Mostrar mensagens com a etiqueta Austrália. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Austrália. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, janeiro 09, 2026

«A Força Aérea ucraniana sobreviveu; a de Taiwan quase certamente não conseguiria»

O think tank australiano The Strategist divulga a «Escolha do Editor 2025» — o texto «A Força Aérea Ucraniana Sobreviveu; a de Taiwan quase certamente não conseguiria», de David Axe, publicada inicialmente em abril de 2025. 

Em fevereiro de 2022, a Força Aérea Ucraniana entrou na guerra contra as forças invasoras russas com apenas 125 aeronaves de combate concentradas em cerca de uma dúzia de bases. Dada a superioridade esmagadora da rússia — centenas de aeronaves implantadas e milhares de mísseis — poucos esperavam que as forças ucranianas sobrevivessem às primeiras horas da guerra.

Mas elas sobreviveram. E 38 meses depois, ainda sobrevivem — realizando missões defensivas e ofensivas diariamente.

Foi um feito incrível. A força aérea de Taiwan conseguirá repetir essa conquista?

Quase certamente não. A geografia e a escala da ameaça chinesa representarão um teste muito mais difícil para a força aérea de Taiwan e seus 400 caças.

A Força Aérea Ucraniana evitou a destruição no ataque inicial russo ao receber informações antecipadas e dispersar pessoal e aeronaves para longe das principais bases aéreas. As forças foram espalhadas por dezenas de pequenos aeródromos e até mesmo trechos de autoestradas/rodovias.

«Os alvos de cada ataque mudavam à medida que os mísseis atingiam seus pontos designados», escreveram os analistas Justin Bronk, Nick Reynolds e Jack Watling em um estudo para o Royal United Services Institute, em Londres.

Os ucranianos mantiveram essa prática durante toda a guerra. Além disso, sofreram suas maiores perdas quando relaxaram seus controles de dispersão. Em julho [de 2025], uma série de ataques com mísseis balísticos russos destruiu várias aeronaves, incluindo caças Su-27, em bases aéreas próximas às linhas de frente. Mesmo com a vigilância constante que os ucranianos não conseguiram manter, os taiwaneses podem não conseguir escapar dos mísseis chineses.

«A geografia limita a dispersão», diz Eric Heginbotham, pesquisador sênior do Programa de Estudos de Segurança do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A Ucrânia é 20 vezes maior que Taiwan e possui muito mais aeródromos: mais de 900, em comparação com os cerca de 50 de Taiwan. Isso limita a capacidade da força aérea taiwanesa, muito maior, de sobreviver dispersando-se.

A Base Aérea de Taitung, em Taiwan, possui abrigos subterrâneos que poderiam acomodar algumas aeronaves, mas o enorme e crescente arsenal de mísseis balísticos e de cruzeiro da China poderia anular tais esforços.

Em uma série de rigorosos exercícios militares conduzidos pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) em janeiro de 2023, Heginbotham e outros analistas chegaram consistentemente à mesma conclusão:

«Uma invasão sempre começa da mesma forma: nas primeiras horas de combate, inicia-se uma campanha de bombardeio, destruindo grande parte da marinha e da força aérea de Taiwan».

O think tank RAND defende há muito tempo que Taiwan gaste menos em caças e mais em sistemas de defesa aérea, que seriam mais fáceis de ocultar no terreno acidentado de Taiwan.

Se há motivo para um otimismo cauteloso, é que as forças de mísseis da China operariam sob severas limitações em caso de conflito. Apesar de possuir milhares de mísseis, seu arsenal foi construído ao longo de décadas e não pode ser reabastecido rapidamente.

E os remanescentes da Força Aérea de Taiwan ainda poderiam exercer alguma influência no curso de uma guerra. No entanto, seria insensato esperar que Taiwan protegesse sua força aérea extremamente vulnerável, concentrada em algumas poucas bases, de uma invasão chinesa.

Quando os defensores da reforma da defesa de Taiwan imploram ao governo que aumente os gastos com mísseis furtivos e pequenos drones, eles não estão simplesmente defendendo novas tecnologias de ponta. Eles reconhecem uma realidade inconveniente, mas inegável: em uma guerra em grande escala, a Força Aérea de Taiwan quase certamente teria uma vida útil surpreendentemente curta. 

via: Yigal Levin

Bónus 

Desde o início da guerra russa de larga escala, que começou em 24.02.2022, rússia e Ucrânia tiveram as seguintes baixas de aviação, apenas os números com a verificação positiva em fotos e/ou vídeo da comunidade OSINT Oryx: 

rússia:

  • Aeronaves (174 + 4 em dezembro, das quais destruídas: 150, danificadas: 24);
  • Helicópteros (166 + 0 em dezembro, dos quais destruídos: 132, danificados: 32, capturados: 2)

Ucrânia:

  • Aeronaves (112, das quais destruídas: 107, danificadas: 4, capturadas: 1), entre eles: 4 F-16 e 1 Mirage 2000-5F 
  • Helicópteros (53, dos quais destruídos: 47, danificados: 3, capturados: 3), entre eles: 1 Airbus H225 de transporte e 1 Westland Sea King (danificado além de reparabilidade).

