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terça-feira, março 17, 2026

A portuguesa Anita, combatente da liberdade na Ucrânia

Foto: SIC Portugal
Na Ucrânia, há portugueses que combatem no exército ucraniano e uma delas é Anita, natural de Santa Maria da Feira, que trocou um mestrado em Marketing pela linha da frente. A SIC voltou a encontrar a soldado que agora é mãe na Donbas, a cerca de 15 quilómetros da frente de combate. 

Faça click para ver o vídeo

Desde a última vez que falou com a SIC, há cerca de um ano, a vida de Anita mudou profundamente. Foi mãe, mas continua no exército ucraniano, a tentar conciliar a maternidade com a guerra.

Anita tem 27 anos, é de Santa Maria da Feira e falou com a SIC a partir de um local secreto na Donbas, no posto de comando do Batalhão Internacional, da qual faz parte. Está na Ucrânia há quatro anos. Quando chegou não tinha qualquer ligação ao país, não conhecia a língua, nem a cultura, mas dizia que queria estar do lado certo da história.

Foto: SIC Portugal

Colocou em pausa o mestrado em Marketing — que terminou mais tarde à distância — , pegou numa mochila e foi para lá e nem sequer contou aos pais. Hoje, tem uma posição firme no exército ucraniano. Vive com saudades de Portugal, mas com uma nova missão: a maternidade.

terça-feira, abril 20, 2021

Aline Gallasch-Hall de Beuvink: a Guerra Fria voltou

A deputada municipal de Lisboa, a luso-ucraniana Aline Gallasch-Hall de Beuvink descodifica o passado e presente da Ucrânia aos olhos do público português.


Ler mais sobre a história da sua família, situada no espaço e tempo entre Ucrânia, Brasil e Portugal.   

segunda-feira, outubro 02, 2017

Aline Gallasch-Hall de Beuvink é eleita deputada em Lisboa

Aline Gallasch-Hall de Beuvink (à esquerda) e Dra. Assunação Cristas (à direita)
foto @Nuno de Albuquerque Gaspar
A Dra. Aline Gallasch Hall de Beuvink foi eleita neste domingo à Assembleia Municipal de Lisboa no âmbito da coligação CDS-PP, PPM, MPT. Na política ativa desde 2009, a deputada, investigadora e monárquica é filha de pai português e mãe ucraniana, uma grande amiga da Ucrânia.
Aline Gallasch-Hall de Beuvink (1ª à esquerda) com a Embaixadora da Ucrânia em Portugal,
Sua Excia. Inna Ohnivets (de camisa bordada no meio), foto @Embaixada da Ucrânia na República Portuguesa
O nosso blogue manifesta os enormes parabéns à Dra. Gallasch-Hall de Beuvink por ocasião da sua eleição à AML, na absoluta certeza que os lisboetas serão bem servidos e Ucrânia terá naquela instituição uma grande amiga de peso!
Aline Gallasch-Hall de Beuvink no lançamento do seu livro sobre ópera do Tejo
foto @FB da Aline Gallasch-Hall de Beuvink
Ler (faça click na foto em baixo) a história da sua vida e do seu trajeto político:
Aline Gallasch-Hall de Beuvink e a sua mãe, Ludmilla Gallasch-Hall, Lisboa, janeiro de 2010
foto @www.spilka.pt

segunda-feira, março 27, 2017

“Seus. Alheios. Os jovens ucranianos de Portugal”

As realizadoras ucranianas Khrystyna Zanyk e Kateryna Sorokopud apresentam o seu filme “Seus. Alheios. Os jovens ucranianos de Portugal” (2015); o filme tenta responder as questões como: Quem eles são? Como se sentem? O que para eles significa Ucrânia? Será que um dia pretendem voltar?
Pavló Sadokha, o chefe da Associação dos Ucranianos em Portugal
Pelas estatísticas portuguesas oficiais em 2015 em Portugal, o país no extremo ocidente da Europa, que dista cerca de 4.000 km da Ucrânia, viviam 35,779 ucranianos: 17,436 homens e 18,343 mulheres. Os ucranianos eram a 3ª diáspora estrangeira mais numerosa em Portugal, após brasileiros e cabo-verdianos, representando 9% de todos os imigrantes residentes em Portugal. Mais, pelos dados não oficiais, nas últimas duas décadas, cerca de 15.000 ucranianos receberam a cidadania portuguesa...
Os ucranianos em Portugal numa manif em apoio à Ucrânia
Ver o filme 26´47´´:

