domingo, setembro 13, 2026

RIP Pavlo Sadokha, chefe da União dos Ucranianos em Portugal

Hoje, a comunidade ucraniana em Portugal ficou órfã. Pavló Sadokha, chefe da União dos Ucranianos em Portugal, vice-presidente do Congresso Mundial dos Ucranianos na região da Europa Ocidental, figura pública ucraniana de renome, grande patriota, homem de honra e filho fiel da Ucrânia, faleceu.

Pavló era para aqueles para quem a Ucrânia não era apenas uma pátria – era a obra da sua vida.

Durante muitos anos, uniu incansavelmente os ucranianos em Portugal e na Europa, defendeu os direitos dos ucranianos no estrangeiro, defendeu os interesses ucranianos, preservou a nossa identidade nacional e opôs-se resolutamente à propaganda russa.

Especialmente após o início da guerra em grande escala, Pavló dedicou todas as suas forças a ajudar a Ucrânia. Serviu-a com a sua palavra, o seu trabalho, a sua autoridade e luta diária, longe da sua terra natal.

Viveu pela Ucrânia.

Ele acreditava nela. Ele acreditava na nossa vitória. Ele acreditava no povo.

Hoje é extremamente difícil acreditar que Pavló já não está entre nós. É ainda mais difícil encontrar palavras que possam expressar a dor desta perda.

Neste momento terrível, expressamos as nossas mais profundas e sinceras condolências à sua esposa Teresa, aos pais de Pavló, à sua irmã Kateryna e a toda a sua família. Partilhamos a vossa dor indescritível e lamentamos convosco.

Inclinamos as nossas cabeças em solidariedade com todos os familiares, entes queridos, amigos de Pavló e toda a comunidade ucraniana.

Que a tua memória seja brilhante e eterna, Pavló.

A tua devoção à Ucrânia, a tua luta e tudo o que fizeste pelos ucranianos em Portugal e muito para além das nossas fronteiras permanecerão connosco.

Obrigado pela Ucrânia, que carregaste no teu coração até ao fim.

Memória eterna. 

Blogueiro 

Aparentemente, Pavló Sadokha faleceu de causas naturais. No entanto, é preciso recordar que durante longos anos, mas principalmente desde o início da invasão russa em larga escala em 24.02.2022, Pavló Sadokha foi alvo de inúmeras chamadas, mensagens e intimidações por parte de simpatizantes pró-russos devido à sua posição pública em defesa da Ucrânia e denúncias de redes de propaganda russa na Europa.

Fernando Bulhões da Câmara — ex-militar português de 77 anos e número dois da lista da coligação Partido Comunista Português (PCP)/PEV à Câmara de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, Açores foi a julgamento, acusado de crimes de perseguição e tentativa de coação por telefonar e enviar mensagens de ódio e ameaçar de morte ao Pavlá Sadokha para que este abandonasse Portugal ou cessasse as suas atividades públicas.

O nosso blogue nunca esquecerá o amigo Pavló, que efetivamente, dedicou toda a sua vida à causa ucraniana. Ele viveu pela Ucrânia e faleceu por ela.

Glória à Ucrânia!

Glória aos Heróis! 

A vida e a morte dos mercenários latino e centro-americanos no exército russo

A história de dois prisioneiros da guerra, que acreditaram nas histórias dos recrutadores russos e vieram da Colômbia e do Panamá. Como foram sujeitos à fome e desidratação, como os comandantes russos matavam aqueles que não queriam ou não conseguiam continuar a cumprir as ordens. 

Apesar de existirem provas abundantes do tratamento cruelmente abominável dado aos estrangeiros no exército russo, mas os casos do ex-polícia panamenho Jesus Eulogio Chanis Gil e estafeta colombiano Carlos Andrés Barrios Quintana, que acreditaram nas histórias fantasiosas dos recrutadores russos e vieram à rússia da Colômbia e do Panamá, superam tudo o que já ouvimos.

