Mostrar mensagens com a etiqueta África. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta África. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, julho 31, 2026

❗️ Os 69 mercenários sul-africanos ao serviço da guerra neocolonial russa

O projeto ucraniano «Quero Viver» divulga a lista de 69 cidadãos sul-africanos, que assinaram contratos com o exército russo. Dez deles já foram liquidados, se transformando no adubo das estepes da Ucrânia. Um deles, possivelmente, é um brasileiro.

No fim de julho de 2026, o Chefe do Exército sul-africano, tenente-general Lawrence Mbatha, esteve reunido em Moscovo com os líderes militares russos para discutir a expansão da cooperação entre os exércitos dos dois países. O recrutamento ilegal de cidadãos sul-africanos pela rússia para combater na guerra contra Ucrânia foi provavelmente também abordado durante a visita.

Faça click para ver a lista completa

Após as conversações em Moscovo, as partes anunciaram a sua intenção de reforçar a cooperação entre as suas forças terrestres, implementar projectos conjuntos e desenvolver a cooperação militar. O lado russo agradeceu especificamente à liderança sul-africana pela sua posição em relação à rússia.

Por detrás das belas palavras sobre a parceria, esconde-se uma realidade diferente. Há vários anos que os recrutadores russos procuram ativamente cidadãos sul-africanos, oferecendo-lhes «empregos», «contratos de segurança» ou outros serviços «altamente remunerados». Na prática, muitos deles acabam na linha da frente na Ucrânia, onde são utilizados como infantaria regular e sofrem pesadas baixas. Publicámos uma lista de 69 cidadãos sul-africanos que lutaram ou estão a combater no exército russo contra Ucrânia. Pelo menos 10 deles já morreram.

Em fevereiro de 2026, o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa saudou oficialmente o regresso a casa dos sul-africanos que foram enganados e levados para a guerra entre a rússia e Ucrânia.

A rússia discute abertamente a cooperação militar e a «parceria igualitária» com os estados africanos, mas, simultaneamente, vê os cidadãos destes países como uma fonte de «MOD barata para os ataques suicídas».

Os cidadãos da África do Sul e de outros países africanos devem lembrar-se: qualquer oferta de emprego na rússia pode resultar no seu envio para a frente de batalha na Ucrânia. 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

Blogueiro

O mercenário sob o número 9º da lista sul-africana chamou o nosso interesse especial. Trata-se de De Jesus Macedo Lucas (possivelmente Lucas Macedo de Jesus), nascido aos 23.05.2002, e que assinou o contrato com exército russo em 14.02.2025.

Aparentemente, o mesmo De Jesus Macedo Lucas, foi o réu num processo administrativo N.º 05-0741/368/2026 em Moscovo, julgado por um juiz magistrado ao abrigo do artigo 20.10 do Código de Contraordenações Administrativas da federação russa (A violação das normas para a produção, venda, armazenamento, transporte ou utilização de produtos pirotécnicos). A decisão no caso entrou em vigor aos 23 de maio de 2026.

Agradecemos os nossos amigos brasileiros quaisquer dados adicionais sobre este mercenário, que, muito possivelmente seja um cidadão brasileiro, residente / estudante na África do Sul.

quinta-feira, julho 30, 2026

Denúncia pública dos recrutadores ilegais do exército neocolonial russo

A página StopRussianRecruiters.org é dedicada à prática criminosa da rússia de recrutar estrangeiros para a guerra contra Ucrânia, está a começar a publicar perfis de indivíduos que recrutam cidadãos de países terceiros para o exército russo de ocupação. 

A secção Recrutadores publica perfis de agentes e intermediários cuja informação de domínio público indica ligações ao recrutamento de mercenários para servir nas forças armadas russas. Especificamente, estes perfis abrangem casos em que indivíduos são atraídos para a rússia sob o pretexto de emprego civil, enganados sobre as verdadeiras condições de serviço ou sujeitos a esquemas de recrutamento fraudulentos. Mesmo aqueles que concordam conscientemente em servir são muitas vezes vítimas de engano: não recebem os pagamentos prometidos ou são extorquidos pelos recrutadores. As vítimas destes esquemas são pessoas de países pobres de todo o mundo, incluindo África. 

Segundo dados ucranianos, as perdas de mercenários estrangeiros no exército russo já ultrapassam os 5.000. Centenas de estrangeiros conseguiram sobreviver e foram capturados – cidadãos de 48 países. O maior número de prisioneiros de guerra são cidadãos do Tajiquistão, Uzbequistão e Belarus. 

A comunidade internacional e os meios de comunicação social de todo o mundo estão cada vez mais atentos ao problema do recrutamento de «carne para canhão» pelos russos para o seu exército. Alguns países conseguiram mesmo interromper ou reduzir significativamente a utilização dos seus cidadãos em guerras no estrangeiro. 

StopRussianRecruiters.org recolhe, sistematiza e publica informação já disponível publicamente para alertar potenciais vítimas, chamar a atenção da comunidade internacional para este problema e tornar essa informação mais acessível. O projeto incentiva as vítimas, familiares e testemunhas a denunciarem casos de recrutamento. Todas as denúncias são tratadas de forma confidencial. 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

domingo, julho 26, 2026

💀☠️ Como Kremlin sacrificou e abandonou os militares da junta militar do Mali

A EMP russa “Afrika Korps”, sob o controlo do MinDefesa russo, sofre perdas no Mali — no início de julho de 2026, grupos rebeldes locais emboscaram os russos e as forças da junta militar local, que se deslocavam em coluna perto da povoação de Tabrishat, na região de Gao, no nordeste do país.

Faça click para ler mais

Em pleno ataque, quando a coluna começou a sofrer graves perdas em veículos blindados e efetivos devido ao fogo dos rebeldes, os russos recuaram, abandonando o pessoal maliano à sua sorte. Os moscovitas não prestaram qualquer apoio terrestre ou aéreo aos seus “aliados”, embora o “Afrika Korps” possui, sob o seu controlo os drones Orion e helicópteros Mi-24 e Mi-8.

Segundo os dados preliminares, no confronto, os rebeldes eliminaram pelo menos 60 soldados malianos e capturaram pelo menos 30. Dezenas de outros ficaram feridos.

O episódio demonstrou mais uma vez que a rússia está a utilizar o pessoal da junta militar do Mali como «carne para canhão» para atingir os seus próprios objectivos económicos no país. O estado russo também pratica esta abordagem durante a guerra criminosa contra a Ucrânia, quando envia mercenários estrangeiros para a morte em inúmeras ataques frontais às linhas defensivas ucranianas.

Os líderes do «Afrika Korps» no Mali comportam-se como senhores e donos de escravos – os soldados do exército do regime local servem como escravos aos russos: fazem todo o trabalho braçal, trabalham como carregadores e limpam os quartéis após a saída dos moscovitas. Entre os comandantes das tropas da junta militar do Mali, os russos estão a formar redes de corrupção – em particular, vendem armas, sobretudo armas ligeiras, que eram anteriormente fornecidas como parte da chamada «assistência militar».

O único objetivo da rússia no Mali é estabelecer o controlo/e sobre os recursos naturais do país, principalmente os depósitos de ouro e urânio, e expandir a sua influência para uma futura expansão no continente africano. 

Primeiro mercenário mauriciano eliminado na Ucrânia

O Ministério da Defesa da Ucrânia identificou mais um mercenário estrangeiro, morto pelo exército de ocupação russo — o cidadão da República das Maurícias, Stephen Boakye Prakash, nascido a 16 de abril de 1995.

Em junho de 2025, Prakash chegou a São Petersburgo, como turista, planeando regressar a África já em julho. No entanto, parece que os seus planos mudaram — ele decidiu permanecer em território russo.

O passaporte do mercenário

Em agosto de 2025, as polícia russa deteve Prakash, lhe aplicando a multa por permanência ilegal na rússia — 7.000 rublos (cerca de 88,7 dólares americanos na altura). Depois, tal como centenas de outros estrangeiros que se encontravam na rússia sem dinheiro e sem emprego, Prakash recebeu a proposta «irrecusável»: assinar um contrato “de curta duração” com o exército de ocupação russo. Aceitou.

Após uma semana de treino, o mauriciano foi enviado para a linha da frente / front da guerra neocolonial russa na Ucrânia, integrando à uma unidade de assalto. Prakash foi eliminado, por seus camaradas russos, em dezembro de 2025, na tentativa de atravessar ilegalmente a fronteira estatal da Ucrânia, na região de Sumy.

Mercenário estrangeiro & irmão africano, pfr, não seja como Prakash! 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

sexta-feira, julho 17, 2026

Dois jovens mercenários africanos são liquidados na Ucrânia

Dois jovens mercenários africanos do exército russo foram liquidados na Ucrânia. A inteligência militar ucraniana GUR MOU identificou dois camaroneses, mortos num ataque de «bucha de canhão» na guerra neocolonial russa sem sentido. 

Ngoulure Ibrahim Nkite, de 23 anos, natural da cidade de Dualá, assinou um contrato com exército russo em 4 de abril de 2026, na cidade de Oryol. Apenas um mês depois, tornou-se «carga-200» – foi morto no início de mês de maio perto de Lyman, na região de Donetsk. 

Tapindjeu Namekong Loique, de 25 anos, também de Dualá, era estudante na Universidade Agrícola de Michurinsk na altura do seu recrutamento. A 25 de março, assinou um contrato em Vologda e morreu menos de um mês depois, perto de Huliaypole, a capital histórica do anarquismo ucraniano. 

Antes das suas mortes, ambos os africanos passaram por algumas semanas de treino em campos de treino. Mas, como podemos ver, isso apenas adiou brevemente as suas mortes. A permanência efetiva na zona de combate durou pouco tempo – seguindo a tradição do exército russo. Aí, os «soldados descartáveis» geralmente permanecem apenas o tempo necessário para que os seus comandantes fiquem com os seus cartões de crédito e os respetivos códigos PIN. 

De acordo com os dados ucranianos, no mínimo 500 africanos (entre eles 106 camaroneses), recrutados pelos russos já morreram na guerra contra Ucrânia. Mais de cem camaroneses estão entre eles, e este número, infelizmente, continua a crescer. 

Recordamos que o melhor resultado para qualquer mercenário estrangeiro no exército de ocupação russo é ser capturado pela Ucrânia. O projeto «QueroViver» aceita inscrições de todos, independentemente da nacionalidade, cor da pele ou religião.

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

sábado, julho 11, 2026

Mercenários africanos: continuam a morrer na guerra neocolonial russa na Ucrânia

Faça click para ver a lista completa

O Ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, continua a viajar para países africanos, cujos cidadãos servem como mercenários no exército russo de ocupação. O ministro visitou o Níger, onde se reuniu com a liderança do país, bem como com os ministros dos Negócios Estrangeiros do Burkina Faso e do Mali. 

Não sabemos se os homólogos africanos de Lavrov levantaram a questão do recrutamento dos seus cidadãos para combater numa guerra neocolonial, mas sabe-se que nigerinos, burquinenses e malianos assinaram contratos com o exército russo. Além disso, Ucrânia conhece os nomes de alguns deles e estamos a divulgá-los. 

