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quarta-feira, outubro 21, 2026

A morte da menina Angelina, uma das 2.570 civis ucranianas mortas em 2026

A menina ucraniana Angelina, de apenas um ano, morreu no seu carrinho de bebé em 19 de outubro de 2026, durante um ataque de drone russo no parque central da aldeia de Nova Vodolaga, na região de Kharkiv. A sua mãe, Inna, ficou gravemente ferida e faleceu mais tarde no hospital. No total, seis pessoas, incluindo duas crianças (a outra menina morta tinha 11 anos), foram mortas no ataque russo, e 15 ficaram feridas, informa a Polícia Nacional da Ucrânia.

A rússia continua a matar crianças ucranianas, enquanto Washington continua a debater sobre o tipo de concessões que Ucrânia deveria fazer para que a rússia aceite parar de matar os civis ucranianos. 

Donald Trump: «Francamente, a rússia está a comportar-se de forma bastante normal com a Ucrânia. Não estão a fazer nada de especial por lá».


Na Nova Vodolaga o drone russo atingiu o parque central onde as famílias com crianças passeavam. Morreram seis pessoas: Angelina, de um ano (morta no seu carrinho de bebé), a mãe, Inna (que morreu no hospital), uma menina de 11 anos e três outros adultos. Quinze pessoas ficaram feridas, 2 delas crianças.

Estes ataques têm ocorrido quase diariamente em outubro. A ONU classificou as duas primeiras semanas do mês como um dos períodos mais mortíferos para os civis ucranianos nessa guerra. Mais de 100 civis foram mortos numa única semana. Em Pryluky, nos dias 6 e 7 de outubro, um míssil russo destruiu um edifício de habitação, matando 22 pessoas, incluindo crianças. Em Kramatorsk, no dia 8 de outubro, um ataque a autocarros de passageiros matou aproximadamente 30 à 35 pessoas. Em Zaporizhzhia, no dia 10 de outubro, aproximadamente 20 pessoas foram mortas em edifícios de habitação.

Em setembro de 2026, a Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia registou pelo menos 328 mortes de civis e 2.105 feridos — um aumento de 85% em relação a setembro de 2025. De janeiro a setembro, 2.570 civis foram mortos. A principal causa foram os mísseis, drones e bombas guiadas russos lançados sobre áreas residenciais, transportes e áreas densamente povoadas, longe da linha da frente. 

Só um completo canalha, sem qualquer consciência ou compaixão humana, poderia chamar tudo isto de «completamente normal» e «nada de especial».

Bónus

No dia 21 de outubro a rússia perdeu duas aeronaves militares. Um caça-bombardeiro Su-30SM caiu na região de Kaliningrado. Os dois pilotos conseguiram se ejatar, mas sofreram ferimentos médios e foram levados ao hospital.

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No mesmo dia foi registada a queda de um outro Su-30, os blogueiros militares russos já noticiaram que a sua tripulação, muito felizmente, não sobreviveu.

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domingo, outubro 18, 2026

⚡️📍 Ucrânia efetuou um ataque de grande envergadura ao São Petersburgo

Na noite de 18 de outubro, os drones ucranianos, atingiram, com muito sucesso, vários alvos em São Petersburgo e na região de Leninegrado: terminal petrolífero «Ruchyi», porto comercial, centro de dados da rede social «VK», armazém da «Ozon». Incêndios e explosões estão por todo o lado. 


Imagens do ataque e do incêndio no porto comercial:


O depósito de petróleo «Ruchyi» continua em chamas:



Geolocalização do depóstio de petróleo de «Ruchyi»

Localização: 59.994292,30.449055

O gasóleo à arder na baía de São Petersburgo:

O armazém da «Ozon» em São Petersburgo será obviamente completamente destruído pelo fogo. Os russos podiam simplesmente ter concordado com um cessar-fogo, e nada disto teria acontecido. Mas putin recusou cessar os ataques contra os alvos civis na Ucrânia. Então foi o putin que incendiou este armazém, assim como tudo o resto que explodiu e ardeu na cidade.


