Pavló era para aqueles para quem a Ucrânia não era apenas uma pátria – era a obra da sua vida.
Durante muitos anos, uniu incansavelmente os ucranianos em Portugal e na Europa, defendeu os direitos dos ucranianos no estrangeiro, defendeu os interesses ucranianos, preservou a nossa identidade nacional e opôs-se resolutamente à propaganda russa.
Especialmente após o início da guerra em grande escala, Pavló dedicou todas as suas forças a ajudar a Ucrânia. Serviu-a com a sua palavra, o seu trabalho, a sua autoridade e luta diária, longe da sua terra natal.
Viveu pela Ucrânia.
Ele acreditava nela. Ele acreditava na nossa vitória. Ele acreditava no povo.
Hoje é extremamente difícil acreditar que Pavló já não está entre nós. É ainda mais difícil encontrar palavras que possam expressar a dor desta perda.
Neste momento terrível, expressamos as nossas mais profundas e sinceras condolências à sua esposa Teresa, aos pais de Pavló, à sua irmã Kateryna e a toda a sua família. Partilhamos a vossa dor indescritível e lamentamos convosco.
Inclinamos as nossas cabeças em solidariedade com todos os familiares, entes queridos, amigos de Pavló e toda a comunidade ucraniana.
Que a tua memória seja brilhante e eterna, Pavló.
A tua devoção à Ucrânia, a tua luta e tudo o que fizeste pelos ucranianos em Portugal e muito para além das nossas fronteiras permanecerão connosco.
Obrigado pela Ucrânia, que carregaste no teu coração até ao fim.
Memória eterna.
Blogueiro
Aparentemente, Pavló Sadokha faleceu de causas naturais. No entanto, é preciso recordar que durante longos anos, mas principalmente desde o início da invasão russa em larga escala em 24.02.2022, Pavló Sadokha foi alvo de inúmeras chamadas, mensagens e intimidações por parte de simpatizantes pró-russos devido à sua posição pública em defesa da Ucrânia e denúncias de redes de propaganda russa na Europa.
Fernando Bulhões da Câmara — ex-militar português de 77 anos e número dois da lista da coligação Partido Comunista Português (PCP)/PEV à Câmara de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, Açores foi a julgamento, acusado de crimes de perseguição e tentativa de coação por telefonar e enviar mensagens de ódio e ameaçar de morte ao Pavlá Sadokha para que este abandonasse Portugal ou cessasse as suas atividades públicas.
O nosso blogue nunca esquecerá o amigo Pavló, que efetivamente, dedicou toda a sua vida à causa ucraniana. Ele viveu pela Ucrânia e faleceu por ela.
Glória à Ucrânia!
Glória aos Heróis!

















































