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sexta-feira, agosto 28, 2026

🔥Ucrânia atinge e danifica o bombardeiro estratégico russo Tu-95MS

Na noite de 28 da agosto, os drones ucranianos atingiram o bombardeiro estratégico russo Tu-95MS, estacionado na aeródromo militar Engels-2 na região de Saratov. O aparelho era usado para a realização de ataques de mísseis contra Ucrânia. 

No ataque anterior, no dia 17 de agosto, as forças ucranianas atingiram e danificaram um Tu-95MS de treino, estacionado no mesmo aeródromo de Engels-2.

Tu-95MS de treino que perdeu a sua cauda em resultado do ataque ucraniano de 17.08.2026

Dado que os blogueiros militares russos, se apressaram dizer que não havia os bombardeiros Tu-95MS em Engels-2. Uma das páginas ucranianas de OSINT mostrou as imagens de satélite que comprovam o óbvio: um Tu-95MS foi atingido na noite de 28 de agosto, ficou com a asa direita gravemente danificada e um outro Tu-95MS foi danificado do ataque anterior. Além disso, os mísseis/drones ucranianos atingiram os armazéns de suprimentos, imagem claramente visível na fotografia tirada por satélite (na parte superior direito da imagem abaixo).

Aeródromo militar russo Engels-2 visto à partir de satélite

Na região russa de Yaroslavl, os drones ucranianos atingiram a refinaria local, que ficou em chamas. A Força-Tarefa composta por unidades de Forças de Operações Especiais SSO-SOU. 



Dois drones ucranianos voando ao encontro do seu alvo

A refinaria de Kstovo. A torre AVT-6 foi atingida. Em redor da AVT incendiada, estão posicionados vários guindastes, que estão tentar recuperar a instalação.

Os trabalhos de reparação da torre de produção AVT-6

A refinaria de Kstovo («LUKOIL-Nizhnegorodnaftoorgsintez») se posiciona entre 3 à 4 maiores refinarias da rússia, com uma capacidade de processamento de cerca de 17 milhões de toneladas de petróleo por ano.

Momento da explosão e pós-explosão, que liquidou o major da força aérea russa em São Petersburgo. A liquidação do Sergei Sechkov, um oficial, afecto ao regimento de helicópteros, responsável em bombardear a população civil ucraniana, foi confirmada pelo seu pai. A publicação russa Meduza escreve, que uma russa de 24 anos foi identificada como suspeita da ação. O seu nome não foi divulgado.

 

De acordo com a publicação, a alegada operacional não residia em São Petersburgo. Um dia antes da explosão, chegou de uma outra cidade e colocou a bomba na noite de 26 de agosto. Na manhã seguinte, embarcou num voo para a Turquia. Quando os agentes do FSB a identificaram e contactaram as autoridades turcas, descobriram que a suspeita já tinha chegado a Chisinau, portanto estando sá e salva, longe da jurisdição russa.

Sergey Sechkov, o major liquidado

Os dados pessoais do militar liquidado


Local de explosão, num bairro militar de São Petersburgo

quinta-feira, junho 18, 2026

O bisneto de Leonid Brejnev foi capturado na Ucrânia

O bisneto do líder comunista soviético Leonid Brejnev, Anton Milaev, foi capturado na linha da frente pelas FAU. O ocupante russo, Milaev, participava ativamente na agressão militar russa contra Ucrânia.

Anton Milaev é neto adotivo de Galina Brezhneva, filha do Secretário-Geral do Comité Central do PCUS, que o educou como se fosse o seu próprio filho. Segundo o TG canal russo Baza, o homem de 45 anos ingressou no Distrito Militar do Norte no outono de 2025 como sapador e perdeu o contacto com a família já em novembro. Tal como contou a sua mãe, Irina Kuznetsova, a notícia chegou alguns meses mais tarde: o seu filho se tornou o POW da Ucrânia, capturado pelas FAU na região de Kherson. 

Oficialmente, Ucrânia ainda não confirmou a possível captura do Milaev, no entanto, o seu perfil pode ser encontrado na base de dados Myrotvorets, onde o bisneto do Brejnev é acusado de «Atentado contra a soberania e a integridade territorial da Ucrânia. Cúmplice dos crimes da rússia contra a Ucrânia e os seus cidadãos». 

O triplo beijo do Brejnev, faça click para ler mais

Galina Brezhneva, filha do Leonid Brezhnev, era conhecida pelo seu comportamento excêntrico, vivendo luxuosamente como bem entendia, entre festas, bebidas e negócios obscuros, bem longe das orientações do «homem soviético», como ditava o partido. 

Galina Brejneva, em cima da mesa no ambiente informal, década de 1980

Durante a sua vida, Galina foi casada, oficialmente, por três vezes. O seu primeiro marido, foi um simples artista de circo, Yevgeny Milayev. Aos 22 anos, apaixonada por um acrobata de 41 anos e pai de dois filhos (Alexander, posteriormente pai do Anton e Natalia), casou com ele sem hesitações, preferindo a interminável deslocação entre as cidades e os palcos, trabalhando como figurinista, à vida despreocupada que o pai lhe prometia. 

Galina e Yevgeny Milaev, início da década de 1950

Dez anos depois, quando a relação do casal começou a deteriorar-se, fruto da infedelidade de ambos, a impulsiva Galina, usando as suas ligações privilegiadas, divorciou-se de Milaev em apenas um dia e casou com outro homem circense. O imponente ilusionista Igor Kio, 15 anos mais novo do que ela. No entanto, sob pressão do próprio Brejnev, que via essa união como uma grave humilhação pessoal (por genro ser um circence e um judeu), o casamento oficial foi desfeito ao décimo dia. Os encontros secretos continuaram por mais três ou quatro anos, até que Galina deixou o amante para evitar que o KGB lhe arruinasse a vida e impedisse o seu desenvolvimento artístico.

Igor Kio na década de 1980. Foto: Internet
O terceiro casamento aconteceu em 1971. O marido seguinte de Galina foi o carreirista militar, oficial das tropas do Ministério do Interior, major Yuri Churbanov, que não se mostrava incomodado com o facto de a sua noiva ser sete anos mais velha do que ele, nem com o facto de ser oficialmente casado. Tendo rompido abruptamente com a sua primeira mulher, Churbanov tornou-se genro do Secretário-Geral do PCUS, com todos os privilégios inerentes à função. Rapidamente Churbanov tornou-se o vice-ministro do Interior, o candidado ao membro do Bureau Político do PCUS. Depois de viver com ele durante 20 anos, repetia incansavelmente: «O apelido do meu marido combina perfeitamente com a sua personalidade» (a palavra russa churban, próxima do toco, tem a perfeita correspondência portuguesa de calhau, com todas as conotações inerentes).

Galina Brejneva no casamento com Yuri Churbanov

Para além dos seus casamentos instáveis, Galina chocava os cidadãos soviéticos, falsos conservadores nos seus valores familiares, por ter um grande número de amantes. A história não preservou todos os seus nomes, mas entre os mais famosos estavam os jornalistas Oleg Shirokov e Alexander Avdeyenko, o bailarino letão Maris Liepa e o ator Boris Buryatse, o primo do teatro cigano soviético «Romen». Cada um dos seus favoritos se aproveitava da bondade e generosidade de Galina, recebendo bens materiais, artigos de luxo, joias e uma ascensão meteórica na carreira. O espírito aventureiro de Galina não se contentava com o que o destino lhe oferecia de bandeja, e por isso via-se frequentemente no centro de vários escândalos, o mais notório dos quais envolvia o comêrcio ilegal de diamantes. Munida de informações sobre quando os preços das jóias preciosas iriam subir, Brezhneva e as suas confidentes compravam-nas à pressa e revendiam-nas ao novo preço, obtendo um lucro considerável. Além disso, Galina comprava e vendia os diamantes roubados, fruto de assaltos às residências de elite soviética endinheirada. Não fosse a sua condição da filha do Secretário-Geral do PCUS, teria acabado na prisão. 

O bailarino letão Maris Liepa no meio. Foto: Internet

Os maiores desafios de Galina Brejneva surgiram após a morte do pai em 1982: viu-se praticamente em prisão domiciliária na sua dacha nos arredores de Moscovo. Desesperada e deprimida, recorreu cada vez mais ao álcool. Além disso, o seu marido caiu em desgraça: primeiro, Churbanov foi despromovido, depois demitido por tempo de serviço e, em 1988, na auge da Perestroika, condenado a 12 anos de prisão por acusações de corrupção. Galina não esperou pelo marido ser libertado da prisão; ainda em 1990, pediu o divórcio. 

Galina Brejneva com o pai, Leonid Brejnev. Foto: Vladimir Masuelyan

Galina, aos 50 anos, com ar de bêbeda, perdera completamente o interesse pela vida, encontrando a sua única alegria nos encontros com a turba desleixada que constantemente visitava o seu apartamento com garrafas de bebidas alcoólicas. Eventualmente, os vizinhos cansaram-se desta situação e recorreram a familiares para remediar o problema. Galina recusou-se a viver com a sua filha Viktoria, pelo que esta a internou num hospital psiquiátrico, onde Galina faleceu em junho de 1998.

