sexta-feira, julho 15, 2011

A costela empresarial do Roman Shukhevych


O futuro comandante supremo do Exército Insurgente Ucraniano (UPA), general Roman Shukhevych também foi um empresário de sucesso.

Em 1937 engenheiro Roman Shukhevych saiu da cadeia polaca e não conseguia arranjar o emprego, considerado “politicamente hostil” a Polónia. Por isso decidiu criar a sua própria agência publicitária que em apenas dois anos de existência dominou por completo o mercado publicitário da Ucrânia Ocidental.

Agência se chamava “Fama”, palavra latina compreendida pelos polacos e ucranianos. Em 2005 foi publicado o livro de memórias de um dos sócios da agência, engenheiro Bohdan Czakowskyj, chamado “Fama: Agência de Publicidade do Roman Shukhevych” (ISBN 966846110X). A edição se esgotou rapidamente, hoje publicamos a tradução portuguesa dos trechos mais interessantes do livro.

Os segredos de negócio

Houve uma pessoa graduada pela escola comercial polaca que queria organizar a sua própria agência de publicidade. Para neutraliza-lo, “Fama” o contratou por três meses, pagando o salário fabuloso de 700 zloty mensais (o salário médio na indústria em 1935 na Polónia era de 95 zloty). O seu contracto de trabalho dizia que após a saída da “Fama”, ele não poderia abrir a sua própria agência. O homem da Varsóvia “comeu” todo o capital da “Fama”, não ajudou a empresa em nada (por não saber mais do que os sócios ucranianos) e foi civilizadamente despedido no fim do contracto.

Como vencer o cliché que “ucranianos não são talhados para o negócio”

Roman Shukhevych e a sua esposa Natalia
A “Fama” começou receber os anúncios publicitários. O jornal ucraniano Dilo concordou em oferecer 75% do desconto na publicação dos anúncios. O jornal do partido ucraniano legal, a Frente da Unidade Nacional (FNE), ofereceu 80% ou 85% do desconto. Ivan Tyktor, o presidente da “Imprensa ucraniana”, a maior casa editorial da Galiza ucraniana dos anos 1930 no início não quis falar com agência. Ele dizia que já tive ocasião de perceber que os ucranianos não são talhados para negócio e não vale a pena negociar com eles. Meio ano mais tarde, ele próprio ligou para “Fama” e avaliando o trabalho da agência ofereceu 65% do desconto na publicação da publicidade nos seus jornais.

Agência oferecia o desconto de 50% na publicação em todos os jornais das poderosas cooperativas ucranianas União Central e Maslosojuz, ganhando a margem variável nos diferentes jornais ucranianos.

Mais tarde, “Fama” batia quase diariamente as portas das várias empresas comerciais, “Prazin”, cigarros “Kalyna”, tentando conseguir os anúncios. Várias empresas ucranianas encomendaram-lhe a sua publicidade, principalmente “Elegant” (creme para sapatos), “Nova Fortuna”, entre outros. “Fama” produzia os anúncios gráficos, criava os slogans publicitários. Mais tarde, as empresas confiavam de tal maneira na “Fama” que nem verificavam o produto final da agência.

Erótica – motor da publicidade
 
Publicidade da "Fama"
A “Fama” criava os anúncios onde por vezes usava algum sentido erótico. Por exemplo, em um dos anúncios, a menina desenhada mostrava o joelho, algo que chocava a sociedade ucraniana bastante conservadora. Alguns até reclamavam: “Para que vocês mostram o joelhos? Isso é indecente!

Para ter os modelos a copiar Roman Shukhevych e Bohdan Czakowskyj iam a livraria na rua Kopernikowa em Lviv, que vendia a literatura estrangeira. Lá trabalhava uma jovem mulher judia, trintona, morena, muito bonita. Ela lhes arranjava as revistas eróticas francesas com as modelos nus e semi-nus. As revistas com modelos semi-nus eram mais caras. A vendedora dizia que eles são uns putos e não entendem que quando a modelo esteja ligeiramente tapada, fica muito espaço para a imaginação. Quanto vemos a nudez integral, não ficava nada para imaginar.