Geolocalização do centro logístico da «Ozon»

O armazém logístico da «Ozon», possui uma área de aproximadamente 51.500 m², está situado nos arredores de São Petersburgo. O armazém é um elemento importante da infraestrutura logística da «Ozon», garantindo o armazenamento, a triagem e o processamento seguros das mercadorias, bem como a sua posterior distribuição aos pontos de venda dos clientes.

Localização: 59.814357833407605, 30.478667894695434

Os helicópteros estão a tentar extinguir o incêndio da central logística de «Ozon»:

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Fonte Osint: worldmilitares; 

🎥☝️ POW’s africanos capturados na Ucrânia pedem ajuda à União Africana

Os mercenários prisioneiros de guerra africanos apelam aos participantes da 3ª Cimeira rússia-África, que irá decorrer ente 28 à 29 de outubro em Moscovo, para que os ajudem a regressar a casa. Um destes homens pode ser descendente direto dos famosos e históricos prazeiros da Zambézia.

Desde o início da invasão russa em grande escala da Ucrânia, as FAU já capturaram mercenários oriundos de 59 países, 18 dos quais africanos. Apenas 30% destes POW africanos manifestam o seu desejo de regressar à África, outros 70% dizem, que querem ser trocados, regressando à rússia. Desde o primeiro dia da guerra, que começou em 24.02.2022, a rússia não trocou e nem sequer pediu para trocar NENHUM prisioneiro de guerra africano.


Caso Nunes Rosario Andrade 

O nome do mercenário proveniente do Zimbábue, Nunes Rosario Andrade é totalmente português, o que indica que ele é um filho/neto de africanos, profundamente luso-aculturados. É de recordar, que historicamente, a família Rosário Andrade era uma influente dinastia mercantil luso-africana (dos chamados prazeiros), estabelecida na região do Alto Zambeze, no atual Moçambique. As suas atividades no século XIX obrigaram o governo português a declarar oficialmente as suas reivindicações territoriais (assim chamada política de «ocupação efetiva») sobre estas regiões.

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Por agora, Ucrânia recorda aos cidadãos de países estrangeiros: participar na guerra ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na Ucrânia ou se já juntou ao exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». O projeto ajudrá-lhe a salvar a sua própria vida e a render-se em segurança às FAU. 

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sábado, outubro 17, 2026

Os fornecedores clandestinos de componentes do míssil russo «Kinzhal»

Dos 197 componentes do míssil russo «Kinzhal», 155 são de fabrico americano. Segundo um relatório recente, quase 79% dos componentes identificados num dos mísseis mais avançados da rússia são provenientes dos Estados Unidos. Outros são do Japão (17), da Suíça (10) e de Taiwan (7). Apenas UM componente é de fabrico russo. 

A rússia está a utilizar tecnologia ocidental para construir mísseis que destroem cidades, infraestruturas e prédios na Ucrânia, matando civis ucranianos. Apesar de anos de sanções, a rússia continua a obter estes componentes através de cadeias de abastecimento que contornam as restrições. Se o Ocidente e os aliados da Ucrânia pretendem realmente travar a máquina de guerra russa, precisam de interromper o fluxo de tecnologia que a mantém em funcionamento. 

Fonte 

Bónus

O 3º Corpo de Exército das FAU demonstrou a destruição de um novo sistema russo de lança-chamas pesado TOS-3 «Dragão», ocorrida no decorrer da «Operação Vivaldi», a 12 km da linha de contato. É a primeira vez que um sistema desse tipo foi destruído.

Além disso, no mês de setembro de 2026, os operadores da Divisão de Mísseis e Artilharia Antiaérea da 3ª Brigadade Assalto destruíram 533 drones russos de diversos tipos:

A unidade destruíu 328 drones-kamikaze russos: 303 «Molniya», 12 «Lancet», 12 «Gerbera» e um «KUB-1». Também foram abatidos 42 drones médios de reconhecimento: 15 «ZALA», 12 «KVO», 6 «Orlan», 6 «Skat» e 3 «Supercam».

sexta-feira, outubro 16, 2026

Ucrânia chega ao marco histórico de 200 aviões russos abatidos

O grupo OSINT Oryx assinala um marco histórico, alcançado pela Ucrânia na atual guerra russo-ucraniana. Desde 24.02.2022 e até 1.10.2026, as forças ucranianas abateram 200 aviões e 185 helicópteros russos, contabilizando somente abates com a confirmação absolutamente positiva com suporte em fotos e/ou vídeos. As perdas russas reais são infinitamente maiores. 