Além disso, desde 24.02.2022 Ucrânia recebeu ou receberá, dos seus aliados ocidentias e da NATO mais de 122 aeronaves (soviéticas e ocidentias, das quais 81 já foram entregues e outras 41 são prometidas). Assim, como mais de 96 helicópteros de ataque, transporte e utilitários (dos quais 71 entregues e mais de 25 prometidos).

domingo, janeiro 04, 2026

«Mercenários»: o documentário ucraniano sobre três POW estrangeiros

«Mercenários» é um documentário ucraniano sobre três estrangeiros que a rússia usou como instrumentos da sua guerra colonial contra Ucrânia. As histórias tristes de togolês, cingalês e brasileiro, Pedro Henrique Antunes Pantoja.

Os protagonistas do filme são cidadãos de países diferentes de três continentes distintos: África (Cemechon Koffi Victor de Togo), Ásia (Fernando Warnakulasuriya da Sri Lanka) e América do Sul (Pedro Henrique Antunes Pantoja do Brasil). Eles se viram no exército russo, atraídos por promessas de dinheiro e cidadania russa, ou enganados por recrutadores que ofereciam emprego legal na rússia. Para muitos estrangeiros, o momento de assinar um contrato com o Ministério da Defesa russo provou ser fatal. Os que sobreviveram foram capturados pelas forças ucranianas — e agora, pela primeira vez, compartilham publicamente como se tornaram parte da guerra de outros, o que sofreram e o que esperam para o futuro. 

Kemechon Koffi Victor de Togo

É de notar que em maio de 2025 as FAU capturarm em combate pelo menos dois cidadãos de Togo, um dos países africanos, onde a rússia faz o recrutamento de mercenários para a sua guerra colonial contra Ucrânia.

A história do Pedro, contada pelo próprio 

Pedro Henrique Antunes Pantoja foi formado no Brasil na área de TI, trabalhou na Austrália, diz que em 2024 recebeu um convite para trabalhar na rússia na corporação «Rostech», um dos maiores fornecedores de tecnologia militar e para-militar ao exército russo. Os russos prometeram lhe bom salário, juntamente com um bom pacote social (seguro, etc.) Em janeiro de 2025 (?) ele recebeu o endereço, onde deveria se apresentar em Moscovo/ou, na rua Iablochkovo, Nrº 5, onde está situado o centro de recrutamento de estrangeiros do exército russo. No local, o simpático tradutor russo Alexander explicou que Pedro deveria assinar «muitos documentos», todos relacionados com o seu futuro salário e benefícios sociais. Naturalmente todos os documentos eram em russo (Sic!) Dessa forma Pedro Pantoja acabou por assinar o contrato com exército russo com a duração de um ano. De seguida, ele foi enviado à base militar «Avangard», onde o exército russo oferece um treino muito básico aos dispensáveis mercenários estrangeiros. Se aprecebendo do sucedido, Pedro Pantoja conseguiu mandar dois e-mails a embaixada do Brasil na rússia, se quixando da sua situação e pedindo ajuda. Nenhum e-mail foi respondido...

Após um mês de treinos e desespero, Pedro foi enviado à cidade russa de Rostov-on-Don, onde os militares russos, de imediato, aprenderam o seu telefone, passaporte e todos os documentos e identificações. Depois, um comandante russo que falava português explicou ao Pedro que ele estaria trabalhar para a inteligência militar russa. A sua primeira tarefa real era ser um observador noturno (Sic!) num determinado ponto da linha da frente à cerca de 1 km das posições ucranianas. Numa outra excursão à linha da frente o seu grupo/team foi detectado pelos drones FPV ucranianos, um colega seu foi morto e ele próprio ferido por estilhaços. Percebendo que foi definitivamente abandonado pelos russos e vendo uma oportunidade de ouro para salvar a sua vida, Pedro fez uma coisa bastante inteligente: ele tirou o seu capacete, colete prova de bala e baixou a arma, mostrando ao drone ucraniano que queria se render. Operador do drone entendeu a sua intenção sincera e lhe passou a simples mensagem: «me siga».

Foto: GZH

Após chegar às posições ucranianas, Pedro Pantoja recebeu assistência médica, comida e água. Foi lhe explicado que à partir daquele momento ele se tornava um POW, protegido pela Convenção de Genebra, levado, de seguida, para a Cadeia Operativa (SIZO) de Zaporizhia. No total, ele passou por 6 unidades penitenciárias e dois campos de POW. Pedro conhece os seus deveres (trabalhar) e direitos (receber pelo trabalho), dinheiro que depois pode gastar na cantina especial do campo dos POW.

Durante os vários meses da sua permanência como POW (em kaneiro de 2026 são cerca de 1 ano e 7 meses), Pedro Pantoja nunca foi contactado por nenhum representante da Embaixada brasileira na Ucrânia. Numa mensagem dirigida à Embaixada, Pedro diz, que neste momento «se sente completamente abandonado pela Embaixada do Brasil». Pedro relata que apenas recebeu uma dica curiosa e não oficial, vinda de uma brasileira, funcionária da Cruz Vermelha Internacional: «Voltar à rússia, receber novo passaporte na embaixada brasileira em Moscovo/ou e depois voltar ao Brasil ou, então, à Austrália»... 

À primeira vista a história contada pelo Pedro parece ser bastante sólida. Um especialista de TI à trabalhar na Austrália, em princípio, não deveria desejar se tornar um soldado numa guerra distante. Embora, naturalmente não há maneiras de saber até que ponto ele está sendo realmente sincero, se não esconde algns pontos mais sórdidos. Há dúvidas óbvias de como e porque um informático não consegui usar um programa básico e símples de tradução instantânea de documentos. Mas enfim... 

De qualquer maneira, os brasileiros e outros estrangeiros que viajam à rússia para poder ter um «bom emprego muito bem renumerado» devem perceber algumas coisas simples: a) os estrangeiros são vistos, pelos russos, como seres absolutamente dispensáveis; b) enganar um estrangeiro de uma maneira mais vil e abusiva é visto na rússia como virtude e não como falha moral; c) usando as técnicas do marechal Zhukov o exército russo usa muita infantaria dispensável, por isso mais um ou menos um estrangeiro morto não conta nem para as estatísticas; d) as famílias dos estrangeiros mortos e desparecidos em combate nem sequer vão receber quaisquer compensação, pois habitualmente são registados pelos seus comandantes como SOCh, ou seja desertores; e) por favor, não disperdiçem as vossas vidas, vindo de tão longe somente para se tornar o adubo às terras negras da Ucrânia.

Salve a sua vida e entrega-se às FAU: t.me/spasisebyabot

Ligue para +38 044 350 89 17 e 688 (somente de números ucranianos)

Escreva ao Telegram ou WhatsApp:

  • +38 095 688 68 88
  • +38 093 688 68 88
  • +38 097 688 66 88

sábado, junho 28, 2025

Monumento ao Taras Shevchenko no coração de Washington D.C.

Em 27 de junho de 1964, no coração de Washington, a poucos quarteirões da Casa Branca, ocorreu a inauguração do monumento ao poeta ucraniano Taras Shevchenko. Foi o quarto monumento ao Kobzar no continente norte-americano, o primeiro em importância.

A inauguração contou com a presença de 100 mil pessoas – delegações de ucranianos do Canadá, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Grã-Bretanha e França, além de representantes do governo dos EUA e embaixadores de países estrangeiros (1º Secretário da embaixada da Argentina Juan Mate), figuras de autoridade da comunidade ucraniana, em particular Lev Dobryansky, o Patriarca ucraniano ortodoxo Mstyslav e o astro de Hollywood Jack Palance. Este evento tornou-se talvez o maior feriado da comunidade ucraniana na América no século XX.

O monumento de bronze sobre um pedestal de granito com mais de 7 m de altura e pesando 45 toneladas foi feito pelo famoso escultor ucraniano Leo Mol e pelo arquiteto Radoslav Zhuk.

O projeto do monumento tinha o eloquente nome «Prometeu», que reflete sua ideia principal, e o próprio monumento é uma verdadeira obra-prima artística e uma das imagens mais originais do Kobzar (o que vale apenas as roupas elegantes e modernas do jovem poeta enérgico!), bem como um símbolo nacional e político do povo ucraniano na América. É importante que esteja localizado na área do Dupont Circle – no centro da cidade, não muito longe do monumento a George Washington e a 5 quarteirões da Casa Branca, onde sempre há muitos transeuntes e turistas.

Mapa memorial dedicada à abertura do monumento

A ideia de construir um monumento a Shevchenko surgiu no final do século XIX e foi concretizada no período pós-guerra entre a intelectualidade ucraniana, unida em torno da Escola Nacional de Teatro. Mas o projeto só decolou em setembro de 1960, por iniciativa do chefe da principal organização pública e política dos ucranianos nos Estados Unidos, o Comité do Congresso Ucraniano da América (UCCA), Lev Dobryansky, o Comité do Monumento ao Shevchenko foi criado. Foi liderado pelo presidente do Conselho Principal da Sociedade Científica «Shevchenko», Roman Smal-Stotsky, pelo presidente da Academia Livre de Ciências da Ucrânia nos Estados Unidos, Yuriy Shevelyov, e por Lev Dobryansky. Além dos líderes da diáspora ucraniana, muitos ucraniano-americanos aderiram à causa, enviando cartas ao Capitólio solicitando autorização para a construção do monumento. O senador republicano Jacob Javits e o congressista Alvin Bentley também apoiaram a construção do monumento. Em junho de 1960, a resolução correspondente foi aprovada por unanimidade pela Câmara dos Representantes e, em agosto, pelo Senado (também por unanimidade). Em 2 de setembro, foi assinada pelo presidente Dwight Eisenhower e entrou em vigor como Lei Pública 86-749.

Curiosamente, quatro presidentes americanos estiveram diretamente envolvidos na construção deste monumento. Por exemplo, Harry Truman foi o presidente honorário do Comité do Monumento a Shevchenko, e Dwight Eisenhower assinou a lei sobre sua construção e o inaugurou (seu discurso pode ser lido aqui, na tradução ucraniana). Em setembro de 1963, John F. Kennedy parabenizou os ucranianos americanos pela dedicação do local para a construção do monumento e contribuiu para a implementação do projeto. Lyndon B. Johnson disse o seguinte sobre Shevchenko: «Ele era mais do que um ucraniano — era um estadista e um cidadão do mundo. Era mais do que um poeta — era um lutador destemido pelos direitos e pela liberdade do povo».

Vista atual do monumento

É característico que a URSS tenha tentado impedir a construção do monumento ao Shevchenko. Exigências para que o monumento não fosse erguido foram expressas tanto pela embaixada soviética, quanto pela representação da Ucrânia soviética na ONU. O jornal «Washington Post» publicou uma série de artigos retratando Shevchenko como um inimigo de católicos, cristãos ortodoxos, russos, polacos/poloneses e judeus, e, ao mesmo tempo, um «precursor do comunismo». 

Documento oficial da abertura do «Caso informativo» do 1º Departamento do KGB,
dedicado à inauguração do monumento ao Taras Shevchenko em Washington 

Mas, apesar de tudo isso, em abril de 1963, a comissão de arte da capital americana aprovou o projeto do monumento, que foi inaugurado um ano depois, em 27 de junho de 1964. Em maio de 1965, uma grande urna com terra do túmulo de Shevchenko em Kaniv, trazida pela chefe do conselho municipal de Detroit, Marusya Beck, e pelo casal Kalmyk, foi erguida aos pés do monumento. O «Livro da Memória», com uma breve descrição da história do monumento, uma lista de mais de 50 mil cidadãos americanos, principalmente de origem ucraniana, que fizeram doações, e outros documentos, também foram colocados no pedestal. Desde então, a comunidade ucraniana nos Estados Unidos celebra todos os eventos mais importantes perto do monumento ao Taras Shevchenko.

Curiosamente, em Kyiv, no pátio do Museu Nacional Taras Shevchenko, próximo à entrada, há uma cópia de «Prometeu» de Washington, doada pelo próprio autor, o escultor Leo Mol.

A primeira foto mostra presidente Dwight Eisenhower inaugurando o monumento. À esquerda do monumento estão o chefe do UCCA Lev Dobryansky e o Patriarca da Igreja Ortodoxa Ucraniana, Mstyslav.

Fonte: Diaspora.ua

A inauguração do monumento a Taras Shevchenko em 27 de junho de 1964, em Washington, nos EUA, foi retratado na filatelia ucraniana (serviço postal não oficial da Ucrânia).




Fonte: Taras Shevchenko na filatelia ucraniana.

sábado, dezembro 23, 2023

Patriot ucraniano vs Su-34 russo, 3:0)))

No dia 22 de dezembro, a Defesa Aérea da Ucrânia abateu, num único dia e praticamente no mesmo local, na região de Kherson, os três Su-34 russos (com a possibilidade de serem um Su-35 e dois Su-34). 

Patriot é um sistema de defesa aérea que começou a ser desenvolvido em 1963. Os primeiros Patriotas entraram no serviço nos EUA, oficialmente, em 1984. A versão PAK-3, que Ucrânia usa de momento, foi adotada em 2001. 