Contabilidade paralela para OUN

A agência possuía duas contabilidades: uma oficial para os impostos, outra “debaixo da mesa”, para ajudar a OUN. Geralmente, OUN recebia 100 zloty de cada vez, os colectava a irmã do activista Vasyl Bilas, enforcado pelos polacos e levava o dinheiro para a resistência ucraniana.

A “Fama” crescia rapidamente, cada dois – três meses abria novos departamentos: decoração de montras, publicidade, anúncios, impressão, feiras e decoração nos leilões. Os funcionários eram ex-prisioneiros políticos ucranianos que não conseguiam arranjar o emprego nas instituições polacas. Ao mesmo tempo, eram patriotas, intelectuais e bons trabalhadores.

Da publicidade aos projectos editoriais

O recém–criado departamento de decoração de montras trabalhava quase exclusivamente para as lojas da União Central e Maslosojuz, que mudavam as suas montras quarto vez por ano. “Fama” usava as tintas spray e padrões pré – fabricadas, por isso conseguia fazer rapidamente várias decorações absolutamente idênticas. Agência encomendava aos artistas e depois produzia cartões postais de Natal, Páscoa e oferecia os aos seus clientes. Decoravam as montras das lojas da União Central e Maslosojuz nas vésperas dos grandes feriados, em Lviv, Stanislaviv (hoje Ivano – Frankivsk), Ternopil, Striy. Mais tarde começaram produzir os cartazes das reuniões e eventos solenes.

Espionagem industrial

A “Fama” possuía um serviço de inteligência bem estruturado. As operadoras das estações telefónicas avisavam a agência sempre quando o director da União Central queria falar com um outro director sobre as questões políticas, comerciais ou contra a “Fama”. A operadora fazia uma ligação paralela e avisava “Atenção”. Ai o engenheiro Czakowskyj ficava quieto escutando a conversa.

Crescimento no estrangeiro e a rede da OUN

A “Fama” começou a crescer, tinha representações em Varsóvia e Cracóvia, publicando os anúncios nos jornais polacos, como Ilustrowany Kurier Codziennye, lançavam a publicidade na Alemanha e Hungria. Mais tarde a agência apostou em criação da rede das representações onde eram empregados os quadros do OUN que estavam no desemprego, discriminados pelos polacos. Assim a “Fama” começou ter as representações em todos os distritos, acabando de vez com a proibição polaca de ter as empresas ucranianas na Volyn.

Publicidade nas cinemas: a guerra comercial com os polacos

Com o tempo, a agência começou fazer a publicidade nos cinemas, também publicitava as salas de cinema pequenas. Os cinemas na época estavam bastante vazios pois eram demasiadamente caros para os ucranianos. Por isso “Fama” propôs as directores dos cinemas um negócio: eles aceitavam os cupões de desconto com o carimbo da “Fama” e agência angariava os clientes. Assim os bilhetes ucranianos custavam 49 dinheiros e os bilhetes polacos 90 dinheiros. Mais tarde, até os cinemas grandes cooperavam com a “Fama”, por sua vez a agência ganhava o dinheiro na venda dos bilhetes, colocando a sua publicidade antes das secções cinematográficas.

Os reis das RP

A “Fama” introduziu os light-box publicitários na Galiza, que colocava nas paragens dos eléctricos para publicitar os produtos ucranianos. Por vezes a agência criava as histórias que passava para imprensa polaca e judaica, avisando, por exemplo, que às 10h00 uma mulher iria se suicidar saltando do telhado do hotel “George”. Na hora anunciada os funcionários da “Fama” atiravam uma boneca com a publicidade.

Lição do patriotismo do judeu ucraniano

Uma vez a União Central encomendou vários cartazes, que eram muito rapidamente e eficientemente desenhados por um funcionário judeu, mas que tinha o aspecto bastante assustador: alto, magro, escuro, que trabalhava no escritório nos traseiros. O director da União Central, Yulian Sheparovych insistiu ver a preparação da sua encomenda. Viu o judeu e exclamou: “Um judeu trabalha aqui?” Roman Shukhevych não teve tempo de responder, quando o judeu se virou para Sheparovych e disse: “Meu nome é Levko Berlim e sou da religião do Moisés. Mas nasci na Ucrânia e me considero ucraniano!” Virou as costas e continuou a desenhar. Sheparovych apenas disse: “Assim eu recebi a lição do patriotismo!”

