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domingo, novembro 09, 2025

❗️ Os mercenários do Quirguistão mortos na guerra neocolonial russa na Ucrânia

Pelo menos 143 cidadãos do Quirguistão já morreram após serem recrutados para o exército russo. A lista de mortos divulgada pelo projeto ucraniano «Quero Viver» não é completa, nem exaustiva – inclui apenas os nomes daqueles cujas mortes tiveram confirmações confiáveis ​​de fontes privilegiadas no exército russo. 
Faça click para consultar a lista completa

Esta lista dá continuidade a uma série de publicações sobre o recrutamento de cidadãos estrangeiros pela rússia para lutar na guerra contra Ucrânia. «Quero Viver» já publicou a listas com nomes de 687 cidadãos quirguizes recrutados pelos russos, que GUR MOU conseguiu identificar. 

Assim como nos outros países da Ásia Central, a rússia está intensificando o recrutamento no Quirguistão. Dos mercenários que identificamos, 135 assinaram contratos em 2023 e 326 em 2024. Em menos de oito meses de 2025, pelo menos 400 cidadãos quirguizes se alistaram no exército russo. 

A rússia considera extremamente útil recrutar cidadãos estrangeiros para suas unidades de assalto. Certo que, sem um combate judicial ativo às suas redes de recrutamento russo, o número de mercenários continuará a crescer. Dado que os estrangeiros são habitualmente designados para unidades de infantaria de assalto, e o seu treino/amento dura entre alguns dias até, no máximo, duas semanas, a maioria deles corre o risco sério de morrer. 

Blogueiro: como sempre, é útil comparar os números. Assim, mais de 7.000 quirguizes participaram na sangrenta guerra colonial soviética no Afeganistão, que durou, ao certo, nove anos, um mês e 21 dias (3.340 dias). Destes, 254 foram mortos e cerca de 1.500 ficaram feridos. Aproximadamente 600 veteranos retornaram da guerra com deficiências físicas permanentes.

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sábado, abril 19, 2025

Ucrânia revela os nomes dos mercenários do Quirguistão

O centro ucraniano «Quero viver» continua a publicação de listas dos mercenários estrangeiros, lutando ao lado da federação russa. Hoje é a vez dos mercenários de Quirguistão, um país pobre da Ásia Central. 

Oficialmente, na guerra entre rússia e Ucrânia, o Quirguistão assume uma posição neutra, mas a rússia livremente recruta os quirguizes, bem como outros cidadãos dos estados da Ásia Central pós-soviética, para compensar rapidamente as perdas dos primeiros meses da invasão e da contra-ofensiva ucraniana na região de Kharkiv no outono de 2022. 

Consultar a lista

As fontes dentro do exército russo forneceram a lista de nomes de 360 ​​cidadãos do Quirguistão que assinaram um contrato com o exército russo. A lista está incompleta, o número real de mercenários é maior. O mais novo da lista tem 18 anos (assinou o contrato quase imediatamente após atingir a maioridade), o mais velho tem 63. 

Pelo menos 38 pessoas desta lista já morreram, existem informações sobre a data da sua morte e o local do sepultamento (recorde são 12 dias do momento da assinatura do contrato até a morte). 

Assim como no caso dos cidadãos do Cazaquistão, os quirguizes são recrutados por meio de enganos, promessas vazias de «salários altos», além de ameaças e coerção. Há muitos cidadãos do Quirguistão entre os emigrantes na federação russa, muitas vezes ilegais. Muitos deles mordem a isca na forma de promessa da cidadania russa ou se tornam vítimas das rusgas da polícia russa. 

Alisher Tursunov estava visitando seu filho na rússia, em Ryazan. Ao ir à loja para comprar kefir, ele foi sequestrado pela polícia russa. Os agentes, ao notarem um rosto “não russo”, agarraram o homem para enviá-lo à morte certa. Para a realidade russa isso já se tornou comum. 

