. Francamente, não há mais nada a discutir. A rússia é um Estado aberrante. Um Estado terrorista. 

A rússia lançou 24 mísseis balísticos, 4 mísseis Zircon/Oniks e 115 drones, muitos deles de propulsão a jato. Os principais alvos foram empresas civis, incluindo armazéns, uma fábrica de cerveja, instalações logísticas, infraestruturas e uma estação ferroviária. O ataque russo provocou 17 mortose 44 feridos.

É assim que as vitórias russas se parecem hoje. Passageiros assassinados jazem na estação ferroviária de Kvitneva. Pessoas comuns, mortas deliberadamente por ações da máquina de guerra russa. 

Fotos +18, estação Kvitneva

A rússia orgulha-se imensamente disso.

Na noite passada, a rússia atacou a cidade de Kyiv com um míssil carregado de munições de fragmentação. 

Isto não pode ser explicado por qualquer necessidade militar. Munições de fragmentação estão a ser disparadas contra uma cidade de 3 milhões de habitantes com um único propósito: matar o máximo de civis possível enquanto fogem para se protegerem. 

e a resposta ucraniana... 

Vladimir Tkachuk, o diretor da fábrica privada «Uraldronzavod», que produz drones «Upyr», foi visado numa explosão na região de Sverdlovsk, na rússia. Está na UCI em estado grave.

O prerfil de Tkachuk é um pacote completo de um patriota russo: distribuição de pornografia infantil, militância nazi, a propaganda de guerra e de assassinatos em massa.

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Depois essas mesmas pessoas propagam, constantemente o antifascismo, a espiritualidade e os valores familiares, na verdade, apenas vilões caricatos e pervertidos. 
Mercedes do Tkachuk após o acidente

O controlo objetivo, à partir do terreno, como os bravos grupos móveis russos respondem, de forma eficaz e eficiente à um ataque de drones ucranianos aos camiões-cisterna russos na região de Zaporizhia.


Ação do 3º Bat da 414 OBr «Pássaros do Magyar»

 


sábado, agosto 01, 2026

Terror russo em Kyiv e Odesa; Ucrânia responde, atingindo as refinarias e radares

Até a propaganda russa já admite que os ataques contra Kyiv não têm qualquer propósito militar e são realizados unicamente para aterrorizar civis, não sendo, por isso, necessários mais comentários. 


Cratera deixada por míssil russo num dos pátios de Kyiv

Pelo menos nove pessoas foram mortas na noite de 1 de agosto em Kyiv. Foram alvejadas indiscriminadamente, onde quer que fosse possível – em pátios, prédios de habitação, até mesmo no asfalto das ruas da capital ucraniana. 


Em Odessa, os ocupantes russos atacaram deliberadamente um edifício residencial com o drone de ataque. Uma vez por ano, em 2 de maio, os propagandistas russos demonstram falsa e ostensiva compaixão pelos residentes de Odessa. Nos outros dias do ano, bombardeiam a cidade, a mesma que teimam em chamar de «cidade russa» e matam os civis ucranianos ali residentes.

e a resposta ucraniana... 

O navio porta-contentores russo «Yanina» (ex-Bourda), pertencente à corporação nuclear russa «Rosatom», foi afundado no Mar Negro. Dois drones marítimos do SBU afundaram o porta-contentores à cerca de 180 km da costa de Novorossiysk. O navio navegava sob a bandeira russa e tinha a capacidade de carga de 100 mil toneladas.

Os drones de SBU atingiu três refinarias russas no Bascortostão e quatro estações de radar na região de Krasnodar.

O Serviço de Segurança da Ucrânia realizou na noite de 1 de agosto mais um ataque bem-sucedido contra a infraestrutura de combustíveis e militar da federação russa. Estas operações especiais são realizadas para reduzir o potencial militar russo.

Os drones de longo alcance do SBU atingiram as infraestruturas de três refinarias de petróleo na cidade de Ufa (república do Bascortostão, sob ocupação temporal da rússia), que se situam a 1.600 km da fronteira estatal da Ucrânia. Trata-se das empresas Bashneft-UNPZ, Bashneft-Novoil e Bashneft-Ufanaftokhim, que fazem parte da Bashneft e formam um dos maiores polos de refinação de petróleo da rússia. 

Cidade de Ufa, 1 de agosto de 2026

A capacidade total destas empresas é superior a 23 milhões de toneladas de petróleo por ano. Ufa é um dos principais centros de refinação de petróleo da federação russa, e as refinarias locais fornecem gasolina, gasóleo, querosene de aviação, lubrificantes e outros produtos usados, em particular, para satisfazer as necessidades do exército russo. 

Além disso, os drones do SBU atingiram três estações de radar «Podlyot-K1» e um radar «Kasta-2E2», todos na região de Krasnodar, que foram utilizados pelos ocupantes russos para detetar alvos aéreos. 



