Entre 1 à 3 de junho os ocupantes russos lançaram dois ataques aéreos massificados contra a cidade de Kyiv, usando 73 mísseis de diversos tipos e mais de 650 drones. Em Kyiv e Dnipro morreram 22
civis, incluindo duas crianças e mais de 100 civis foram feridos. Foram atingidos vários edifícios residenciais, stands de automóveis e prédios de escritórios.
No distrito de Shevchenkiv, em Kyiv, uma mãe com duas crianças corria para um abrigo no momento do ataque russo: ela morreu no local e os seus dois filhos foram hospitalizadas.
Uma mulher nascida em 1949 e um homem nascido em 1977 morreram no local.
Tudo que se consegui salvar...
Os russo de munição de fragmentação contra os alvos civis
É o puro terror russo dirigido contra os civis ucranianos. O mesmo padrão russo usado nos últimos 4 anos, quando tentaram intimidar os civis ou as embaixadas estrangeiras.
Centro policlínico no bairro de Teremky, em Kyiv
«Um alvo militar importante» – atingiram um centro policlínico no bairro de Teremky, em Kyiv...
Os drones «Shahed» russos atingiram edifícios altos em Dnipro e, por algum motivo, também um concessionário de automóveis chineses «Zeekr» em Kyiv (vídeo acima).
Um míssil Zircon atingiu sete edifícios de uma só vez. Os «Shaheds» também atingiram edifícios residenciais em Kharkiv, Zaporizhzhia e na região de Poltava. Houve ataques
nas regiões de Chernihiv, Sumy e Kherson e a região de Khmelnytskyi, escreveu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy.
Cidade de Dnipro: uso russo de munição de fragmentação contra os alvos civis
Cada um destes drones, todos os tipos de mísseis russos, não podem ser produzidos sem componentes importados de outros países. Isto significa que em cada ataque deste tipo
há – talvez nem sempre consciente, mas ainda assim real – a cumplicidade daqueles que trabalham para a rússia, que fornecem dinheiro à rússia, que a ajudam a contornar as sanções
e encontram não apenas um ou dois, mas milhares de componentes sem os quais a produção militar russa simplesmente pararia.
Cinco mísseis «Kalibr» contêm 145 destes componentes. Trinta e três mísseis «Iskander» contêm 1.122 componentes. Seiscentos e cinquenta
drones de ataque de vários tipos contêm mais de 17.000 componentes, sem os quais não poderiam ser produzidos na rússia. Trata-se de esquemas de grande escala concebidos para contornar as sanções.
E esta é uma complexidade absolutamente real nas matanças.
O projeto ucraniano «Quero Viver» publica a lista dos membros das forças especiais russas, dos Centros de Treino/amento Especial de «Kubinka» e «Senezh», liquidados na Ucrânia, assim como de diversos outros membros das forças especiais e unidades do GRU.
Há alguns dias, foi lançado um documentário sobre a aniquilação de um grupo sabotador (DRG) do Centro de Treinamento Especial de «Senezh», que
tentava penetrar na região ucraniana de Chernihiv. O grupo foi liquidado por militares ucranianos do 54º Batalhão de Reconhecimento Separado das FAU e do 105º Destacamento de Guarda-fronteira «Volodymyr,
o Grande». Seis oficiais de «Senezh» foram mortos, tendo seus corpos, armas e equipamentos apreendidos.
Os Centros de Treino/amento Especial de «Senezh» e «Kubinka» são unidades-chave das Forças de Operações Especiais russas, reportando-se diretamente
ao Estado-Maior. Seu pessoal passa por rigorosa seleção e treino/amento de acordo com os padrões ocidentais e é designado para realizar as missões mais complexas e arriscadas no exterior.
Essas unidades estiveram na vanguarda da formação das Forças de Operações Especiais russas (SOF) e são consideradas a «elite da elite» entre as forças de segurança.
As perdas destes operativos são particularmente dolorosas para a rússia. Cada um deles não é um soldado comum, mas um especialista que passou por anos de treino/amento.
Treino do oficial leva anos e requer recursos significativos. A eliminação de grupos inteiros destes operativos representa perdas não apenas táticas, mas também estratégicas –
um enfraquecimento do efetivo principal dos serviços especiais russos e uma redução em sua capacidade de conduzir operações complexas fora da rússia.
No entanto, essas estão longe de ser as únicas perdas de unidades de elite russas na Ucrânia. São conhecidos os nomes de pelo menos 58 operativos das SOF, GRU e FSB
mortos na Ucrânia. Além disso, foram identificados os nomes de mais de dois mil militares das brigadas de forças especiais da Diretoria Principal do Estado-Maior General das Forças Armadas russas;
uma lista desses militares será publicada separadamente.
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«Ritual de sangue» dos recrutas de «Senezh»
Um dos rituais mais macabros, praticados pelo agrupamento «Senezh», é assim chamado de «ritual de sangue». Isso ocorre quando, após a formatura, os operativos
russos entram no território da Ucrânia como parte de DRG e precisam voltar com o corpo de um soldado ucraniano morto. Se não conseguem «trazer» um soldado, eles matam um civil.
Uma dessas vítimas civis do DRG russo conhecidas na fronteira da região de Chernihiv foi um morador de Kostobobrov, Viktor Tupytsia. Seu carro foi metralhado pelos russos na estrada
entre as aldeias de Hremyachka e Leonivka em 10 de janeiro de 2024, informa TV Suspilne.
Um ataque maciço da rússia à Ucrânia durou mais de 12 horas. Ataques selvagens, um terror deliberado e dirigido contra cidades comuns – quase 500 drones de
ataque e mais de 40 mísseis, incluindo mísseis «Kinzhal». Esta manhã, os drones «shahed» russo-iranianos estão novamente nos céus da Ucrânia, escreve presidente
Volodymyr Zelensky.
Os principais alvos dos ataques inimigos foram Kyiv e a região de Kyiv, as regiões de Zaporizhzhia, Khmelnytskyi, Sumy, Mykolaiv, Chernihiv e Odesa. Na capital, o edifício
do Instituto de Cardiologia ficou danificado. Até ao momento, quatro pessoas foram mortas em Kyiv, incluindo uma menina de 12 anos. Em toda Ucrânia, sabe-se que pelo menos 40 pessoas ficaram feridas, incluindo
crianças.
Uma unidade de produção de pão, uma fábrica de pneus, residências e edifícios de apartamentos, bem como outras infraestruturas civis, foram danificadas
pelos ataques. Todos os serviços de emergência estão em funcionamento no local.
Cidade de Zaporizhia
Cidade de Zaprorizhia
Cidade de Sumy
Cidade de Sumy
Cidade de Kyiv
Este vil ataque ocorreu praticamente no encerramento da semana da Assembleia Geral da ONU, e é exactamente assim que a rússia declara a sua verdadeira posição. Moscovo
quer continuar a lutar e a matar, e merece a mais dura pressão do mundo. O Kremlin beneficia da continuidade desta guerra e deste terror enquanto obtiver receitas com energia e operar uma frota «fantasma»
de petroleiros. Ucrânia continuará a retaliar para privar a rússia destas fontes de receitas e obrigá-la a recorrer à diplomacia. Todos os que desejam a paz devem apoiar os esforços
do Presidente Trump e travar quaisquer importações russas. O momento para uma ação decisiva já passou há muito tempo, e contamos com uma resposta firme dos Estados Unidos, da Europa,
do G7 e do G20.
A jovem ucraniana Oleksandra Polishchuk, de apenas 12 anos, foi hoje morta por terroristas russos com um ataque direto de um drone suicida, dirigido contra um prédio de habitação. A sua mãe está
hospitalizada em estado grave.
Uma mulher solitária vivia no quarto andar, acamada há mais de 10 anos após um AVC. Ligou para as pessoas que a socorriam para as avisar da chegada, e estas ligaram para
a ambulância a avisar que havia uma pessoa no quarto andar que não conseguiria sair sozinha. Os socorristas chegaram a tempo. Ela respirava fumo e fogo. Ela está na UCI.
Uma mulher solitária também vivia no quinto andar e tinha paralisia cerebral. No ano passado também partiu a perna. A sua amiga de infância da casa em frente, que
também ficou ferida, está à procura de informações sobre ela – não está em nenhuma lista e ninguém a viu/ouviu. Ela espera ter caído durante o alarme. Mas
onde?..
Em 9 de março de 2022, nos arredores de Kyiv, os defensores da capital ucraniana aniquilaram a coluna de MBT russos. O vídeo da destruição dos tanques se espalhou
por toda Ucrânia. Foi acompanhado por uma interceptação de rádio na qual um dos ocupantes relatou perdas enormes.
Os russos identificaram a direção de Brovary como uma das principais vias para capturar a cidade de Kyiv. Para romper a defesa ucraniana, eles concentraram ali um punho blindado
– colunas de tanques e veículos blindados.
A coluna russa avançando sobre Kyiv
Manchas vermelhas são as forças russas à cercar Kyiv
Esta coluna deveria invadir a capital. Mas foi detida por unidades da 72ª Brigada Mecanizada «Zaporozhianos Negros», forças de operações
especiais SSO «Azov» e da 112ª Brigada de Defesa Territorial (TrO).
Caçadores de blindados da TrO
No momento da invasão russa, a 112ª Brigada tinha apenas 4 operadores do sistema de mísseis antitanque «Stugna-P». Eles montaram uma emboscada perto da vila de
Skybyn (5 km de Brovary na auto-estrada M01 Kyiv – Chernihiv).
Soldado «Marine», 112ª Brigada de TrO
«Esperamos os russos por 15 dias. Já soubemos (dos crimes russos) de Bucha e Hostomel. Queríamos ir embora. Mas o alto comando respondeu: estamos contando com vocês, devem permanecer lá”, relembra o soldado «Marine».
Recepção da coluna russa
«No dia 24 (de fevereiro), nos mostraram os lugares para ficar. Um grupo – nos trilhos ferroviários, dois em linha reta na direção frontal, e nós, nos
flancos», conta o «Marine».
Então, em 9 de março de 2022, as unidades da TrO receberam a coluna russa que se deslocava da direção de Chernihiv.
Soldado «Maddison», 112ª Brigada de TrO
“Era simplesmente um campo de tiro”, relembra aquele dia o soldado «Madison» da 112ª Brigada.
Destruição do «punho blindado»
Pela primeira vez, os ucranianos souberam das consequências daquela batalha para os russos por meio de uma interceptação de rádio, que foi acompanhada por imagens
da destruição de tanques russos.
«O 6º Regimento, ainda não posso reportar, ainda estou coletando os dados. Houve muitas baixas, eles estavam esperando, o chefe da coluna foi emboscado. O comandante do regimento está morto, estou investigando o resto», o ocupante russo informava o seu superior com nome do código «Nitro».
Os soldados ucranianos primeiro deixaram a cabeça da coluna passar e depois, por meio de emboscadas, destruíram o equipamento inimigo atacando os flancos. Pela interceptação
de rádio, era possível ouvir que os russos acreditavam que os ucranianos usavam os drones «Bayraktar».
«Nós disparávamos muito rápido, os russos não entendiam de onde vinha o fogo, porque o ATGM «Stugna-P» dispara da distância de até
6 km, eles não nos viam da onde saíam os disparos. Eles recuaram pelos campos agrícolas e nós acabamos com eles», diz «Maddison».
No grupo do «Maddison», todos os 5 mísseis disponíveis atingiram seus alvos. O grupo do «Marine» conseguiram 8 equipamentos destruídos, três
dos quais eram os MBT. No total, os defensores de Kyiv conseguiram destruir 19 MBT russos e 48 recuaram. Ao mesmo tempo, a retirada russa foi caótica, com os veículos blindados esmagando a sua própria
infantaria.
Kyiv se aguentou
O punho blindado dos russos deveria destruir tudo no seu caminho. De acordo com o plano do Kremlin, esta coluna deveria capturar Kyiv pela margem esquerda do rio Dnipro. Entretanto, as ações
coordenadas e destemidas dos defensores da capital destruíram esses planos. Ondas inimigas subsequentes em Brovary colidiram com as defesas ucranianas.
Devido às enormes perdas e à futilidade de novos ataques, no final de março os russos tiveram que recuar de Brovary e da região de Kyiv. A capital ucraniana e a
própria Ucrânia permaneceram firmes.
Esta história é mais uma confirmação de que a defesa da Ucrânia depende da coragem dos militares ucranianos. Os combatentes da TrO são aqueles que,
tendo pegado em armas, se colocaram entre o inimigo e a sua casa. Eles continuam lutando para que outros poderiam viver num país livre.
Imagens retiradas do documentário «Escudos de Kyiv».
Em Dzhankoy, na Crimeia ocupada, ocorreram fortes explosões num campo de aviação militar, onde estão estacionadas as principais forças russas - helicópteros
de ataque e lançadores de mísseis S-300/S-400.
Base aérea de Djankoi antes do ataque
Resultados preliminares do ataque ao aeródromo de Dzhankoi. Equipamentos danificados ou destruídos:
3 lançadores S-400
1 radar S-400
2 lançadores S-300
O paiol de mísseis para S-300/400
Pessoal: 15 feridos e 22 desaparecidos
Presumivelmente, houve dois ataques - com mísseis MGM-140 ATATSMS e Storm Shadow. Mas o satélite registrou 6 incêndios no campo de aviação próximo.
Até 3 lançadores de sistemas de defesa aérea S-400 Triumph foram destruídos. Os TG canais russos também escrevem sobre a destruição de um armazém com mísseis Zircon,
mas sem a confirmação.
No aeródromo de Djankoi está estacionado o 39º regimento de helicópteros da 27ª divisão de aviação mista do 4º Comando da Força
Aérea russa e de Defesa Aérea do Distrito Militar Sul.
Em 17 de abril de 2024, um helicóptero de transporte Mi-8 foi destruído no campo de aviação Kryazh, na cidade de Samara. Foi usado para transportar armas e pessoal.
O seu custo pode variar de 10 à 15 milhões de dólares.
Drones desconhecidos atacaram a fábrica de aeronaves «Gorbunov» em Kazan (Tartaristão), onde são produzidos os bombardeiros estratégicos Tu-22M e Tu-160M.
Em jeito de «resposta», na manhã de 17 de abril, a rússia atacou o centro da cidade ucraniana de Chernihiv com três mísseis de cruzeiro «Iskander». 14 civis ucranianos foram mortos, cerca de
50 feridos. O que poderia ser evitado se os EUA tivessem prestado devida e atempada assistência militar.
Ucrânia ocupa um lugar de destaque nos planos de putin para restaurar o império russo. Há anos que se preparava para uma guerra de agressão, e os chamados «Acordos de Minsk»,
em caso de assinatura dos quais o governo ucraniano capitularia perante Moscovo, eram necessários ao Kremlin como uma ferramenta para o ocupação da Ucrânia, sem receber a resistência.
O dia 24 de fevereiro de 2022 ficará nos livros de história assim como 1 de agosto de 1914 ou 1 de setembro de 1939. A rússia tornou-se o primeiro país que ousou travar uma guerra
de agressão no século XXI. A ocupação da Ucrânia foi apenas um objectivo intermédio de putin: ao iniciar a guerra, desafiou o Ocidente numa tentativa de mudar a ordem mundial existente
e mostrar a fraqueza e ineficácia das instituições supranacionais do Ocidente.
A guerra em grande escala lançada pela rússia irá concretizar o fornecimento atempado de armas às Forças Armadas da Ucrânia, porque o Kremlin só entende a linguagem
da força. putin está se preparando para um longo confronto que poderá durar enquanto ele estiver no poder. Assim, o fornecimento de equipamento militar, sistemas de defesa aérea, mísseis
de longo alcance e munições de artilharia é a contribuição ideal para o futuro pacífico da Europa. Se as FAU não conseguirem deter o Estado terrorista russo, os polacos, os
alemães e os austríacos terão de o fazer.
A maioria dos países do mundo não acreditava que Ucrânia resistiria, dando às FAU alguns dias no máximo, e alguns países solidários com putin sonhavam com a queda
da Ucrânia. As tropas russas partiram de 9 direções diferentes do norte, leste e sul. No total, pelo menos 220 mil soldados russos estiveram envolvidos na invasão. Foi uma guerra de agressão
cuidadosamente planeada por um Estado terrorista.
Nos primeiros dias da guerra, as tropas russas, que tinham uma vantagem numérica 10 vezes maior sobre os defensores da Ucrânia, sofreram pesadas derrotas nos arredores de Kyiv, tentando pousar no
aeroporto de Hostomel, mas a operação de desembarque foi um fracasso total. Em 25 de fevereiro de 2022, a pista do aeroporto foi destruída e, em 2 de abril de 2022, as Forças Armadas da Ucrânia
libertaram Hostomel.
Já em 27 de Fevereiro de 2022, quando o número de russos mortos ultrapassou os 5.000, e Kyiv resistiu, ficou claro que os planos de putin para uma rápida tomada de poder na Ucrânia
tinham fracassado completamente. E no início de Abril de 2022, as Forças Armadas da Ucrânia libertaram as regiões do norte da Ucrânia — Kyiv, Zhytomyr, Chernihiv e Sumy.
Em Julho de 2022, Ucrânia conseguiu retomar as exportações de cereais em condições extremamente difíceis, contribuindo para a segurança alimentar global. Durante
Maio-Julho dde 2022, a maioria das missões diplomáticas que foram evacuadas pouco antes da invasão em grande escala retomaram o seu trabalho na Ucrânia.
Ucrânia libertou mais de 50% do território ocupado após 24 de fevereiro de 2022. O “Segundo Exército Mundial” revelou-se um mito cultivado pela propaganda russa durante
anos. Cada vez mais países do mundo apoiam a Ucrânia. Os apelos à ajuda das Forças Armadas estão a tornar-se comuns no Ocidente, num contexto de consciência da crescente ameaça
da federação russa, que se prepara para um confronto plurianual.
Em meados de Fevereiro de 2024, a perda total de mão-de-obra no exército russo ultrapassou 403.000 pessoas. As forças armadas russas também perderam 14.573 equipamentos militares,
dos quais: destruídos: 10.203, danificados: 669, abandonados: 768, capturados: 2.933, incluindo 25 navios e barcos e 1 submarino. Estas são as maiores perdas sofridas pela URSS/rússia pós-soviética
em todas as guerras pós 1945.
Após dois anos de guerra em grande escala com a rússia, o exército ucraniano é o exército mais experiente da Europa e o único com experiência de guerra com a federação
russa. Ucrânia já fez a coisa mais importante: destruiu as melhores e mais capazes reservas do exército russo, e se o Ocidente continuar o seu apoio abrangente à Ucrânia, a ameaça da
expansão russa na Europa será impossível durante décadas.
A história começou quando um batedor ucraniano encontrou a câmera fotográfica em um blindado BMP abandonado, pertencente aos ocupantes russos, que fugiam das forças
ucranianas na região de Chernihiv. “Encontrei uma câmera que foi roubada pelos russos, talvez vocês possam ajudar a encontrar os proprietários.”
Nele havia fotos de uma família da aldeia ucraniana, que estava durante um mês presa pelos ocupantes, e também havia fotos dos próprios militares russos. Sim, os
ocupantes russos estavam tirando fotos com a câmera que acabaram de roubar aos civis ucranianos. A seguir, veja a fascinante história de como a câmara foi devolvida aos seus proprietários legítimos
e o que foi descoberto com o caso. Spoiler: é mais uma história sobre criminosos de guerra russos.
Os ocupantes russos atacaram a cidade ucraniana de Chernihiv, 7 pessoas morreram e 90 ficaram feridas, incluindo 15 crianças. Muito provavelmente foi usado o míssil «Iskander». Sua ogiva tem cerca de meia tonelada de explosivos.
Dados atualizados sobre Chernihiv do Ministério de Interior da Ucrânia:
Sofia Holynska, a filha única, hoje foi morta por míssil dos ocupantes russos, 6 aninhos para sempre...
5 pessoas morreram.
37 pessoas ficaram feridas, incluindo 11 crianças.
A explosão atingiu crianças que passeavam no centro da cidade (não vamos colocar cá as fotos, pois as plataformas ficam demasiadamente sensíveis com a morte dos ucranianos, preferem proibir as imagens «fortes»).
Blogueiro
Os propagandistas russos fazem piadas dos ucranianos mortos e feridos e justificam o seu crime bárbaro pelo facto de haver uma exposição de drones num dos edifícios atingidos. Naturalmente, nada justifica a clara intenção russa de atingir o maior número de civis, uma vez que ataque se deu num sábado, no centro da cidade e à luz do dia.
A sociedade civil russa, 46.900 usuários comemora a morte da menina ucraniana...
Bónus
Na base aérea militar russa de Soltsy-2, na região russa de Novgorod, duas aeronaves estão em chamas. Uma possível razão é um ataque de drones desconhecidos. Na base de Soltsy se baseiam os bombardeiros supersônicos russos Tu22M3 de longo alcance, equipados de mísseis Kh-22, usados contra Ucrânia. A rússia já reconheceu os danos num dos seus aviões.
É assim vai essa guerra, os drones desconhecidos atingem os alvos cada vez na maior profundidade na rússia, e os mísseis russos atingem os centros das cidades ucranianas, ceifando as vidas dos civis e destruindo a infraestrutura civil ucraniana.