Tursunov, de 57 anos, foi levado para um centro de detenção, onde foi espancado e forçado a assinar um contrato com o Ministério da Defesa russo. Então, em poucos dias, ele se viu na linha de frente em algum lugar na região de Luhansk.

 

Alguns dos que chegaram com Alisher foram enviados imediatamente para o ataque: das 17 pessoas, apenas duas sobreviveram. Ele teve sorte, já que seu grupo foi forçado a cavar trincheiras. Aproveitando o momento após o bombardeio, ele conseguiu fugir, chegando às posições ucranianas e se rendeu. A primeira coisa que Tursunov ouviu dos militares ucranianos foi: «Não tenha medo. Ninguém encostará um dedo em você.» Os ucranianos cumpriram a palavra, deram-lhes algo para beber e comer, e o levaram para um lugar seguro.

As autoridades quirguizes ainda não comentaram a lista publicada. Assim como no Cazaquistão, a participação em conflitos no território de outros estados da República do Quirguistão está sujeita a punição criminal. É verdade que, desde o início da invasão em larga escala da federação russa na Ucrânia, apenas dois cidadãos do país foram levados à justiça, apesar de, somente de acordo com dados abertos, mais de 70 quirguizes terem morrido na guerra na Ucrânia. De acordo com informações OSINT, quer o número de mortos, quer o número total de cidadãos do Quirguistão recrutados pelo exército russo são bastante maiores. 

Beknazar Borugul uulu (esquerda) e Askar Kubanychbek uulu (direita),
condenados no Quirgustão por participação na guerra na Ucrânia.

Lembramos repetidamente que todos os estrangeiros que vão lutar pela federação russa não passam de peças descartáveis para as autoridades russas. Não importa o que um recrutador ou um camarada militar tenha prometido, não vale a pena arriscar sua vida pela guerra de outros longe de casa. Além disso, em quase todos os casos os mercenários são enganados. Mesmo que consigam um passaporte russo, isso não os salva de serem enviados para a morte certa na linha da frente, o que foi provado por vários representantes dos povos indígenas da rússia e outras minorias étnicas. 

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Uma operação de rotina das forças paramilitares e da polícia russa, dirigida à detenção de cidadãos quirguizes ocorreu recentemente em um dos banhos públicos de Moscovo/ou. Paramilitares não identificados e mascarados detiveram os homens por várias horas até a chegada da polícia russa, que espancava e humilhava os presentes: 

Imediatamente após o aparecimento do vídeo, houve a reação oficial do Quirguistão oficial - o embaixador russo foi chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações Exteriores, onde recebeu uma nota oficial, e os deputados quirguizes exigiram ações mais decisivas do seu governo em resposta às ações ilegais do lado russo. Na resposta, a parte russa informou oficialmente, que o ministério do interior russo «agiu dentro da lei».

domingo, fevereiro 16, 2025

Mercenários da Ásia Central usados e esquecidos pelas autoridades russas

Mercenário de cara descoberta é quirguiz Alisher Tursunov, liberto numa das trocas dos POW

Mais de 50 POW russos, cidadãos e originários de países da Ásia Central, estão presos na Ucrânia, todos eram militares do exército russo, informa  «Rádio Azattyk». 

O Governo ucraniano informa que mais de 50 militares originários da Ásia Central que combateram ao lado das forças russas foram capturados pelas FAU. Entre eles, mais de 30 pessoas são cidadãos destes países, outros são cidadãos russos nascidos naquela região ou possuem duas cidadanias. 

Atualmente, entre os POW reconhecidos oficialmente pela Ucrânia, encontram-se 54 representantes dos povos da Ásia Central. Entre eles, contam-se: 1 quirguiz, 21 cazaques, 18 tadjiques e 14 uzbeques. Alguns deles possuem passaportes russos. Por exemplo, dos 21 POW do Cazaquistão, apenas seis são cidadãos do Cazaquistão, os restantes são cidadãos da rússia. 

