Em 2026 a rússia está intensificando os esforços para recrutar estrangeiros, incluindo migrantes, para o seu exército de ocupação. Em todos as regiões russas foram realizadas verificações de controlo/e do número de estrangeiros residentes, homens com idades entre 18 e 60 anos.
As verificações foram realizadas pela Diretoria Principal de Organização e Mobilização do Estado-Maior das Forças Armadas da federação russa, em conjunto com o Serviço de Cidadania e Registro de Cidadãos Estrangeiros do Ministério do Interior da rússia.
Indicadores específicos de mobilização foram apresentados aos comissariados militares: recrutar à guerra criminosa contra Ucrânia de 0,5% a 3,5% do número total de estrangeiros residentes em cada região russa. O recrutamento é realizado por meio de 97 postos de recrutamento. O maior número desses postos está no Distrito Militar Central — 30. Nos Distritos de Moscovo/ou e do Sul — 21 cada, no Leste — 14, e o menor na região de Leninegrado — 11.
No total, até 2026, o Ministério da Defesa russo planeia recrutar pelo menos 18.500 cidadãos estrangeiros para o seu exército de ocupação.
O principal alvo do recrutamento militar russo são os cidadãos dos países da Ásia Central: Cazaquistão, Quirguistão, Uzbequistão e Tadjiquistão. Paralelamente, o recrutamento está sendo realizado fora da rússia. As áreas prioritárias estão Bangladesh, Chade, Sudão, Burundi e outros países mais pobres da África e da Ásia.
Além dos postos de recrutamento oficiais, o recrutamento nas regiões russas é realizado por estruturas paramilitares, criadas sob o controlo/e dos serviços secretos russos, em particular o GRU: as alegadas EMP, com os nomes pomposos de “Redut”, “Konvoy”, “Wagner-2”, “Potok”, “Irmãos de Guerra Russos”, “Fakel”, “Patriot”, “Plamya”, “Sokol”, “Veteranos”.
Para atrair estrangeiros, além de promessas de altos salários, benefícios sociais e obtenção da cidadania russa, usam-se as velhas táticas de pressão e coerção. Os russos exploram a vulnerabilidade jurídica de cidadãos estrangeiros, residentes no seu território, em particular:
- expiração de visto de turista ou estudante;
- impossibilidade de prorrogar o visto ou regularizar a situação dentro dos prazos estabelecidos;
- detenção administrativa por violação da legislação migratória russa.
Nessas condições, criadas, artificialmente pelo regime russo, os estrangeiros recebem uma “alternativa”, isso é, a sua participação na guerra contra Ucrânia. Forçados à escolher entre uma longa pena de prisão (são mencionadas penas de até 8 anos) e assinatura de um contrato para servir nas forças armadas russas.
O Ministério da Defesa da Ucrânia alerta cidadãos estrangeiros contra viagens à federação russa e contra aceitação de execução de quaisquer empregos/trabalhos no território russo. Uma viagem à rússia é um risco real de acabar num esquadrão kamikaze de “homens-bomba” e, em última instância, apodrecer em solo ucraniano.
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