Mostrar mensagens com a etiqueta Maurícias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maurícias. Mostrar todas as mensagens

domingo, julho 26, 2026

💀☠️ Como Kremlin sacrificou e abandonou os militares da junta militar do Mali

A EMP russa “Afrika Korps”, sob o controlo do MinDefesa russo, sofre perdas no Mali — no início de julho de 2026, grupos rebeldes locais emboscaram os russos e as forças da junta militar local, que se deslocavam em coluna perto da povoação de Tabrishat, na região de Gao, no nordeste do país.

Faça click para ler mais

Em pleno ataque, quando a coluna começou a sofrer graves perdas em veículos blindados e efetivos devido ao fogo dos rebeldes, os russos recuaram, abandonando o pessoal maliano à sua sorte. Os moscovitas não prestaram qualquer apoio terrestre ou aéreo aos seus “aliados”, embora o “Afrika Korps” possui, sob o seu controlo os drones Orion e helicópteros Mi-24 e Mi-8.

Segundo os dados preliminares, no confronto, os rebeldes eliminaram pelo menos 60 soldados malianos e capturaram pelo menos 30. Dezenas de outros ficaram feridos.

O episódio demonstrou mais uma vez que a rússia está a utilizar o pessoal da junta militar do Mali como «carne para canhão» para atingir os seus próprios objectivos económicos no país. O estado russo também pratica esta abordagem durante a guerra criminosa contra a Ucrânia, quando envia mercenários estrangeiros para a morte em inúmeras ataques frontais às linhas defensivas ucranianas.

Os líderes do «Afrika Korps» no Mali comportam-se como senhores e donos de escravos – os soldados do exército do regime local servem como escravos aos russos: fazem todo o trabalho braçal, trabalham como carregadores e limpam os quartéis após a saída dos moscovitas. Entre os comandantes das tropas da junta militar do Mali, os russos estão a formar redes de corrupção – em particular, vendem armas, sobretudo armas ligeiras, que eram anteriormente fornecidas como parte da chamada «assistência militar».

O único objetivo da rússia no Mali é estabelecer o controlo/e sobre os recursos naturais do país, principalmente os depósitos de ouro e urânio, e expandir a sua influência para uma futura expansão no continente africano. 

Primeiro mercenário mauriciano eliminado na Ucrânia

O Ministério da Defesa da Ucrânia identificou mais um mercenário estrangeiro, morto pelo exército de ocupação russo — o cidadão da República das Maurícias, Stephen Boakye Prakash, nascido a 16 de abril de 1995.

Em junho de 2025, Prakash chegou a São Petersburgo, como turista, planeando regressar a África já em julho. No entanto, parece que os seus planos mudaram — ele decidiu permanecer em território russo.

O passaporte do mercenário

Em agosto de 2025, as polícia russa deteve Prakash, lhe aplicando a multa por permanência ilegal na rússia — 7.000 rublos (cerca de 88,7 dólares americanos na altura). Depois, tal como centenas de outros estrangeiros que se encontravam na rússia sem dinheiro e sem emprego, Prakash recebeu a proposta «irrecusável»: assinar um contrato “de curta duração” com o exército de ocupação russo. Aceitou.

Após uma semana de treino, o mauriciano foi enviado para a linha da frente / front da guerra neocolonial russa na Ucrânia, integrando à uma unidade de assalto. Prakash foi eliminado, por seus camaradas russos, em dezembro de 2025, na tentativa de atravessar ilegalmente a fronteira estatal da Ucrânia, na região de Sumy.

Mercenário estrangeiro & irmão africano, pfr, não seja como Prakash! 

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

domingo, dezembro 30, 2018

A Diáspora ucraniana das Ilhas Maurícias

Ilhas Maurícias ou a Ilha Maurício é um pequeno país insular do Oceano Índico, a cerca de 2.000 km da costa sudeste do continente africano, onde também vivem ucranianos, milhares de quilómetros longe da sua terra natal.

Na foto (de esquerda à direita): Iryna Shybetska, Olga Rathacharen, Olga Ladanivska, Viktoria Sakhnovska,
Nadia Sivasanun, Tatiana Jhoree, Olesia Lim, Anastasia Thomas - Taranenko e Nadia Makarenko Labiche.
La Prairie Beach, Baie du Cap, Savanne, 26.08.2018
As primeiras ucranianas que se mudaram às Maurícias eram as mulheres, que ainda na década de 1970 se casavam com os estudantes mauricianos, que estudavam nas universidades da Ucrânia ainda soviética. Assim surgiram os primeiros casamentos mistos, que naturalmente resultaram em filhos e depois netos ucraniano-mauricianos.
O cenário parecido funciona até hoje, uma parte das ucranianas são domésticas, elas cuidam do lar e dos filhos pequenos, outras trabalham, principalmente no sector do turismo. Embora também acontece que nas Maurícias vem trabalhar algum ucraniano, funcionário de alguma empresa mauriciana ou internacional, e que acaba por ficar à viver na ilha, trazendo ao país a sua família ucraniana.
Olga Rathacharen
Nadia Sivasanun
Segundo uma avaliação informal, feita pelo Cônsul honorário da Ucrânia nas Maurícias, Dr. Abdool Mahaboob Kureemun (ver os dados do Consulado), na ilha vivem, de forma permanente, cerca de 100 ucranianos. Eles representam todas as regiões da Ucrânia: desde Lviv à Donetsk, sem esquecer a Crimeia.
Nadia Sivasanun e seu marido
Desde abril de 2018 entre os ativistas surgiu a ideia de criar uma comunidade ucraniana mais organizada, para preservar as tradições, língua e cultura, auto-identificação ucranianas no país. Sensivelmente ao mesmo tempo na rede social Facebook foi criada uma página fechada, que neste momento conta com cerca de 37 usuários ucranianos.
Os ingredientes que não podem faltar, raiz forte e toucinho ucraniano
Graças aos ativistas, a comunidade ucraniana de Maurícias se encontra regularmente, prepara os pratos da cozinha tradicional, se comunica, se apoia e inspira mutuamente, celebrando as diversas festas ucranianas e mauricianas.
Nadia Sivasanun e Tatiana Jhoree (uma das pioneiras da Diáspora local)
Anastasia Thomas - Taranenko e seu marido
Iryna Shybetska e a sua família
Em 2018, a comunidade ucraniana, e pela primeira vez, festejou, de forma notável o Dia da Independência da Ucrânia. Foi feito um churrasco festivo na praia La Prairie Beach. Usou-se a bandeira da Ucrânia, que era visível de longe. Graças à bandeira, o grupo dos ativistas foi visto por um outro ucraniano, que estava no local de passagem, que, dessa forma, se juntou à comunidade.
Todas as fotos: La Prairie Beach, Baie du Cap, Savanne, 26.08.2018
A Diáspora ucraniana das Maurícias é uma comunidade jovem, mas bastante ambiciosa, que sonha um dia abrir o Centro Cultural Ucraniano, não apenas para preservar as tradições ucranianas, mas também para difundir a língua e cultura ucraniana à todos os interessados.