A neta do Estaline Chrese Evans, nascida nos EUA como Olga Peters

Fonte: Galina Brezhneva: as mais escandalosas travessuras da filha do líder da URSS.

quinta-feira, setembro 07, 2023

Mercenários cubanos da guerra russa contra Ucrânia

Hackers ucranianos do grupo Cyber Resistance divulgaram as evidências únicas de recrutamento, treino e transferência para a rússia, para participar na guerra contra Ucrânia, de centenas de mercenários cubanos.

Os analistas militares observam mais uma vez que a rússia quer evitar novas medidas de mobilização interna. Um ano e meio de invasão russa em grande escala custou caro ao agressor, mas a rússia, habitualmente não costuma se importar com as perdas humanas. O regime russo ainda têm recursos de mobilização suficientes, mas os cidadãos já começam tentar evitar de serem arrastadas ao exército. É óbvio que isto é possível conseguir através de uma nova onda de mobilização. No entanto, é uma medida cada vez mais impopular, especialmente nas vésperas das eleições presidenciais russas marcadas para 2024. Consequentemente, o regime russo tenta procurar a «carne para o canhão» entre os cidadãos estrangeiros. Os imigrantes, os refugiados pobres dos países-aliados, parecem a saída mais lógica. Assim, a exploração de cidadãos estrangeiros permite ao Kremlin atrair recursos humanos adicionais para as suas operações militares, mesmo face às perdas crescentes.

Perfil social dos mercenários cubanos

Após analisar o despejo da caixa de correio do major Peryevozchikov (desde maio de 2023 ele é o chefe do escritório de contratação para o serviço militar na cidade russa de Tula), foi possível estabelecer os nomes, apelidos/sobrenomes, datas de nascimento e dados de passaporte de 199 mercenários, 198 deles cubanos, com a exceção do Diaz Romero Juan Pablo, um cidadão colombiano.

Olivia Fernandez Lázaro, o mercenário mais velho

A mercenário cubano mais velho é Olivia Fernando Lázaro. Ele nasceu em dezembro de 1955 e se sobreviver, em dezembro deste anos completará 69 anos. O mais novo é Mena Alvarez-Builla Yoender Raul, comemorou 18 anos em março deste ano. No entanto, a rússia não é exigente - os vovós e os putos também podem servir na linha da frente/front.

Mena Alvarez-Builla Yoender Raul, o mercenário mais novo

Os indivíduos identificados entraram na rússia entre julho e agosto de 2023 em grupos entre 10 à 30 pessoas, usando o aeroporto Sheremetyevo, provenientes da Belarus. Geralmente eles tiram uma foto do passaporte imediatamente após a chegada ao solo da federação russa. O motivo da visita à rússia é indicado como “turismo”. Possivelmente, durante o interrogatório, caso tiverem a sorte de serem capturados pelas FAU, dirão que “se perderam numa caminhada turística”.

A paragem/parada final é a Tula, onde os mercenários recebem um pacote completo de documentos, que são preparados antecipadamente em espanhol: tanto o questionário, como os dados para pagamento de dinheiro, o contrato, etc. O major Perevozchikov processa os dados dos cubanos, traduz a informação dos seus passaportes, entrega-lhes um contrato e promete as “montanhas douradas”. 

Segundo os documentos, aos cubanos é garantido um pacote social completo, semelhante ao que é fornecido aos militares contratados russos. O Estado russo oferece a um mercenário cubano cerca de 2.000 dólares mensais. É simplesmente impossível ganhar tanto dinheiro em Cuba.

Vejamos o retrato do mercenário cubano que vai para a guerra na Ucrânia: baixo status social, família numerosa, um entre muitos irmãos e irmãs, ou ele próprio pai de vários filhos.

A vida familiar quotidiana do mercenário Yasser Galindo Ruvalcaba

A legislação cubana proíbe as atividades mercenárias. Ao mesmo tempo, um cubano comum não pode chegar à rússia ou à Belarus às suas próprias custas - ele teria que trabalhar vários anos para conseguir o custo de passagem. Para chegar lá, um cubano precisa de financiamento das entidades e/ou autoridades, cubanas ou russas. Se ficar provado que o governo cubano está “emprestando” os seus cidadãos à rússia, isso significará que violou a sua própria legislação e prejudicará as relações oficiais de Havana com muitos países da região, para não mencionar os EUA.

Os dados dos mercenários cubanos foram entregues às agências de aplicação da lei e ordem da Ucrânia, e os seus nomes e fotos foram inseridos na base de dados Myrotvorets. Ucrânia procurará levar à justiça todos aqueles que apoiam os mercenários na agressão contra Ucrânia. Aos mercenários, Ucrânia e ucranianos garantem a recepção muy caliente...

Reação da Cuba

Em Cuba foi noticiado oficialmente que os agentes da lei expuseram uma rede de tráfico de seres humanos que envolvia a participação de cubanos na guerra contra Ucrânia, ao lado russo. Esta declaração foi publicada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações Exteriores de Cuba.

Trata-se da inclusão de cidadãos cubanos que viviam na rússia e em Cuba em formações militares. A polícia cubana relata que está «trabalhando para neutralizar a rede».

💬 Cuba não participa da guerra na Ucrânia. Atua e atuará de forma decisiva contra aqueles que, no território nacional, participem em qualquer forma de tráfico de pessoas para efeitos de emprego ou recrutamento, refere o comunicado.

No entanto, Ucrânia tem suspeitas fundadas de que as autoridades cubanas estão a agir desta forma, tentando encobrir a sua cooperação com a rússia na questão de fornecimento dos mercenários para a guerra contra Ucrânia. Afinal, numa sociedade autoritária e controlada pela polícia secreta, há uma probabilidade muitíssimo pequena de que as autoridades cubanas não tenham percebido o fluxo de pessoas que de repente, pela primeira vez na vida, obtiveram o passaportes, emitido apenas na capital de Cuba. Tal como as visitas de Patrushev e Lavrov a Cuba, bem como a formação dos cubanos em Belarus – tudo isto pode fazer parte do mesmo puzzle.

domingo, agosto 27, 2023

Neonazi e criminoso de guerra russo detido na Finlândia

Na Finlândia foi detido e preventivamente preso o neonazi e criminoso de guerra russo, um dos comandantes do bando DShRG «Rusich», Jan Petrovsky, que notabilizou-se pela tortura sádica e execução dos POW ucranianos. 

Jan Petrovsky (que também usa o nome de Voyslav Torden), nom de guerre «Slavyan», é o amigo e associado mais próximo de um outro conhecido neonazi russo, Alexei Milchakov. Juntos, eles torturaram e mataram os ucranianos na Ucrânia ocupada em 2014-16. Os líderes do bando «Rusich» eram camaradas de armas do brasileiro Rafael Lusvarghi, que se queixava, mais tarde, de ser chamado, juntamente com outros mercenários brasileiros de «macacos».

Milchakov (de capacete) e Petrovsky (de óculos) na Ucrânia ocupada, 2014

Sabe-se que desde 2004 Petrovsky/Torden vivia na Noruega, devido ao casamento da sua mãe. Em 2014-2016 ele participou na agressão militar contra Ucrânia, inserido na unidade neonazi russa «Rusich», afiliada com EMP «Wagner». Em 2022, após os ferimentos do líder do grupo, neonazi Alexey «Fritz» / «Serb» Milchakov, Jan Petrovsky assumiu o comando do unidade. Aparentemente, ele foi expulso da Noruega e detido na Finlândia, quando se preparava para voar à Nice. Após a sua detenção, Petrovsky/Torden tentou pedir, através do seu advogado o «asilo político» na Finlândia. 

Em 5 de setembro de 2014, bando «Rusich» sob o comando de Milchakov e Petrovsky organizou uma emboscada contra a coluna ucraniana de batalhão «Aydar» perto de Luhansk. Os POW ucranianos sobreviventes ao ataque foram torturados e mortos no local, os neonazis russos filmavam e fotografavam as atrocidades praticadas. Os vídeos já foram removidos da Internet, as fotos ainda podem ser encontradas. Milchakov e Petrovsky cortavam as orelhas aos ucranianos feridos, marcavam as suas faces com a imagem de suásticas, executando 6 prisioneiros com tiros na cabeça.

Por exemplo, na imagem do vídeo do canal propagandista russo Lifenews, é possível ver um soldado ucraniano ainda vivo, à quem os nazis russos cortaram na face o emblema do seu bando, a «suástica russa», famoso «kolovrat». Mais tarde, eles executaram este soldado, que se chamava Ivan Isyk.

Fragmento de uma conversa gravada em 2015 com os líderes do grupo neonazi «Rusich» Alexei Milchakov e Jan Petrovsky. Na conversa Petrovsky confessa que matou 6 prisioneiros de guerra ucranianos que foram capturados na batalha perto de Luhansk em 5 de setembro de 2014:

Fotos ainda mais horríveis foram postadas por Petrovsky e Milchakov de Debaltseve em 2015. Lá eles cortavam a pele dos rostos dos militares ucranianos capturados. Todas essas imagens são muito perturbadores, mas precisam de serem divulgadas para que fique muito claro quem exatamente foi preso na Finlândia.

@kazansky2017

Neste momento Ucrânia exige oficialmente a extradição do Jan Petrovsky, pela sua participação ativa nos crimes de guerra, cometidos na Ucrânia conta os cidadãos ucranianos. 

Escritório do PGR da Ucrânia ao Ministério da Justiça da Finlândia

Os próprios membros do bando neonazi já informaram, através do seu TG canal que se recusam de participar na guerra russa até que o seu «camarada» não seja libertado e entregue à rússia. 

Ultimato dos neonazis russos às autoridades russas:
«até que a situação ... não seja resolvida ... (entrega à rússia)
- «Rusich» para a execução de todas as tarefas de combate»

Por sua vez, aparentemente, a propaganda russa recebeu as ordens de se distanciar dos «nazis», afirmando literalmente que «participação nos combates não é uma indulgência ao nazismo» e que os membros do bando «não podem chantagear a pátria».

Propagandista russa 9 anos depois: «Participação nos combates na Donbas
desde 2014 não é indulgência ao nazismo».

Traidor Khodakovsky repara 9 anos depois: «difícil seguir a linha de denazificação
se alguém, nas próprias fileiras, exibe com orgulho a simbologia nazi».

O bando «Rusich» é notável pela ideologia nazi/neonazi dos seus membros. Nas suas páginas nas redes sociais a unidade advoga o extermínio total da Ucrânia e dos ucranianos, independentemente da sua idade ou gênero, incluindo as crianças. 

«matar todos os inimigos (não olhar ao género e idade)»

«Rusich»: «achamos que toda a população da Ucrânia (feminina desde 10 anos,
masculina desde 5 anos) não branca deve ser exterminada fisicamente»... «meninas... sejam entregues aos soldados russos em 2-3 unidades para cada...» 

O bando faz apologias ao estupro das ucranianas e à transformação das meninas ucranianas em escravas de procriação entregues aos «vencedores russos».  

Bónus

Nos arredores da vila de Kakhovka foi atingida a coluna logística dos ocupantes russos, pertencente à 205ª brigada separada de infantaria motorizada do exército russo. A mesma brigada que costuma reclamar o envio dos seus afetivos às ilhas do rio Dnipro, onde a unidade já perdeu bastantes homens e equipamentos.


sexta-feira, julho 07, 2023

Mercenário brasileiro na guerra russa contra Ucrânia

O mercenário brasileiro, paulista de origem arménia, Jacques Jacoubian (possivelmente Jacques Hagopian/Yacoubian), foi filmado na Ucrânia ocupada nas fileiras das tropas russas de ocupação.

O mercenário conta que há cerca de 18 anos atrás conheceu a sua esposa russa durante a viagem a Belarus, rússia e Ucrânia, a sua esposa é uma cidadã ucraniana, residente em Horlivka. Trabalhou numa fábrica de joalharia durante 30 anos e pretende voltar à profissão. De momento, serve como operador de morteiro na dita «122ª brigada» das FA russas, o antigo 1º AK da dita «dnr» de Horlivka. No caso da sua detenção será julgado e condenado, à semelhança do Rafael Lusvarghi, pela sua participação nas atividades de formações armadas ilegais, atividades punidas com as penas de até 15 anos de prisão efetiva, segundo o CP da Ucrânia.


Na visão do mercenário, os brasileiros que lutam defendendo Ucrânia fazem isso por «muito dinheiro», porque «no Brasil há muitos desempregados», os defensores da Ucrânia «simplesmente não entendem, pelo que estão lutando» e fazem tudo «por causa do dinheiro». 

Já o próprio mercenário luta «pela sua esposa e pela família dela» (já que diz que não tem família no Brasil e que os seus país morreram), «pela sua terra» e pela «casa que comprou aqui», tudo motivações absolutamente nobres. 

Fonte1; Fonte2

Blogueiro

Agradecemos a informação adicional sobre a identidade deste mercenário, que naturalmente merece ser adicionado à lista dos mercenários estrangeiros da base de dados Myrotvorets.

Bónus

Recentemente na Ucrânia foi liquidado o mercenário sérvio Uros Prvulovic, nascido em 1993 em Krusevac, que participou na agressão militar contra Ucrânia na Donbas por mais de um ano, chegando passar pelas masmorras dos próprios separatistas em Luhansk e foi liquidado em 28/04/23 na batalha de Bakhmut, ultimamente pertencendo às fileiras do grupo terrorista russo EMP Wagner.