É de realçar que o número de mercenários africanos destes países ultrapassa largamente as 101 pessoas. O número de mortes entre eles também ultrapassa as 16 que são confirmados. Literalmente no mesmo dia da publicação da lista de cidadãos etíopes recrutados, os familiares dos étiopes desaparecidos na guerra começaram a escrever ao projeto ucraniano «Quero Viver», perguntando sobre os seus entes queridos. 

Apesar da crescente pressão de muitos países que doam mercenários, o Kremlin não demonstra qualquer intenção de travar a sua prática criminosa de recrutar pessoas pobres de todo o mundo para combater na Ucrânia. A escassez de tropas de assalto precisa de ser suprida, e os estrangeiros são baratos e descartáveis. Recrutá-los custa à rússia meros cêntimos, são facilmente enganados e ninguém será responsabilizado pelas suas mortes. 

Alertam-se os cidadãos de todos os países: participar na guerra ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na guerra neocolonial russa na Ucrânia ou já se juntou às forças armadas russas, contacte o projeto «Quero Viver». O projeto o ajudará a salvar a sua vida e a render-se em segurança às FAU. 

Um exemplo claro do que espera um mercenário estrangeiro que assina um contrato com o exército russo e acaba na linha da frente na Ucrânia. Um exemplo claro do que NÃO se deve fazer. 

Para os militares ucranianos, qualquer pessoa que invade Ucrânia com as armas nas mãos é um alvo legítimo, sujeito a eliminação. Não importa a cor da pele ou o formato dos olhos. A única exceção é para aqueles que levantam as mãos e decidem render-se. Por isso, pense duas vezes e leia as notícias antes de ir para a rússia «à trabalhar», o que termina quase sempre com o envio para a guerra neocolonial russa. Onde não há nada a esperar para além de um encontro com um drone ucraniano...

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

domingo, julho 05, 2026

Mali: os guerrilheiros tuaregues abatem helicóptero russo Mi-24

No Mali, nos arredores da cidade de Anefis, começou claramente uma guerra de duas frentes. Os guerrilheiros tuaregues abatem o helicóptero russo Mi-24, usado pelos mercenários russos da «Afrika Corps» (ex-Wagner), ao serviço da junta militar pró-Kremlin. 

Os rebeldes da frente AZAWAD também conseguiram algumas vitórias táticas, derrotando, emboscando e capturando as tropas governamentais e os mercenários russos de EMP «Afrika Korps» (ex-Wagner), capturando a cidade de Anefis e estão a ter sucessos contínuos nos combates pela captura da cidade de Gao.

Há informações, por verificar, da fuga dos mercenários russos da Anefis (vídeo abaixo): 

Fonte: Exilenova_plus; OperativnoZSU;

sábado, julho 04, 2026

Uganda confirma o recrutamento ilegal dos ugandeses ao exército russo

O governo da Uganda confirmou, o facto de que os recrutadores russos estão a recrutar cidadãos ugandeses para participar, de forma ilegal, na guerra neocolonial russa contra Ucrânia. 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Uganda, Vincent Bagiire, reuniu-se com familiares dos homens que foram parar ao exército russo. Contaram-lhe que o recrutamento ilegal está a ser levado a cabo por um homem russo chamado Dimitry, com a ajuda de duas mulheres, Esther e Anna. Além disso, segundo eles, a missão diplomática ugandesa na rússia, em resposta aos pedidos de ajuda dos cidadãos recrutados, está a entregar os seus dados às autoridades russas. 

Ugandês Kamujira Godfrey, de 26 anos, caiu na clássica «armadilha de mel» russa e em vez de passar «bons momentos» amorosos com uma menina russa, conheceu alguns meninos russos, bem musculosos, que o obrigaram à assinar o contrato com o exército russo. Agora Godfrey é prisioneiro da guerra num campo dos POW na Ucrânia: 

Bagiire instruiu o embaixador do Uganda na Rússia, Moses Kizige, para conduzir uma investigação interna e auxiliar os ugandeses que desejam regressar a casa. O embaixador, por sua vez, confirmou o recrutamento de cidadãos ugandeses por russos, mas negou o envolvimento da embaixada: «É verdade que estão lá. O Governo ugandês e a embaixada não estão de forma alguma envolvidos no seu recrutamento. Têm contratos válidos para servir no exército russo, pelos quais foram pagos para assinar». 

O depoimento de um outro mercanário ugandês, Richard Kantoran, capturado pelas FAU:

A pressão dos familiares dos recrutados e a indignação pública são meios importantes e eficazes de influenciar o lado russo. Protestos e manifestações exigindo que as autoridades auxiliem no regresso dos homens a casa desencadeiam uma série de pressões diplomáticas sobre Moscovo. Como resultado, o Ministério da Defesa russo já cessou ou reduziu significativamente o recrutamento em 14 países africanos. 

Relembramos aos cidadãos de todos os países: a participação na guerra neocolonial ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater na Ucrânia ou já se alistou no exército russo, contacte o projeto «Quero Viver». Receberá ajuda e salvará a sua vida, rendendo-se às FAU em segurança.

A lista (incompleta) dos mercenários ugandenses mortos 

Segundo os dados ucranianos, três cidadãos da Uganda já morreram, de forma confirmada, na guerra neocolonial russa ao serviço do exército russo na Ucrânia.

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

sexta-feira, junho 26, 2026

❗️☝️ Mercenários africanos que morreram na guerra russa na Ucrânia

Nos últimos quatro anos pelo menos 485 cidadãos africanos morreram ao serviço do exército russo na sua guerra neocolonial contra Ucrânia. Mas é apenas a ponte do iceberg, o número real de africanos mortos e desaparecidos é significativamente mais elevado. 

É importante esclarecer que este é o número mínimo de baixas com base nos dados pessoais que inteligência ucraniana possuí de mercenários estrangeiros no exército russo. O número real de mortos e desaparecidos é significativamente mais elevado. No total, Ucrânia conhece os dados pessoais de 2.984 africanos de 40 países africanos que assinaram contratos com exército russo, dos quais quase um em Ecada seis já morreu.

O maior número de baixas conhecidas é entre cidadãos dos Camarões, Gana, Egipto e Quénia, o que também se coaduna com a escala de recrutamento nestes países nos anos anteriores.

  • África do Sul — 10;
  • Argelia — 14;
  • Benim — 2;
  • Botswana — 2;
  • Burundi — 7;
  • Camarões — 104;
  • Chade — 1.
  • Congo (República) — 3;
  • Costa do Marfim — 5;
  • Egipto — 81;
  • Etiópia — 3;
  • Gabão — 1;
  • Gambia — 22;
  • Gana — 85;
  • Guiné (República) — 3;
  • Mali — 15;
  • Marrocos — 4;
  • Nigéria — 24;
  • Rep. CA — 2;
  • Senegal — 8;
  • Serra Leoa — 5;
  • Sudão — 7;
  • Tanzânia — 2;
  • Togo — 3;
  • Tunísia — 2;
  • Quénia — 59;
  • Uganda — 3;
  • Zimbabwe — 6;

Os africanos do exército russo são os soldados de patente mais baixa, tratados, pelos seus camaradas e superiores, com despreso absoluto. Por não falarem russo, o que limita significativamente a sua eficácia no campo de batalha, os africanos são frequentemente utilizados em ataques frontais, onde as suas hipóteses de sobrevivência são mínimas. As suas mortes não criam problemas ao Estado russo, nem causam nenhum impacto público. São geralmente tidos como desaparecidos em combate, sem qualquer tentativa para recuperar os seus corpos e os levar fora do campo de batalha. Aqueles, cujos corpos são evacuados são cremados ou enterrados algures na rússia — a procura de familiares e o repatriamento dos corpos aos países de origem não são uma preocupação para as autoridades russas. 

Como resultado, os residentes de países africanos cujos entes queridos desapareceram na rússia contactam regularmente o projecto «Quero Encontrar». Além disso, em vários países africanos, os familiares dos desaparecidos e falecidos realizam protestos e manifestações regularmente, exigindo que as autoridades auxiliem no regresso dos seusentes queridos.

De acordo com os dados ucranianos, devido à indignação pública e à pressão diplomática sobre a rússia, o Ministério da Defesa russo cessou ou reduziu significativamente o recrutamento em 14 países africanos.

É importante que os familiares dos falecidos exijam que as autoridades russas não só vão buscar os desaparecidos e repatriem os seus corpos para o sepultamento na sua terra natal, como também paguem a indemnização devida. O Ministério da Defesa russo engana constantemente os cidadãos estrangeiros e não paga indemnizações às famílias dos falecidos, principalmente aos africanos e asiáticos.

Mesmo que um africano seja jogador de futebol e receba uma proposta «milionária» de um clube russo, a pessoa acabará num ataque frontal suicída das posições ucranianas. Por isso a melhor e a única forma segura de evitar tais consequências é não ir para a rússia e não se tornar um mercenário ao serviço do neocolonialismo russo. 
Africano desconhecido alguns instantes antes de ser atingido por um drone FPV ucraniano...

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

terça-feira, junho 23, 2026

Ministro queniano é acusado de recrutamento dos mercenários para exército russo

Moses Muyela and Josephine Ngoya hold photos of their son, who reportedly died in Ukraine
© Brian ONGORO / AFP

O Ministro do Trabalho e da Protecção Social da Quénia, Alfred Mutua, é acusado no seu país de estar envolvido no recrutamento e envio de mercenários quenianos para combater na guerra neolocolonial russa na Ucrânia. 

Os familiares dos quenianos mortos viraram-se contra o ministro – muitos dos homens foram parar à rússia graças a um programa estatal de emprego, o que levantou várias questões, incluindo por parte das autoridades policiais, segundo a AFP, citada pela France24. 

Mutua dirige este programa desde agosto de 2024. Ajudou aproximadamente 400 mil quenianos a emigrar. Até há pouco tempo, a rússia era um destino popular para a migração laboral. Por exemplo, o ministro chegou a publicar fotos nas suas redes sociais de pessoas que o Estado tinha enviado para trabalhar naquele país distante. Os activistas locais de direitos humanos estimam que a maioria destas pessoas morreu há muito tempo nos campos de batalha da Ucrânia. 

O envolvimento do Ministro Mutua no esquema criminoso para enviar compatriotas a uma morte certa é confirmado por dados do Serviço Nacional de Informações do Quénia (NIS). Fontes da AFP nas agências de segurança do país confirmam que o envolvimento do responsável foi para além de «simplesmente político». Alfred Mutua ainda não foi formalmente acusado, mas o caso gerou repercussões significativas. 

Recorde-se que as autoridades quenianas já tinham conseguido que a Rússia interrompesse o recrutamento dos seus cidadãos. Posteriormente, foi noticiado que o comando russo transferiu, com urgência, 518 cidadãos quenianos, anteriormente mantidos em campos de treino do exército russo, para a linha da frente, a fim de os «zerar», ou seja, sacrificar e encobrir a sua presença, camuflando as suas mortes como baixas habituais da guerra. De acordo com as estimativas dos serviços de informação quenianos, o número de cidadãos quenianos que se juntaram ao exército russo pode ultrapassar os 1.000. 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

sexta-feira, junho 12, 2026

O sonho colonial polaco nos cartazes do período entre as duas guerras: 1918-39

«Queremos as colónias para Polónia»
Liga Marítima e Colonial. Dias Coloniais, 7-13.IV.1938

A 2ª república polaca (1918-1939), era um país bastante agressivo, sobretudo para dentro, às suas minorias nacionais, mas também para fora, principalmente à partir da segunda metade da década de 1930, quando a sociedade polaca sonhava em se transformar na detentora de colónias africanas. 

«Fora prussiano! Repetiremos [a batalha de] Grunwald!!

«Não estamos aqui desde ontem. Seguiremos bem longe para Oeste»

«Não deixaremos de nós separar do Báltico!»
25.VI-2.VII. Dias do Mar. Liga Marítima e Colonial. Autor: Antoni Wajwód

É de recordar que em resultdo da guerra polaco-soviética de 1919-21, a Polónia passou a ocupar toda a Ucrânia Ocidental, mais a região de Volyn, a Belarus Ocidental e uma parte considerável da Lituânia, incluíndo a sua capital atual e histórica, cidade de Vilnius.

Mês da Pomerânia. União da Defesa das Fronteiras Ocidentais. 16.XI-16.XII. 1930
«Defenderemos a Pomerânia contra a invasão teutónica».  

«Polónia seguindo o caminho do Józef Piłsudski». 1914.6.VIII.1939

«Empréstimo de defesa antiaérea»

Em 1930, na Polónia foi formada a nova «Liga Marítima e Colonial», a organização polaca, criada na base na Liga Naval e Fluvial. Não se tratava simplesmente de uma mudança de nome, mas de uma mudança de rumo e atitude — o programa da organização incluía pontos sobre a necessidade de lutar pela aquisição de colónias por parte da Polónia. A organização era liderada pelo General Mariusz Zaruski. 

A implementação prática do programa da organização consistiu na aquisição de territórios ultramarinos para uso dos colonos polacos (por exemplo, no Brasil, Peru, Libéria). Em 1934, a organização comprou terras na província brasileira do Paraná e aí fundou um colonato/uma colónia chamada Morska Wola. 

«Da nossa colónia "Morska Wola" no Paraná»

Em outubro de 1938, na sequência do Acordo de Munique, Polónia apoiou Alemanha nazi nas suas reivindicações territoriais para com a Checoslováquia, anexando e ocupando os territórios checos e eslovacos, nomeadamente a região de Cieszyn Silesia e a cidade de Český Těšín, os territórios de Orava e Spiš. Faltava menos de um ano até a assinatura do Pacto Molotov-Ribbentrop.


Faça click para ler mais

A invasão da Checoslováquia foi celebrada, com um aperto das mãos, dado em público, entre o marechal polaco Edward Rydz-Śmigły e o adido militar alemão, coronel Bogislav von Studnitz (1888-1943) durante a parada do «Dia de Independência» em Varsóvia aos 11 de novembro de 1938. A própria parada polaca era especialmente ligada à captura dos territórios checos e eslovacos. 

No entanto, apenas um ano depois, no final de setembro de 1939, Hitler agradeceu publicamente à liderança da República Eslovaca pela ajuda dada ao Wehrmacht na campanha da invasão da Polónia. Em 21 de setembro, os antigos territórios poloneses de Spis e Orava, com uma área de mais de 700 km², foram transferidos para a soberania da Eslováquia. 

«O protesto do Embaixador da Eslováquia»

Todavia, alguns diplomatas eslovacos discordaram publicamente do colaboracionismo do seu país com o 3º Reich. Por exemplo, no primeiro dia da invasão nazi alemã da Polónia, o embaixador eslovaco na Polónia, Dr. Ladislav Szathmáry se encontrou com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros/ das Relações Exteriores da Polónia, Jan Szembek, a quem entregou uma carta dirigida ao ministro dos Negócios Estrangeiros/das Relações Exteriores da Polónia, Józef Beck, que dizia o seguinte: “Em nome do povo eslovaco e de seus representantes,que são forçados a permanecer calados sob a pressão do Terceiro Reich, eu protesto como representante do estado eslovaco na Polónia contra o uso da Eslováquia como base para o Terceiro Reichpara condução dos combates contra a Polónia”. 

CartazesFonte

sábado, junho 06, 2026

Lista de mercenários tanzanianos ao serviço do exército russo

O Fórum Económico Internacional de São Petersburgo está a terminar em São Petersburgo, e uma delegação de drones ucranianos lá compareceu, por duas vezes. Representantes da Ásia Central, África e Médio Oriente também chegaram à cidade. Entre os líderes estrangeiros que participaram no fórum estava a presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan. 

Enquanto as autoridades russas falam aos convidados estrangeiros sobre as perspectivas de cooperação e as naves espaciais que exploram a vastidão do universo, os recrutadores russos do Sul Global estão a comprar homens locais para morrerem na guerra neocolonial russa garantindo a compra de mais um casaco Loro Piana ao putin. 

Publicámos uma lista de cidadãos tanzanianos que assinaram contratos com o Ministério da Defesa russo e foram enviados para a frente de batalha. Samia Suluhu Hassan poderá perguntar aos russos no decorrer do fórum, sobre o seu destino, uma vez que pelo menos dois dos listados já estão desaparecidos em combate. 

O recrutamento de estrangeiros tornou-se uma parte importante da estratégia russa para repor as perdas na frente de batalha. A rússia utilizou pelo menos 28.000 cidadãos estrangeiros de 135 países na sua guerra neocolonial contra Ucrânia. O destino destes mercenários estrangeiros permanece sombrio. Alguns morreram, outros ficaram gravemente feridos e alguns estão em cativeiro ucraniano. Têm algo em comum: as promessas da rússia de dinheiro fácil e ganhos rápidos provaram estar longe da realidade. 

Alertamos os cidadãos de países estrangeiros: participar na guerra ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater a Ucrânia ou já se juntou às forças armadas russas, contacte o projeto «Quero Viver». Nós ajudá-lo-emos a salvar a sua vida e a render-se em segurança.

