Na noite de 30 de agosto, as Forças de Defesa da Ucrânia realizaram uma série de ataques contra depósitos e locais de lançamento de drones russos de ataque.
No aeródromo militar de Tsimbulova, na região de Orel, foi atingido o sistema de lançamentos e o depósito de drones.
Nessa mesma noite, as Forças de Defesa da Ucrânia atacaram depósitos, locais de preparação e lançamento de drones de ataque nas regiões de Orel
e Rostov. Houve ataques ao aeródromo militar em Yeysk e no Mar Negro. Os militares ucranianos também aplicaram sanções de longo alcance à refinaria na região de Leninegrado, que contribui
mensalmente com milhões de dólares para o orçamento militar russo. A eficácia dos ataques de longo alcance foi também confirmada durante a semana, em particular em instalações
no Bascortostão e na região de Arkhangelsk.
A rússia deve sentir todos os dias que a sua guerra está a voltar para o lugar da onde veio. É importante que a influência ucraniana de longo alcance seja complementada
por novas medidas de sanções por parte dos parceiros [ocidentais] contra as infraestruturas militares russas. A grande maioria dos meios através dos quais o agressor aterroriza as cidades e comunidades
ucranianas simplesmente não pode funcionar sem milhares e milhares de componentes, produtos químicos e máquinas estrangeiras. Estamos constantemente a fornecer aos parceiros detalhes dos esquemas russos
para contornar as sanções. Estou grato a todos os que ajudam a acabar com eles, escreveu presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy.
Os drones ucranianos middle-strike estão a incendiar os camiões TIR com a matrícula russa nos territórios ocupados dos sudeste da Ucrânia. Um camião
russo à arder nos arredores da cidade ocupada de Melitopol.
A cidade ucraniana de Slavyansk recebe a «ajuda russa». Uma bomba planadora de meia tonelada demoliu metade de um edifício; pessoas estão soterradas sob os escombros – os mesmos residentes russófonos de Donbas pelo destino dos quais
putin e ministro lavrov tanto se preocupam.
Na
região de Moscovo, continuam as lutas corporais já habituais pela posse de combustível nos postos de abastecimento locais. A NATO fuma nervosamente à margem
do conflito:
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