quinta-feira, agosto 27, 2026

⛽️ Ucrânia atingiu pelo menos 28 refinarias russas em 2026

Segundo o investigador de OSINT, Clément Molin, Ucrânia atacou, por 81 vezes 28 refinarias de petróleo russas desde o início de 2026. Das 20 maiores refinarias russas, Ucrânia atacou 17; algumas, incluindo as de Ryazan, Orsk e Perm, sofreram danos significativos.

Na noite de 26 de agosto, operadores do 1º Centro de Operações Especiais, juntamente com outras Unidades de Defesa Estratégica SSO-SOU, atacaram a refinaria de petróleo «Lukoil-Nizhegorodnefteorgsintez», perto de Kstovo, na região de Nizhny Novgorod, na rússia.

A refinaria de Yaroslavl foi atacada nove vezes, as refinarias de Ilsky, Saratov, Syzran e Tuapse foram atacadas cinco vezes cada, e as refinarias de Kstovo, Volgogrado, TAIF em Nizhnekamsk e Bashneft em Ufa foram atacadas quatro vezes cada.

Ataques repetidos podem atrasar significativamente as reparações em equipamentos danificados, o que é crucial para o reinício das operações.

Ao mesmo tempo, Ucrânia está também a atacar as instalações de armazenamento de petróleo: as que se encontram perto de refinarias; partes da infraestrutura de transporte de combustível (11 ataques); depósitos de petróleo (26 ataques); portos de carregamento de petróleo (11 ataques).

Uma explosão de proporções épicas e de grande escala ocorreu no Complexo de Gás e Química Amursky, uma instalação estratégica de extrema importância para a rússia, situada à uma distância de 6.000 km da Ucrânia. Até ao momento, sabe-se que mais de 130 trabalhadores ficaram feridos, 5 dos quais mortos.

Tais ataques, observa o investigador, também desempenharam um papel significativo na actual crise dos combustíveis na rússia. No total, de acordo com os cálculos do investigador, 130 instalações de infraestruturas de petróleo e combustível russas de todos os tipos foram atacadas desde o início do ano.

Isto resulta em enormes prejuízos que nem o aumento dos preços do petróleo consegue compensar para o governo russo.

Molen observa também a eficácia dos ataques repetidos, que impedem os russos de voltar a colocar as instalações em funcionamento, apesar das reparações rápidas.

No entanto, o investigador acredita que os ataques a componentes-chave das refinarias, em vez de tanques de armazenamento de petróleo, são os mais eficazes — embora estes últimos atraiam mais a atenção dos media devido à abundância de fogo e fumo.

Sem comentários: