sábado, junho 06, 2026

Lista de mercenários tanzanianos ao serviço do exército russo

O Fórum Económico Internacional de São Petersburgo está a terminar em São Petersburgo, e uma delegação de drones ucranianos lá compareceu, por duas vezes. Representantes da Ásia Central, África e Médio Oriente também chegaram à cidade. Entre os líderes estrangeiros que participaram no fórum estava a presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan. 

Enquanto as autoridades russas falam aos convidados estrangeiros sobre as perspectivas de cooperação e as naves espaciais que exploram a vastidão do universo, os recrutadores russos do Sul Global estão a comprar homens locais para morrerem na guerra neocolonial russa garantindo a compra de mais um casaco Loro Piana ao putin. 

Publicámos uma lista de cidadãos tanzanianos que assinaram contratos com o Ministério da Defesa russo e foram enviados para a frente de batalha. Samia Suluhu Hassan poderá perguntar aos russos no decorrer do fórum, sobre o seu destino, uma vez que pelo menos dois dos listados já estão desaparecidos em combate. 

O recrutamento de estrangeiros tornou-se uma parte importante da estratégia russa para repor as perdas na frente de batalha. A rússia utilizou pelo menos 28.000 cidadãos estrangeiros de 135 países na sua guerra neocolonial contra Ucrânia. O destino destes mercenários estrangeiros permanece sombrio. Alguns morreram, outros ficaram gravemente feridos e alguns estão em cativeiro ucraniano. Têm algo em comum: as promessas da rússia de dinheiro fácil e ganhos rápidos provaram estar longe da realidade. 

Alertamos os cidadãos de países estrangeiros: participar na guerra ao lado do exército russo acarreta um elevado risco de morte ou de ferimentos graves. Se está a ser recrutado para combater a Ucrânia ou já se juntou às forças armadas russas, contacte o projeto «Quero Viver». Nós ajudá-lo-emos a salvar a sua vida e a render-se em segurança.

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