segunda-feira, julho 21, 2014

Os terroristas de cú rasgado

Um terrorista russo filmou a penetração de um grupo de mercenários russos e sérvios armados ao território da Ucrânia. Tudo começa como uma bravata extraordinária e termina com: “eu tenho o cú estilhaçado”. Pergunta retórica, será que os cús deles não ficavam mais seguros em Moscovo ou Belgrado?

Como informa a página Censor.net.ua, após os combates nos arredores da vila fronteiriça de Stepanivka (província de Donetsk), no passado dia 16, um dos terroristas publicou no YouTube o seu “diário em combate”. O vídeo mostra um grupo de terroristas, na sua maioria russos, mais, pelo menos, um sérvio e um separatista local. O sérvio é franco-atirador, pertence ao grupo dos chetniks sérvios que vieram à Ucrânia à procura dos “fascistas”.

No início, o espírito dos mercenários é extremamente alto: “nacionalistas, fascistas, setor da direita, cá viemos, chup@m, Stepanivka é nossa, etc.

No entanto, após um curtíssimo combate com as forças ucranianas da OAT, o espírito muda radicalmente e os mercenários começam à procurar pela cave! Às pressas, os terroristas invadem o quintal de uma casa ucraniana, tentando se esconder, ficam mais desmoralizados ainda, quando a vida lhes prepara a surpresa intolerante: “é pá, nem tem a cave”.

Depois é só lamentos e mais lamentos!

Temos um “carga 300” (ferido)! Precisamos de ligaduras! Tenho uma ferida de car@lho. Tenho três feridas! Tenho o cú todo estilhaçado. Estilhaços para o car@lho! Aguente!

Mas nem todos tiveram a sorte tremenda de ficarem com o cú rasgado. Um dos terroristas foi menos felizardo...

Mataram um membro da tripulação, o “Santa”. A voz do mercenário treme de indignação: “Vejam o que fazem! Vejam os ucranianos, são vocês que matam as pessoas!

Prontos, uma lição à reter, para que o mercenário terrorista deixe de olhar os ucranianos como “nacionalistas fascistas do setor da direita” é precisa pouca coisa. Um par de cús rasgados e um ou outro “carga 200” funcionam muitíssimo melhor do que mil palavras.

Ver Vídeo (9’45’’); Vídeo 2

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