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quinta-feira, agosto 30, 2018

A tragédia ucraniana do cerco de Ilovaysk é recordada em Kyiv

No dia 28 de agosto de 2014, as colunas militares ucranianas, se retiravam do cerco de Ilovaysk, na região de Donetsk, usando o “corredor verde”, oferecido como “caminho seguro” pelos oficiais do exército regular russo. Em resultado e segundo as fontes oficiais, morreram 366 e foram feridos 429 ucranianos.
Os militares e membros das unidades voluntárias ucranianas (batalhões “Aydar”, “Azov”, “Dnipro-1”, “Djokhar Dudaev”, “Donbas”, “Kryvbas”, Setor da Direita, etc.) foram alvejados pela artilharia e sistemas «Grad» russos. 
As emblemas das unidades ucranianas envolvidas 
Uma parte das forças ucranianas conseguiu romper o cerco, mas vários combatentes foram mortos, feridos, desaparecidos em combate (MIA) ou capturados (POW) pelo inimigo. As forças regulares russas alvejaram até os seus próprios militares, capturados, dias antes, em combate, pelos ucranianos. Os ucranianos capturados, por sua vez, passaram pelo pleno calvário russo-terrorista. Vários deles foram fuzilados, mesmo sendo feridos (principalmente os combatentes das unidades voluntárias). Existem as recordações absolutamente horrorizantes, quando os militares ucranianos eram fuzilados, mortos, alvejados, mesmo pisados pelos camiões/caminhões do bando ilegal armado “batalhão Vostok”.
No fim, os militares das FAU sobreviventes à chacina, de forma geral, foram entregues aos cuidados da Ucrânia, os voluntários capturados ou foram assassinados ou entregues aos terroristas das “repúblicas populares” (muitos deles conseguiram escapar com a vida, trocados pelos separatistas ou mesmo libertados consoante o pagamento dos resgates exigidos pelos terroristas).
Em memória de todos os civis e militares ucranianos mortos (ou desaparecidos em combate) na guerra russo-ucraniana desde 2014, no dia 29 de agosto de 2018, em frente da embaixada russa em Kyiv foram colocados as cruzes com os seus retratos. Ucrânia deseja mostrar que não irá esquecer, nem perdoar todos os crimes russos, cometidos pelos seus “voluntários” ou efetivos regulares no leste da Ucrânia.
Fotos: @Miroslav Gai  

O trecho do filme documentário “Cavalheiros do Céu da Ucrânia”, dedicado ao tema da tragédia de Ilovaysk, exibido em Portugal em maio de 2016, legendado em português (o trecho infelizmente não):

segunda-feira, maio 11, 2015

As próteses para os voluntários ucranianos

Vasyl Pelysh (23 em 2018) era voluntário do batalhão «Aydar» quando caiu no cativeiro terrorista russo. Os terroristas cortaram a sua mão com um machado (!) por causa da tatuagem com a frase “Glória à Ucrânia” no seu ombro.
Vasyl em 2018, já com 23 anos...
Em maio de 2015, este natural da cidade de Stariy Sambir, da região de Lviv, recebeu uma nova prótese com uma pequena surpresa, a imagem do tryzub ucraniano (elemento do brasão de armas da Ucrânia), no ombro da sua prótese, a marca ucraniana que os terroristas tentaram apagar em vão.
Outro combatente que recebeu logo duas próteses é Vasyl Stuzhenko (33), nas fotos em baixo, voluntário do batalhão da defesa territorial “Kryvbas”. Juntamente com os seus companheiros ele foi vítima de uma emboscada terrorista na zona de Ilovaysk, onde perdeu uma perna e a palma da mão direita (ler mais).
Graças aos voluntários da Euromaydan Canada, do Congresso dos Ucranianos da Canadá (Toronto) e da Fundação Canadense-Ucraniana entre outros, eles, e mais três ucranianos se tornaram os primeiros beneficiantes do projeto “Apoio de proteseologia na Ucrânia”. Cujo custo geral de 220.000 dólares canadianos, graças ao apoio dos produtores dos componentes, foi possível baixar para 55.000 dólares.
Os especialistas em prótese da Canadá e dos EUA vieram à Ucrânia como voluntários, trabalhando duramente durante duas semanas para passar os seus conhecimentos aos colegas ucranianos (FONTE).

