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sexta-feira, junho 26, 2026

❗️☝️ Mercenários africanos que morreram na guerra russa na Ucrânia

Nos últimos quatro anos pelo menos 485 cidadãos africanos morreram ao serviço do exército russo na sua guerra neocolonial contra Ucrânia. Mas é apenas a ponte do iceberg, o número real de africanos mortos e desaparecidos é significativamente mais elevado. 

É importante esclarecer que este é o número mínimo de baixas com base nos dados pessoais que inteligência ucraniana possuí de mercenários estrangeiros no exército russo. O número real de mortos e desaparecidos é significativamente mais elevado. No total, Ucrânia conhece os dados pessoais de 2.984 africanos de 40 países africanos que assinaram contratos com exército russo, dos quais quase um em Ecada seis já morreu.

O maior número de baixas conhecidas é entre cidadãos dos Camarões, Gana, Egipto e Quénia, o que também se coaduna com a escala de recrutamento nestes países nos anos anteriores.

  • África do Sul — 10;
  • Argelia — 14;
  • Benim — 2;
  • Botswana — 2;
  • Burundi — 7;
  • Camarões — 104;
  • Chade — 1.
  • Congo (República) — 3;
  • Costa do Marfim — 5;
  • Egipto — 81;
  • Etiópia — 3;
  • Gabão — 1;
  • Gambia — 22;
  • Gana — 85;
  • Guiné (República) — 3;
  • Mali — 15;
  • Marrocos — 4;
  • Nigéria — 24;
  • Rep. CA — 2;
  • Senegal — 8;
  • Serra Leoa — 5;
  • Sudão — 7;
  • Tanzânia — 2;
  • Togo — 3;
  • Tunísia — 2;
  • Quénia — 59;
  • Uganda — 3;
  • Zimbabwe — 6;

Os africanos do exército russo são os soldados de patente mais baixa, tratados, pelos seus camaradas e superiores, com despreso absoluto. Por não falarem russo, o que limita significativamente a sua eficácia no campo de batalha, os africanos são frequentemente utilizados em ataques frontais, onde as suas hipóteses de sobrevivência são mínimas. As suas mortes não criam problemas ao Estado russo, nem causam nenhum impacto público. São geralmente tidos como desaparecidos em combate, sem qualquer tentativa para recuperar os seus corpos e os levar fora do campo de batalha. Aqueles, cujos corpos são evacuados são cremados ou enterrados algures na rússia — a procura de familiares e o repatriamento dos corpos aos países de origem não são uma preocupação para as autoridades russas. 

Como resultado, os residentes de países africanos cujos entes queridos desapareceram na rússia contactam regularmente o projecto «Quero Encontrar». Além disso, em vários países africanos, os familiares dos desaparecidos e falecidos realizam protestos e manifestações regularmente, exigindo que as autoridades auxiliem no regresso dos seusentes queridos.

De acordo com os dados ucranianos, devido à indignação pública e à pressão diplomática sobre a rússia, o Ministério da Defesa russo cessou ou reduziu significativamente o recrutamento em 14 países africanos.

É importante que os familiares dos falecidos exijam que as autoridades russas não só vão buscar os desaparecidos e repatriem os seus corpos para o sepultamento na sua terra natal, como também paguem a indemnização devida. O Ministério da Defesa russo engana constantemente os cidadãos estrangeiros e não paga indemnizações às famílias dos falecidos, principalmente aos africanos e asiáticos.

Mesmo que um africano seja jogador de futebol e receba uma proposta «milionária» de um clube russo, a pessoa acabará num ataque frontal suicída das posições ucranianas. Por isso a melhor e a única forma segura de evitar tais consequências é não ir para a rússia e não se tornar um mercenário ao serviço do neocolonialismo russo. 
Africano desconhecido alguns instantes antes de ser atingido por um drone FPV ucraniano...

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sábado, abril 25, 2026

Um grupo de mercenários quenianos foi liquidado na Ucrânia

Mercenários africanos são apenas meros consumíveis descartáveis, na ótica do comando militar russo: um grupo de cidadãos quenianos foi eliminado em combate na Ucrânia. Tropas russas lançaram novamente um ataque suicida, usando os mercenários estrangeiros — desta vez um grupo de quenianos.  

Entre os mercenários eliminados pelas FAU estava o cidadão queniano Nyambura Eric Mwangi, nascido em 2003. Juntamente com outros três compatriotas — Wanjiro Joseph Kamau, Karithi Joel Ngure e Kibet Ronaldo Kipkurui — ele chegou a cidade russa de Iaroslavl entre 23 e 24 de outubro de 2025.