terça-feira, novembro 04, 2014

Kharkiv – Carcóvia e Maydan em Lisboa

No próximo dia 8 de novembro (sábado), pelas 17h30, o jovem-escritor português, João Máximo estará em Lisboa, na Escola Pedro Santarém (rua Estrada de Benfica № 535) para apresentar a sua obra Para sempre Carcóvia junto da comunidade ucraniana residente em Portugal, mas não só.

Por cada livro vendido/adquirido, 1€ reverterá à Associação dos Ucranianos em Portugal (www.spilka.pt), com o intuito de auxiliar as suas missões de apoio à população ucraniana, e às vítimas do conflito no leste da Ucrânia.

Escreve o líder da comunidade ucraniana de Portugal, o lisboeta Pavlo Sadokha:

«O livro permite olhar para a nossa pátria ucraniana aos olhos de um português, e talvez ajudará, aos ucranianos, redescobrir a Ucrânia. [...] Talvez é a experiência necessária que ajudará aos ucranianos apresentar o seu país ao mundo de uma maneira mais convincente. Pois espelha o olhar e a percepção europeus da Ucrânia».

Endereço e localização:
Lisboa, Estrada de Benfica, № 535 (Escola Pedro Santarém); autocarros № 716, 750, 746, 758, estação de metro: Estação Colégio Militar

“...Este Livro é uma janela que vos abro à grande estepe europeia, à grande estrada que é o céu ucraniano... Venham por isso, comigo, até lá, outra vez, as vezes que quiserem...”
João Carlos Máximo, “Para Sempre Carcóvia”

O filme “A Praça” (Maydan) em Lisboa

Até o dia 5 de novembro em Lisboa será possível assistir o filme documental “A Praça” (Maydan) do realizador belaruso Sergei Loznitsa, que estreia esta semana em exclusivo no Cinema Ideal (o cartaz).

“Um filme vital e urgente” – The Guardian
“Uma chamada à realidade alarmante e importante” – Indiewire
“Um filme espantoso” – The Hollywood Reporter

quinta-feira, setembro 19, 2013

Aline Gallasch-Hall de Beuvink – Assembleia Municipal de Lisboa

Na política desde 2009, Aline Gallasch-Hall de Beuvink, é membro da Assembleia Municipal de Lisboa e candidata pela Plataforma de Cidadania. Filha de pai português e mãe ucraniana, Aline tem hoje dupla nacionalidade: brasileira e portuguesa.

Ler mais sobre Aline Gallasch-Hall de Beuvink
Ver no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=9R9xYiD4O0U

terça-feira, junho 21, 2011

Aline Gallasch-Hall de Beuvink: monárquica, professora e deputada

A deputada luso – ucraniana da Assembleia Municipal de Lisboa (AML), eleita pelo Partido Popular Monárquico (PPM), Aline Gallasch-Hall (de Beuvink desde 2012), é uma mulher linda, inteligente e trabalhadora, temida sobretudo por políticos cujos discursos públicos contrastam com as suas actuações privadas.

Filha de um militar português de origem britânica, Amílcar Gonçalves Hall e de ucraniana Ludmilla Gallasch Hall, cujos pais fugiram das repressões estalinistas para o longínquo Brasil, Aline nasceu na cidade de Porto Alegre e aos sete anos de idade mudou-se para Portugal. Fortemente influenciada pelos avós maternos e pela mãe, Aline hoje em dia tem a atenção especial para com a comunidade ucraniana residente em Lisboa. Aline define essa tarefa nos seguintes termos: “Gostaria de contribuir para a sua maior integração na sociedade portuguesa, ajudarei naquilo que for preciso para que a comunidade ucraniana possa ter uma maior visibilidade na nossa sociedade”.

