sexta-feira, janeiro 16, 2026

O retorno dos mercenários cubanos da Venezuela e da Ucrânia

No momento em que Cuba celebra pomposamente o retorno de 32 mercenários cubanos que serviram de segurança ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, ninguém se lembrou dos 54 mercenários cubanos que morreram na guerra contra Ucrânia ao serviço do exército russo. 

Este vídeo mostra a cerimónia de entrega dos restos mortais de 32 mercenários cubanos que serviram de segurança ao ditador venezuelano Nicolás Maduro. Todos morreram durante a operação norte-americana para capturar Maduro. As autoridades cubanas decretaram duas semanas (!) de luto nacional. 

O projeto ucraniano «Quero Viver» publica a lista de 54 mercenários cubanos que morreram na guerra contra Ucrânia enquanto serviam no exército russo. Não é uma lista exaustiva das perdas de mercenários cubanos, mas apenas daqueles cujas mortes são confirmadas.

Morreram de armas em punho a dez mil quilómetros de casa. Os seus nomes são conhecidos tanto em Moscovo/ou como em Havana, mas não há homenagens, luto ou qualquer menção pública a estes homens. Não há discursos grandiosos, memoriais erguidos e não se escreve nenhum artigo nos «pravdas» cubanos sobre eles. 

Muito provavelmente, os seus restos mortais nunca regressarão à sua ilha natal e permanecerão, como adubo, nas florestas ucranianas de Donbas. Havana, oficialmente, não reconhece os seus mercenários recrutados pela rússia por dinheiro — nem os que morreram, nem os que talvez ainda estejam vivos, cujas listas foram publicadas anteriormente. Cuba também não se recorda dos seus cidadãos capturados pela Ucrânia.

Há nisto uma certa ironia cruel: depois, destas cubanos morrerem no esquecimento, os seus nomes são preservados precisamente por ucranianos, somente por aqueles que eles vieram matar por dinheiro...

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