O seu relato sobre o trabalho no túnel: como foram sujeitos à fome, como morreram de desidratação, como os comandantes russos matavam aqueles que se recusavam ou não conseguiam continuar a trabalhar. 

Carlos Andrés Barrios Quintana escapou recentemente ao exército russo e se entregou às tropas ucranianas. O antigo motorista de entregas viajou para a Ucrânia depois de assinar um contrato com a federação russa com a intenção de sustentar a sua família, mas acabou na linha da frente. Após sofrer ferimentos graves, relatou ter sido abandonado pelos russos em condições deploráveis ​​— sem comida, água ou assistência médica nas trincheiras — o que o levou a entregar-se ao Exército da Ucrânia para salvar a sua vida.

Embaixada russa em Bogotá que nega as responsabilidade 

O jornal «Noticias Caracol» refere que centenas de famílias colombianas estão à procura de notícias dos seus filhos, maridos e irmãos recrutados para a guerra neocolonial russa. No dia 14 de agosto último, um grupo delas reuniu-se em frente à embaixada russa em Bogotá exigindo respostas; a embaixada respondeu negando qualquer responsabilidade pelo recrutamento e encaminhando as famílias para o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Colômbia. 

Os familiares dos mercenários colombianos à protestarem frente da embaixada russa em Bogotá

Em comunicado ao jornal, a embaixada afirmou que «nunca realizou e não realiza qualquer tipo de processo relacionado com o serviço militar de estrangeiros nas fileiras das forças armadas da rússia». Uma familiar disse ao «Noticias Caracol» que nenhum organismo governamental – nem o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nem a Defensoria Pública, nem a Procuradoria-Geral da República – lhe tinha respondido: «Não queremos que mais jovens sejam enviados para o estrangeiro como está a acontecer com os nossos filhos». O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Colômbia informou a comunicação social colombiana que até mais recentemente recebeu 721 pedidos de assistência consular de cidadãos colombianos recrutadas pela rússia.

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sábado, setembro 12, 2026

⚓️ O primeiro combate naval entre dois drones foi ganho pela Ucrânia

O primeiro combate naval conhecido da história entre dois drones foi ganho pela Ucrânia. O drone ucraniano «Sargan 3000», comandado pela Marinha da Guerra ucraniana, em cooperação com a GUR MOU, foi vencedor de uma operação bem-sucedida no Mar Negro, destruíndo um drone marítimo russo.

O alvo foi detetado e identificado pelas unidades da GUR. O drone «Sargan 3000» da Marinha ucraniana, equipado com uma torreta automática RWS “Protector”, composto por uma metralhadora pesada de 12,7 mm, destruiu o alvo russo com sucesso. 

Num outro episódio separado, os drones kamikaze ucranianos FP-2 atingiram, com sucesso, o petroleiro russo «ARMADA LEADER» no Mar Negro, na costa de Sochi, informou Robert «Magyar» Broudi.

O petroleiro contava com a proteção de helicópteros da força aérea russa, que tentaram abater os drones ucranianos, mas falharam miseravelmente, não conseguindo proteger o alvo, naquilo que até mais recentemente, era a sua «retaguarda segura». 

Além disso, na noite de 11 à 12 de setembro, em Kaspiysk, os drones ucranianos atingiram o navio russo «Tatarstan», do projeto 11661K «Gepard» — porta-bandeira da Flotilha do Cáspio, armado com o sistema de mísseis antinavio «Uran» e o sistema de defesa aérea «Osa-MA».

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Glória à Ucrânia!

As rússia já perdeu 500.000 militares mortos na sua guerra contra Ucrânia

Segundo informações dos serviços de informação militares britânicos, aproximadamente 500 mil militares russos já morreram na guerra neocolonial russa na Ucrânia. Neste conjunto são conhecidos os nomes e as identides de 248.844 militares russos mortos, que representa cerca de metade de totalidade de baixas russas. 