Glória aos Heróis!
No dia 8 de maio na cidade de Kirovohrad, a menina Oleksandra recebeu a medalha do seu pai Andriy Matvienko (28), o guarda-fronteira ucraniano, que sacrificou a sua própria vida para salvar 30 companheiros na zona de OAT, em agosto de 2014. O herói ucraniano deixa a filha e a viúva Irina.
http://vk.com/id267736656

No centro de Kyiv, na avenida Khreshatyk, com auxílio de 20.000 caixas, foi recriada a frase “Lembramos-1939-1945-Ganharemos” (FONTE).

quinta-feira, agosto 28, 2014

Mercenários russos: abatidos, traídos e esquecidos (2)

Não esperávamos que o nosso artigo sobre os mercenários russos que participam na invasão da Ucrânia seja tão apreciado pelos leitores. Desde a citação no fóruns especializados no Brasil, até a sua tradução na Suécia. Hoje, quando a invasão militar russa se tornou uma realidade já impossível de esconder, publicamos mais dados sobre o modus operandi das forças de ocupação.

Os blindados russos destruídos em Ilovaisk

Na tarde do dia 26 de agosto, a artilharia ucraniana destruiu uma coluna dos para-quedistas russos, composta pelos blindados BMD. Os militares do exército regular russo avançavam em direção de Ilovaisk, no intuito de atacar as forças ucranianas. Os para-quedistas russos usavam os fardamentos do exército regular e estavam armados com as espingardas de precisão “Vintorez”, exclusivas às unidades especiais das forças armadas russas. A maioria destes para-quedistas foi abatida pelos ucranianos, uma parte – capturada.

De momento, a cidade de Ilovaisk é defendida pelos voluntários da 2ª companhia do 39º Batalhão da auto-defesa territorial “Kryvbas”, pelos militares da 93ª e 51ª Brigadas das Forças Armadas da Ucrânia e pelas unidades dos batalhões voluntários “Dnipro-1” e “Donbas”.

Fonte e fotos:

A situação em Ilovaisk é bastante difícil, mas não é tão desesperada como é noticiado em alguma comunicação social e na blogosfera. A cidade de Ilovaisk é bombardeada por todo o tipo da artilharia russa, por vezes é atacada por blindados. Na tarde do dia 26 de agosto um destes tanques russos foi destruído pela artilharia ucraniana. Outro, foi capturado pelas forças ucranianas, juntamente com a documentação pessoal do seu artilheiro, militar do exército regular russo, escreve Roadcontrol.org.ua
https://www.youtube.com/watch?v=FOhEqpS_9GU

As perdas militares russas e o seu encobrimento

O Ministério da Defesa da Rússia até hoje nega o seu envolvimento na invasão e ocupação da Ucrânia. Uma das táticas usadas para isso é simples: todo e qualquer militar russo abatido na Ucrânia é “despedido” das forças armadas, usando para o encobrimento as datas anteriores à sua morte.

A co-presidente do “Comité das Mães de Soldados” da região de Stavropol (Rússia), Lyudmila Bogatenkova, conta que recebeu a visita do vice-procurador, tudo indica que da procuradoria militar regional, que levou as listas dos soldados (abatidos e capturados) e aconselhou “se comunicar menos com a imprensa”.

Sra. Bogatenkova tem 74 anos e diz não temer nada, conta que os militares russos mortos estavam na Ucrânia, na cidade de Snizhne (Snezhnoe), onde foram atingidos pelo “Grad” ucraniano. No dia 9 de agosto morreram 9 militares do batalhão do spetsnaz; no dia 11 mais dois: o comandante da companhia de reparações, o 1º sargento Yevgeniy Pilipenko (27) e o chefe do serviço de engenharia, tenente-coronel Yuriy Peshkov (38). Lyudmila Bogatenkova diz que possui outros nomes dos militares russos mortos e feridos na Ucrânia.   

