Graças aos seus contactos no exército russo o projeto ucraniano “Quero Viver” obteve a lista dos mercenários com passaportes brasileiros que combatem na 144ª Divisão de Fuzileiros Motorizados do exército russo. Naturalmente, a lista apresentada está longe de estar completa – há brasileiros nas outras unidades russas. Esta é apenas uma pequena parcela dos cidadãos do Brasil que lutam ao lado dos ocupantes russos. Os seus nomes são apresentados na lista segundo a grafia russa, tal, como estes foram transliterados pelos centros russos de recrutamento.
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| Consultar a lista no TG do projeto «Quero Viver» |
O esquema de recrutamento dos brasileiros, bem como outros latino-americanos, é tradicional: são atraídos para a federação russa com a oferta de emprego e já no local são persuadidos a assinar um contrato, coagidos ou tentados pelo dinheiro. Geralmente, os brasileiros juntam-se ao exército russo via conhecido “Ponto Único de Recrutamento” na rua Iablochkova, em Moscou/vo. Depois de serem enviados ao front / frente de batalha, têm poucas hipóteses de sobrevivência, uma vez que os russos não poupam especialmente os mercenários “não russos”. Apenas alguns tiveram a sorte de serem capturados. Uma entrevista a um destes brasileiros sortudos, Pedro Henrique Antunes Pantoja, será divulgada, em breve, no canal YouTube do projeto:
Apelamos às autoridades brasileiras para que prestem atenção a este problema. Se você for convidado à se juntar ao exército russo, isso significa que, literalmente será enviado ao matadouro. Irá morrer numa guerra que não é a sua, e será imediatamente esquecido algures nos estepes da Ucrânia, se transformando no adubo das famosas terras negras ucranianas.
Recorde-se que o Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações Exteriores da Ucrânia pede aos estrangeiros que evitem se juntar às fileiras do exército de ocupação russo por todos os meios possíveis e, se forem enviados para front / frente de combate, que contactem o projeto “Quero Viver”. Não importa que “montanhas de ouro” os recrutadores russos vós prometeram, tudo geralmente termina em morte num dos muitos ataques russos de «trituradora de carne».
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