O directório das empresas ucranianas

A “Fama” decidiu criar o seu próprio Directório dos empresários ucranianos do ramo comercial, industrial e artesanal. Os representantes da agência iam de casa à casa, do costureiro ao homem do talho, se o empresário era ucraniano o seu anúncio era publicado gratuitamente, mas se ele queria um anúncio especial, pagava 10 zloty, 5 zloty recebia o colector do anúncio. O Directório que deveria ser impresso em Outubro – Novembro de 1939 iria dar cerca de 35.000 zloty de lucro. A agência “Fama” até conseguiu ser a representante oficial do fabricante alemão de electrodomésticos “Daimon” (mais tarde absorvido pelo Duracel).

Fabricação própria dos refrescos

Na cidade de Sianok funcionava a empresa judaica que fabricava os refrescos. Através do contacto privilegiado “Fama” soube que aquela empresa simplesmente comprava os sabores artificiais e colorantes alimentícios na empresa Szymelcompany, diluía os em casa e vendia como se fosse uma produção sua. A agência contactou o representante do Szymelcompany em Lviv e acordou que iria comprar os mesmos sabores e colorantes directamente ao produtor. Assim nasceu a empresa afiliada – “Chayka” (Gaivota), que deveria se dedicar à produção dos refrescos. O desenvolvimento da fábrica dos refrescos exigia o transporte próprio. No início, os funcionários usavam as bicicletas, depois foram comprados dois motociclos, mas por causa da necessidade de transportar os painéis publicitários, “Fama” planeava abrir o seu próprio departamento de transporte.

O final da agência...

Nas vésperas do Natal católico de 1938 Roman Shukhevych deixou temporariamente a “Fama” e viajou até Transcarpátia para ajudar na criação de Carpatska Sich, o exército ucraniano local. Em Março de 1939 os húngaros ocuparam militarmente Ucrânia dos Cárpatos, em Setembro os nazis e soviéticos dividiram entre si os territórios da Polónia. Assim todos os territórios ucranianos foram ocupados pelos invasores húngaros, alemães e soviéticos. Desde a chegada dos soviéticos à Galiza em Setembro de 1939, Roman Shukhevych deixa a carreira empresarial e passa para a clandestinidade.

Fonte:
http://kryjivka.com/presa/212.htm

Ler o livro em PDF, 104 páginas, editora “Mc”, Lviv, 2005:
http://cdvr.org.ua/sites/default/files/archive/Fama.pdf

terça-feira, julho 12, 2011

Ucranianos – entre Oriente e Ocidente


Entre os dias 4 de Julho à 3 de Agosto de 2011
Exposição fotográfica e apresentação multimédia Hutsuly (O povo dos Cárpatos)
França, Cernay
Médiathèque, 15, rue James Barbier
Cyril Horiszny (Fotojornalista)
 
Entre os dias 6 de Agosto à 28 de Setembro de 2011
Exposição fotográfica Ucranianos – entre Oriente e Ocidente
Ucrânia, Lviv
Alliance Française – rua Ivan Ohienko, 18A.

Ver na TV:
http://www.24lviv.com/news/newsVideo.do?u_frantsuzkomu_alyansi_vistavivsya_kirilo_gorishniy&objectId=73642

Ler na imprensa escrita:
http://www.wz.lviv.ua/articles/94658
http://zik.ua/ua/news/2011/06/06/291800
http://www.lvivtoday.com.ua/upcoming-lviv/2892
http://www.radiosvoboda.org/content/article/24225406.html

domingo, julho 10, 2011

“Gorgisheli” art-rock georgiano – ucraniano


Gorgisheli é um dos grupos mais interessantes da música ucraniana contemporânea. As suas fundadoras e caras são irmãs Tamara e Eteri Gorgisheli, nascidas e residentes na capital da Ucrânia Ocidental, cidade de Lviv.
“Gorgisheli” cantam em ucraniano e em georgiano, nas suas músicas combinam os elementos do art-rock, música folclórica ucraniana e georgiana, misturados com um som moderno. Neste momento o grupo, formado em 2003, é composto por Tamara Gorgisheli (guitarra, voz), Eteri Gorgisheli (guitarra baixa, voz), Oleksiy Slobodyan (bateria, percussão), Marian Kozoviy (guitarra), Oleh “John” Suk (teclado).
Ler mais e escutar as músicas do grupo:
http://gorgisheli.org.ua  

Bónus

A canção do cantor / actor georgiano Vakhtang “Buba” Kikabidze sobre a invasão russa da Geórgia em 2008, “Desiludiram”:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vmuQKzulKL0

Feliz aniversário Senhor Presidente!