Assim, a rússia perdeu 200 aviões, das quais 169 foram destruídos e 31 danificados, incluíndo:

  • 12 bombardeiros estratégicos Tu-22M3;
  • 12 bombardeiros estratégicos Tu-95MS. 

A rússia também perdeu 185 helicópteros, dos quais 145 foram destruídos, 38 danificados e 2 capturados, incluíndo:

  • 10 helicópteros de ataque Mi-35M;
  • 69 helicópteros de ataque Ka-52 «Alligator».

No mesmo período, a rússia perdeu 25 drones pesados da classe estratégica (excluindo largos milhares de drones leves, FPV, etc), dos quais 21 foram destruídos, 1 danificado e 3 capturados, incluíno:

  • 3 «Mohajer-6»;
  • 1 Sukhoi S-70 «Okhotnik-B». 

O mês de setembro de 2026, foi bastante pesado para as contas da força aérea russa, foram perdidos 8 aviões e 6 helicópteros.

O custo financeiro das perdas russas em aviação pode chegar aos 8.8 bilhões de USD

Antecipando as curiosidades, podemos rever as baixas ucranianas. Segundo a mesma Oryx, desde 24.02.2022 e até 1.10.2026 Ucrânia perdeu 122 aviões, das quais 117 destruídos, 4 danificados e 1 capturado, incluíndo:

  • 5 caças F-16;
  • 1 Mirage 2000-5F. 

A Força Aérea da Ucrânia também perdeu 58 helicópteros, dos quais 52 destruídos, 3 danificados e 3 capturados, incluíndo:

  • 1 helicóptero de transporte Airbus H225;
  • 1 «Westland Sea King». 

No mesmo período, país perdeu 29 drones pesados da classe estratégica (excluindo drones leves, FPV, etc), dos quais 28 destruídos e 1 capturado, incluíndo:

  • 26 Bayraktar TB2. 

Em setembro de 2026, Ucrânia perdeu 1 avião e nenhum helicóptero. 

Bónus 

Os drones ucranianos atingiram a central petrolífera da Gazprom na cidade russa de Surgut, que fica no Distrito Autónomo de Khanty-Mansiysk, a cerca de 2.500 km da fronteira com Ucrânia:

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A central da Gazprom processa condensado de gás e produz combustível para motores de veículos terrestres e de aviação. A sua capacidade de produção é de 12 milhões de toneladas de matéria-prima por ano.

💀 Malambahe Sabtar Sabanal: 3º mercenário filipino liquidado na Ucrânia

A secreta militar ucraniana GUR MOU identificou mais um mercenário estrangeiro morto ao serviço do exército de ocupação russo — o cidadão filipino, Malambahe Sabtar Sabanal, nascido a 25 de outubro de 1986, natural do município de Labason, na ilha de Mindanao. 

O mercenário filipino assinou o contrato com o exército russo em 16 de junho de 2026 em Ryazan. O tenente russo V. Romanov foi o seu acompanhante oficioso. A duração do contrato era de um ano — o prazo típico para os estrangeiros “descartáveis” do exército russo.

Declaração que confirma que Malambahe Sabtar Sabanal está ao serviço do exército russo


Após a assinatura dos documentos, Malambahe foi enviado para um centro de treinos. Aí, passou apenas uma semana e meia a tentar aprimorar as suas habilidades de combate. 

No início de julho de 2026, o filipino foi enviado aos territórios ucranianos temporariamente ocupados. No final do mesmo mês, Malambahe foi eliminado durante operações de assalto perto de Kostyantynivka, na região de Donetsk.

As circunstâncias da permanência de Malambahe na frente de batalha são comprovadas por correspondência registada junto de um outro mercenário das forças de ocupação russas, presumivelmente também cidadão filipino.

Malambahe (à direita) com um outro mercenário filipino

Numa mensagem datada de 28 de julho, poucos dias antes da sua morte, Malambahe queixava-se dos constantes ataques de drones ucranianos e da morte de um colega. As fotografias disponíveis mostram outros mercenários juntamente com Malambahe, que são provavelmente também cidadãos filipinos. 

