Desde 2014, Alekseev era o curador da empresa militar privada (EMP) «Wagner». O terrorista russo Igor «Strelkov» Girkin, o primeiro «ministro da defesa» da dita «dnr» afirmou, numa entrevista que foi Alekseev quem deu as ordens para liquidar os «comandantes de campo» das ditas «l/dnr», em particular, Alexei Mozgovoi, e a EMP «Wagner» executou essa e outras ordens semelhantes. Girkin também conta que Alexeev era o fundador de «Wagner» e curador de várias outras EMP russas, criadas com ajuda e participação direta e indireta do estado russo.
![]() |
| Negociações entre Prigozhin (no meio) e Alekseev (último à direita) durante a rebelião de «Wagner» |
Em 2023, quando ocorreu a rebelião da EMP «Wagner», Alekseev fez um apelo emotivo em vídeo, no qual pedia ao Prigozhin que parasse a sua marcha contra o Moscovo:
A morte do Alekseev não parece ser uma ação dos serviços secretos da Ucrânia, mas um ajuste direto entre os russos, possivelmente um ato de vingança pela morte do Prigozhin e Dmitri «Wagner» Utkin, o comandante militar do grupo «Wagner».
Por fim, o comandante do «Azov», Denis Prokopenko, recordou que o general Alekseev esteve em Mariupol em 2022 e prometeu, na qualidade do oficial russo mais graduado, por escrito, que após a rendição, os POW ucranianos seriam tratados com dignidade e de acordo com as normas da Convenção de Genebra. Mas, no fim, a palavra do general, nascido na Ucrânia, não valeu absolutamente nada. Mais de cinquenta militares do Azov foram executados em Elenivka, e a sua tortura e os assassinatos continuam nas prisões russas.
Mais um pequeno lembrete de que os militares russos não têm palavra.
Fonte: TG @kazansky2017



Sem comentários:
Enviar um comentário