terça-feira, julho 08, 2025

Prisioneiros de guerra africanos em campos ucranianos: como acabaram por lutar pela rússia

A jornalista queniana Mercy Simiyu encontrou atrás de arame farpado e grossos muros de betão de um campo ucraniano de prisioneiros de guerra – longe dos seus países e sonhos – oito africanos: naturais de Egito, Gana, Somária, Serra Leoa, Togo e Tunísia.

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Enquanto isso, os voluntários russos que defendem Ucrânia, capturaram um mercenário africano que lutava nas fileiras do exército russo de ocupação – não é o enredo de um filme, é a realidade da guerra atual.

Combatentes da Legião da Liberdade da Rússia capturaram o nigeriano Kehinde Oluwagbemileke, de 29 anos. O sujeito viveu na federação russa durante 4 anos à vender droga. Quando foi capturado, ofereceram-lhe duas escolhas: cadeia, sob a pena prevista no artigo 228º ou a participação na guerra contra Ucrânia. No entanto, não referiram que o preço de uma «ficha limpa» poderia lhe custar a sua vida. O africano conseguiu sobreviver durante bastante tempo como mercenário – 5 meses, antes de se render às FAU na direção operacional de Zaporizhzhya. 

❗️Recorde-se que o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia pediu aos estrangeiros que evitem juntar-se às fileiras do exército de ocupação russo por todos os meios possíveis e, se enviados para a frente de combate, que contactem o projeto "Eu Quero Viver". Apelamos também aos governos dos países cujos cidadãos a Federação Russa está a recrutar para participar na guerra contra a Ucrânia, bem como a toda a comunidade mundial, para que façam todos os esforços possíveis para impedir esta prática criminosa. 

Salve a sua vida e renda-se às FAU: t.me/spasisebyabot 

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos) 

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