Este vídeo mostra a cerimónia de entrega dos restos mortais de 32 mercenários cubanos que serviram de segurança ao ditador venezuelano Nicolás Maduro. Todos morreram durante a operação norte-americana para capturar Maduro. As autoridades cubanas decretaram duas semanas (!) de luto nacional.
O projeto ucraniano «Quero Viver» publica a lista de 54 mercenários cubanos que morreram na guerra contra Ucrânia enquanto serviam no exército russo. Não é uma lista exaustiva das perdas de mercenários cubanos, mas apenas daqueles cujas mortes são confirmadas.
Morreram de armas em punho a dez mil quilómetros de casa. Os seus nomes são conhecidos tanto em Moscovo/ou como em Havana, mas não há homenagens, luto ou qualquer menção pública a estes homens. Não há discursos grandiosos, memoriais erguidos e não se escreve nenhum artigo nos «pravdas» cubanos sobre eles.
Muito provavelmente, os seus restos mortais nunca regressarão à sua ilha natal e permanecerão, como adubo, nas florestas ucranianas de Donbas. Havana, oficialmente, não reconhece os seus mercenários recrutados pela rússia por dinheiro — nem os que morreram, nem os que talvez ainda estejam vivos, cujas listas foram publicadas anteriormente. Cuba também não se recorda dos seus cidadãos capturados pela Ucrânia.
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