A localidade de Nizhnekamsk, no Tartaristão

A localidade de Nizhnekamsk, na república do Tartaristão, um incêndio de grandes proporções deflagrou na zona industrial da empresa «Nizhnekamskneftekhim» após uma explosão, provavelmente provocada por uma sobrecarga do sistema na sequência de uma série de ataques de drones ucranianos à zona industrial. O acidente levou a um incêndio de grandes proporções, que consumiu uma parte significativa da empresa, e uma densa coluna de fumo eleva-se sobre as instalações. 

FontesExilenova_plus; Exilenova_plus; SBU;

quinta-feira, julho 30, 2026

Os crimes russos de guerra em Kyiv, Kryvyi Rih e Lviv

Lviv, prédio habitacional na rua «Ivan Vyhovskiy»

Os ocupantes russos continuam a atacar os civis ucranianos. Na noite de 30 de julho os misseis e drones russos atingiram diversas localidades da Ucrânia. Civis foram mortos e feridos em Kryvyi Rih, Kyiv e Lviv. Um míssil russo atingiu a Polónia. 

Uma família numerosa, incluindo três crianças pequenas, foi morta em Kryvyi Rih. Em Lviv, estão a remover os escombros de uma casa atingida em cheio. Segundo dados atualizados, em Lviv uma pessoa morreu e 30 ficaram feridas na sequência do ataque com mísseis russos, incluindo três crianças, informa o serviço ucraniano de situações de emergências DSNS.







A destruição causada pelo bombardeamento russo em Lviv

Recordemos que em Kyiv, na noite de 30 de Julho, os bombardeamentos russos provocaram incêndios e destruição nos distritos de Obolon e Svyatoshyne – num mercado, numa cooperativa de oficinas mecânicas e num edifício não residencial de cinco andares. De momento, na capital ucraniana os trabalhos foram concluídos em todas as moradas onde foram encontrados vestígios do ataque aéreo russo.

Impacto do míssil russo na Polónia
 

A rússia atingiu o território da Polónia com um míssil Kh-101. Deixou um enorme buraco no meio de um campo agrícola. Mais uma provocação e exigência direcionada que ampliará a janela de Overton. Kremlin ataca regularmente a Roménia com drones. Agora, ataca o território de um país da NATO com um míssil. 

...e a resposta ucraniana

Em Penza, os drones ucranianos atingiram o centro de triagem da Wildberries, com espaço de 90.000 m². Um incêndio de grandes proporções deflagrou no local. 




Armazém de «Wildberries» em Penza

Localização: 53.267317, 44.791081

Coninua a arder o armazém de «Wildberries» de 75.000 m² em Sarapul, na Udmurtiya.

 
Sarapul, Udmurtiya

Fonte Osint: DniproOfficial; Exilenova_plus;

domingo, julho 26, 2026

Testemunho do Holocausto proibido e silenciado pela censura soviética

Zinovy ​​​​​​Tolkachev, “Tałeskoten”, da série Majdanek.
Imagem: Instituto Histórico Judaico Emanuel Ringelblum em Varsóvia
Aos 23 de julho de 1944, foram libertados aproximadamente mil prisioneiros da «fábrica da morte» — do campo de concentração nazi de Majdanek, na Polónia, perto de Lublin. Um dos libertadores era o militar e artista ucraniano Zinovy ​​​​Tolkachev.

Aproximadamente 130.000 pessoas passaram por naquele campo nazi, 80.000 deles morreram em Majdanek.

A capa da 1ª edição polaca de 1945

O conceituado artista judaico ucraniano Zinovy ​​​​Tolkachev-Schenderovich (1903-1977), enquanto militar soviético, participou na libertação de prisioneiros nos campos de Majdanek e de Auschwitz. Criou, então, as BD/quadrinhos gráficos «Majdanek» (1944-45) e «Flores de Auschwitz» (1945), publicados apenas na Polónia.

“Guarda Feminina”. Portfolio com reproduções das obras de “Majdanek”.
Coleção do Instituto Histórico Judáico Emanuel Ringelblum em Varsóvia

Na União Soviética, estas obras não apenas não foram publicadas, como provocaram perseguições ao artista nas décadas de 1950-60, durante a campanha antisemita estatal soviética dirigida contra os «cosmopolitas», eufemismo soviético aplicado aos judeus. 

«Libertação», 1945. Museu virtual Yad Vashem

Apesar do uso de narrativas perfeitamente alinhadas com a ideologia dominante soviética (por exemplo, a presença da bandeira vermelha no quadro «Libertação»), a sua obra foi perseguida e censurada na URSS. Em 1949, o jornal oficial do PC da Ucrânia soviética, «Pravda Ukrayiny», acusou Tolkachev de promover obras de «conteúdo sionista-religioso», chamou o seu trabalho «profundamente perverso» e definiu os seus álbuns gráficos como uma manifestação de «nacionalismo burguês» e de «cosmopolitismo sem raízes».

