domingo, setembro 13, 2026

A vida e a morte dos mercenários latino e centro-americanos no exército russo

A história de dois prisioneiros da guerra, que acreditaram nas histórias dos recrutadores russos e vieram da Colômbia e do Panamá. Como foram sujeitos à fome e desidratação, como os comandantes russos matavam aqueles que não queriam ou não conseguiam continuar a cumprir as ordens. 

Apesar de existirem provas abundantes do tratamento cruelmente abominável dado aos estrangeiros no exército russo, mas os casos do ex-polícia panamenho Jesus Eulogio Chanis Gil e estafeta colombiano Carlos Andrés Barrios Quintana, que acreditaram nas histórias fantasiosas dos recrutadores russos e vieram à rússia da Colômbia e do Panamá, superam tudo o que já ouvimos.

O seu relato sobre o trabalho no túnel: como foram sujeitos à fome, como morreram de desidratação, como os comandantes russos matavam aqueles que se recusavam ou não conseguiam continuar a trabalhar. 

Carlos Andrés Barrios Quintana escapou recentemente ao exército russo e se entregou às tropas ucranianas. O antigo motorista de entregas viajou para a Ucrânia depois de assinar um contrato com a federação russa com a intenção de sustentar a sua família, mas acabou na linha da frente. Após sofrer ferimentos graves, relatou ter sido abandonado pelos russos em condições deploráveis ​​— sem comida, água ou assistência médica nas trincheiras — o que o levou a entregar-se ao Exército da Ucrânia para salvar a sua vida.

Embaixada russa em Bogotá que nega as responsabilidade 

O jornal «Noticias Caracol» refere que centenas de famílias colombianas estão à procura de notícias dos seus filhos, maridos e irmãos recrutados para a guerra neocolonial russa. No dia 14 de agosto último, um grupo delas reuniu-se em frente à embaixada russa em Bogotá exigindo respostas; a embaixada respondeu negando qualquer responsabilidade pelo recrutamento e encaminhando as famílias para o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Colômbia. 

Os familiares dos mercenários colombianos à protestarem frente da embaixada russa em Bogotá

Em comunicado ao jornal, a embaixada afirmou que «nunca realizou e não realiza qualquer tipo de processo relacionado com o serviço militar de estrangeiros nas fileiras das forças armadas da rússia». Uma familiar disse ao «Noticias Caracol» que nenhum organismo governamental – nem o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nem a Defensoria Pública, nem a Procuradoria-Geral da República – lhe tinha respondido: «Não queremos que mais jovens sejam enviados para o estrangeiro como está a acontecer com os nossos filhos». O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Colômbia informou a comunicação social colombiana que até mais recentemente recebeu 721 pedidos de assistência consular de cidadãos colombianos recrutadas pela rússia.

Renda-se e salve a sua vida: t.me/kak_sdatsya_bot

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

Sem comentários: