quinta-feira, dezembro 14, 2023

Armas americanas ao serviço nas Forças Armadas da Ucrânia

Armamento americano, usado na Ucrânia, pelas FAU para expulsar os ocupantes russos do território nacional. De momento, Ucrânia espera pelos mísseis ATACMS de longo alcance e F-16. 








Bónus (o vídeo é de Mariinka)

Nos arredores de Avdiivka, as tropas russas já perderam 15 mil mortos. A mesma quantia que as tropas soviéticas perderam durante toda a guerra no Afeganistão, durante 10 anos daquela guerra colonial. 

Putin: “Porra, mas eu não me importo minimalmente”...

terça-feira, dezembro 12, 2023

Crônicas da guerra com GoPro: nascidos para a guerra

Um documentário sobre a trajetória de combate do combatente «Dok» da Terceira Brigada de Assalto das FAU e dos seus camaradas, nas pesadas batalhas com os ocupantes russos, desde os primeiros dias da invasão russa em grande escala em 24.02.2022. 

As crônicas em vídeo, filmadas pela GoPro do «Dok», cobrem um período de tempo, começando com a defesa de Kyiv e da região de Kyiv nos primeiros dias de março de 2022, e terminando com a campanha da Terceira Brigada de Assalto na direção de Bakhmut, em particular, a libertação de Andriivka. «Doc» é combatente do 1º batalhão mecanizado, porém, foi transferido para esta unidade da brigada já durante a defesa de Bakhmut, portanto o filme contém muitos vídeos de batalhas em que também participaram combatentes do 1º e 3º batalhões de assalto. 

O filme «Saga» consiste em 10 capítulos, cada um com seu próprio título. Os militares do 1º Batalhão Mecanizado criaram este filme a partir de trechos gravados em uma GoPro. Veja a guerra russo-ucraniana através dos olhos de combatentes ucranianos. 

Bónus 

As primeiras imagens do morteiro autopropulsado polaco/polonês «M120 Rak» com rodas na Ucrânia, as fotos do perfil oficial da 44ª Brigada das FAU. 





Um comandante de morteiro, é um competente sargento mestre, um militar habilidoso e responsável, um camarada digno. Daí o seu indicativo de chamada «Super». 

Fotos: Anastasia Shevchenko-Prykhodyon

segunda-feira, dezembro 11, 2023

Avdiivka: Inferno dos ocupantes russos

A vila ucraniana de Avdiivka se tornou um autêntico «campo da morte» dos ocupantes russos, o vídeo mostra 122 equipamentos militares russos, queimados nos arredores de vila ucraniana, que resiste aos invasores russos desde 2014.

 

Centenas de unidades de veículos blindados queimados estão enferrujando nos locais de pouso próximos, milhares de corpos dos atacantes russos estão apodrecendo por aí. O termo «Avdiivka» ficará para sempre na história da rússia como um dos maiores e mais vergonhosos desastres militares do império do mal. 

Essa catástrofe é assegurada por corajosos cavaleiros ucranianos, que obrigam os moscovitas simplesmente engasgar-se com o próprio sangue durante cada ataque. A desmilitarização e a desnazificação da rússia continuam. 

- Vocês queriam a terra ucraniana?

- Então fiquem nela para sempre!

Bónus 

«Guerra de drones» em Avdiivka. O drone FPV ucraniano destrói o drone de transporte terrestre dos ocupantes russos, que tentava entregar a munição a infantaria russa perto de Avdiivka. 

É importante notar que nesta direção da frente, as unidades russas utilizam cada vez mais drones terrestres para a entrega de mercadorias e até evacuação de feridos. Os militares ucranianos descobriram o movimento de um drone russo, quando este transportava munições numa zona industrial. Depois disso, o operador ucraniano da 110ª OMBr atingiu o drone russo com a ajuda de um drone FPV.

domingo, dezembro 10, 2023

O piloto militar russo liquidado em Voronezh

Na cidade russa de Voronezh, foi abatido o piloto do Mi-24 Yevgeny Bestuzhev-Ryumin «Bes» (Demónio), que participou na agressão militar russa e bombardeios da Ucrânia. 

