sábado, janeiro 17, 2026

Os mercenários africanos na rússia: «carvão descartável»

Um excelente vídeo promocional de «bons empregos na rússia» para os estrangeiros. Não importa se são africanos, latino-americanos ou asiáticos. A voz-off russa deixa tudo muito claro: assinou o contrato com exército russo? Prepare-se para se tornar mais uma unidade descartável.

O vídeo à seguir mostra um mercenário africano chamado Francis, que foi requalificado pelos russos, à força, passando de soldado de infantaria à kamikaze, que carrega, amarrada, ao seu corpo, uma bomba de fumaça, a UDSh-U. O próprio Francis, visivelmente, não ficou nada contente com esta «promoção», mas acaba por sofrer as consequências de tentar construir o seu próprio «futuro melhor», baseado no sofrimento e nas mortes dos ucranianos. A voz do militar russo (liquidado pelas FAU, o vídeo foi extraído no seu telemóvel) explica, que hoje Francis servirá de «abre-latas», ou seja, será lançado contra as posições ucranianas, unicamente, para que os ocupantes russos tentarem detectar as suas localizações exatas. 

Para o ministério da defesa russo, os cidadãos dos países africanos são uma verdadeira mina de ouro: não falam a língua russa, acreditam facilmente em qualquer mentira sobre empregos «bem remunerados» e estão prontos para assinar qualquer documento sem o ler. Mais importante ainda, são baratos e ninguém se importa com as suas mortes, ninguém será responsabilizado. Estamos certos de que veremos vídeos como este vezes sem conta – em vários países onde a rússia recruta «carne para canhão» / «boi de piranha», os governos locais não interferem, e até colaboram tacitamente com Moscovo/ou nesta questão, enviando deliberadamente os seus cidadãos para a morte certa. 

Num outro caso, Richard Akantoran, cidadão da Uganda, foi para a rússia em busca de trabalho. O agente prometeu-lhe um emprego num supermercado, numa fábrica ou como segurança no aeroporto. Para um homem que ganhava 50 dólares por mês, a oferta parecia tentadora. Chegou pedir dinheiro emprestado para comprar a passagem / o bilhete para Moscovo/ou. 

Ao chegar à rússia, ele e outros três ugandeses foram imediatamente levados para uma instalação militar em Balashikha, onde os literalmente obrigaram a assinar os contratos. Depois disso, foram prontamente enviados para a linha da frente num abrigo improvisado e infestado de insetos. Akantoran escapou por pouco, assim como o seu amigo queniano, Evans Kibet, que, na primeira oportunidade, conseguiu fugir do local, se rendendo aos militares ucranianos.

Para saber mais sobre como o governo russo está a recrutar estrangeiros para combater na Ucrânia, veja o documentário ucraniano “Mercenários”:

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