Para assinalar o 61º aniversário do presidente ucraniano Viktor Yanukovych, os usuários da Internet ucraniana iniciaram o flash-mob “Ucrânia sem Yanukovych”, colocando as faixas negras nos seus blogues, Facebook, outros recursos da rede, escreve página ucraniana Mignews.com.ua.
Vários internautas ucranianos também dedicaram alguma criatividade para assinalar o dia que já baptizaram de “O Dia de Luto no Facebook”.

sábado, julho 09, 2011

Em apoio da Belarus livre



Desde o dia 3 de Julho, o dia da Independência da Belarus, o ditador Alyaksandr Lukashenka ordenou uma onda de repressões sem precedentes contra o seu próprio povo.

Os alunos e docentes da Universidade Católica Ucraniana (Lviv) em apoio da Belarus:


A revista “Time”: o ditador Lukashenka enfrenta a pior crise em 17 anos do seu poder:
http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2081858,00.html

Notícias da Belarus:

Produtos Made in Ukraine / Fabricados na Ucrânia


Recentemente, recebi uma pergunta provocatória que me interrogava sobre o tipo de produtos “Made in Ukraine” (Fabricados na Ucrânia) que eu aconselharia a comprar. O autor da pergunta considerava que Ucrânia não têm o que exportar. Aqui vêm apenas alguns exemplos, outros podem ser facilmente achados com ajuda do bom “camarada” Google Browser...

sexta-feira, julho 08, 2011

Guerrilha ucraniana no cinema checo


Recentemente, a televisão pública checa exibiu o novo filme documental Banderovci. O filme é o fruto do trabalho de um grande grupo dos historiadores checos e os seus heróis principais são os militares do Exército Insurgente Ucraniano (UPA), além dos testemunhos dos acontecimentos da II G. M., os ucranianos, checos e eslovacos.

O filme foca um largo panorama dos acontecimentos, desde as primeiras batalhas do UPA, passando pelas incursões da guerrilha ucraniana pelos territórios da Checoslováquia até a derradeira passagem dos grupos do UPA pelo país na sua caminhada final para Ocidente.

O realizador do filme, Aleš Koudela se baseou nas memórias daqueles que testemunharam a luta do UPA pela independência da Ucrânia. “Não quero ser inimigo nem dos alemães, nem dos judeus, nem mesmo dos russos. Eles também foram perseguidos. Único inimigo (meu) é o sistema comunista e todos aqueles que escravizam o meu povo”, — diz um dos veteranos do UPA.

O telespectador checo descobre no filme que a história da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN), começou na Checoslováquia. “OUN começa em Praga, eram, em primeiro lugar, os oficiais e soldados ucranianos, que como prisioneiros ou refugiados do regime bolchevique vieram a Checoslováquia, para em 1919 fundar aqui a Organização Militar Ucraniana (UVO)”, explica um dos autores do filme, publicista Milan Syruček.

O realizador Aleš Koudela diz que pretendia estudar detalhadamente os factos históricos, por isso no seu filme são usados as filmagens únicas do arquivo, que mostravam os combates reais do UPA, a vida nas kryjivkas ou as suas incursões famosas, que por vezes duravam vários dias sem descanso. “Nos anos 1920 o sistema estalinista introduziu na Ucrânia um terror inimaginável, sabemos sobre milhões de vítimas do Holodomor. Stalin dirigia com o terror, ele fuzilou quase todos os intelectuais ucranianos, as altas e intermédias chefias do seu próprio exército. Ucranianos sempre lutaram pela sua liberdade, por isso, caídos na dependência dos bolcheviques eles pretendiam a sua autodeterminação e a sua independência”, diz realizador checo.