Ativista também explica que quando o corpo do militar russo é enviado aos seus familiares, estes recebem a informação do que o fulano já foi demitido do exército e morreu “em circunstâncias não esclarecidas”, escreve Gazeta.ru

A omerta russa

Na mesma sequência, na aldeia de Vybuty, nos arredores de Pskov, no dia 25 de agosto decorreu o enterro dos dois para-quedistas abatidos na Ucrânia: Leonid Kichatkin (29 anos, morreu em 19.08.2014) e Alaksandr Osipov (20 anos, morreu em 20.08.2014). No cemitério local existe uma outra campa recente, alegadamente do outro militar russo, Sergey Volkov (27 anos, morreu no dia 11.07.2014).
Campa do Leonid Y. Kichatkin
A esposa do Leonid Kichatkin, Oksana, usou o perfil do marido na rede social VK, convidando os amigos e familiares para se despedir solenemente do seu esposo falecido. No entanto, mais tarde, na mesma página foi escrito que “o meu marido é vivo e de saúde”. Um homem até respondeu os telefonemas dos jornalistas russos, dizendo que é próprio Leonid. Depois disso o telefone da Oksana deixou de funcionar...  
Campa do Aleksandr I. Osipov
A cidade (de Pskov) como se foi dividida por uma parede invisível. Uns sabem alguma coisa e ficam calados, outros querem saber, mas não obtêm as respostas”, escreve gazeta.ru

É de recordar que no dia 21 de agosto nos arredores de Luhansk as forças ucranianas capturaram dois blindados BMD dos para-quedistas russos da Divisão de Pskov. E no dia 25 de agosto, nos arredores da localidade de Dzerkalne (Zerkalnoe), na região de Donetsk, um grupo conjunto das FAU e do SBU deteve 10 militares do 331º regimento da 98ª Divisão de Tropas Aerotransportadas das Forças Armadas da federação russa (a unidade militar № 71211).

Fonte:

O apelo dos familiares dos para-quedistas do 331º regimento da 98ª Divisão de Tropas Aerotransportadas, capturados na Ucrânia:
https://www.youtube.com/watch?v=QiZMLhVehjk 

terça-feira, agosto 19, 2014

A batalha de Ilovaysk em curso

O batalhão da Guarda Nacional “Donbas”, o batalhão do Ministério do Interior “Dnipro”, o 40º Batalhão da defesa territorial “Kryvbas”, as unidades da 93ª Brigada mecanizada e da 17ª Brigada blindada, em resultado das ações decisivas libertaram dos terroristas um ponto estratégico à leste do Donetsk – cidade de Ilovaisk.


A liderança do exército do setor “B”, observa a coordenação e a eficácia dos batalhões voluntários, atuando em conjunto com o exército, o que garantiu o sucesso do ataque. Na linha de combate estavam os comandantes dos batalhões “Donbas” e “Dnipro”, Semen Semenchenko e Yuriy Bereza, o inimigo sofreu grandes danos. Os terroristas desesperadamente tentam se agarrar ao Ilovaisk porque a sua tomada é um acesso directo às linhas de suplementos da aglomeração terrorista de Donetsk.

Infelizmente, na batalha pelo Ilovaisk tombaram como heróis dois militares do batalhão “Dnipro”, 7 foram feridos. Eu gostaria de falar sobre a tática. Talvez pela primeira vez nesta guerra, um papel crucial no sucesso deste ataque tiveram as iniciativas de pequenos grupos de infantaria, que fizeram a cobertura ousada dos flancos numa frente ampla, o que levou a um rápido colapso da resistência do inimigo. É impossível não mencionar as tripulações de veículos blindados e da artilharia das 93ª e 17ª brigadas. Eles não tinham nenhuma experiência de coordenação de combate com os voluntários, mas acreditaram, e passaram, onde o inimigo não esperava por eles.

Particularmente quero salientar que, talvez, pela primeira vez, as grandes unidades voluntárias usaram a flexibilidade tática, e a batalha foi vencida não por um impacto frontal, o que, infelizmente, muitas vezes foi utilizado pelas unidades voluntários desesperadas, que por vezes mostram a coragem que chega à imprudência. É importante que os comandantes entenderam e colocaram em prática as manobras táticas. Diante de um nó de resistência, as nossas unidades não pararam, mas identificaram os pontos fracos nas defesas do inimigo e golpearam no local onde o inimigo não esperava o ataque. Os comandantes também prestaram uma grande atenção à inteligência, a interação com artilharia e as baterias dos morteiros. Fico feliz que alguns dos meus humildes conselhos também tiveram alguma utilidade...

Quero advertir contra a euforia. As forças do inimigo na cidade não eram tão grandes, porque as reservas foram desviadas, como resultado das operações ativas das tropas ucranianas em outras áreas. Em particular, nos arredores de Mospino, Shakhtarsk, em Donetsk.

É importante mencionar na tomada Ilovaysk as ações ousadas e eficazes do 40º Batalhão da defesa territorial “Kryvbas”, da 93ª e 17ª Brigadas, que nos dias anteriores empurraram o inimigo fora das posições na periferia da Ilovaisk – pagando um alto preço. Alguns soldados morreram, muitos foram feridos. As reservas inimigas foram ocupadas. Havia o tempo para o melhor estudo das posições.

E as conclusões para o futuro.

Para as ações de assalto de sucesso, a concentração encoberta das forças na posição de ataque têm a suprema importância. A concentração noturna das nossas unidades mais próximo às posições inimigas, irá reduzir o tempo e a distância do avanço até o inimigo, reduzirá a precisão do fogo da artilharia inimiga. E se a (nossa) artilharia poderá organizar uma cortina de fumaça, então os observadores e os corretores (do fogo) inimigo serão pouco eficazes.

E eu quero dizer aos rapazes dos outros batalhões. Você faltaram aqui e muito. Espero me reunir com todos, iremos discutir.

Escreve o comandante do batalhão “Donbas”, Semen Semenchenko:

Estamos em Ilovaisk.
/.../
Durante a noite reforçamos as nossa posições na cidade, foi organizada a alimentação e assistência psicológica aos moradores que estavam nos porões de edifícios administrativos, nos abrigos anti-bomba. Para reforçar o sucesso, decidiu-se /.../ organizar uma limpeza noturna. Durante a noite foram destruídos três postos de controlo e quatro pontos de tiro do inimigo. Não ajudaram aos separatistas nem mesmo os disparos do “Grad” contra “Donbas” na cidade, que os terroristas efetuaram directamente à partir de Donetsk. Também foi bloqueado o movimento da coluna que deveria ajudar aos terroristas.

Até 5h00 de manha (19.08.2013), estava sob o controlo (ucraniano) cerca de dois terços da cidade, a cidade está completamente cercada. Pedimos os moradores para não deixarem os seus abrigos, tentaremos terminar tudo rapidamente. A companhia conjunta dos blindados das Forças Armadas da Ucrânia também não conseguiu entrar na cidade, mas pela manhã os blindados entraram, já estão com a gente. Glória à Ucrânia!

P.S. Não há perdas (mortais) no batalhão “Donbas”, os ligeiramente feridos recusaram-se a ser hospitalizado e estão nas fileiras.

O reacender da batalha (19.08.2014)

Escreve o jornalista Yuriy Butusov:

Uma verdadeira batalha decorre em Ilovaisk e nos seus arredores nestes momentos. Batalha, que começou ontem à noite, ainda está em curso, os terroristas trouxeram reforços e vão ao ataque. As grandes forças inimigas tentam recapturar a cidade e empurrar as nossas tropas que fizeram o cerco profundo da cidade. Um fogo forte da artilharia pesada e morteiros – os mercenários russos disparam contra a cidade de todos os tipos de armas, usam “Grad” – eles absolutamente não se preocupam com os civis.

Ilovaisk é fundamental para a libertação de Donetsk, é um acesso direto às linhas de fornecimento do agrupamento (terrorista) de Donetsk, uma ameaça direta ao cerco total de Donetsk, o acesso ao Zuhres e Khartsyzk ao sul, a ameaça ao grupo de mercenários em Shakhtarsk.

As unidades da 17ª Brigada de Tanques de Dnipropetrovsk, os grupos de artilharia da 93ª Brigada de Dnipropetrovsk e da 51ª Brigada de Volyn, em conjunto com os batalhões de “Dnipro”, “Donbas” e “Kryvbas” mantêm o controlo sobre a maior parte Ilovaisk e arredores, e continuam a avançar, apesar dos poderosos contra-ataques do inimigo. Também participa na batalha uma das unidades do batalhão “Azov”. O ataque mais grave do inimigo é efetuado contra as posições do 40º Batalhão “Kryvbas”. Quero mencionar a liderança do setor “B” (general Ruslan Homchak) – talvez pela primeira vez, foi estabelecida uma cooperação tática confiável entre o exército, as unidades da Guarda Nacional, o Ministério do Interior, organizado um sistema unificado de comunicações. Comportam-se heroicamente os soldados e comandantes dos batalhões que estão presentes diretamente nas formações de combate, dirigindo a batalha. Sim, aprenderam, aprenderam. E isso é apenas o começo. Orem pelos nossos – a situação é bastante grave.