Carta ao chefe do posto do FSB no aeroporto de Domodedovo em Moscovo,
informando os nomes dos quatro quenianos que passarão de Moscovo rumo ao Iaroslavl,
para celebrar o contrato do serviço militar no exército russo, 24.X.2025

Sensivelmente no mesmo período, chegaram ao Iaroslavl outros dois quenianos, que mais tarde foram liquidados pelo exército ucraniano — Ombwori Denis Bagaku e Wahome Simon Gitittu, tal como o GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia informou em 6 de fevereiro corrente.

Em Iaroslavl, todos estes mercenários africanos assinaram os contratos com MinDefesa russo e foram enviados para um centro de treino/amento, onde foram treinados por apenas uma semana e meia. Depois disso, Mwangi foi promovido ao operador de rádio e enviado para a frente de batalha.

No entanto, Mwangi não chegou à servir na sua especialidade — foi mandado para uma unidade de assalto. No início do ano, ele participou de operações de assalto na área do assentamento de Borova, na região de Kharkiv. Morreu atingido por um morteiro ucraniano, enquanto ainda tentava se aproximar a linha da frente.

Apesar dos acordos firmados pelo Kremlin com países africanos para interromper o recrutamento de seus cidadãos, esse processo não parou e até continua acelerado — recentemente Ucrânia consegui obter os dados pessoais de 2.965 cidadãos de países africanos que assinaram contrato com as forças armadas russas.

Neste momento os «top 10» dos dez países africanos, que fornecem o maior número de mercenários é composto por: Quênia, Egito, Camarões, Gana, Nigéria, Uganda, Argélia, Mali, Sudão do Sul e República da África do Sul. Até agosto de 2025, a morte de pelo menos 316 mercenários africanos já havia sido confirmada. As perdas reais são bastante maiores.

O Ministério da Defesa da Ucrânia alerta os cidadãos estrangeiros contra o perigo das viagens à federação russa e aceitação do qualquer tipo de trabalho/emprego no território daquele estado agressor. Uma viagem à rússia é uma chance real de se transformar em um «homem-bomba» e, simplesmente apodrecer em solo ucraniano.

Francis, o homem-bomba africano, aos serviço dos russos com o destino desconhecido...

Enquanto isso, na Índia, as famílias daqueles que foram enganadas com as promessas falsas e viajaram para a rússia para participar, de fato, na guerra neocolonial russa, entraram com uma ação coletiva no Tribunal Supremo / Suprema Corte.

Vinte e seis famílias, cujos filhos e maridos foram para a rússia em busca de emprego, mas foram enganados e forçados a participar da guerra russa contra Ucrânia, uniram-se e, por meio do Tribunal, estão tentando obter respostas sobre o destino de seus entes queridos. As famílias estão tentando descobrir a situação atual dessas pessoas, ao mínimo saber se os seus familiares estão vivos ou mortos. As famílias não sabem nada sobre seus parentes, já que ligações telefônicas são proibidas aos indianos dentro do exército russo. Por esse motivo, as famílias exigem que o embaixador indiano na rússia forneça informações atualizadas sobre toda a situação.

Até hoje um total de 26 famílias aderiram ao processo, porém, segundo os advogados, eles tem o conhecimento de mais de 100 casos semelhantes. 

O problema aqui, está na total incompreensão dos indianos sobre o que estavam enfrentando diante do regime russo. Os recrutadores do Ministério da Defesa da rússia sabiam perfeitamente para onde estes indianos seriam enviados. Os mercenários indianos foram recrutados para que, após um treino curtíssimo, pudessem ser enviados às unidades de assalto, sem se importar se sobreviveriam ou não. Agora que desapareceram, seus comandantes russos lavam as mãos e não se importam com o destino dos estrangeiros. 

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sexta-feira, fevereiro 27, 2026

Igreja russa recruta os quenianos para a guerra neocolonial russa na Ucrânia

A cerimónia fúnebre de Charles Waithaka Wangari, morto na guerra colonial russa contra Ucrânia e cujo corpo nunca foi recuperado, 5 de fevereiro de 2026. Foto: AP Photo/Andrew Kasuku

O Exarcado da Igreja Ortodoxa Russa (IOR) em África está a participar num esquema para recrutar cidadãos quenianos à guerra neocolonial russa contra Ucrânia. A informação foi divulgada pela publicação internacional Religion News Service. 

De acordo com a organização de defesa dos direitos humanos Vocal Africa, os padres da IOR estão a encorajar os jovens quenianos a irem «trabalhar» para a rússia, oferecendo-se para pagar as suas viagens até Moscovo/ou. 