A informação foi avançada neste sábado, 9 de dezembro, pelo ex-piloto militar russo «Fighterbomber» no seu TG canal. O propagandista russo escreveu que piloto foi levado em estado grave ao hospital local, após ser atingido por sete disparos. Mais tarde o mesmo TG canal noticiou que piloto morreu no hospital. 

As autoridades locais negam, em absoluto, o assassinato do piloto, que era, de momento, o instrutor da Força Aérea da Base Aérea de Voronezh. A sua esposa, alegadamente, foi morta na Ucrânia, quando violando a lei ucraniana, se introduziu, ilegalmente, ao território nacional, em violação das leis e regulamentos em vigor.

No dia 5/12/2023 Ucrânia abateu um Su-24M sob o Mar Negro, na área da ilha Zmiiniy,
à uma distância de 110 km da costa, ambos os pilotos russos morreram.

sábado, dezembro 09, 2023

Franco-atirador Kovalskiy e o seu novo recorde mundial

Vyacheslav Kovalsky, de 58 anos, o franco-atirador ucraniano que eliminou o ocupante russo a uma distância de 3.800 metros, quebrando o recorde mundial. O homem era empresário, mas agora é atirador da unidade de contra-espionagem do SBU. 

Em 18 de novembro corrente, ele estabeleceu um novo recorde mundial na região de Kherson, usando a espingarda / o rifle ucraniano «Volodar Obriyu» (Senhor do Horizonte). A munição especial, que é fabricada propositadamente para ele, demorou cerca de 9 segundos para atingir o inimigo. 


Kovalskiy com o seu número dois

Munição regular e munição especial, fabricada para Kovalskiy

Por que a neve ucraniana perto de Avdiivka tem um gosto melhor do que a mesma neve em algum lugar perto de Murmansk é muito difícil de entender, mas o fato é óbvio. 

«Caminho dos Mortos», nada menos. Um militar russo filma trincheiras literalmente cheias de cadáveres de soldados russos liquidados pelas FAU, bem como munições e equipamentos abandonados.


terça-feira, dezembro 05, 2023

Os mercenários do Nepal: Os Oito Espertos

Os oito magníficos nepaleses particularmente espertos decidiram não desafiar o destino e, depois de assinarem o contrato com o MoD russo e receberem o primeiro pagamento, simplesmente fugiram, sem esperar de serem mandados para a linha da frente / front na Ucrânia. 

Perdendo nos últimos tempos uma média de 1.000 homens ao dia (entre mortos, feridos, POW e desaparecidos), o Ministério da Defesa russo já há bastante tempo está à caça dos «voluntários» mais ou menos constrangidos. Dado que os prisioneiros russos não é um grupo social infinito, os militares russos também passaram aceitar os estrangeiros: naturais da Ásia Central pós-soviética, africanos, cubanos, sírios e ultimamente indianos/nepaleses, que se fazem passar pelos temíveis «gurcas», muitas vezes apenas para receber o primeiro pagamento e desaparecer, sem deixar o rasto, tal como aconteceu no nosso caso. 

Outros nepaleses, anteriormente se passarem por «sírios»

Geralmente, os estrangeiros estão interessados ​​em uma autorização de residência russa ou em um passaporte de cidadão russo. Mas a maioria busca dinheiro que não pode ganhar em casa, apesar do risco para a vida e a saúde. Os heróis da nossa história são oito moradores da República do Nepal que vieram para a Rússia em busca de trabalho. Cruzaram a fronteira russa em 14 de outubro de 2023. 

A fuga espetacular semanas depois de assinar o contracto e receber o prémio de assinatura

No início de novembro, ainda em Moscovo/u, assinaram o contrato com as forças armadas da federação russa, enviados à uma das unidades do 58º Exército de Armas Combinadas da federação russa (unidade militar 47084, na Ossétia do Norte, parte do distrito militar do Norte). 

Seus nomes (dispostos conforme numeração na foto):

1. Khadka Chetendra, nascido em 29/04/1979, soldado raso, operador de morteiro;

2. Adhikari Yubraj, nascido em 6/10/1979, soldado raso, operador da metralhadora;

3. Bishwakarma Lal Bahadur, nascido em 08/05/1983, soldado raso, atirador sênior;

4. Bishwakarma Tilak Bahadur, nascido em 05/08/1989, soldado raso, operador da metralhadora;

5. Khadka Deepak, nascido em 26/07/1998, soldado raso, operador de morteiro;

6. Bhattarai Laxman, nascido em 26/07/1982, soldado raso, operador da metralhadora;

7. Pahadi Jagadish, nascido em 22/07/, soldado raso, atirador sênior;

8. Rahapal Sushant Kumar, nascido em 17/06/1992, soldado raso, atirador. 

Cada um deles recebeu 195.000 rublos (aproximadamente 1963,8 Euros), em forma de prémio antecipado, após assinatura do contrato com as forças armadas russas. Depois disso, os nepaleses foram enviados à uma unidade militar russa, localizada na região de Rostov. Porém, os heróis da nossa história decidiram que “um pássaro na mão” era muito melhor que serem mortos pelas FAU e pretenderam não arriscar a sua vida. Passando menos de duas semanas em serviço, na noite de 16 para 17 de novembro de 2023, os nepaleses escaparam da sua unidade militar. Neste momento são procurados como desertores, acusados ​​​​de acordo com o art. 337º do Código Penal da federação russa - abandono não autorizado de uma unidade militar. Até 1 de dezembro de 2023 não foram encontrados. Provavelmente já estão fora do território russo.

Uma história de sucesso de expatriados nepaleses. Tal como a história de um outro «estudante» nepalês, que alegadamente estudava biotecnologia em Moscovo, até que já não tinha dinheiro para pagar os seus estudos. Também assinou o contracto com o MoD russo e foi capturado pelas FAU (o rapaz ganhou cerca de 40 dólares em 1,5 meses de serviço). Passará algum tempo na cadeia ucraniana, o mais importante, irá sobreviver, não irá morrer pelos ideais do regime fascista russo...

O mercenário nepalês foi capturado ao sul de Zaporizhia, juntamente com outros POW russos do 70º regimento de infantaria/rifles motorizada, criado em 2016 especialmente para uma agressão em grande escala contra Ucrânia.

Fonte @dosye_shpiona

domingo, dezembro 03, 2023

Donbas, a vítima mortal da «libertação» russa

A localidade de Mariinka, desde 2014 parte da Ucrânia Livre

Os propagandistas russos anunciaram, de forma precipitada, a tomada de Mariinka. Apenas não é possível vislumbrar o local onde o exército russo ergueu a sua bandeira tricolor em Mariinka. 

O problema é que tal cidade já não existe e é, em princípio, impossível capturá-la ou libertá-la. No lugar de Mariiinka existe um grande campo de tijolos quebrados, que um exército de estupradores, esfoladores e canibais russos vem atacando há 2 anos. 

A localidade de Novogrodivka, na região de Donetsk, na Ucrânia Livre. Ajuda prática russa à população local, falante de língua russa. Dos escombros foi retirado um corpo, já sem a vida. 

Os serviços de emergência ucranianos estão procurando de outros quatro corpos. 


@kazansky2017

sábado, dezembro 02, 2023

Flash-mob russo «Devolvam o marido, estou f#dida...»

Um novo flash-mob está ganhar força na rússia, principalmente fora de Moscovo e São Petersburgo, onde a taxa da mortalidade militar se faz sentir e onde os russos comuns começam à sentir o peso da guerra colonial. 

A nova realidade criou a necessidade e a vontade de ter novos adesivos em viaturas russas. Os slogans patrioteiros, de exaltação neofascista russa desapareeram, quase por completo, um ano e oito meses após o início da guerra os slogans do tipo “Ao Berlim!”, “Nossos MiG´s vão pousar em Riga”, “Treme de medo no Pentágono enquanto temos o aguardente”, simplesmente sumiram. 

Os novos slogans são bastante mais simples e muito mais pessimistas: «Devolvam o marido/gênro, estou f.dida!», é a nova palavra de ordem na rússia. 