Desde adolescente Aline sentia-se insatisfeita com os políticos, com as injustiças, com a crise civilizacional. Mas sempre achava que criticar o Governo sem fazer nada também é uma incoerência. Cedo interessou-se pela política, sendo monárquica por influência do pai. Aline acredita que uma monarquia constitucional, secundada por um Governo eleito por sufrágio universal é a melhor maneira de governar, pelo menos em Portugal. As suas esperanças de ver um rei português são ligadas a D. Duarte Pio actual herdeiro da coroa portuguesa mas, principalmente, ao seu filho Dom Afonso. “Sei que em Portugal existem várias pessoas que apoiam a ideia de monarquia, gente da sociedade civil ou filiados nos diversos partidos políticos, mesmo no Partido Comunista Português”, afirma Aline com muita convicção.

Em 1998, no hotel Ritz de Lisboa era organizado o Baile dos Debutantes de Lisboa, evento social em que as meninas eram apresentadas à sociedade. Aline participou no baile em representação da Associação de Austríacos em Portugal e foi vista pelo presidente da Câmara Municipal de Viena, que adorou a sua valsa. Assim ela foi convidada a representar Portugal em Viena, uma entre 200 participantes. Até foi dispensada dos treinos. Adorou a cidade, foi uma viagem especial, já que a sua mãe nasceu em Viena e o seu compositor preferido é Mozart (Aline fez a tese de mestrado sobre os elementos egípcios na ópera “A Flauta Mágica”).

Durante oito anos Aline Gallasch – Hall de Beuvink foi professora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, dava aulas de História de Arte, Cultura Portuguesa e Cultura Brasileira. Desde 2010 lecciona disciplinas de Teoria da Arte e História da Cenografia, e Cultura Contemporânea nos Cursos de Cenografia e Design de Moda, respectivamente, na Faculdade de Arquitectura da UL. Além disso, Aline foi uma das co-autoras do Dicionário do Antigo Egipto, o primeiro de género em Portugal. Deu aulas de Cultura no Curso de Enfermeiros da Fundação Gulbenkian na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo iniciado um Manual de Cultura Portuguesa.
Aline Gallasch-Hall de Beuvink @2017
A sua filiação no PPM data de 2009. Antes disso, Aline não participava activamente na política, embora desde 2005 se empenhou na divulgação da informação sobre Holodomor em Portugal. Relativamente poucos anos atrás, a questão do Holodomor era absolutamente desconhecida em Portugal, nem os professores universitários, nem os livros escolares abordavam este assunto. Com ajuda da Embaixada da Ucrânia e a Associação de Ucranianos de Portugal, em 2006 Aline organizou a exposição sobre Ucrânia e sobre Holodomor na Faculdade de Letras da UL. Até nas suas aulas na Universidade, ela abriu um módulo sobre a História e Cultura ucraniana para que os alunos tivessem mais informação sobre os ucranianos e a sua relação com a cultura portuguesa, actualmente bastante presentes na sociedade portuguesa.

Na AML Aline Gallasch – Hall pertence a três comissões diferentes: Finanças e Património, Reforma Administrativa da Cidade, Solidariedade Social e Integração (dos mais desfavorecidos da sociedade, incluindo imigrantes). Uma das propostas que Aline pretende apresentar brevemente é o reconhecimento do Holodomor por parte da AML, que seria uma vitória muito importante. Lisboa não será a primeira cidade portuguesa a reconhecer Holodomor como genocídio, algumas cidades portuguesas já fizeram este reconhecimento oficial. No entanto a aprovação não está garantida, visto que PCP e BE provavelmente votarão contra, como é habitual, e o voto do PS é uma incógnita.

Aline é respeitada e até algo temida por colegas na AML, pois costuma dizer aquilo que pensa, objectivamente, mas de modo bastante directo e sem medos. Houve o caso (bastante insólito na história da AML), em que toda a esquerda presente (PS, PCP, BE e deputados independentes alinhados com a esquerda), abandonaram a sala do plenário, “ofendidos” com o seu discurso. A razão de tal indignação? Aline criticou o oportunismo político dos deputados Helena Roseta e Rubens de Carvalho pela sua abstenção permissiva durante a votação sobre o projecto do Terminal de Contentores de Lisboa (LisCont). Aline até foi chamada de mentirosa pelo PCP, mas apenas cingiu-se à verdade factual, coisa que habitualmente não agrada aos partidos de esquerda.

Nas últimas eleições legislativas realizadas no dia 5 de Junho deste ano, PPM recolheu as preferências de 0,4% do eleitorado português. Como explica Aline, em grande  parte isso se deve à questão do “voto útil”, pois os eleitores evitam votar nos pequenos partidos, temendo que estes não ultrapassem a barreira dos 3% e como tal, o seu voto será objectivamente perdido. No entanto, comparando com as últimas eleições, o PPM obteve em Lisboa 1000 votos a mais, uma façanha conseguida pela postura e presença da Aline Gallasch – Hall. Espero sinceramente que nas próximas eleições autárquicas, que em Lisboa o PPM costuma concorrer em coligação do centro – direita com PSD, CDS-PP e MPT, Aline possa encabeçar a lista do seu partido e ser novamente eleita à AML. Uma luso – ucraniana, apaixonada por Mozart e pela sua família, pessoa simples e honesta que sacrifica a sua vida pessoal e que não tem vergonha de chorar quando fala em público sobre a tragédia do Holodomor.

As raízes da Aline Gallasch – Hall
Aline e Ludmilla Gallasch-Hall, Lisboa 2010
A sua avó materna, Alla Dubina é de Kyiv. O avo materno Vasyl Gallasch é de Kamianets-Podilskyi. Alla provém de uma família nobre; com gosto pela música, tocava vários instrumentos musicais: piano, guitarra, balalaica. Vasyl passou pelo GULAG e foi preso pelos nazis. Temendo as repressões estalinistas, no fim da II G. M., a família fugiu para Viena, onde ambos trabalharam para UNRRA no campo dos refugiados políticos (DP) ucranianos. Receando a possibilidade de deportação, pois os emissários da URSS faziam a “caça aos ucranianos” em toda a Europa Central e Ocidental, os avós pintaram o cabelo, arranjaram os documentos convenientes e se meteram no barco que ia para Brasil, bem longe do monstro moscovita. Estudavam português durante a viagem, moravam no Rio de Janeiro e depois em Porto Alegre, onde Vasyl trabalhou numa fábrica cervejeira alemã e Alla na fábrica de Siemens. Uma das primas da Alla, Antonina Dubina, viveu na Ucrânia até 100 anos e até foi distinguida pelo presidente Viktor Yushchenko.

Mãe, Ludmilla Gallasch – Hall gostava da filosofia e música, se interessou por literatura, parapsicologia, filosofia oriental, espiritismo. Lia de tudo, desde Tolstoi a Helena Blavatskaya e Allan Kardec. Conheceu o seu futuro marido através de correspondência. O jovem Amílcar veio ao Brasil, apaixonado pelo nome Ludmilla, voltaram para Portugal juntos, Ludmilla tinha nas mãos uma mala bastante pequena e levava o vestido de noiva Christian Dior, que custou ao seu pai 2 milhões de cruzeiros, uma pequena fortuna naquele tempo. Foi muito bem recebida pela nova família portuguesa, o casamento pomposo foi no Mosteiro dos Jerónimos. Já casada e a viver em Angola, Ludmilla foi modelo da Casa Stendahl, foi voluntária da Cruz Vermelha em Angola e Moçambique.

O Pai, Amílcar Gonçalves Hall é descendente directo de William Anthony Hall, um nobre que veio combater com o Duque de Wellington, jovem fidalgo britânico que visitou Portugal e por lá ficou. Amílcar Gonçalves abraçou a carreira militar, foi controlador aéreo na Base das Lajes, fez algumas comissões de serviço em África. Aliás, alguns membros da família Hall tiveram fortes ligações com África, nomeadamente o primo, Tarquinho Hall foi o Conselheiro do Governador de Angola, assim como um dos irmãos de Amilcar, Arménio Hall (futuro Juiz–Conselheiro), que trabalhou em Angola.

Desde o início da emigração ucraniana em Portugal nos anos 1990, Ludmilla e Amilcar dedicam uma grande parte do seu tempo à ajuda aos ucranianos que eram completamente desconhecidos em Portugal e nem tinham a oportunidade de conhecer direito no seu novo país de acolhimento. Naqueles tempos turbulentos Ludmilla não temia nem os bandidos, nem os burocratas da embaixada ucraniana, que cada um à sua maneira sugava os emigrantes, servia de intérprete na polícia, testemunhava nos tribunais e até entrava na cadeia.

Hoje, Ludmilla Gallasch – Hall continua activa na comunidade ucraniana de Portugal, aos domingos ela dá as aulas gratuitas de língua e cultura portuguesa na Igreja Grego – Católica Ucraniana junto à Praça de Chile em Lisboa. E continua a ser vista por muitos como a padroeira de todos os ucranianos de Portugal.

sexta-feira, junho 17, 2011

Aline Gallasch Hall na revista VIP


A entrevista da Aline Gallasch Hall, a deputada luso – ucraniana da Assembleia Municipal de Lisboa pelo PPM à revista portuguesa VIP (publicada antes das últimas eleições legislativas).

Apesar do sotaque gaúcho só se notar quando quer, Aline Gallasch Hall nasceu em Porto Alegre, no Brasil, “não importa em que ano”, diz, e veio para Portugal ainda criança. Mesmo não tendo nascido cá, garante que se sente mais portuguesa do que brasileira. “Costumo dizer que ‘gato que nasce no forno não é biscoito, é gato’”, brinca. “Adoro o Brasil, no fundo também é uma espécie de pátria, mas identifico-me muito mais com Portugal. Vim quando tinha sete anos... é cá que me sinto em casa."


Intervenções da Aline Galasch Hall na Assembleia Municipal de Lisboa:
http://ppm-grupomunicipallisboa.blogspot.com

quinta-feira, junho 02, 2011

Em 5 de Junho vote Aline Gallasch-Hall

Apresentamos o vídeo da candidata luso – ucraniana do Partido Popular Monárquico por Lisboa, Aline Gallasch-Hall, que fala dos temas tão importantes para a sociedade portuguesa como a Educação e a Cultura.

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Ver no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=e0nNsvBpo9c&feature=related




domingo, maio 29, 2011

Aline Gallasch-Hall em defesa do poder autárquico

A candidata luso – ucraniana do Partido Popular Monárquico por Lisboa, Aline Gallasch-Hall manifestou recentemente à Associação Nacional de Freguesias a sua preocupação com o “assalto ao poder autárquico” que surgirá com a eventual extinção de freguesias, prevista no acordo entre o governo português e a troika formada pelo FMI, BCE e UE.
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O presidente da ANAFRE, Armando Vieira, garantiu que o organismo “opõe-se frontalmente à extinção das freguesias”, admitindo, no entanto, que “possa haver agregação sem perda de identidade”.
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“A reorganização não tem que ter a marca da extinção”, afirmou Armando Vieira, acrescentando: “a reforma não pode ser feita com um modelo matemático, mas sim caso a caso”.


O presidente da ANAFRE manifestou também aos monárquicos a disponibilidade do organismo para “discutir as competências próprias das freguesias, que têm um peso de 0,10 por cento no Orçamento de Estado, são o parente pobre das autarquias”.

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O acordo entre o Governo e a 'troika' (FMI, BCE e UE) refere que Portugal terá de reduzir a partir de Julho de 2012 o número de autarquias e juntas de freguesias, actualmente 308 e 4.259 respectivamente, até às próximas eleições autárquicas de 2013, escreve na sua edição on-line o jornal Publico.
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Blogueiro

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Esperamos que PPM consiga eleger Aline Gallasch-Hall em Lisboa, solicitamos o seu voto pelo PPM e pela Aline Gallasch-Hall!