Contudo, o ministério não explicou publicamente como é que exactamente estas 16 pessoas foram parar à guerra ou em que circunstâncias morreram. Ao mesmo tempo, os familiares das vítimas foram aconselhados a contactar o Ministério dos Negócios Estrangeiros para esclarecimentos.
Para os russos, os camaroneses, assim como todos os outros africanos e estrangeiros em geral, são ítens descartáveis. Recrutá-los é mais barato do que recrutar qualquer cidadão russo – por alguns milhares de dólares, estão dispostos a viajar meio mundo e a realizar qualquer trabalho. São mais fáceis de enganar e ninguém será responsabilizado pelas suas mortes.
Anteriormente, o projeto ucraniano «Quero Viver» publicou os nomes de quase 200 cidadãos camaroneses que assinaram contratos com o exército russo entre 2023 e 2025. Atualmente, «Quero Viver» possui os nomes de 383 camaroneses no exército russo, dos quais pelo menos 93 morreram. Claramente, estes estão longe de serem todos os cidadãos deste país africano que se viram a combater numa guerra estrangeira a milhares de quilómetros de casa.
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No total, o projeto «Quero Viver» conhece os nomes e as identidades de quase 2.500 africanos que assinaram contratos com o Ministério da Defesa russo. Destes, sabe-se com certeza que mais de 300 morreram. Anteriormente foram publicadas as listas com centenas de mercenários de vários países africanos, incluindo cidadãos camaroneses. Ucrânia apela constantemente aos governos de todos os países cujos cidadãos a rússia recruta para a sua guerra neocolonial, bem como a toda a comunidade internacional, para que envidem todos os esforços para pôr fim a esta prática criminosa. A pressão sobre Moscovo já está a dar frutos: as autoridades da Índia, da África do Sul e do Quénia, pelo menos, conseguiram impedir o recrutamento dos seus cidadãos para as fileiras do exército de ocupação.
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