Por outro lado, o flash-mob não siginifica o surgimento de uma oposição real ao regime do Kremlin. rússia atual é um estado neofascista, que não tolera nenhum tipo de oposição ao seu regime. Longe estão os tempos de ativismo feminino de «Mães de Soldados», que protestavam contra a guerra no Afeganistão ou na Chechênia. As atuais mães russas dizem, em público, que apoiam a guerra contra Ucrânia, apenas pedem, e muito humildemente, que em vez do seu marido ou gênro, na guerra possa morrer o marido ou gênro de alguma vizinha sua...

O que faz todo o sentido, pois diveras frentes da guerra, se transformaram no verdadeiro moedor de carne russa. O vídeo, que os militares russos filmaram nas suas posições perto de Avdiivka é um pequeno exemplo disso. Tudo está cheio de cadáveres. 

É surpreendente, ou talvez não, como o próprio comando russo não sente nenhuma pena de enviar os seus homens para o massacre em nome de nada. Para morrerem em alguma faixa de bosque miscroscópica, usada na Ucrânia para proteger os campos dos ventos, sem nome, apenas coordenadas geográficas... 

@kazansky2017

sexta-feira, dezembro 01, 2023

Exportação dos cereais ucranianos sem a participação ou a interferências russa

O lançamento do «Corredor de Grãos» sem a participação ou a interferências da rússia foi uma das maiores conquistas da Ucrânia em 2023. Isto fortaleceu a economia ucraniana e a posição internacional do país, ajudando salvar as pessoas vítimas da fome em todo o mundo. 

A Suíça destinará mais de 3 milhões de euros ao World Food Programm, que implementa a iniciativa «Grãos da Ucrânia» e promove a exportação de cereais ucranianos para aqueles que mais necessitam. A Comissão Europeia fornecerá à Ucrânia 50 milhões de euros para recuperação dos portos comerciais destruídos por ataques terroristas russos. A região de Odessa será protegida por sistemas adicionais de defesa aérea, que a Ucrânia irá receber dos seus aliados e parceiros estratégicos. 

Por sua vez, Ucrânia conduzirá as suas próprias operações da escolta militar dos navios que navegarão pelo “Corredor de Grãos” do Mar Negro. Ucrânia também saúda as iniciativas da Roménia, Bulgária e Turquia de condução de operações de limpeza das suas águas territoriais de minas marítimas, espalhadas no Mar Negro pela marinha russa. 

Calcula-se que desde o início da guerra, em 24.02.2022 a rússia roubou aproximadamente mil milhões de dólares em cereais ucranianos.

Detonação dupla na linha ferrea Baikal-Amur

Finalmente apareceu confirmação em vídeo do resultado da detonação das cisternas de combustível e do incêndio no túnel Severomuyski na linha ferrea Baikal-Amur, a principal ligação ferroviária entre a rússia e a China. 

Apesar da escala significativa de danos e de pelo menos três explosões, as autoridades da federação russa optaram em defender a tese de um curto-circuito. 



Segundo imprensa russa, na noite de 30 de novembro, desconhecidos explodiram um trem de carga na rota Itikit-Okusikan, que era composto por 50 vagões (41 cisternas com gasóleo e 3 cisternas com combustível de aviação). Segundo a tripulação da locomotiva, a tensão elétrica caiu durante a passagem pelo túnel e o comboio/trem parou. Enquanto o membros da brigada descobriam o que estava acontecendo, uma forte fumaça começou a se formar no túnel - a brigada estacionou o comboio/trem e saiu do túnel. 

Como resultado da explosão, 16 cisternas arderam. O transporte de restantes vagões não era possível. 

Após a primeira explosão e para continuar o movimento, os russos começaram a usar um desvio que passa pela chamada “Ponte do Diabo”. Era exatamente com isso que se contava: quando o comboio/trem passava por esta ponte de 35 metros de altura, os dispositivos explosivos embutidos nele explodiram. 

Ponto do Diabo

De acordo com os canais TG russos, as 6 cisternas arderam com a explosão. As autoridades russas tiveram que usar um combóio/trem especial de bombeiros para apagar o fogo. 

Os ocupantes russos deveriam se acostumar com o facto de que a justiça ucraniana os alcançará em quaisquer parte do mundo, mesmo na distante Buriácia.