Mercenário uzbeque, 46 anos, capturado
em 16 de dezembro de 2024 na frente de Zaporizhia pela Brigada
«Spartan» da Guarda Nacional da Ucrânia (NGU)

A Vice-Primeira-Ministra e Ministra da Justiça da Ucrânia, Olha Stefanyshyna, explica o seguinte: 

«A informação sobre a cidadania dos prisioneiros de guerra é frequentemente estabelecida a partir das suas palavras, uma vez que os documentos que confirmam a sua identidade estão, na maioria dos casos, ausentes. O Ministério da Justiça da Ucrânia considera que os prisioneiros de guerra localizados em centros e campos de detenção ucranianos, independentemente da cidadania, têm o mesmo estatuto legal, consagrado em atos jurídicos internacionais e nacionais.» 

O projeto ucraniano “Eu Quero Viver” ajuda aos militares russos e aos mercenários estrangeiros a renderem-se voluntariamente e salvar as suas vidas. 

Os russos utilizam há muito tempo activamente a prática de recrutamento de migrantes do espaço pós-soviético. Para eles, um quirguiz ou tadjique sempre foi visto como a mão-de-obra disponível e barata em todos os sentidos da palavra. Ora, no contexto da necessidade de repor perdas enormes e regulares do exército russo, os migrantes tornaram-se um dos alvos prioritários do Ministério da Defesa russo. São forçados aderir ao exército russo através de fraude e/ou coerção ou, então são tentados pelas grandes somas de dinheiro, o que na maioria dos casos se torna uma sentença de morte e um bilhete de apenas ida. 

A propaganda do serviço no exército russo dirigida aos cidadãos do Quirguistão

O Quirguistão proíbe os seus cidadãos de participar em ações militares no território de outros países e pune aqueles que participam. O Comité Estatal de Segurança Nacional do Quirguistão recorda que os participantes em ações militares serão responsabilizados de acordo com o artigo 256º do Código Penal da República do Quirguistão (“Participação de um cidadão da República do Quirguistão em conflitos armados ou ações militares no território de um estado estrangeiro ou em treino para cometer um ato terrorista”). O artigo 416º do Código Penal da República do Quirguistão prevê uma pena de até 15 anos de prisão pelo recrutamento, financiamento e participação em guerra. 

As autoridades uzbeques alertaram que os cidadãos que participarem em operações militares no território de outros países serão responsabilizados ao abrigo do artigo “mercenarismo”. Os acusados ​​de tais crimes enfrentam penas de prisão que variam entre 5 à 10 anos.

quinta-feira, agosto 17, 2023

«Wagnerista» detido no Quirguistão por ser mercenário russo

O serviço secreto do Quirguistão (GKNB) deteve um cidadão nacional, que participou, como mercenário russo, na guerra contra Ucrânia nas fileiras da EMP «Wagner».

O homem, conhecido como «BuB» foi trabalhar na rússia, onde foi preso, por cometer algum crime. Na cadeia foi recrutado para lutar na Ucrânia como parte de grupo mercenário, após disso recebeu o perdão russo. Voltando para casa no Quirguistão, ele foi preso, no dia 1 de agosto corrente, pois o seu país proíbe o mercenarismo e a participação em hostilidades no território de outros estados.

Bónus

O vídeo mais completo da unidade ucraniana de assalto, em que o seu HAMVEE é atingido por uma mina, mas nenhum dos militares ucranianos fica ferido e todos continuam o combate e a limpeza do leste da Ucrânia dos ocupantes russos. 



domingo, dezembro 02, 2018

Melanie – cover da canção ucraniana Plakala

Imagem: printscrean YouTube
A cantora Melanie do Quirguistão apresentou a sua versão cover da canção ucraniana Plakala (Chorei) do grupo Kazka. Melanie canta em ucraniano, até agora é melhor cover da canção original, que já foi vista por mais de 65 milhões de pessoas.
Contactar e/ou seguir Melanie:
+ 99 6554475574

O vídeo oficial ucraniano que já teve 65.848.893 visualizações!: