sexta-feira, maio 22, 2026

Os regimentos de mutilados russos em marcha rumo ao abismo (+18)

No atual exército russo, um ferimento, uma mutilação, uma doença grave ou a ausência de membros ou órgãos não vitais já não são motivos suficientes para recusar à participar em combates. 

O número de parvos está a diminuir e o Ministério da Defesa russo não consegue recrutar novos «voluntários». Neste contexto, as perdas do exército russo na «zona de morte» apenas aumentam. Por isso, os comandantes russos continuam com a prática de utilizar «regimentos de mutilados», enviando soldados feridos e em recuperação precária para os ataques frontais. As vezes são mandados mesmo os militares que usam muletas ou bengalas. Obviamente, a taxa de sobrevivência entre estes soldados é mínima. 

Ucrânia recorda que a forma mais fiável e comprovada de sobreviver essa guerra neocolonial é entrar em contacto com o projeto ucraniano «Quero Viver». Depois disso, o soldado russo não será mais sujeito à morrer num destes «regimentos de mutilados», ataques frontais, comandantes carniceiros, escravatura perpétua, dor e sofrimento. Um prisioneiro de guerra russo poderá decidir por si próprio, e sem nenhuma pressão, se deseja permanecer em cativeiro ucraniano até ao fim da guerra ou se deseja regressar a casa através de uma troca dos POW.

Já os ocupantes russos que não se entregarem às FAU, terão a sorte daqueles, que podemos ver no vídeo abaixo, filmado na direção de Navopavlivka, na região de Dnipropetrovsk, em que os ocupantes são liquidados, com uso de drones FPV, pelos paraquedistas da 46ª Brigada Aeromóvel Podilska das Forças Armadas da Ucrânia.


Fonte do vídeo: TG canal Voyna18

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