Na noite de 26 de agosto, operadores do 1º Centro de Operações Especiais, juntamente com outras Unidades de Defesa Estratégica SSO-SOU, atacaram a refinaria de petróleo «Lukoil-Nizhegorodnefteorgsintez», perto de Kstovo, na região de Nizhny Novgorod, na rússia.
Ataques repetidos podem atrasar significativamente as reparações em equipamentos danificados, o que é crucial para o reinício das operações.
Ao mesmo tempo, Ucrânia está também a atacar as instalações de armazenamento de petróleo: as que se encontram perto de refinarias; partes da infraestrutura de transporte de combustível (11 ataques); depósitos de petróleo (26 ataques); portos de carregamento de petróleo (11 ataques).
Tais ataques, observa o investigador, também desempenharam um papel significativo na actual crise dos combustíveis na rússia. No total, de acordo com os cálculos do investigador, 130 instalações de infraestruturas de petróleo e combustível russas de todos os tipos foram atacadas desde o início do ano.
Isto resulta em enormes prejuízos que nem o aumento dos preços do petróleo consegue compensar para o governo russo.
Molen observa também a eficácia dos ataques repetidos, que impedem os russos de voltar a colocar as instalações em funcionamento, apesar das reparações rápidas.
No entanto, o investigador acredita que os ataques a componentes-chave das refinarias, em vez de tanques de armazenamento de petróleo, são os mais eficazes — embora estes últimos atraiam mais a atenção dos media devido à abundância de fogo e fumo.

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