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sábado, setembro 12, 2026

⚓️ O primeiro combate naval entre dois drones foi ganho pela Ucrânia

O primeiro combate naval conhecido da história entre dois drones foi ganho pela Ucrânia. O drone ucraniano «Sargan 3000», comandado pela Marinha da Guerra ucraniana, em cooperação com a GUR MOU, foi vencedor de uma operação bem-sucedida no Mar Negro, destruíndo um drone marítimo russo.

O alvo foi detetado e identificado pelas unidades da GUR. O drone «Sargan 3000» da Marinha ucraniana, equipado com uma torreta automática RWS “Protector”, composto por uma metralhadora pesada de 12,7 mm, destruiu o alvo russo com sucesso. 

Num outro episódio separado, os drones kamikaze ucranianos FP-2 atingiram, com sucesso, o petroleiro russo «ARMADA LEADER» no Mar Negro, na costa de Sochi, informou Robert «Magyar» Broudi.

O petroleiro contava com a proteção de helicópteros da força aérea russa, que tentaram abater os drones ucranianos, mas falharam miseravelmente, não conseguindo proteger o alvo, naquilo que até mais recentemente, era a sua «retaguarda segura». 

Além disso, na noite de 11 à 12 de setembro, em Kaspiysk, os drones ucranianos atingiram o navio russo «Tatarstan», do projeto 11661K «Gepard» — porta-bandeira da Flotilha do Cáspio, armado com o sistema de mísseis antinavio «Uran» e o sistema de defesa aérea «Osa-MA».

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Glória à Ucrânia!

quinta-feira, setembro 10, 2026

Ucrânia ataca os portos militares russos de Novorossiysk, Makhachkala e Sochi

Na noite de 9 à 10 de setembro, as Forças de Defesa da Ucrânia lançaram um complexo ataque composto de mísseis e drones marítimos contra os portos russos de Novorossiysk, Makhachkala e Sochi. Vários navios de guerra russos sofreram danos confirmados por meios do controlo objetivo. 

Foram atingidos o porto, os navios e a infraestrutura militar de Novorossiysk: 

Foi atingido o navio «Buyan-M» (Projecto 21631) – um pequeno navio russo multifuncional de mísseis e artilharia (MRS) de 3ª classe, lançador de mísseis de cruzeiro «Kalibr» e «Onyx».

«Buyan-M», 9-10 de setembro de 2026

A fragata russa «Almirante Essen» foi atingida na sua superestrutura. Como resultado do impacto nos convés, deflagrou um incêndio, confirmado pela GUR (secreta militar da Ucrânia). Provavelmente o navio foi atingido por míssil ucraniano «Neptun». 

Fragata porta-bandeira «Almirante Essen», 9-10 de setembro de 2026


A fragata russa «Almirante Makarov» foi novamente atingida, desta vez na sua superestrutura.

Fragata «Alimirante Makarov», 9-10 de setembro de 2026

A infraestrutura portuária também foi atingida:


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As consequências de outros impactos estão sendo apurados.

A zona portuária da cidade russa de Sochi foi alvo de ataque de drones marítimos ucranianos. As testemunhas relatam fortes explosões na zona portuária.





Cidade russa de Borisoglebsk, onde se situa um importante aeroporto militar, região de Voronezh, foram ouvidas explosões. Um drone foi abatido pela defesa aérea russa sobre uma casa particular em Borisoglebsk.
Cidade de Makhachkala, região de Daguestão. Os moradores relatam explosões e fumo na zona portuária, bem como danos na cidade. Desde 2017 a cidade se tornou o porto principal da flotilha russa do Mar Cáspio.



quarta-feira, setembro 09, 2026

Ucrânia atinge alvos russos à uma distância superior aos 3.000 km

Na noite de 9 de setembro, os drones ucranianos atingiram a Central de Preparação de Condensados ​​de Novy Urengoy, no Distrito Autónomo de Yamalo-Nenets, mais de 2.800 km da Ucrânia (em linha reta), ou seja, os drones ucranianos voaram cerca de 3.200 km. 

A empresa é uma das principais instalações da infraestrutura de condensados ​​de gás da região. A capacidade projetada da Central é de cerca de 19,5 milhões de toneladas de matéria-prima por ano. 

Novy Urengoy em «manutenção rotineira»

As forças especiais da Ucrânia SSO-SOU informam sobre a destruição de duas fábricas de condensado de gás no Distrito Autónomo de Yamalo-Nenets, em Novorengoysky e Purovsky. As explicações russas são as de costume: «estão a aliviar a pressão no sistema, manutenção rotineira».

A região de Khanty-Mansiysk recebeu hoje os drones de ataque FP-1, que foram dirigidos pelos operadores de SSO-SOU até os alvos:


A cidade russa de Novorossiysk após um ataque noturno. Os residentes relatam um grande número de drones durante a noite; a infraestrutura portuária foi destruída.

Imagem de satélite da base naval russa de Novorossiysk hoje. A base foi atingida pelos mísseis ucranianos «Neptuno». GUR reportou danos na superestrutura do convés do navio porte-bandeira da frota russa, “Almirante Essen”, que resultaram num incêndio.

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No dia 2 de setembro, sucedeu um incêndio na ampresa russa «Proton-PM», nos arredores de Perm. Registou-se um incêndio num dos principais edifícios de produção, com uma área de aproximadamente 3.000 m². 

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A fábrica «Proton-PM» é um dos principais fabricantes de motores RD-191 para a família de veículos de lançamento espaciais «Angara». Em 2025, foi inaugurada uma nova linha de produção destes motores na unidade de Novye Lyady. 

Aos 6 de setembro, a refinaria de Ryazan foi atingida pelas Forças de Defesa da Ucrânia. Outrora praticamente impenetrável, a 3ª maior refinaria da rússia, com uma capacidade projectada de cerca de 18,8 milhões de toneladas de petróleo por ano, está agora em constante reparação. 

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A reparação das instalações, incluindo as torres AVT-3 e AVT-4, ainda está em curso após ataques anteriores. 

  • Cor púrpura: provavelmente danos anteriores;
  • Cores vermelha e amarela: provavelmente danos mais recentes.

Para além das torres AVT-3 e AVT-4, podemos ver as torres AT-6 e AVT-1 bastante danificadas.

Petrolífera de Ryazan, imagem 1

Ou seja, quase todos as AVT de uma das maiores refinarias da rússia estão fora de serviço ou muito danificadas em consequência das sanções impostas pela Ucrânia. 

Petrolífera de Ryazan, imagem 2

  • AVT-1 (imagem 1) — ~2,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-2 — ~2,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-3 — ~3,0 milhões de toneladas/ano
  • AVT-4 — ~4,0 milhões de toneladas/ano
  • AT-6 (imagem 2) — ~8,1 milhões de toneladas/ano

sexta-feira, agosto 21, 2026

Consequências do ataque ucraniano à base naval russa de Novorossiysk

Consequências do ataque combinado ucraniano à base naval russa de Novorossiysk, ocorrida em 12 de agosto de 2026. A frota russa do Mar Negro perdeu os dois navios portadores de mísseis «Kalibr».

A fragata «da guarda» número do registo 11356R «Almirante Makarov» (navio-almirante da frota russa do Mar Negro) e a fragata número 11356R «Almirante Essen» sofreram danos críticos durante o ataque à base naval de Novorossiysk, a 12 de agosto de 2026. Os navios perderam completamente o seu potencial de ataque e capacidade de controlo de combate.

Ambas serão descomissionadas durante pelo menos um ano e necessitam de reparações em doca seca.

  • Fragata «Almirante Essen» (número à bordo 490)

O impacto na proa provocou a deformação do convés e a destruição do módulo de 8 células do Complexo universal de lançamento naval 3S14 (eixos de lançamento de mísseis «Kalibr»). O sistema de gestão de mísseis balísticos «Trebovanie-M» está completamente fora de serviço. A demolição dos mastros destruiu os postes das antenas do radar de observação 3C-25E, os complexos de guerra eletrónica TK-25 e as cúpulas de comunicação por satélite «Centaur». 

  • Fragata «Almirante Makarov» (número à bordo 499; navio-almirante da frota russa do Mar Negro)

O impacto na zona do ponto de controlo auxiliar provocou uma detonação interna. Registou-se a queima dos eixos de lançamento do Complexo universal de lançamento naval 3S14. Destruição semelhante da arquitetura do sistema de gestão de mísseis balísticos «Trebovanie-M» (sistemas do radar, da guerra eletrónica e de comunicações).

quinta-feira, agosto 13, 2026

Ucrânia atinge, com sucesso, a armada russa no porto de Novorossiysk

Na noite de 11 à 12 de agosto, as FAU e SBU, realizaram uma operação inédita em atingir, com vários meios e em simultâneo, a base naval de Novorossiysk – o último posto avançado principal da frota russa no Mar Negro, a mais de 300 quilómetros da linha da frente.

Os drones «Palanytsia», os mísseis «Neptun» e drones navais atingiram, com precisão e sucesso, os alvos designados: inclusivamente as fragatas «Almirante Makarov» e «Almirante Essen», portadores de mísseis «Kalibr», além do navio patrulha «Vasily Bykov». Também foram confirmados os impactos nas posições de defesa aérea, nos atracadouros e nas infraestruturas portuárias. 

Porto comercial de Novorossiysk, 12 de agosto de 2026

Na noite de 11 para 12 de agosto de 2026, como resultado de uma operação conjunta de ataque profundo das Forças de Segurança e Defesa da Ucrânia, na qual foram utilizados operadores do Departamento de Operações Ativas e do Departamento de Sistemas Não Tripulados do Ministério da Defesa da Ucrânia, bem como do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), da Marinha, do Serviço Estatal de Guarda-fronteira da Ucrânia em cooperação com o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, foram atingidos alvos militares de alto valor da rússia em Novorossiysk, à saber: 

  • as fragatas “Almirante Essen” e “Almirante Makarov” — portadoras dos mísseis “Kalibr”;
  • o navio patrulha “Vasily Bykov”;
  • a infra-estrutura do depósito petrolífero “Grushovaya” e do terminal petrolífero “Sheskharis”;
  • o radar 30N6E do complexo S-300. 

«Agradeço aos militares das Forças Armadas da Ucrânia, ao Serviço de Segurança da Ucrânia e à nossa inteligência pela sua precisão e pelos bons resultados. A frota de ocupação e todas as infraestruturas que a suportam não estarão seguras enquanto a agressão russa continuar. A guerra deve parar, e todas as propostas diplomáticas adequadas estão em cima da mesa. Glória à Ucrânia!», escreveu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Os armazéns de «Wildberries» na cidade russa de Voronezh:

 

As imagens raras: a câmara de um membro da tripulação do cargueiro «Yasar», sob a bandeira do Panama, registou o momento inédito em que o drone ucraniano atinge o bulker e os momentos depois:


Fontes: DIUkraine; risk_dept; kazansky2017

sábado, agosto 08, 2026

🔥🚢 Ucrânia continua à realizar várias operações bem-sucedidas na rússia

Na noite de 8 de agosto de 2026, operadores do Departamento de Ações Ativas e de Sistemas Não Tripulados da GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia, no âmbito da operação de ataques profundas à rússia, atingiram a refinaria de petróleo de Ilsk, na região de Krasnodar.

Como resultado do ataque à refinaria, que fornece recursos à guerra neocolonial russa contra Ucrânia, deflagrou um incêndio.

À noite de 8 de agosto, os drones ucranianos voltaram a atingir a refinaria de Syzran, na região russa de Samara, os residentes relataram os impactos próximos das instalações primárias de refinação de petróleo (AVT) e nos tanques de petróleo. Podemos observar, no mínimo, três focos de incêndio na refinaria, que já foi atingida, mais que uma vez pelos drones das forças especiais da Ucrânia, SSO-SOU. O incêndio está à consumir os equipamentos que sobreviveram nos ataques anteriores.


A cidade portuária de Gelendzhik, na região russa de Krasnodar. Explosão no aquartelamento da unidade militar Nº 2156 e no campo de treino militar adjacente, sob a jurisdição do Serviço de Guarda-fronteiras do FSB russo. Os drones ucranianos atingiram o radar e o sistema antiaéreo:

A embarcação (bulker) russo à fumegar na baía de Gelinzhik 

A baía de Gelinzhik

Localização: 44°34'18.67"N 37°59'21.41"E

ROV: 44°33'05.77"N 38°02'54.56"E

A operação ucraniana «Molochka», conduzida pela USBS: três mísseis do sistema russo da defesa aérea «Pantsir-S1», falharam miseravelmente e não conseguiram derrubar o drone ucraniano FP-2, que atinge os seus alvos:


+12 embarcações da frota-sombra russa foram imobilizadas pela USBS nos Mar Negro e de Azov.

Durante toda a operação “Molochka” (de 6 de junho à 8 de setembro de 2026) os drones de USBS , atingiram, com sucesso 218 embarcações, das quais 134 no Mar de Azov e 84 do Mar Negro. 

Uma embarcação russa foi atingida perto de Novorossiysk:

O navio-patrulha do FSB «Nadezhda» após o encontro com o drone ucraniano

Navio russo a fumegar em Novorossiysk

Fontes: risk_dept; DIUkraine; kazansky2017

segunda-feira, agosto 03, 2026

🔥👉 Crimeia ocupada está à ficar sem eletricidade, água e combustível

A Crimeia está à ficar sem eletricidade, água e combustível — embora o Kremlin se esforça em lapidar a situação real desastrosa, vivida na «jóia do império», península ucraniana temporariamente ocupada. 

Na Crimeia, território temporariamente ocupado e transformado numa base militar pelos invasores russos após 2014, os problemas com o fornecimento de combustível, eletricidade e água estão a agravar-se. Os preços dos alimentos aumentaram várias vezes. A época de férias 2026 revelou-se um fracasso. A população moscovita que veio à península após a ocupação russa está a regressar cada vez mais à sua rússia nativa. 

A unidade de drones de ataque, «Pássaros do Magyar», usa a tática de «mil cortes», aplicada à logística russa, filmagem na localidade de Prymorsk, na parte ocupada da região de Zaporizhia:

Para mais informações sobre o agravamento da crise na Crimeia, consequência natural da guerra neocolonial russa contra Ucrânia e da ocupação russa da península, leia a análise da secreta militar ucraniana GUR MOU AQUI.

Drones marítimos da GUR atuam na Crimeia ocupada

Os comandos da unidade especial da GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia, «Grupo 13», realizaram uma operação bem-sucedida no território da Crimeia temporariamente ocupada — atingiram a unidade de controlo do complexo de radar «Podlyot», bem como o sistema de reconhecimento automático «amigo vs inimigo» — o sistema de radiolocalização «Parol-4». 

Na operação, que decorreu no final de julho de 2026, as forças ucranianas utlizaram as mais recentes versões de drones marítimos «Magura», portadores de drones FPV, que permitiram atacar, com sucesso, alvos do exército russo na Crimeia. 

Desde início da invasão russa em 2022, os operadores da GUR, o “Grupo 13”, destruíram nove navios russos e danificaram cinco, destruíram três helicópteros inimigos e danificaram outro helicóptero, além de destruírem dois caças russas no aquatório do Mar Negro. 

A luta armada continua!

Glória à Ucrânia!

sábado, agosto 01, 2026

Terror russo em Kyiv e Odesa; Ucrânia responde, atingindo as refinarias e radares

Até a propaganda russa já admite que os ataques contra Kyiv não têm qualquer propósito militar e são realizados unicamente para aterrorizar civis, não sendo, por isso, necessários mais comentários. 


Cratera deixada por míssil russo num dos pátios de Kyiv

Pelo menos nove pessoas foram mortas na noite de 1 de agosto em Kyiv. Foram alvejadas indiscriminadamente, onde quer que fosse possível – em pátios, prédios de habitação, até mesmo no asfalto das ruas da capital ucraniana. 


Em Odessa, os ocupantes russos atacaram deliberadamente um edifício residencial com o drone de ataque. Uma vez por ano, em 2 de maio, os propagandistas russos demonstram falsa e ostensiva compaixão pelos residentes de Odessa. Nos outros dias do ano, bombardeiam a cidade, a mesma que teimam em chamar de «cidade russa» e matam os civis ucranianos ali residentes.

e a resposta ucraniana... 

O navio porta-contentores russo «Yanina» (ex-Bourda), pertencente à corporação nuclear russa «Rosatom», foi afundado no Mar Negro. Dois drones marítimos do SBU afundaram o porta-contentores à cerca de 180 km da costa de Novorossiysk. O navio navegava sob a bandeira russa e tinha a capacidade de carga de 100 mil toneladas.

Os drones de SBU atingiu três refinarias russas no Bascortostão e quatro estações de radar na região de Krasnodar.

O Serviço de Segurança da Ucrânia realizou na noite de 1 de agosto mais um ataque bem-sucedido contra a infraestrutura de combustíveis e militar da federação russa. Estas operações especiais são realizadas para reduzir o potencial militar russo.

Os drones de longo alcance do SBU atingiram as infraestruturas de três refinarias de petróleo na cidade de Ufa (república do Bascortostão, sob ocupação temporal da rússia), que se situam a 1.600 km da fronteira estatal da Ucrânia. Trata-se das empresas Bashneft-UNPZ, Bashneft-Novoil e Bashneft-Ufanaftokhim, que fazem parte da Bashneft e formam um dos maiores polos de refinação de petróleo da rússia. 

Cidade de Ufa, 1 de agosto de 2026

A capacidade total destas empresas é superior a 23 milhões de toneladas de petróleo por ano. Ufa é um dos principais centros de refinação de petróleo da federação russa, e as refinarias locais fornecem gasolina, gasóleo, querosene de aviação, lubrificantes e outros produtos usados, em particular, para satisfazer as necessidades do exército russo. 

Além disso, os drones do SBU atingiram três estações de radar «Podlyot-K1» e um radar «Kasta-2E2», todos na região de Krasnodar, que foram utilizados pelos ocupantes russos para detetar alvos aéreos. 



A localidade de Nizhnekamsk, no Tartaristão

A localidade de Nizhnekamsk, na república do Tartaristão, um incêndio de grandes proporções deflagrou na zona industrial da empresa «Nizhnekamskneftekhim» após uma explosão, provavelmente provocada por uma sobrecarga do sistema na sequência de uma série de ataques de drones ucranianos à zona industrial. O acidente levou a um incêndio de grandes proporções, que consumiu uma parte significativa da empresa, e uma densa coluna de fumo eleva-se sobre as instalações. 

Fontes: Exilenova_plus; Exilenova_plus; SBU;

quinta-feira, julho 23, 2026

Ucrânia atinge mais dois centros da logística russa «Wildberries»

Drones ucranianos atingiram mais dois armazéns da empresa russa de logística «Wildberries» em Krasnodar e Nevinnomyssk. O armazém em Krasnodar tem 150.000 m² (o maior do sul da rússia), o armazém em Nevinnomyssk tem 94.000 m². 




Diversos artigos militares vendidos no Wildberries

«Wildberries» na cidade de Nevinnomyssk:





A guerra russa do putin/kremlin está a decorrer conforme o planeado. 










«Wildberries» na cidade de Krasnodar:






A página OSINT ucraniana Harbuz mostrou as consequências da destruição do aeródromo de Hvardiyske/Gvardeyskoe na Crimeia ocupada. A partir daí, os ocupantes russos lançavam os drones Shaheed para atacar Ucrânia.




Aqui, o tio Magyar com a equipa do USBS traz boas notícias do Mar Negro e do Mar Azov:

Fontes: DniproOfficial; robert_magyar