Os familiares de mercenários quenianos mortos e despararecidos reclamam o retorno dos seus entes queridos, vivos ou mortos. Nairobi, 16 de fevereiro de 2026. Foto: AP/Andrew Kasuku

Depois dissso, os cidadãos quenianos são levados para a rússia com vistos de turista. Prometem-lhes salários desorbitantes, equivalentes aos 3.000 dólares. Na realidade, os jovens africanos nunca recebem o dinheiro prometido. Após chegarem à rússia, os seus passaportes são confiscados, eles recebem umas cadernetas militares provisórias [símples folhas A4 com foto e carimbo], são abertas as contas bancárias em seus nomes, mas totalmente controladas por seus comandantes militares, e depois estes jovens são enviados para a frente de batalha. Da onde, muitas das vezes não voltam vivos, servindo de «abre-latas», alvos usados pelos russos apenas para tentar localizar as linhas da resistência ucraniana. 

O africano francófono Francis, à servir de «abre-lata» descartável aos ocupantes russos

Por exemplo, um dos quenianos mortos na guerra colonial russa, Charles Waithaka Wangari, um jogador de futebol de 31 anos, viajou para a rússia, por intermédio da IOR, em outubro de 2025, oficialmente para trabalhar como «operador de máquinas pesadas numa fábrica», com promessas de posteriormente poder jogar num clube na Suécia, mas foi imediatamente levado à força ao exército russo e enviado para a linha da frente pouco depois da sua chegada. Foi morto numa explosão na linha da frente, apenas dois meses depois de ter chegado à rússia. A sua família recebeu a notícia da sua morte no dia de Natal e foi informada de que os seus restos mortais não poderiam ser recuperados devido aos intensos combates naquela área. O que significa também, que, muito provavelmente, a sua família nunca irá receber quaisquer compensação pela morte do Charles.

Charles Wangari, mercenário à força, morto e abandonado pelos russos. Foto: X

Um representante da IOR em Nairobi, sob anonimato, declarou à Religion News Service que os quenianos estão a ser enviados para a rússia não para combater, mas para «estudar num seminário», embora alertados para a «possibilidade» de recrutamento militar. Garante que nenhum dos jovens, recrutados pela IOR — «nunca se alistou no exército russo». 

O serviço secreto do Quénia anunciou que mais de mil quenianos foram recrutados para o exército russo para combater na guerra contra Ucrânia (contando com mortos e despararecidos, caputrados pelas forças ucranianas, feridos que voltaram ao Quénia e os que ainda estão na linha da drente e nos campos de treino). Segundo as estimativas do NIS, 89 cidadãos quenianos ainda estavam a servir na linha da frente no início de 2026. 

Os quenianos Clinton Mogesa e Ombwori Bagaka (?) / Wahome Gititu (?),
já mortos

No final de fevereiro de 2026, a página «Important Stories» noticiou que as autoridades russas elaboraram uma lista de cerca de 40 países onde o recrutamento de mercenários para a guerra contra a Ucrânia é proibido por agora. Entre eles: China, Índia, Brasil, África do Sul, Turquia, Cuba, Afeganistão, Irão, Venezuela, Argentina, Iraque, Iémen, Camarões, Colômbia, Líbia, Somália, Quénia, que é «uma importante fonte de mercenários para o exército russo».

quinta-feira, dezembro 18, 2025

«Agências de escravatura»: o recrutamento dos africanos ao exército russo

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Os esforços ilícitos de recrutamento militar russo e da política neocolonial russa em África ganham manchetes na imprensa de todo o continente, do Quénia a Botswana, e se voltam contra as políticas expansionistas de Kremlin. 

Quênia continua a perceber mais sobre a essência da política neocolonial russa em África e dos seus esforços de recrutamento de jovens africanos à uma guerra criminosa e injusta contra Ucrânia. A imprensa queniana, nos dois dos principais jornais do país, nos últimos dias revela a história de 82 quenianos da lista de mercenários «comprovados»: aqueles cujo serviço no exército colonial russo foi confirmado pelo governo queniano (uns são mortos, outros feridos e outros muito desesperados para fugir de uma guerra que nunca esperaram encontrar).

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A morte do estudante queniano Elvis Kipchirchir

É uma avalanche: infelizmente, há cada vez mais notícias desse tipo todos os dias. Mas essa é uma tendência muito importante: os quenianos percebem, através dessas publicações sobre as reais consequências e reais perigos de assinar quaisquer documentos com a rússia.

A questão se tornou um assunto em todos os lugares: nas filas dos supermercados, nos mercados, entre os taxistas, com todos os quenianos, comuns e extraordinários. Essa informação deve ser divulgada, escreve Oleksii Bobrovnykov, o 1º Secretário da Embaixada da Ucrânia em Nairobi.

A rússia se tornou tão tóxica, como nunca antes, em toda África Oriental.