Hoje estou indo para a zona da OAT.

Escreve o Ministro do Interior da Ucrânia, Arsen Avakov:
T-72 dos invasores russos, as FA da Ucrânia não possuem este tipo de blindados 
Ilovaisk. Combate pela sua libertação. Semen Semenchenko, o comandante do batalhão da Guarda Nacional “Donbas”, que já pelo segundo dia consecutivo está na frente da batalha foi ferido ​​por estilhaços.

O grupo da frente do ataque, que limpa Ilovaisk dos terroristas, foi atingido pelo fogo dos morteiros. Aguentaram, o ataque não parou. Entre os nossos – um soldado morreu e quatro foram feridos. Incluindo – Semen (Semenchenko). Estilhaços múltiplos. Todos foram retirados do campo de batalha para um hospital. Para já, os feridos estão fora do perigo.

Enviamos os rapazes da reserva para ajudar. Mantenhamos os dedos cruzados! Glória aos bravos guerreiros!

Informa Borys Filatov (o vice-governador da província de Dnipropetrovsk):

Com Semen (Semenchenko) tudo está OK. Estilhaços. Lutou na linha da frente como um leão. O levamos de helicóptero para Dnipropetrovsk. Por favor, não lhe levem as bananas e laranjas ao (hospital) “Mechnikov”. Só lhe faltava uma alergia. 

quarta-feira, agosto 06, 2014

O deputado troca «Breguet» e «Maserati» pela OAT

Mais um milionário ucraniano, o assessor do bilionário Ihor Kolomoysky, Nikolay Kolesnyk (na foto em cima), vendeu o seu relógio «Breguet» e está a vender a viatura «Maserati» para equipar o batalhão da auto-defesa «Kryvbas».

O deputado da Câmara Municipal de Kryviy Rih, curador do batalhão «Kryvbas», Nikolay (Mykola) Kolesnyk “trocou” o seu relógio por três viaturas «UAZа», que o batalhão usará nas missões de patrulhamento.

Vendendo o seu «Breguet», o deputado comprou três “UAZ” reparadas e em bom estado. Como assessor do governador da província de Dnipropetrovsk, Kolesnyk responde pelo apetrechamento e funcionamento do 40º batalhão da auto-defesa territorial. Possivelmente, ele também passará ser o curador do 39º batalhão, pois neste momento a unidade sente problemas com os apetrechos.



«Nikolay disse que quer vender o seu «Maserati», para comprar ao batalhão um «KraZ» blindado, por isso quem precisa de um «Maserati» em bom estado, podem escrever ao Kolesnyk», – escreveu o jornalista Yuriy Butusov.

Sabe-se que o deputado Kolesnyk não apenas faz as compras para os seus homens, ele também faz as entregas, conhece a situação militar no terreno sob responsabilidade do «Kryvbas»: a vila da Amvrosiivka e os seus arredores e o setor «D».

O jornalista Yuriy Butusov informou sobre as últimas ações do batalhão «Kryvbas»:

No dia 29 de julho, os batedores do “Kryvbas” e do “Setor da Direita” aniquilaram, nos arredores de Ilovaysk, um agrupamento considerável dos mercenários russos. Foram destruídos 2 blindados BMP com as suas tripulações, um BMP foi capturado e levado às posições ucranianas. Por conta de fator surpresa, as forças ucranianas não tiveram baixas.

«Agora «Kryvbas» tem BMP, capturado em combate. O pintaremos, curaremos, colocaremos em ordem. A nossa própria, blindagem real!» – escreveu Kolesnyk no seu FB.

No dia 30 de julho, o batalhão “Kryvbas”, «Setor da Direita», um grupo do 3º regimento das forças especiais e um grupo do batalhão «Azov» libertaram a vila de Noviy Svit, destruindo as posições inimigas. Os mercenários russos tiveram as baixas pesadas. «Da nossa parte foi ferido um militar do 3º regimento», – informa Yuriy Butusov.

Fonte:

Perdas russas


Não se sabe ao certo o número dos cidadãos russos que já morreram na Ucrânia, dado que são combatentes ilegais e ninguém os conta, mas na cidade russa de Belgorod foi inaugurada a pedra dedicada em memória dos “mortos nas guerras locais e conflitos militares”. A inscrição tem um erro gravíssimo de língua russa...