Apesar dos avisos do governo filipino e das exigências da legislação local, o Malambahe foi tentado pela oportunidade de ganhar o dinheiro fácil, decidindo juntar-se ao exército de ocupação russo. No final, a participação na guerra neocolonial e criminosa russa custou-lhe a vida. 

Recordamos que, no dia 12 de agosto de 2026, o GUR reportou a identificação de um outro mercenário filipino liquidado na Ucrânia: Jeric Jumadil Undol, nascido a 5 de março de 1989, natural de Panamao, liquidado na Ucrânia em maio de 2026, apenas 27 dias após assinar o contrato com o exército russo.

Jeric Jumadil Undol mercenário filipino, liquidado na Donbas

De acordo com o projeto “Quero Viver”, cerca de 14 cidadãos filipinos assinaram os contratos com o exército de ocupação russo; pelo menos três deles morreram e um é POW: Raymon Santos Gumangan, natural de Alcala, província de Pangasinan. Em setembro de 2025, ele foi capurado pelas Forças Armadas da Ucrânia (FAU) na região ucraniana de Sumy. Raymon continua no campo ucraniano dos prisioneiros russos, as autoridades russas não tem nenhum interesse de o incluir nas listas de trocas dos POW. 

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O GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia recorda que cada estrangeiro nas fileiras do exército de ocupação russo ainda pode salvar a sua própria vida — rendendo-se às FAU através do bot do projecto «Quero Viver».

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quinta-feira, outubro 15, 2026

Ucrânia atinge 6 caças-bombardeiros Su-34M e dois helicópteros russos

Na noite de 15 de outubro, a Marinha da Guerra da Ucrânia, utilizou os mísseis costeiros «Neptune Longo» para atingir o aeródromo militar «Borisoglebsk», na região russa de Voronezh. Ataque resultou em 4 Su-34 (Fullback) destruídos e outros 2 sofrendo danos significativos.

Todos 6 aparelhos eram caças-bombardeiros Su-34M de primeira linha, utilizados ativamente como lançadores de bombas guiadas contra as posições ucranianas e contra os alvos civis na Ucrânia. Calcula-se que o ataque, afetará, positivamente, as capacidades e a intensidade dos ataques russos na linha da frente e nas cidades situadas juntas à área de combates.

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As testemunhas relataram várias explosões e um incêndio na zona do aeródromo de Borisoglebsk. A vista de satélite das pistas do aeroporto no dia 13 de outubro e a mesma área no dia 15 de outubro, pela AviVector:

Aeródromo de «Borisoglebsk» no dia 13 de outubro de 2026

Aeródromo de «Borisoglebsk» no dia 15 de outubro de 2026

Abate de um Mi-28 russo, efetuado pelos operadores de drones da 115ª Brigada de Fuzileiros Motorizados da Ucrânia:

No final do vídeo, aparece o momento do abate de um Mi-8 russo extra, que, segundo o grupo OSINT ukr_informant, está relacionado com um outro caso de uso, efetivo, dos drones ucranianos de ataque. 

Perdas russas documentadas em setembro de 2026: 8 aviões e 6 helicópteros

Imagens raras do drone de ataque ucraniano «Sichen» (literalmente Janeiro), voando em missão de combate. O seu alcance de voo declarado é de 1400 km:

O uso de drones middle-strike pelos operadores ucranianos das SSO-SOU nas estradas dos territórios ucranianos temporariamente ocupados. Nenhum motorista pode ou deve esquecer, que o ato de atravessar, ilegalmente, a fronteira estatal da Ucrânia, é um crime punível, atualmente, com até a pena da morte.

Fontes Osint: avivector; ukr_informant

quarta-feira, outubro 14, 2026

Terminou a quarta fase da «Operação Vivaldi»: Ucrânia liberta 101 km²

O 3º Corpo de Exército e unidades conexas libertaram mais três aldeias/vilarejos ucranianos — Zelena Dolyna, Lypove e Kolodyazi — informou o Brigadeiro-General Andriy Biletsky. Durante a quarta fase da Operação Vivaldi, os ocupantes russos perderam cerca de 3.000 soldados (8.000 no total) e a Ucrânia recuperou 101 km² do seu território (277 km² no total). 

A operação, que começou com a eliminação da infiltração russa, transformou-se numa ofensiva rápida e de grande envergadura. Os ocupantes russos desorientados começaram a perder o controlo das unidades, e o caos instalou-se. 

“Não permitimos que o inimigo contornasse a aglomeração de Slavyansk-Kramatorsk pelos flancos e a cercasse, e também protegemos a autoestrada Kharkiv-Slovyansk. O inimigo russo não conseguiu cortar a principal artéria logística do nosso grupo na Donbas. Interrompemos a ofensiva do grupo [russo] «Zapad» e forçámo-lo a transferir parte das unidades do 1º Exército de Tanques, o que aliviou a pressão sobre Kupyansk-Vuzlovy”, explica general Biletsky. 

Durante toda a operação, Ucrânia retomou o controlo total de 16 povoações e libertou 277 km². As perdas do inimigo totalizaram 8.000 soldados russos.

Tudo isto foi realizado pelas forças dos combatentes da 3ª Brigada de Assalto, da 60ª OMBr, da 125ª OVMBr, da 3ª ORB, da 25ª OPTB e da 21ª OPBpS «KRAKEN», bem como pelas unidades anexas: a 66ª OMBr, o 3º Destacamentode Guarda-Fronteira, o 10º Destacamento Móvel de Guarda-Fronteira «Dozor» e os grupos táticos do 8º Regimento de SSO, «Grupo Lasar» da Guarda Nacional (NGU) e unidade de drones K2 da USBS e unidades não tripuladas do Centro CSO «A» do SBU. 

Entrega de medalhas aos militares da 3ª Brigada de Assalto

As quatro temporadas de «Vivaldi» terminaram.

Mas a música continua a tocar. Fiquem atentos!

terça-feira, outubro 13, 2026

GUR neutraliza dois grupos de forças especiais russas afetos ao GRU

Os operativos da “Unidade Especial Timur” do GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia realizaram uma operação especial de contra-sabotagem, bem-sucedida, resultando na neutralização de dois grupos de militares da 10ª Brigada Especial Separada da Guarda da GRU das forças armadas da federação russa. 

Graças a um trabalho de inteligência bem-sucedido, em particular às informações recebidas do ambiente inimigo, bem como à utilização de equipamentos técnicos de reconhecimento, os batedores militares ucranianos estabeleceram a composição dos grupos inimigos e as suas rotas de movimento. 

Com base nos dados de inteligência recebidos, os combatentes da “Unidade Especial Timur” organizaram uma emboscada para intercetar as forças especiais russas.

Após detetar o inimigo, os batedores infligiram danos de fogo e limparam a área. Um militar das forças especiais russas foi capturado. Como resultado da operação, dois grupos das forças especiais russas da GRU foram neutralizados.

A 10ª Brigada Separada de Forças Especiais da Guarda do Estado-Maior das forças armadas da federação russa é uma unidade de pessoal da inteligência militar russa, cujos militares participaram nas guerras contra Geórgia e Ucrânia, bem como na campanha militar russa na Síria.

A presença de elementos desta brigada nos territórios ocupados da Ucrânia foi documentada em 2014-2015.

No total, durante a operação na direção de Zaporizhzhia, os combatentes da “Unidade de Forças Especiais Timur” do Estado-Maior do Ministério da Defesa da Ucrânia infligiram perdas irreparáveis ​​ao inimigo, totalizando 448 pessoas mortas, e capturaram 85 militares russos. 

Na era dos drones e da inteligência artificial, eventos como este estão a tornar-se surpreendentemente raros, o que os torna ainda mais impressionantes. Uma verdadeira luta de homens à queima-roupa, um confronto brutal e mortífero entre profissionais, onde tudo é decidido em segundos e o mais forte ganha. 

O grupo de forças especiais ucraniano da «Unidade Timur» de GUR MO derrotou, em combate, as forças especiais de elite russas, conhecidas pelas suas operações na Geórgia e na Síria. 

Desta vez, não houve truques tecnológicos – apenas uma preparação minuciosa, habilidade, força de espírito e vontade de vencer. Glória aos soldados ucranianos!, escreveu o general Kyrylo Budanov, ex-chefe do GUR MOU e atual chefe da Administração Presidencial da Ucrânia.