Chatbot «Quero Viver»: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

quinta-feira, maio 28, 2026

❗️💀 Mais um mercenário nigeriano liquidado na Ucrânia

Mais um nigeriano — Ayebusiwa Olabode Victor, membro do exército russo de ocupação, foi liquidado, pelas FAU, na região ucraniana de Kharkiv. Cerca de 215 nigerianos passaram pela guerra neocolonial russa, cerca de 25 foram liquidados ou estão desaparecidos, informa a inteligência militar da Ucrânia, a GUR MOU. 

Infelizmente, os nigerianos continuam a morrer na guerra neocolonial russa contra Ucrânia — dado que a rússia continua à recrutar os mercenários em África, usando todo o tipo de coersão e/ou promessas falsas. Mas assinatura do contrato com o MoD russo é um bilhete só de ida, é assim que terminam as promessas de emprego na rússia para dezenas e centenas de cidadãos nigerianos e africanos em geral. 

A história do Ayebusiwa Olabode Victor não é uma excepção, é uma prática consistente dos recrutadores russos: promessas de um ótimo trabalho, viagem para a Rússia, passaporte confiscado, contrato forçado, a ida à frente de batalha, a morte...

O passaporte do mercenário

O principal nesta história é a mentira pública dos funcionários do governo russo e a negligência do Estado russo relativamente às exigências da Nigéria para que deixe de recrutar os seus cidadãos para a guerra criminosa. A GUR MOU conta como funciona o esquema de fraude russo, porque é que os cidadãos dos países africanos se tornam suas vítimas e quantos mercenários estão envolvidos. 

Anteriormente, em fevereiro de 2026, a GUR MOU já tinha informado sobre a liquidação/morte de dois outros mercenários nigerianos — Hamzat Kazeen Kolawole (nascido aos 04/03/1983) e Mbah Stephen Udoka (nascido aos 01/07/1988). Ambos morreram, devido aos ferimentos curáveis, dedivo a ausência da ajuda médica, não prestada pelos seus camaradas russos, na região ucraniana de Luhansk.

GUR MOU lembra: a única hipótese real de sobrevivência à guerra criminosa russa contra Ucrânia, quer para os mercenários estrangeiros, tanto para os militares russos, é a rendição voluntária. Podem fazê-lo no âmbito do projeto «Quero Viver» escrevendo ao chatbot seguro no Telegram.

Chatbot «Quero Viver»: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

quinta-feira, abril 30, 2026

❗️⚠️💀 Os estrangeiros residentes é o novo alvo do MinDefesa russo

Até o fim de 2026, a rússia planeia recrutar, no mínimo, 18.500 estrangeiros residentes para a sua guerra neocolonial. O alvo principal são os cidadãos dos países da Ásia Central pós-soviética e outros países mais pobres da África e da Ásia. O projeto ucraniano «Quero Viver» revela detalhes. 

Em 2026 a rússia está intensificando os esforços para recrutar estrangeiros, incluindo migrantes, para o seu exército de ocupação. Em todos as regiões russas foram realizadas verificações de controlo/e do número de estrangeiros residentes, homens com idades entre 18 e 60 anos. 

As verificações foram realizadas pela Diretoria Principal de Organização e Mobilização do Estado-Maior das Forças Armadas da federação russa, em conjunto com o Serviço de Cidadania e Registro de Cidadãos Estrangeiros do Ministério do Interior da rússia. 

Indicadores específicos de mobilização foram apresentados aos comissariados militares: recrutar à guerra criminosa contra Ucrânia de 0,5% a 3,5% do número total de estrangeiros residentes em cada região russa. O recrutamento é realizado por meio de 97 postos de recrutamento. O maior número desses postos está no Distrito Militar Central — 30. Nos Distritos de Moscovo/ou e do Sul — 21 cada, no Leste — 14, e o menor na região de Leninegrado — 11. 

No total, até 2026, o Ministério da Defesa russo planeia recrutar pelo menos 18.500 cidadãos estrangeiros para o seu exército de ocupação. 

O principal alvo do recrutamento militar russo são os cidadãos dos países da Ásia Central: Cazaquistão, Quirguistão, Uzbequistão e Tadjiquistão. Paralelamente, o recrutamento está sendo realizado fora da rússia. As áreas prioritárias estão Bangladesh, Chade, Sudão, Burundi e outros países mais pobres da África e da Ásia. 

Além dos postos de recrutamento oficiais, o recrutamento nas regiões russas é realizado por estruturas paramilitares, criadas sob o controlo/e dos serviços secretos russos, em particular o GRU: as alegadas EMP, com os nomes pomposos de “Redut”, “Konvoy”, “Wagner-2”, “Potok”, “Irmãos de Guerra Russos”, “Fakel”, “Patriot”, “Plamya”, “Sokol”, “Veteranos”. 

Para atrair estrangeiros, além de promessas de altos salários, benefícios sociais e obtenção da cidadania russa, usam-se as velhas táticas de pressão e coerção. Os russos exploram a vulnerabilidade jurídica de cidadãos estrangeiros, residentes no seu território, em particular: 

  • expiração de visto de turista ou estudante;
  • impossibilidade de prorrogar o visto ou regularizar a situação dentro dos prazos estabelecidos;
  • detenção administrativa por violação da legislação migratória russa. 

Nessas condições, criadas, artificialmente pelo regime russo, os estrangeiros recebem uma “alternativa”, isso é, a sua participação na guerra contra Ucrânia. Forçados à escolher entre uma longa pena de prisão (são mencionadas penas de até 8 anos) e assinatura de um contrato para servir nas forças armadas russas. 

O Ministério da Defesa da Ucrânia alerta cidadãos estrangeiros contra viagens à federação russa e contra aceitação de execução de quaisquer empregos/trabalhos no território russo. Uma viagem à rússia é um risco real de acabar num esquadrão kamikaze de “homens-bomba” e, em última instância, apodrecer em solo ucraniano. 

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

domingo, abril 26, 2026

A junta maliana aliada do Kremlin sofre uma derrota grave no Mali

As forças tuaregues, juntamente com os militantes do JNIM, lançaram operações ofensivas em larga escala contra as autoridades do Mali e mercenários russos da «Afrika Korps» (ex-Wagner). Foi abatido um helicóptero russo e eliminado o Ministro da Defesa maliano.

 
Abate do heli e a morte dos ocupantes é confirmada
pelos blogueiros militares russos, afiliados ao MinDefesa

O helicóptero russo que transportava mercenários da «Afrika Korps» (ex-Wagner) foi abatido no Mali. Tripulação e mercenários morreram. Os rebeldes tuaregues também eliminaram o ministro da Defesa maliano, amigo da rússia, Sadio Camara, e recapturaram um território significativo ao governo pró-russo. Os mercenários russos do «Afrika Korps» (ex-Wagner), enviados para apoiar o governo maliano, fugiram, em várias localidades, praticamente sem oferecer a resistência.

Fontes: TG @kazansky2017; ButusovPlus; Exilenova_plus

Bónus

As forças ucranianas atingiram, com sucesso, a fábrica de processamento petrolífero de Iaroslavl (IANOS):




sábado, abril 25, 2026

Um grupo de mercenários quenianos foi liquidado na Ucrânia

Mercenários africanos são apenas meros consumíveis descartáveis, na ótica do comando militar russo: um grupo de cidadãos quenianos foi eliminado em combate na Ucrânia. Tropas russas lançaram novamente um ataque suicida, usando os mercenários estrangeiros — desta vez um grupo de quenianos.  

Entre os mercenários eliminados pelas FAU estava o cidadão queniano Nyambura Eric Mwangi, nascido em 2003. Juntamente com outros três compatriotas — Wanjiro Joseph Kamau, Karithi Joel Ngure e Kibet Ronaldo Kipkurui — ele chegou a cidade russa de Iaroslavl entre 23 e 24 de outubro de 2025.

Carta ao chefe do posto do FSB no aeroporto de Domodedovo em Moscovo,
informando os nomes dos quatro quenianos que passarão de Moscovo rumo ao Iaroslavl,
para celebrar o contrato do serviço militar no exército russo, 24.X.2025

Sensivelmente no mesmo período, chegaram ao Iaroslavl outros dois quenianos, que mais tarde foram liquidados pelo exército ucraniano — Ombwori Denis Bagaku e Wahome Simon Gitittu, tal como o GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia informou em 6 de fevereiro corrente.

Em Iaroslavl, todos estes mercenários africanos assinaram os contratos com MinDefesa russo e foram enviados para um centro de treino/amento, onde foram treinados por apenas uma semana e meia. Depois disso, Mwangi foi promovido ao operador de rádio e enviado para a frente de batalha.

No entanto, Mwangi não chegou à servir na sua especialidade — foi mandado para uma unidade de assalto. No início do ano, ele participou de operações de assalto na área do assentamento de Borova, na região de Kharkiv. Morreu atingido por um morteiro ucraniano, enquanto ainda tentava se aproximar a linha da frente.

Apesar dos acordos firmados pelo Kremlin com países africanos para interromper o recrutamento de seus cidadãos, esse processo não parou e até continua acelerado — recentemente Ucrânia consegui obter os dados pessoais de 2.965 cidadãos de países africanos que assinaram contrato com as forças armadas russas.

Neste momento os «top 10» dos dez países africanos, que fornecem o maior número de mercenários é composto por: Quênia, Egito, Camarões, Gana, Nigéria, Uganda, Argélia, Mali, Sudão do Sul e República da África do Sul. Até agosto de 2025, a morte de pelo menos 316 mercenários africanos já havia sido confirmada. As perdas reais são bastante maiores.

O Ministério da Defesa da Ucrânia alerta os cidadãos estrangeiros contra o perigo das viagens à federação russa e aceitação do qualquer tipo de trabalho/emprego no território daquele estado agressor. Uma viagem à rússia é uma chance real de se transformar em um «homem-bomba» e, simplesmente apodrecer em solo ucraniano.

Francis, o homem-bomba africano, aos serviço dos russos com o destino desconhecido...

Enquanto isso, na Índia, as famílias daqueles que foram enganadas com as promessas falsas e viajaram para a rússia para participar, de fato, na guerra neocolonial russa, entraram com uma ação coletiva no Tribunal Supremo / Suprema Corte.

Vinte e seis famílias, cujos filhos e maridos foram para a rússia em busca de emprego, mas foram enganados e forçados a participar da guerra russa contra Ucrânia, uniram-se e, por meio do Tribunal, estão tentando obter respostas sobre o destino de seus entes queridos. As famílias estão tentando descobrir a situação atual dessas pessoas, ao mínimo saber se os seus familiares estão vivos ou mortos. As famílias não sabem nada sobre seus parentes, já que ligações telefônicas são proibidas aos indianos dentro do exército russo. Por esse motivo, as famílias exigem que o embaixador indiano na rússia forneça informações atualizadas sobre toda a situação.

Até hoje um total de 26 famílias aderiram ao processo, porém, segundo os advogados, eles tem o conhecimento de mais de 100 casos semelhantes. 

O problema aqui, está na total incompreensão dos indianos sobre o que estavam enfrentando diante do regime russo. Os recrutadores do Ministério da Defesa da rússia sabiam perfeitamente para onde estes indianos seriam enviados. Os mercenários indianos foram recrutados para que, após um treino curtíssimo, pudessem ser enviados às unidades de assalto, sem se importar se sobreviveriam ou não. Agora que desapareceram, seus comandantes russos lavam as mãos e não se importam com o destino dos estrangeiros. 

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

quarta-feira, abril 22, 2026

Os POW estrangeiros do exército russo, capturados pelas FAU

Desde o início da invasão e da guerra russa de grande escala contra Ucrânia, ocorrida em 24.02.2022, centenas de cidadãos estrangeiros de 47 países renderam-se ou foram capturados pelas FAU. 

Os mercenários estrangeiros são um elemento básico da propaganda russa. Os porta-vozes das forças armadas russas contam regularmente sobre «milhares de mercenários britânicos» que morrem «num só dia», os russos ouvem as conversas «em polaco/polonês» nas rádios e as «forças especiais francesas» estão em todos os edifícios civis a destruir mísseis russos nas cidades ucranianas.

POW do Brasil: Pedro Enrique Antunes Pantoja (1992)

É uma técnica russa chamada de «espelhamento» — atribuir as próprias ações, intenções e crimes ao inimigo. A rússia começou a recrutar estrangeiros em 2022, a par do recrutamento de reclusos nas prisões russas . Inicialmente, este plano era realizado pelo Grupo «Wagner», uma fachada civil da secreta militar russa GRU. Após a decisão russa de assassinar Prigozhin e Dmitry «Wagner» Utkin (a real liderança militar da EMP «Wagner»), o recrutamento de prisioneiros e de estrangeiros passou ao controlo total do Ministério da Defesa russo. 

POW da Nigéria Kehinde Oluvagbemileke, capturado pela unidade russa das FAU, a RDK 

Dentro da própria rússia, o principal alvo passaram a ser os migrantes operários não qualificados da Ásia Central, a quem ora prometido dinheiro e cidadania russa, ora é oferecida a «escolha» entre a prisão, a deportação ou de assinatura de um contrato militar.

Fora do espaço ex-soviético, os principais alvos de recrutadores russos passaram a ser as regiões mais pobres nos países do chamado Sul Global. A rússia recruta descaradamente pessoas destes países que a sua propaganda retrata como países-amigos. O recrutamento tem sido exponencial. Em 2022, o número de estrangeiros no exército russo chegava às dezenas. Em 2023, o número de estrangeiros que assinaram contratos foi de, pelo menos, 3.808 (apenas aqueles cujos dados pessoais são conhecidos pela Ucrânia). Em 2024, a Rússia conseguiu recrutar 8.265 pessoas e, em 2025, 13.997. De acordo com os dados disponíveis, o plano para 2026 é de 18.500 cidadãos estrangeiros.

POW da Uganda, Richard Akantoran:

Os primeiros prisioneiros de guerra estrangeiros começaram a chegar à Ucrânia já no outono de 2023. Eram nepaleses recrutados com promessas de obtenção da cidadania russa e dos salários elevadíssimos. Em 2026, quase todas as semanas, entre as dezenas de militares russos que se rendiam, dois ou três eram cidadãos de países terceiros, cuja geografia está em constante expansão.

Ao contrário da rússia, Ucrânia cumpre a Convenção de Genebra. Apesar de, de facto, serem mercenários estrangeiros, todos estão detidos na Ucrânia como prisioneiros de guerra e não são processados ​​como mercenários.

POW do Togo Kemechon Coffi Victor

Ucrânia não se opõe à sua participação em trocas dos POW, mas o lado russo está relutante em libertar até os seus próprios cidadãos – quanto mais estrangeiros. Os propagandistas russos não escrevem sobre eles, as TV´s não fazem as reportagens. Nenhum deputado da Duma Estatal russo gasta o seu esforço pelo seu regresso, tal como fazem pelos «Kadyrov boys». Para a rússia, estes estrangeiros é um mero material descartável, e não são pessoas pelas quais Moscovo ou seu MinDefesa sinta a mínima consideração ou a responsabilidade. 

O propagandista militar russo Mikhail Zvinchuk («Rybar»), pertencente ao circúito do propagandista-mor russo Vladimir Solovyov (o mesmo que recentemente insultou Giorgia Meloni) produziu uma peça informativa, contando que os cidadãos de países africanos recebem promessas de empregos bem remunerados na rússia. Quando chegam a Moscovo, os seus passaportes são confiscados, dias depois eles são informados de que não há vagas e os seus vistos foram cancelados.

Sem dinheiro para regressar à África, é-lhes oferecida uma «escolha» entre a deportação forçada com todas as suas dívidas ou a assinatura de um contrato com exército russo, cujo texto os africanos não comprendem, pois é feito em russo. 

Naturalmente, que no fim «Rybar» (conhecido pelas suas ligações diretas ao MinDefesa russo) faz uma conclusão simples: não existem estruturas russas oficiais que fazem o recrutamento em África; tudo é feito pelas agências turísticas nos capitais africanos, em Accra ou em Nairobi; as autoridades africanos fecham olhos à este tipo de atividade ilegal. 

Estamos perante uma situação bem característica ao neocolonialismo russo: em qualquer situação menos favorável, rússia simplesmente irá trair os seus mercenários africanos, declarando o seu desconhecimento total e lavando as mãos de toda essa situação. 

Aqueles africanos que morrerem na Ucrânia só poderão voltar à África caso os seus corpos serão descobertos pelas FAU, os que estão presos nos campos dos POW poderão regressar à casa somente no fim da guerra. Os russos não os querem trocar e Ucrânia não tem nenhum problema de os libertar, mas somente em troca dos POW e civis ucranianos, detidos nas masmorras russas. 

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88