“Lugar do não retorno”, 1945. Portfolio com reproduções das obras de “Majdanek”
Coleção: Instituto Histórico Judaico Emanuel Ringelblum em Varsóvia.

Após a morte do artista em 1977 em Kyiv, o seu espólio criativo foi oferecido, pela família, à fundação israelita Yad Vashem.

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No campo de concentração de Majdanek, em março de 1944, foi assassinado, pelos nazis, o Padre Omelián Kovch, o sacerdote greco-católico ucraniano, que salvava os judeus e foi conhecido como “o pároco de Majdanek”.

sexta-feira, julho 24, 2026

MAGA Laura Loomer denuncia os crimes e a hipocrisia estatal russa

A popular blogueira MAGA, Laura Loomer, que anteriormente apoiava a rússia, visitou Ucrânia, esteve em Kyiv e descreveu a hipocrisia estatal russa, que manda bombardear os locais sagrados do cristianismo ucraniano e europeu.

«Putin retrata constantemente a rússia como a defensora do cristianismo, mas atacou o Mosteiro de Kyiv Perchersk com os drones. Podemos dizer que putin atacou Jesus Cristo com um drone». 

Laura Loomer destacou o cinismo de putin, que bombardeia o berço da ortodoxia na Europa Central, enquanto hipocriticamente insiste que está à «proteger os valores tradicionais». 

Laura Loomer é uma blogueira e ativista muito influente do movimento MAGA. Tão influente, aliás, que corre o rumor de que Trump tinha demitido o General Jeffrey Cruz, chefe da Agência de Inteligência de Defesa, por causa de uma dica dela (o próprio Trump negou o caso). 

Laura Loomer ao caminho à Ucrânia

Naturalmente, Loomer era pró-rússia, como a maioria dos apoiantes da MAGA. Considerava putin como um «defensor dos valores tradicionais» e escrevia uma coluna para a corporação propagandista russa RT. Ela acreditava que a rússia lhe concedia, assim, uma liberdade de expressão que os Estados Unidos não lhe davam. 

Tim Pool, outro blogueiro MAGA extremamente anti-Ucrânia também mudou a sua postura...

Foi por isso que Laura Loomer enviou o seu correspondente Andrew Moore à Ucrânia. Laura admitiu que tinha hesitado em enviar um correspondente à Ucrânia, pois temia ser odiada pela sua postura antiucraniana.

O que Laura diz:

«Agora, quando os vejo [os russos] a dizer coisas como: 'Precisamos de desnazificar Ucrânia e precisamos de continuar a nossa guerra brutal contra a Ucrânia', enquanto fingem ser algum tipo de país cristão ortodoxo, enquanto matam milhares, centenas de milhares de jovens cristãos na Ucrânia, e até apoiam neonazis nos EUA, divulgando excertos dos seus podcasts, penso: 'Uau, caímos na propaganda russa. Caí na propaganda russa'.» 

Por isso, quando a Loomer Unleashed teve a oportunidade de enviar um correspondente à Ucrânia para visitar a linha da frente e reunir-se com as autoridades ucranianas — e havia muitos senadores norte-americanos presentes na Conferência de Segurança de Odesa — Andrew [Moore] perguntou-me se eu aprovaria a ida de um correspondente à Ucrânia. 

Pensei a respeito durante um tempo. Hesitei em aceitar porque pensei: «O que é que as pessoas vão pensar de mim?» Fui tão antiucraniana durante tanto tempo, repetindo estas frases, pensando que estava a dizer a coisa certa, sem perceber o quanto eu, como conservadora, apoiante de Trump e cidadã americana, estava a ser manipulada emocionalmente pela propaganda online. 

Por isso, para ser completamente sincera, senti-me um pouco envergonhada por enviar uma correspondente para o estrangeiro, porque pensei: «Bem, as pessoas vão atacar-me, vão chamar-me hipócrita, não vão ficar gratas e não me vão dar a oportunidade de mudar de ideias». 

Laura Loomer pede desculpa por minimizar a guerra na Ucrânia depois de testemunhar o horror: 'Estava enganada' 

Agora, Laura Loomer está a denunciar um dos ideólogos do neofascismo moderno russo Dugin, no seu canal de Telegram e acredita que a rússia não tem o direito de se auto-intitular defensora dos cristãos após o ataque ao Mosteiro de Kyiv Pechersk. 

A entrevista da Laura Loomer com Presidente Zelensky foi endorçada pelo Presidente Trump

Laura, ficamos contentes por teres mudado a sua posição.

Bem-vinda ao lado certo da história! 

Obrigado e via kazansky2017