A rússia ativamente suborna, engana e força a assinar os contratos militares não somente os cidadáos do espaço pós-soviético, em 2025, os cidadãos de 121 países e territórios combatem no exército de ocupação russo. Hoje, mais de cem mercenários estrangeiros de 33 países estão presos só na Ucrânia: Benim, Brasil, Camarões, Egito, Gana, Marrocos, Nigéria, Serra Leoa, Senegal, Somália, Togo e outros — a rússia está a recrutar activamente entre os residentes dos países mais pobres do mundo.
As pessoas na foto tiveram sorte — sobreviveram às táticas russas de ataques em massa. Em cativeiro ucraniano, são mantidas nas mesmas condições que os seus «companheiros de armas» russos — em campos especializados para prisioneiros de guerra. Dormem nos mesmos quartos, recebem a mesma alimentação, cuidados médicos e têm acesso aos representantes do Comité Internacional da Cruz Vermelha. Os países que se preocupam com os seus cidadãos enviam funcionários das embaixadas para os visitar.
Já a rússia tem pouco ou mesmo nenhum interesse em devolver estas pessoas a casa. Para o regime russo os moradores dos territórios ucranianos temporariamente ocupados (TOT) das regiões de Donetsk e Luhansk – são tidos como mercenários da segunda, e são primeiros à serem enviados para a frente de combate e, em caso da sua captura, últimos à serem trocados – hoje, os mercenários estrangeiros caíram na categoria de terceira classe. Em cativeiro ucraniano, não representam qualquer interesse para Moscovo. Nem político, nem humano.
Ainda assim, permaneceram vivos. E, mais cedo ou mais tarde, graças aos esforços das estruturas internacionais e dos seus próprios Estados, regressarão a casa. As suas histórias são um aviso para outros mercenários: a guerra russa de putin está a consumir todos indiscriminadamente, e ser mercenário no exército russo significa tornar-se dispensável na guerra criminosa dos outros.
Neste momento a página do projeto «Quero Viver», já possui as versões em inglês e espanhol. Se conhecer cidadãos estrangeiros que, por vontade própria ou sob coação, acabaram nas fileiras do exército russo, envie-lhes um link para o site «Quero Viver». Talvez esta informação os ajude a salvar as suas vidas e a encontrar um caminho para a salvação.
Salve a sua vida e renda-se às FAU: t.me/spasisebyabot
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Blogueiro
O mercenário brasileiro, Pedro Henrique Antunes Pantoja (1992), continua detido num dos campos ucranianos dos POW. A sua entrevista mais completa, por enquanto, não será divulgada, dado à sensiblidade da matéria. O mercenário está bem de saúde e está sendo tratado de acordo com as convenções de Genebra. O que, infelizmente, não acontece com os POW ucranianos nas masmorras do cativeiro russo.


1 comentário:
Obrigado, brevemente Mossad, CIA, ABIN e todas as agências internacionais aliadas da Ucrânia e Brasil estão cientes de que tem um cidadão brasileiro jogando no time do inimigo, no time do eixo do mal, como muitos outros brasileiros doutrinados ao marxismo cultural por universidades brasileiras principalmente USP, UNB e UFRJ a destruir a própria nação brasileira para proteger o corrupto do atual presidente da república brasileiro Luiz Inacio Lula da silva e o ditador ministro do STF Alexandre de Moraes, as agências já estão cientes dessa engenharia de doutrinação marxista nas escolas de nível superior no Brasil.
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