quarta-feira, fevereiro 11, 2026

O putlerista polaco foi brutalmente morto no cativeiro russo por ser um polaco

A pedagógica história do cidadão polaco/polonês Krzysztof Galos, brutalmente torturado e assassinado em cativeiro russo. Ironicamente, ele veio à Ucrânia para confirmar se «realmente havia uma guerra». Não estão totalmente claro como ele caiu nas mãos dos ocupantes russos, mas a sua morte um fa(c)to. 

«Meu tio não conhecia ninguém na Ucrânia. Ele negava constantemente que houvesse uma guerra de verdade acontecendo lá e dizia que era uma invenção da propaganda ucraniana», explicou a sobrinha do polaco/polonês, citada pelo jornal polaco/polonês Gazeta Wyborcza

Os POW ucranianos libertados que estavam no centro de detenção preventiva (SIZO Nr. 2) de Taganrog na época em que Galos foi levado para lá (verão de 2023) contaram a jornalistas que os executores russos ficaram eufóricos ao perceberem que haviam capturado um «polaco/polonês de verdade». Como psicopatas, eles literalmente começaram a competir em torturá-lo. Krzysztof era espancado todos os dias. Eles o espancaram com particular ferocidade simplesmente por ele só saber falar polaco/polonês e não dominar o russo. Durante os abusos, os guardas russos o insultavam, promentendo invadir a Polónia: «Vocês são os próximos — não fiquem relaxados, vocês perderam o medo, lá na sua Europa. Não relaxem! Nós vamos vós pegar!» 

Galos nunca recebia os cuidados médicos adequados, uma vez ele foi espancado no preciso momento em que um paramédico colocava a ligadura / enfaixava a sua cabeça! Naturalmente, nessas condições, o homem de 55 anos estava condenado e não durou nem um mês sob custódia russa. Após mais uma surra desferida pelos russos com marretas de madeira, Krzysztof sentiu-se mal, perdeu a consciência e foi retirado de sua cela, já à beira da morte. Seus companheiros de cela foram então forçados a assinar as declarações afirmando [não sendo médicos] que a morte do polaco/polonês se deu devido às «causas naturais». 

É revelador também que, quando, mais de dois anos depois, as autoridades polacas/polonesas souberam da morte de Galos, o lado russo ignorou todos os pedidos da Varsóvia. O corpo de Krzysztof ainda (Sic!) não foi devolvido, e sua família nunca recebeu qualquer confirmação oficial da sua morte. Este comportamento característico russo, tanto no tratamento dos POW/reféns civis vivos, quanto dos mortos tornou-se uma marca registrada da rússia moderna. O novo Gulag russo triturou mais uma pessoa e, claramente, obteve uma satisfação sádica adicional pelo fato de vítima ser um «membro da NATO/OTAN». 

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