Segundo informações dos serviços de informação militares britânicos, aproximadamente 500 mil militares russos foram mortos desde o início da invasão em larga escala na Ucrânia, de acordo com a Sky News. As perdas totais do exército russo desde fevereiro de 2022, incluindo os feridos, desaparecidos, POW e desertores, estão estimadas em cerca de 1,5 milhões. 

por: Deborah Haynes, a Editora de Defesa e Segurança @haynesdeborah

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Sir Richard Knighton, chama a atenção para o custo destas perdas: a grande maioria delas ocorreu após janeiro de 2023, período em que a rússia conquistou apenas cerca de 2% do território ucraniano. 

«Estes números demonstram claramente o desperdício insensato e inútil de vidas humanas em prol de um progresso tão insignificante e de um objectivo tão ilegítimo para o presidente putin», afirmou Knighton. 

A Sky News observa que a guerra em grande escala já dura há 1.660 dias — as tropas russas combatem na Ucrânia há mais tempo do que a rússia participou na Primeira e a União Soviética na Segunda Guerra Mundial. 

Apesar das perdas humanas e do crescente custo da guerra para a economia russa, as autoridades ocidentais ainda não viram qualquer sinal de que putin tenha abandonado o seu objectivo de forçar a Ucrânia a regressar à esfera de influência de Moscovo. 

A guerra, segundo Knighton, já levou a uma desaceleração do crescimento económico na rússia, a uma queda da procura dos consumidores e a uma inflação persistentemente elevada. «O custo para a economia russa, o bem-estar da população e as suas perspetivas futuras é enorme», afirmou. 

As baixas russas positivamente identificadas 

O serviço russo da BBC, em conjunto com a Mediazona e uma equipa de voluntários, identificou os nomes de 248.844 soldados russos mortos desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia (somente entre 27 de agosto à 10 de setembro de 2026 foram identificadas 6.097 novos nomes).

A família «feliz» celebra a transformação do filho de 19 anos na assemleia de voto Nº 341

O número real de mortos é mais elevado: a lista da BBC/Mediazona baseia-se exclusivamente em dados disponíveis publicamente. No entanto, nem todas as mortes são divulgadas de forma pública. 

De acordo com os especialistas militares, a análise dos cemitérios russos, memoriais de guerra e obituários pode reflectir entre 45% e 55% do número real de mortos. 

Desde o início de 2025, os chefes de praticamente todas as regiões russas deixaram de divulgar as baixas na Ucrânia. Em dezembro de 2024, Vasily Limarenko, chefe da região de Sacalina, foi um dos últimos a deixar de publicar obituários, tendo anteriormente divulgado os nomes dos mortos semanalmente no seu canal de Telegram. As autoridades locais russas explicaram que deixaram de divulgar os números de vítimas ao pedido do Ministério da Defesa russo. Além disso, o número de militares russos não conta as baixas entre os homens recrutados nos territórios temporariamente ocupados da Ucrânia: Donetsk, Luhansk, entre outros.

sexta-feira, setembro 11, 2026

💥 Ucrânia atinge alvos estratégicos e militares russos em Volgogrado, Perm e Saratov

Na noite de 11 de setembro, as Forças de Defesa da Ucrânia atingiram, com sucesso, a empresa «Volgogradpromproekt» na cidade de Volgogrado, usando os mísseis de cruzeiro FP-5 Flamingo. Os mísseis atingiram o alvo, provocando um incêndio.

O míssil de cruzeiro ucraniano FP-5 Flamingo à voar nos ceus de Tartaristão, neste caso o vídeo é meramente ilustativo:


A «Volgogradpromproekt» está sob sanções dos EUA, trabalhando para o complexo militar-industrial russo. A empresa produz catalisadores de combustão, contendo ferroceno, e desenvolve tecnologias para a fabricação de produtos químicos.

As sanções ucranianas, como sempre, revelaram-se as mais eficazes. 

A Rádio Liberdade mostra nas imagens de satélite (a 6ª e última imagem mais abaixo), antes e depois, as consequências do ataque noturno dos drones ucranianos de SSO-SOU ao centro logístico de «Ozon», em Saratov. A área do centro logístico é de 100 mil m², e o armazém ficou quase completamente destruído pelo fogo.





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Imagem de satélite mostra a instalação ELOU-AVT-6 da refinaria de petróleo de Saratov após a intervenção das Forças de Defesa da Ucrânia, que aplicaram as sanções de longo alcance:

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Um incêndio de grandes proporções foi registado no local, estando ainda presentes nas instalações vestígios do combate às chamas. 

Na manhã de 11 de Setembro, os drones ucranianos voltaram a atacar a empresa «Metafrax Chemicals», situada em Gubakha, na região de Perm. 

A empresa é de grande importância para o complexo industrial-militar russo. A Metafrax produz metanol, urotropina, ureia, pentaeritritol e outros produtos químicos. Alguns destes produtos são utilizados como matérias-primas e componentes na produção de explosivos, munições e outros materiais militares. Em particular, a urotropina e o pentaeritritol são utilizados na indústria química relacionada com a produção de explosivos. É por isso que a empresa é considerada um elemento da cadeia industrial de defesa russa. 

A «Metafrax Chemicals» é também uma das maiores produtoras de metanol na rússia e na Europa. Em 2024, a empresa vendeu cerca de 750 mil toneladas de metanol. 

A geolocalização da «Metafrax Chemicals»

Assim, os danos e a paragem da empresa irão afetar não só a indústria química russa, mas também o fornecimento de matérias-primas químicas que são utilizadas na produção de explosivos e produtos militares. 

Na manhã de 11 de setembro, os drones ucranianos atingiram a fábrica/usina «Azot», pertencente à «Uralkhim» na cidade de Berezniki, na região de Perm. Os moradores locais relataram várias explosões na zona industrial da fábrica, que foi atingida pelos drones ucranianos, operados pelas unidades de SSO-SOU.

Geolocalização da fábrica «Azot» em Berezniki


«Azot» é um grande complexo de produção química localizado numa área de cerca de 140 hectares, que inclui cerca de 90 edifícios de produção. A empresa é especializada na produção de amoníaco, ácido nítrico, nitrato de amónio, ureia, sais de nitrito-nitrato e outros produtos químicos azotados. 

A empresa tem uma importância direta para a componente química do complexo industrial-militar russo. Em particular, o ácido nítrico concentrado produzido pela «Uralkhim» é utilizado na produção de explosivos, e o amoníaco e o ácido nítrico são produtos básicos para a produção de uma vasta gama de produtos químicos azotados. 

Localização: 59.399784, 56.740779

Um helicóptero e um avião russos atingidos em Krasnodar

Durante o ataque ucraniano de 9 de setembro de 2026, na região de Krasnodar, foram atingidos duas aeronaves russas (os resutados do ataque confirmados pelos blogueiros militaristas russos):

  • O helicóptero Mi-8AMTSh (número de série: 84) foi destruído, atingido pelo drone junto ao heliporto de Chemburka, em Anapa. O helicóptero pertencia à 318ª unidade do regimento misto de aviação independente.
  • A aeronave Su-30 (número de série: 41) sofreu danos significativos, atingida por dois drones junto ao aeródromo de Vityazevo.
Perdas militares russas, totais e em agosto de 2026: +2 avioes e +3 navios


Os crimes russos em Kyiv e Pavlohrad: mortos e feridos entre os civis ucranianos

Na manhã de 9 de setembro, um drone russo atingiu um edifício residencial multipisos em Kyiv, ferindo quatro civis ucranianos. Os ocupantes russos atingiram o centro de Pavlograd, 5 civis ucranianos morreram e cerca de 67 ficaram feridos.


Durante a noite, um ataque russo atingiu também um posto fronteiriço internacional na região de Odesa, junto à fronteira com a Moldova, causando dois mortos e três feridos. O funcionamento do posto foi suspenso.

O Dia de Luto Municipal em Pavlohrad, 09.11.2026

A rússia atacou também as regiões de Dnipropetrovsk, Mykolaiv, Zaporizhzhia, Kharkiv, Zhytomyr e Kyiv.

Como é de costume, as forças russas desrespeitam as regras de guerra, atacando, deliberadamente,
as unidades de socorro e de emergência, que tentam salvar as pessoas, Zolochiv, região de Kharkiv

Moscovo não pode entrar no inverno acreditando que o seu terror com mísseis e drones ficará sem resposta. Os parceiros da Ucrânia sabem do que o país mais precisa. Ucrânia agradece a todos os que apoiam o país e o seu povo.

Os ocupantes russo atingiram, usando drones Shaheed/Geran à jato, dois postos de abastecimento de combustível em Kyiv. Em plana luz do diz, quando nos locais estavam muitos civis. Há civis mortos e feridos.

Na cidade de Pavlograd, na região de Dnipropetrovsk, os ocupantes russos atacaram deliberadamente o centro da cidade, o local muito movimentado pelos moradores e vizitantes, em resultado do ataque russo 5 civis foram mortos e cerca de 67 ficaram feridos.



Os socoristas ucranianos de DSNS prestando os primeiros socorros em Pavlohrad

Para homenagear as vítimas do ataque russo, a cidade proclamou o dia 11 de setembro de 2026 como o Dia de Luto Municipal.


 

quinta-feira, setembro 10, 2026

Ucrânia ataca os portos militares russos de Novorossiysk, Makhachkala e Sochi

Na noite de 9 à 10 de setembro, as Forças de Defesa da Ucrânia lançaram um complexo ataque composto de mísseis e drones marítimos contra os portos russos de Novorossiysk, Makhachkala e Sochi. Vários navios de guerra russos sofreram danos confirmados por meios do controlo objetivo. 

Foram atingidos o porto, os navios e a infraestrutura militar de Novorossiysk: 

Foi atingido o navio «Buyan-M» (Projecto 21631) – um pequeno navio russo multifuncional de mísseis e artilharia (MRS) de 3ª classe, lançador de mísseis de cruzeiro «Kalibr» e «Onyx».

«Buyan-M», 9-10 de setembro de 2026

A fragata russa «Almirante Essen» foi atingida na sua superestrutura. Como resultado do impacto nos convés, deflagrou um incêndio, confirmado pela GUR (secreta militar da Ucrânia). Provavelmente o navio foi atingido por míssil ucraniano «Neptun». 

Fragata porta-bandeira «Almirante Essen», 9-10 de setembro de 2026


A fragata russa «Almirante Makarov» foi novamente atingida, desta vez na sua superestrutura.

Fragata «Alimirante Makarov», 9-10 de setembro de 2026

A infraestrutura portuária também foi atingida:


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As consequências de outros impactos estão sendo apurados.

A zona portuária da cidade russa de Sochi foi alvo de ataque de drones marítimos ucranianos. As testemunhas relatam fortes explosões na zona portuária.





Cidade russa de Borisoglebsk, onde se situa um importante aeroporto militar, região de Voronezh, foram ouvidas explosões. Um drone foi abatido pela defesa aérea russa sobre uma casa particular em Borisoglebsk.
Cidade de Makhachkala, região de Daguestão. Os moradores relatam explosões e fumo na zona portuária, bem como danos na cidade. Desde 2017 a cidade se tornou o porto principal da flotilha russa do Mar Cáspio.



quarta-feira, setembro 09, 2026

Mercenário peruando torturado pelos russos: batalha pelo acesso à conta bancária

O peruano Óscar Alberto Huallpa Maquera, de 26 anos, assinou um contrato com exército russo e lutou contra Ucrânia. Quando foi ferido ao pisar uma mina, foi severamente torturado pelo seu comandante, de nome de código «Angel», que exigiu-lhe o pagamento, que Óscar tinha recebido pelos ferimentos.