Cinco anos após a entrada em serviço da versão atual do Patriot, ou seja, em 2006, os primeiros Su-34 em série foram lançados na fábrica de Chkalov. Outros oito anos depois, em 2014, o primeiro Su-34, chamado, pela propaganda russa, de aeronave da «geração 4++» será adotado pela força aérea russa. 

Explicação técnica do sucedido

Depois disso, os russos difundiram, em todo o seu «dark web» que o Su-34 é um super avião. Tal como o Su-25 pode vencer os blindados. É manobrável, quase como um Su-27 e pode ultrapassar um caça. Ele poderá carregar um milhão de bombas e mísseis da série X. Bem, é claro, possui uma estação de guerra electrónica super-hiper chamada «Khibina», que simplesmente corta os radares de defesa aérea do inimigo, a luz, o sentido da vida e inibe os seus pilotos da necessidade de visitar WC. Na prática, já é o segundo caso em que nem os «Khibinas», nem os helicópteros de cobertura, armados com os sistemas anti-radar, conseguem salvar os pilotos russos da engenhoca americana com o sabor ucraniano. 

Assim o alegado 2º exército do mundo queria enfrentar a NATO/OTAN. 

Parabéns à Defesa Aérea da Ucrânia. E à empresa Raytheon, bem como os seus 200 empreiteiros, que fabricam Patriots americanos modernos (fonte). 

Bloguer: aparentemente os Su-34 foram emboscados e abatidos, quando se preparavam para atacar as posições ucranianas na localidade de Krynky, o ponto avançado na margem esquerda do rio Dnipro. O abate dos aparelhos e a morte de pilotos, à muito contragosto, foi reconhecida pelos TG canais russos, especializadas na temática militar. 

TG canais russos reconhecem a perda dos três Su-34


Paraquedas de um dos pilotos dos Su-34 abatidos

Também é de notar que após o fiasco, o número de bombas guiadas russas, lançadas contra as posições ucranianas em Krynky e na margem direita do rio Dnipro desceu de 80-100 unidades por dia até 1 (uma!) unidade, em menos de 24 horas. 

Tudo indica, que o aparecimento dos F-16 na Força Aérea da Ucrânia, será uma pequena reviravolta no decorrer da guerra, tal como, anteriormente, o aparecimento dos obuseiros de longo alcance M-777 e sistemas HIMARS/GMLRS.

Bónus 




Austrália enviou uma aeronave Boeing E-7A Wedgetail de vigilância por radar de longo alcance para «proteger rotas vitais de ajuda humanitária e militar internacional à Ucrânia». Equipada com um poderoso radar, esta aeronave pode detectar aeronaves, mísseis e navios inimigos a grandes distâncias e guiar os caças até seus alvos. É uma versão militarizada do comercial Boeing-737.

segunda-feira, agosto 28, 2023

💥⚡️Ucrânia destrói o mais moderno radar russo «Predel-E»

As FAU destruíram o mais moderno radar russo – a estação costeira de radar móvel além do horizonte «Predel-E», que foi apresentada, pela primeira vez, em junho de 2023 e custa cerca de 200 milhões de dólares. Na mesma ação foi destruída a estação de guerra eletrônica Leer-2 (85IA6).

Bónus

Os canais propagandistas russos escrevem que Ucrânia atacou o campo de aviação russa presumivelmente em Kursk, pela primeira vez usando os drones descartáveis ​​​​de papelão PPDS da empresa australiana «SYPAQ».

Dependendo do modelo, esses drones podem levar de 3 kg à 5 kg de carga útil, voando entre 1 à 3 horas, à uma distância de 40 à 120 km.

Bónus II

Na cidade temporariamente ocupada de Energodar, no dia 28 de agosto, ocorreu outra explosão no «quartel» improvisado da unidade de polícia de choque da Guarda Russa «Akhmat-1». Como resultado da operação do movimento de resistência local, coordenado pela secreta GUR do Ministério da Defesa da Ucrânia, foi atingido o edifício na rua Budivelnykiv, 46, usada pelos «kadirov boys» para suas necessidades. Antigamente eram as instalações de uma agência de um dos bancos ucranianos.

✔️ Às 09h50 ocorreu uma explosão no endereço especificado. Como resultado, os ocupantes foram mortos e feridos e os seus carros estacionados no pátio danificados. A explosão se seguiu de incêndio. Corpos de bombeiros e ambulâncias chegaram ao local. As informações sobre o número de «kadiristas» mortos e feridos estão sendo apuradas.