Na região de Donetsk, as forças ucranianas, afetas ao GUR MOU, descobriram o corpo de Clinton Nyapar Mogesa (29), cidadão da República do Quênia, nascido em 1997. O queniano estava trabalhava numa agência de segurança no Qatar, tendo posteriormente assinado um contrato com o exército russo, sendo enviado, de seguida, à uma das unidades de assalto das forças russas de ocupação.
Mogesa morreu num dos inúmeros ataques russos, chamados de «trituradora de carne» na região de Donetsk. Os russos não removeram o corpo do queniano morto, e a sua família não obteve quaisquer pagamento, nem mesmo explicções por parte dos russos.
O mercenário abatido portava os passaportes de outros dois cidadãos quenianos – aparentemente, o mesmo tipo de vítimas recrutadas, que a rússia pretende usar e abandonar num próximo ataque suicída.
Clinton Mogesi poderia viver e trabalhar em segurança no Qatar. Em vez disso tornou-se a prova definitiva de que, para o exército russo, os estrangeiros não passam de um recurso absolutamente descartável, sinónimo de uma sentença de morte.
Num outro episódio semelhante, os oficiais da GUR MOU descobriram o corpo de John Patrick, cidadão da República das Filipinas, que serviu na 9ª companhia de assalto do 3º batalhão do 283º regimento da 144ª divisão de fuzileiros motorizados do 20 exército de armas combinadas das forças armadas russas.
Como muitos outros mercenários estrangeiros, Patrick morreu durante um ataque «trituradora de carne» perto do assentamento de Novoselivka, distrito de Kramatorsk, na região de Donetsk.
O mercenário portava apenas arma, munição e um pedaço de papel com o número da unidade, número de telefone e nome do comandante. Ele não falava russo. De acordo com dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos do filipino morto, o seu treino/amento básico durou apenas uma semana, após a qual ele foi imediatamente enviado para a linha de frente. No decorrer do combate mercenário foi ferido, não recebeu nenhuma ajuda médica e morreu lentamente, abandonado pelos russos na zona florestal.
A Direção Principal do Ministério da Defesa da Ucrânia (GUR MOU) aconselha os cidadãos estrangeiros de se abster das viagens para a federação russa, sob pretexto de realizarem qualquer trabalho no seu território, especialmente o trabalho ilegal. Uma viagem à rússia é uma chance real de acabar na unidade de assalto, sem nenhuma preparação, e uma boa chance de não sobreviver.
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