O peruano recusou e assim foi sujeito à tortura: foi espancado, teve o polegar direito cortado pelo próprio comandante e a sua morte foi planeada, sendo simulada como um desaparecimento em combate. Tudo para que entregasse o acesso ao seu cartão bancário e o seu comandante pudesse levantar dinheiro da sua conta. 

Óscar ficou marcado para sempre pelos seus torturadores russos

Óscar relatou ainda que outros mercenários estrangeiros sucumbiram à tortura dos russos, entregando as senhas das suas contas bancárias aos comandantes, morrendo, de seguida, «em combates».

Tortura e extorsão são práticas muito comuns do exército russo. Assim, os comandantes russos extorquem dinheiro não só aos mercenários estrangeiros, mas também aos soldados russos. O problema atingiu proporções tão graves que alguns comandantes estão a ser processados. Têm centenas de vítimas. Caso semelhante foi do russo Pavel Gudochkin e do seu 272º Regimento de Fuzileiros Motorizados, onde, segundo informações disponíveis, foi estabelecido um grupo de crime organizado, que extorquia dinheiro aos russos e, posteriormente, matava os soldados e zerava as suas contas bancárias. 

Em contacto com o Projeto Sota, Óscar confirmou a informação e afirmou que permanece em Luhansk a aguardar repatriamento ao Peru, tendo enviado os seus documentos à família, que apresentou queixa ao Ministério dos Negócios Estrangeiros do Peru. Enviou também um vídeo mostrando a ausência do polegar da mão direita. 

O exército russo está a recrutar activamente estrangeiros para combater na guerra contra Ucrânia, prometendo-lhes muito dinheiro e cidadania russa. Mas, uma vez assinando o contrato com o exército russo, o mercenário enfrenta sozinho o seu próprio comando militar, que controla a sua vida, saúde e até o seu dinheiro. 

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Ucrânia atinge alvos russos à uma distância superior aos 3.000 km

Na noite de 9 de setembro, os drones ucranianos atingiram a Central de Preparação de Condensados ​​de Novy Urengoy, no Distrito Autónomo de Yamalo-Nenets, mais de 2.800 km da Ucrânia (em linha reta), ou seja, os drones ucranianos voaram cerca de 3.200 km. 

A empresa é uma das principais instalações da infraestrutura de condensados ​​de gás da região. A capacidade projetada da Central é de cerca de 19,5 milhões de toneladas de matéria-prima por ano. 

Novy Urengoy em «manutenção rotineira»

As forças especiais da Ucrânia SSO-SOU informam sobre a destruição de duas fábricas de condensado de gás no Distrito Autónomo de Yamalo-Nenets, em Novorengoysky e Purovsky. As explicações russas são as de costume: «estão a aliviar a pressão no sistema, manutenção rotineira».

A região de Khanty-Mansiysk recebeu hoje os drones de ataque FP-1, que foram dirigidos pelos operadores de SSO-SOU até os alvos:


A cidade russa de Novorossiysk após um ataque noturno. Os residentes relatam um grande número de drones durante a noite; a infraestrutura portuária foi destruída.

Imagem de satélite da base naval russa de Novorossiysk hoje. A base foi atingida pelos mísseis ucranianos «Neptuno». GUR reportou danos na superestrutura do convés do navio porte-bandeira da frota russa, “Almirante Essen”, que resultaram num incêndio.

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No dia 2 de setembro, sucedeu um incêndio na ampresa russa «Proton-PM», nos arredores de Perm. Registou-se um incêndio num dos principais edifícios de produção, com uma área de aproximadamente 3.000 m². 

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A fábrica «Proton-PM» é um dos principais fabricantes de motores RD-191 para a família de veículos de lançamento espaciais «Angara». Em 2025, foi inaugurada uma nova linha de produção destes motores na unidade de Novye Lyady. 