O filme “Banderovci” não foge aos momentos dramáticos, conta as histórias das pessoas, que na luta pela liberdade cruzavam o limite, iam até os extremos. Uns morreram em combate, outros foram fuzilados ou deportados ao GULAG pelo regime estalinista, outros tiveram a sorte de sobreviver. Os autores do filme apelam aos telespectadores contemporâneos que têm a capacidade de, esquecendo os clichés da propaganda comunista, decidir quem realmente eram os militantes do UPA, “turras” ou heróis da Ucrânia.

Fonte (em ucraniano):
http://kryjivka.com/news/1091.htm

Ver filme integralmente no YouTube 1.06’.55’’
http://www.youtube.com/watch?v=gtwX3yv4_Rk


Bónus

Publicidade social que promove a língua ucraniana (achei altamente!):
http://t.co/5hltCWR

domingo, julho 03, 2011

Filme documental “Terra Roubada”


Aconselho ver o filme documental “Terra Roubada” (Genocide Revealed), dirigido pelo realizador ucraniano Yurij Luhovy e dedicado ao Holodomor, o genocídio contra a nação ucraniana, ocrrido em 1932-1933.

Ver no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=ytg0DTGouLo&feature=email


Comprar o filme:
www.yluhovy.com

sábado, julho 02, 2011

Pinturas do GULAG do Nikolay Getman


A Embaixada do Kazaquistão nos EUA convida os interessados a visitar a exposição de pinturas do artista plástico ucraniano Nikolai Getman, que se chama “The Gulag Collection” e que terá a abertura oficial no dia 6 de Julho de 2011 em Washington D. C.
A exposição demonstrará ao público 50 pinturas sobre a vida e a morte nos campos de concentração soviéticos, o trabalho da autoria do sobrevivente do GULAG, Nikolay (Mykola) Getman.

Os trabalhos serão exibidos no edifício da Embaixada do Kazaquistão em Washington, entre os dias 6 à 20 de Julho de 2011 (dias úteis, das 16h00 às 18h00), com o alto patrocínio do Embaixador do Kazaquistão nos EUA Sr. Erlan A. Idrissov e o apoio da Fundação Heritage e a Fundação Memorial Vítimas do comunismo.
A abertura terá lugar na Quarta – Feira, dia 6 de Julho, às 18h30, na Embaixada do Kazaquistão:
(1401 16th Street, NW Washington, D.C. 20036), RSVP: kazembus

Ver as pinturas on-line:
http://www.jamestown.org/aboutus/getmanpaintings/getmanartist/

Ler mais sobre o pintor:
http://www.artukraine.com/paintings/getman.htm
 
Bónus
A dança tradicional ucraniana Hopak no concurso australiano “Australia's Got Talent 2011”:

Ver no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=73zlb2bW4fg

História sobre humanismo e solidariedade


O Casos e Causos deste Domingo (3 de Julho) apresenta o novo filme do Guto Pasko, "A História de Ernani".
Trabalhar em uma obra pode até parecer um trabalho fácil, não é mesmo? Mas você já imaginou como é complicado construir casas e prédios? É sobre esse fundo, a construção civil, que se passa o episódio do Casos e Causos deste Domingo (3 de Julho).

Ernani está desempregado. E com a idade avançada já não é mais tão fácil conseguir um emprego. Sem saída, ele arruma trabalho como servente de pedreiro em uma obra e lá os seus colegas não dão sossego. Por ficar a maior parte do tempo isolado dos companheiros, ele passa a ser vítima de brincadeiras, cada vez mais maldosas. Mas para sair dessa situação, Ernani acaba dando uma verdadeira lição de vida.

O episódio “A História de Ernani” é uma co-produção GP Cinema e RPC TV. A direção é de Guto Pasko com roteiro de Mario Lopes. No elenco Paulo Letier, Leandro Borgonha e Beto Meira.

Nos links abaixo mais informação sobre o episódio:
Ernani-nao-e-muito-popular-no-trabalho-mas-qual-sera-a-historia-de-Ernani
Construçã-civil-é-pano-de-fundo-para-contar-uma-história-sobre-humanidade-e-solidariedade