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segunda-feira, outubro 12, 2026

A tendência «Hoje sou ucraniano/a» ganha popularidade no Threads 💙💛

A tendência global «Today I’m Ukrainian» (Hoje sou ucraniano/a) está a ganhar popularidade no Threads. Os estrangeiros estão a publicar mensagens com palavras de solidariedade com Ucrânia, a usar roupas com símbolos ucranianos e a partilhar fotos temáticas.





«O mundo vê-te» — as redes sociais estão inundadas de publicações de cidadãos estrangeiros, absoluta maioria dos quais não possui as origens ucranianas, de apoio à Ucrânia.





Ao mesmo tempo, e após os impactos ucranianos nos centros de dados da corporação russa «Yandex», nas diversas redes sociais notou-se uma clara diminuição do postagens anti-Ucrânia e/ou à favor das «causas», partidos ou personalidades/grupos pró-russos: de AfD na Alemanha; na Polónia diminuiram drasticamente as postagens anti-ucranianas, etc.

Os centros de dados de Yandex atingidos até agora

domingo, outubro 11, 2026

⚡️⚠️ Desintoxicação digital ucraniana imposta à economia russa

As Forças de Defesa da Ucrânia, usando drones FP-1, atingiram mais um centro de dados do gigante russo de TI «Yandex» — desta vez na cidade de Vladimir. Em consequências do ataque, foram reportadas falhas em larga escala no funcionamento dos serviços da «Yandex». A maioria deles está atualmente indisponível. 

A infraestrutura de TI e de AI «mais avançada da rússia» ficou completamente desprotegida contra os ataques de drones ucranianos. Três centros de dados e todos os três supercomputadores da «Yandex» foram desativados após ataques de drones ucranianos entre os dias 8 à 11 de outubro. 

«É impossível repor a operação dos supercomputadores a partir deste nível. Nem sequer se trata de dinheiro. O principal problema nem são as sanções, mas sim a escassez de chips e outros componentes, para os quais existe uma enorme lista de espera em todo o mundo», afirma um especialista em supercomputadores entrevistado pela T-invariant.

A instalação de «Yandex» em Vladimir tem uma capacidade de 50 MW e foi concebida para 2.880 bastidores de TI, o que realça a escala da infraestrutura da empresa.

Localização: 56.09925264522458, 40.20122433277296

A geolocalização do centro «Yandex» em Vladimir

Estão a ocorrer graves interrupções de serviços «Yandex»: Yandex Home, Yandex Music, Telemost e toda a infraestrutura do Yandex Cloud estão em baixo. O Yandex Taxi está em baixo não só na rússia, mas também em Belarus, Cazaquistão e noutros países.


Vários serviços russos interrompidos e/ou com dificuldades técnicas

As falhas de sistema não se registam apenas no Yandex. Os seus data centers servem diversas empresas russas que utilizam estas capacidades. O maior risco é para milhares de empresas que não têm infraestrutura própria e mantêm websites, bases de dados, pagamentos ou back-end na «Yandex Cloud». Muitas delas podem ser pouco conhecidas, pelo que ainda não existe uma lista pública completa.

É de salientar que um dos três supercomputadores do Yandex, o «Galushkin», estava localizado em Vladimir. São essenciais para o treino dos modelos de AI da empresa. Os outros dois estavam em Sasovo, «Chervonenkis» e «Lyapunov». Após o ataque ucraniano de 8 de outubro, o data center ficou completamente desligado. Todos os três supercomputadores ficaram inacessíveis.

O centro de Yandex em Sasovo na região de Ryazan, 08/10/2026

No dia 9 de outubro as Forças de Defesa da Ucrânia utilizaram drones FP-1 para atingir o centro de dados da «Yandex» na cidade de Kaluga, localizado no parque industrial de Grabtsevo, na região de Kaluga. Como resultado dos ataques, vários módulos do data center foram completamente desativados.

A capacidade projetada da instalação é de 63 MW, o que a torna o maior data center da empresa. Em 2026, a «Yandex» detinha cinco grandes centros de dados, dois dos quais já tinham sido atacados pelas Forças de Defesa da Ucrânia.

O sarcasmo do MinDefesa russo após atingir o setor digital ucraniano

Após os ataques russos aos centros de dados ucranianos, no início de outubro, o MinDefesa russo publicou posts sarcásticos sobre a «imposição forçosa da desintoxicação digital». Como já é de costume, os russos receberam, em troca, a desintoxicação digital equiparada. O serviço de Internet está em baixo em várias regiões da rússia, quando o terceiro centro de dados da «Yandex» foi atingido por ataques de drones e mísseis ucranianos.  

“Os nazis entraram nesta guerra [a II G.M.] com a ilusão bastante infantil de que bombardeariam todos os outros e ninguém os bombardearia”, disse Sir Arthur «Bomber» Harris, comandante do Comando Aéreo Estratégico Britânico de 1942 à 1945. 

Fonte Osint: worldmilitares

sábado, outubro 10, 2026

Oficiais russos liquidados no quartel-general do 41º exército russo em Donetsk

A publicação russa «Mediazona» apurou os nomes e identidades de 20 oficiais russos, que morreram no ataque ao quartel-general do 41º Exército russo, ocorrido aos 26 de agosto de 2026 na cidade ocupada de Donetsk. 
As forças ucranianas usaram os mísseis no ataque cirúrgico contra a cidade de Donetsk, ocorrido em 26 de agosto de 2026. Vários blogueiros patrioteiros militares russos, notaram a precisão do ataque, lamentando a «evidente traição interna», de alguém, ou até de várias fontes, que passaram as informações sigilosas e de grande valor às Forças da Defesa da Ucrânia.

A «Mediazona» escreve que 18 oficiais morreram no dia do ataque, e outros dois morreram posteriormente na sequência dos ferimentos. Serviam no quartel-general do Distrito Militar Central e no 41º Exército de Armas Combinadas. Até a data esta é a maior morte em massa conhecida de oficiais do exército russo na atual guerra russo-ucraniana.

Denis Pushilin, o chefe da administração russa de ocupação, relatou no seu canal de Telegram que o alvo era o centro comercial Donetsk City, ferindo oito pessoas — «mulheres, crianças e homens civis». Acrescentou que no ataque foram utilizados mísseis Storm Shadow/SCALP-EG. 

O TG canal Exile+ afirmou que um dos ataques atingiu um edifício no número 97 da Avenida Ilyich, que antes de 2014 albergava um instituto de investigação científica. O canal TG ucraniano CiberBoroshno, acrescentou que um dos alvos era o parque de estacionamento subterrâneo com 600 lugares sob um complexo residencial inacabado, local atingido por, pelo menos, seis mísseis. 

Os projetos ucranianos de OSINT noticiaram que ambas as instalações eram utilizadas como postos de comando do exército russo de ocupação. De acordo com o Exilenova+, no total 27 pessoas morreram e 58 ficaram feridas nos ataques, incluindo dois generais entre os feridos graves. 

A «Mediazona» possui listas de pessoal do quartel-general do Distrito Militar Central (unidade militar Nº 33303, composta por 856 militares) e do quartel-general do 41º Exército de Armas Combinadas (unidade militar Nº 44424, 206 militares). Os dados constantes destas listas estão atualizados até julho de 2025. Além dos nomes, também incluem patentes, cargos e outras informações. 

Depois de cruzar estas listas com o registo de testamentos e outros registos estatais russos, também revendo os obituários de oficiais de alta patente publicados no último mês, a «Mediazona» concluiu que pelo menos 20 pessoas foram mortas no ataque aéreo de 26 de agosto em Donetsk — 18 morreram nesse dia e duas morreram posteriormente em consequência dos ferimentos.

Além disso, a «Mediazona» identificou mais dois casos de mortes em massa de oficiais russos do quartel-general do 41º Exército de Armas Combinadas. Oito militares morreram aos 4 de agosto de 2026 e quatro aos 8 de setembro de 2025. 

Rubrica «ONE SHOT» 

A sequela ucraniana da «Velocidade Furiosa». O strike certeiro do 5º Batalhão de «Pássaros de Magyar».

Olhos e Ferroada — terror de minhocas!