Mercenário nigeriano, capturado na Ucrânia pela unidade militar «Liberdade da Rússia», composta por russos étnicos, que defendem Ucrânia, afetos à inteligência militar ucraniana GUR MOU: 

O Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Heorhii Tykhyi: «Os esforços ilícitos de recrutamento da rússia em África são notícia em todo o continente. O que foi revelado até agora é provavelmente apenas a ponta do iceberg. Apelamos a todos os meios de comunicação e governos africanos a tomarem medidas.

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A rússia está a aumentar drasticamente o número das bolsas de estudo para estudantes africanos no próximo ano letivo. Certamente ninguém deve ser tão ingénuo a ponto de acreditar que se trata de educação, escreve a Embaixada da Ucrânia em Moçambique.

Para combater as atividades de recrutamento lideradas pelo governo russo, são necessárias contramedidas sistémicas, como avisos formais aos cidadãos para aumentar a sua consciencialização, bem como ações legais para divulgar e interromper os programas de recrutamento e responsabilizar os culpados».

sábado, setembro 27, 2025

⚡️⚡️ Recrutador russo de mercenários africanos foi detido e deportado em Quénia

Um funcionário da embaixada russa em Quénia, que recrutava mercenários para o exército russo foi detido, e depois deportado, pelas autoridades quenianas. Mikhail Lyapin, foi descrito pelas autoridades quenianas como um membro-chave do cartel criminal, que estaria a usar a sua fachada diplomática para facilitar o tráfico de quenianos. 

Em janeiro de 2025, Mikhail Lyapin, apresentado como empreendedor e fundador da comunidade empresarial russa «Ministério de África», deu uma entrevista ao canal propagandista russo RT, onde apresentou o projeto para «gerar emprego para os quenianos na rússia». O projecto envolvia a exportação de mão-de-obra da Quénia à rússia e incluia recrutamento, ensino de russo, cursos de adaptação para migrantes e contratação nas empresas clientes. Lyapin estimava que o projeto piloto criará aproximadamente 10.000 empregos.

Lyapin, no momento da sua detenção

Na semana passada foi divulgada a lista de mercenários quenianos que se alistaram no exército russo, bem como um vídeo do queniano Kibet Evans, que se rendeu às Forças Armadas da Ucrânia no final do Verão de 2025. Evans diz que não queria participar na guerra e afirma que veio para a rússia apenas para participar em competições desportivas. Quando o seu visto expirou, recebeu uma oferta de extensão através de um «bom emprego», que acabou por ser uma posição de soldado raso na 69ª divisão do exército russo. Recrutar estrangeiros para a guerra com promessas de um «bom e bem remunerado emprego» é uma das principais táticas dos recrutadores russos. 

Evans, já no centro de treino militar queria recusar o serviço militar russo, mas rapidamente foi informado de que, se não seguisse as ordens, seria fuzilado. Uma semana após o início do seu «treino», o africano foi levado, juntamente com outros estrangeiros, para a cidade de Vovchansk, da onde conseguiu fugir. Escondeu-se na floresta durante dois dias antes de chegar aos militares ucranianos da 57ª Brigada de Infantaria Motorizada «Kost Hordiyenko». 

Um desses recrutadores, na qualidade do funcionário da embaixada russa em Nairobi, foi detido pelas autoridades quenianas. Trata-se do cidadão russo Mikhail Lyapin (nas fotos), que desempenhou um papel fundamental no recrutamento de homens quenianos, que procuravam trabalho no estrangeiro. Segundo a polícia, quando se aprecebeu do perigo, Lyapin tentou fugir do país, mas foi capturado pela polícia queniana. Foi também detido o residente local Edward Kamau Gituku, que se acredita ser o coordenador do esforço de recrutamento russo na Quénia. Os detetives estão atualmente a interrogar 21 quenianos que provavelmente estavam sendo recrutados para o exército russo. 

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Desde a Primavera, o projecto ucraniano «Quero Viver» publicou listas e informações sobre mais de 10.000 mercenários estrangeiros de dezenas de países recrutados por traficantes de pessoas russos para combater na guerra. Após as nossas publicações, vários países onde a rússia construiu as suas redes de recrutamento começaram a combater estas atividades ilegais. Assim, os recrutadores russos foram detidos no Azerbaijão e no Quirguistão, representantes do Cazaquistão e do Turquemenistão chamaram a atenção para o problema do recrutamento e, no Uzbequistão, vários mercenários foram condenados a penas de prisão. 

Apela-se continuamente às autoridades dos países onde a rússia recruta os cidadãos locais para posterior utilização na sua guerra agressiva contra Ucrânia para que combatam mais activamente estas práticas ilegais. A experiência mostra que a rússia é um tigre de papel que pode ser resistido e que recua quando é repelido. 

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