Aos 6 de setembro, a refinaria de Ryazan foi atingida pelas Forças de Defesa da Ucrânia. Outrora praticamente impenetrável, a 3ª maior refinaria da rússia, com uma capacidade projectada de cerca de 18,8 milhões de toneladas de petróleo por ano, está agora em constante reparação. 

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A reparação das instalações, incluindo as torres AVT-3 e AVT-4, ainda está em curso após ataques anteriores. 

  • Cor púrpura: provavelmente danos anteriores;
  • Cores vermelha e amarela: provavelmente danos mais recentes.

Para além das torres AVT-3 e AVT-4, podemos ver as torres AT-6 e AVT-1 bastante danificadas.

Petrolífera de Ryazan, imagem 1

Ou seja, quase todos as AVT de uma das maiores refinarias da rússia estão fora de serviço ou muito danificadas em consequência das sanções impostas pela Ucrânia. 

Petrolífera de Ryazan, imagem 2

  • AVT-1 (imagem 1) — ~2,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-2 — ~2,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-3 — ~3,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-4 — ~4,0 milhões de toneladas/ano
  • AT-6 (imagem 2) — ~8,1 milhões de toneladas/ano

segunda-feira, setembro 07, 2026

🔥✈️ A rússia perde três aviões militares num único dia

Na noite de 6 para 7 de setembro de 2026, operadores do Departamento de Operações Ativas da GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia atingiram e destruíram um avião russo Su-24 no território da Crimeia temporariamente ocupada.

Não querendo ficar para trás e como gesto de boa vontade, dois caças russos Su-35S colidiram em pleno voo na região de Kursk. Um piloto morreu. O ficou ferido, sobrevivendo por enquanto. O caso foi confirmado pelos blogueiros militares russos. Finalmente, a rússia está mostrar a desmilitarização ao grande estilo!

A colisão é confirmada pelos TG canais russos pró-guerra 

O serviço de imagens de satélite NASA FIRMS regista um incêndio na base militar aérea em Taganrog. Anteriormente, os habitantes locais relataram o ataque de drones contra a base. Aguarda-se pela informação mais detalhada.

Vista de satélite da base e o local do incêndio

O estado em que ficaram os depósitos de petróleo da base petrolífera russa em Adler, na região de Sochi, que ardeu durante dois dias após o ataque ucraniano de 4 de setembro em curso:

Os drones middle-strike ucranianos interagindo com a infantaria russa, algures na linha da frente:


domingo, setembro 06, 2026

🔥✈️ Ucrânia atinge os alvos estratégicos e militares russos em Ryazan e Sochi

Aos 6 de setembro de 2026, os drones da GUR MOU e das Forças Armadas da Ucrânia, atingiram, com sucesso, a refinaria russa de Ryazan. Os helicópteros russos foram destruídos e danificados no aeródromo militar de Sochi. 

Incêndio na refinaria de Sochi

Os operadores do Departamento de Ações Ativas da GUR e do Departamento de Sistemas Não Tripulados das FAU, no âmbito de uma operação conjunta de ataque profundo, atingiram a refinaria russa — a “Companhia de Refinaria de Petróleo de Ryazan”, uma das maiores da rússia, com a capacidade anual de 17 miliões de toneladas de petróleo.

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As imagens de Ryazan, onde a refinaria local está em chamas:

 

Os danos nos equipamentos militares do aeródromo militar da cidade de Sochi. Foram identificados os seguintes helicópteros russos, atingidos em resultado de ataque ucraniano de 4 de setembro:

  • Ka-52 destruído
  • Mi-28 destruído
  • Mi-8 danificado

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A destruição da posição do S-300 no assentamento de Sirius nos arredores de Sochi — dois lançadores e um sistema de defesa aérea Pantsir S-1 (provavelmente) foram destruídos.

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A defesa aérea russa está a operar em Bataysk, na região de Rostov.


O Su-27 ucraniano bombardeou, algures, uma posição russa com as poderosas bombas GBU-62: