Nas últimas 24 horas as forças ucranianas abateram 35 terroristas, destruíram
2 tanques, 3 blindados BTR, um sistema de mísseis “Uragan” e 6 sistemas “Grad”,
informa o centro de imprensa da Operação anti-terrorista (OAT).
“Foi alvejada a coluna automóvel do inimigo (até 30 veículos) que se movia
na direção de vila de Luhanske – cidade de Alchevsk. Além disso, foram destruídos
dois veículos da coluna que se movia na direção Zuhres – Khartsyzk”, se diz no
comunicado.
Liquidado na Ucrânia
Na Ucrânia foi liquidado Nikolai Bushin, o vice-comandante do 4º pelotão da
4ª companhia da 31ª Brigada Aerotransportada especial da guarda (unidade
militar № 73612), com o aquartelamento permanente na cidade de Ulianovsk
(Rússia). A data estimada da sua morte é 26 de agosto de 2014. A informação sobre
a morte foi confirmada ao TV Rain pela mãe do militar russo, escreve Censor.net.ua
Cerco de Ilovaisk
O ministro do Interior da Ucrânia, Arsen Avakov, informou que 28 militares
ucranianos saíram do cerco nos arredores de Ilovaisk (região de Donetsk) e
neste momento se dirigem para o posto mais próximo da Guarda Nacional da
Ucrânia.
É para manter na mente, que neste momento o número das tropas russas à
participarem na invasão da Ucrânia é avaliado em 10-15.000 soldados e oficiais,
segundo os dados do Comité dos mães de soldados, uma ONG russa, informa Censor.net.ua
A culpa morre ucraniana...
O terrorista abatido...
Ilnur Kulchinbayev, um para-quedista russo de origem oriental foi abatido
na Ucrânia, onde estive para matar os ucranianos (cache
web do seu perfil na rede social VK). O seu filho, todo revoltadíssimo,
escreveu: “ucranianos canalhas criaturas que todos eles morrem”. O menino não
pergunta e não há ninguém que lhe ajuda na formulação de uma pergunta simples: qual foi o motivo pelo qual o seu pai foi morto na Ucrânia?.. (FONTE).
Os mercenários chechenos na Ucrânia (no vídeo do link em baixo, em Ilovaisk, nas fotos
+18, em Yenakievo):
Apesar dos constantes desmentidos do Kremlin, diversos militares russos do seu
exército regular foram abatidos, ferido e capturados na Ucrânia. A TV russa “Dozhd”
(TV Rain) criou um projeto especial dedicado à estes militares.
Segundo a mesma fonte, de momento, na invasão da Ucrânia participam
diversas unidades do exército regular russo:
98ª Divisão aerotransportada “Svirskaia” das forças armadas da Rússia;
17ª Brigada motorizada especial, unidade militar № 65384;
31ª Brigada aerotransportada espacial da guarda, unidade militar № 73612;
9ª Brigada de infantaria motorizada especial “Vislenskaia”, unidade militar № 54046;
76ª Divisão aerotransportada da guarda “Chernigovskaia”;
18ª Brigada especial motorizada da guarda de Yevpatoria (Crimeia).
A TV Rain pergunta:
Onde e por que morrem os militares russos. Quem são eles, quantos são. Por
que eles morreram. Quem os matou. Nós, a sociedade russa, conterrâneos, amigos
e familiares das vítimas, devemos saber o que está acontecendo. E se as
autoridades russas – por enquanto – mantém o silêncio e escondem nós a
informação, nos devemos saber a verdade por nos mesmos. Por isso, a TV Rain
tenta reunir as informações sobre os falecidos, desaparecidos em combate ou
capturados soldados russos. Se ninguém saberá deles – isso não será a salvação. Isso será uma traição.
Se você tiver qualquer informação sobre os soldados falecidos, desaparecidos
ou capturados, envie-nos à soldat@tvrain.ru
A vida no bestiário
O "mundo russo" atua acusando: "Ela mata as nossas crianças agente dos carrascos"
O mesmo canal TV Rain, divulgou a informação sobre a libertação da patriota
ucraniana Iryna Dovhan, que dias antes foi raptada pelos terroristas do “batalhão”
Vostok. Os terroristas amarraram (!) a mulher indefesa à um “Pelourinho”, onde ela foi agredida e humilhada pelos separatistas locais, acusada de auxiliar o
exército ucraniano.
Mais de 100 soldados russos morreram no leste da Ucrânia em uma única
batalha no mês de agosto, ajudando os separatistas pró-russos à lutar contra as
tropas ucranianas, disseram nesta quinta-feira (28.08.2014), dois membros do
Conselho Presidencial de Direitos Humanos da Rússia, citando relatos de
testemunhas e parentes dos mortos.
Ella Polyakova e Sergei Krivenko, ambos membros do Conselho – um órgão
consultivo sem poderes legais e numa relação difícil com o Kremlin – disseram
que cerca de 300 pessoas ficaram feridas no mesmo incidente de 13 de agosto,
perto da cidade de Snizhne (Snezhnoe), quando uma coluna de camiões em
andamento, cheia de munição, foi atingida por uma barragem sustentada de
mísseis “Grad” (ucranianos).
“Uma coluna de soldados russos foi atacada por mísseis “Grad” e mais de 100
pessoas morreram. Tudo aconteceu na cidade de Snizhne na província de Donetsk”,
disse Krivenko à Reuters. Polyakova disse que ela recebeu o mesmo número de
soldados russos mortos.
Eles disseram que tinham falado com cerca de 10 parentes e colegas dos
soldados mortos (estes últimos) que testemunharam o ataque, alguns dos quais
haviam acompanhado os corpos de volta para a Rússia. As fontes disseram que não
havia nenhuma documentação que comprove que os soldados tinham estado na
Ucrânia e os certificados de óbito foram preenchidos de forma à sugerir que eles
morreram em outros lugares. “Quando falo com os rapazes que acompanharam esses
caixões de soldados contratados, eles me dizem que a ordem foi dada oralmente,
não havia documentação”, explica Polyakova.
Se for confirmada, a morte apoiará as afirmações de Kyiv e os seus aliados
ocidentais de que a Rússia está a alimentar o conflito no leste da Ucrânia,
fornecendo aos separatistas as armas e soldados. Isso cria as perguntas
embaraçosas para o Kremlin, que tem sistematicamente negado o seu envolvimento
no conflito. Um funcionário do Ministério da Defesa repetiu essa negação em
termos fortes na quinta-feira. Ninguém atendeu o telefone quando Reuters ligou
ao porta-voz do ministério, perguntando sobre o incidente de Snizhne.
“Aos soldados que servem sob o contrato é dada uma ordem, e as colunas
viajam por toda a Rússia e eles param em acampamento, como se fazendo a parte
de um exercício de treino, na fronteira com a Ucrânia”, disse Polyakova. “Eles
retiram todos os números de (identificação) ou escondem-os, e, em seguida,
atravessam a fronteira”, disse ela.
O líder rebelde (terrorista), Alexander Zakharchenko, disse nesta
quinta-feira que os soldados russos em ativo estavam lutando com os rebeldes
contra as tropas ucranianas, mas estavam fazendo isso durante as suas férias. Polyakova
explicou que nenhum dos soldados com quem ela ou seus colegas tinham falado,
tinha preenchido o formulário para a ida de férias, procedimento padrão para os
soldados contratados.
Krivenko disse que por volta de meados de agosto eles haviam recebido
reclamações de pais dos soldados que estes não poderiam entrar em contato com
os seus filhos. Os dois ativistas disseram que pediram o Comité de Investigação da
Rússia para abrir uma investigação sobre o caso. “Fizemos visitas a órgãos
oficiais, mas até o momento não recebemos nenhuma resposta”, informou Polyakova.
Fonte:
(Reportagem de Thomas Grove, Edição de Mark Trevelyan e Will Waterman)
Nos arredores de Ilovaisk, os batalhões voluntários ucranianos, mesmo
estando cercados, capturaram mais dois para-quedistas russos. Os invasores se
chamam: Akhmedov Ruslan Akhatovich e Ilmitov Arseniy Arkadievich, nas suas
próprias palavras eles vieram ao Rostov-no-Don para “participar nos exercícios”,
informa Charter97.org
https://www.youtube.com/watch?v=SbA8wbAvo8E
Os terroristas liquidados: “Dingo”
Um dos terroristas da rp de Donetsk, cidadão russo, Yevgeni Ponomariov (39) “Dingo”,
foi liquidado pelas forças ucranianas. “Dingo” participou nas atividades
terroristas desde o início da onda separatista, notabilizou-se em Sloviansk e Kramatorsk.
Era comandante da centena de cossacos-terroristas “Lobos de Terek”, escreve o
blogueiro ucraniano Vitaliy Umanets.
A morte do terrorista foi confirmada pelas fontes independentes.
O Estado-maior da OAT informou os jornalistas que recebeu a informação não
confirmada que o terrorista russo Valery Bolotov foi liquidado no território da
Rússia. A informação foi avançada pelos empresários de Luhansk, que
anteriormente eram coagidos pelo terrorista de lhe pagar uma espécie de “propina”
de agiotagem.
No último dia 14 de agosto, o terrorista resignou dos seus “postos” na rp
de Luhanks e se retirou à Rússia, sem nunca mais ser visto. Os empresários de Luhansk que sob a pena de morte pagavam o “imposto”
semanal ao Bolotov, entregando o dinheiro aos seus comparsas, foram confrontados
com um pequeno problema. Quando vieram para “pagar o imposto”, foram informados
do que “para já isso não é necessário”. Aos empresários também foi dito que: “não
há mais ninguém para pagar. Bolotov já não existe”. No Estado-maior da OAT disseram que a informação
foi recebida de várias fontes independentes e é verificada de momento. Como
autores são apontados os serviços secretos russos ou os oligarcas ucranianos
que colaboravam com Bolotov. Em ambas as versões os motivos são idênticos: a “queima
de arquivos”, escreve Charter97.org
Hoje, devido à deterioração da situação no sul da região de Donetsk, na
área de Amvrosiivka e Starobeshevo, como o resultado de uso de unidades do
exército russo no território ucraniano, eu decidi cancelar a minha visita
oficial à Turquia. Foram planeados sete encontros bilaterais de grande
importância para Ucrânia, mas, neste momento, o lugar do presidente ucraniano,
é aqui, em Kyiv.
Hoje, o Conselho da Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia (RNBO) se
reunirá para elaborar um plano de ação, tendo em conta o agravamento da
situação. Convocaremos uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O mundo deve responder à acentuada deterioração da situação na Ucrânia.
Faço um apelo aos nossos parceiros da União Europeia a convocar uma reunião
de emergência dos Estados membros da União Europeia, onde é urgente debater a
situação na Ucrânia.
#UkraineUnderAttack
#RussiaInvadedUkraine
https://www.youtube.com/watch?v=qOu7he3SlFc
Os tanques russos no território da Ucrânia, Kremlin lança a invasão de
larga escala:
https://www.youtube.com/watch?v=XIG41MTy9PU
Ajuda humanitária como pretexto e preparação para a guerra: o cartoon sobre
a “amizade” russo-ucraniana:
Não esperávamos que o nosso artigo sobre osmercenários
russosque participam na invasão da Ucrânia seja tão apreciado pelos leitores.
Desde a citação no fóruns especializados no Brasil, até a sua tradução na
Suécia. Hoje, quando a invasão militar russa se tornou uma realidade já
impossível de esconder, publicamos mais dados sobre o modus operandi das forças
de ocupação.
Os blindados russos destruídos em Ilovaisk
Na tarde do dia 26 de agosto, a artilharia ucraniana destruiu uma coluna
dos para-quedistas russos, composta pelos blindados BMD. Os militares do
exército regular russo avançavam em direção de Ilovaisk, no intuito de atacar as forças ucranianas. Os para-quedistas russos usavam os fardamentos do exército regular e
estavam armados com as espingardas de precisão “Vintorez”, exclusivas às unidades
especiais das forças armadas russas. A maioria destes para-quedistas foi
abatida pelos ucranianos, uma parte – capturada.
De momento, a cidade de Ilovaisk é defendida pelos voluntários da 2ª
companhia do 39º Batalhão da auto-defesa territorial “Kryvbas”, pelos militares
da 93ª e 51ª Brigadas das Forças Armadas da Ucrânia e pelas unidades dos
batalhões voluntários “Dnipro-1” e “Donbas”.
A situação em Ilovaisk é bastante difícil, mas não é tão desesperada como é
noticiado em alguma comunicação social e na blogosfera. A cidade de Ilovaisk é
bombardeada por todo o tipo da artilharia russa, por vezes é atacada por
blindados. Na tarde do dia 26 de agosto um destes tanques russos foi destruído pela
artilharia ucraniana. Outro, foi capturado pelas forças ucranianas, juntamente
com a documentação pessoal do seu artilheiro, militar do exército regular
russo, escreve Roadcontrol.org.ua
https://www.youtube.com/watch?v=FOhEqpS_9GU
As perdas militares russas e o seu encobrimento
O Ministério da Defesa da Rússia até hoje nega o seu envolvimento na
invasão e ocupação da Ucrânia. Uma das táticas usadas para isso é simples: todo
e qualquer militar russo abatido na Ucrânia é “despedido” das forças armadas,
usando para o encobrimento as datas anteriores à sua morte.
A co-presidente do “Comité das Mães de Soldados” da região de Stavropol (Rússia),
Lyudmila Bogatenkova, conta que recebeu a visita do vice-procurador, tudo
indica que da procuradoria militar regional, que levou as listas dos soldados
(abatidos e capturados) e aconselhou “se comunicar menos com a imprensa”.
Sra. Bogatenkova tem 74 anos e diz não temer nada, conta que os militares
russos mortos estavam na Ucrânia, na cidade de Snizhne (Snezhnoe), onde foram
atingidos pelo “Grad” ucraniano. No dia 9 de agosto morreram 9 militares do batalhão
do spetsnaz; no dia 11 mais dois: o comandante da companhia de reparações, o 1º
sargento Yevgeniy Pilipenko (27) e o chefe do serviço de engenharia,
tenente-coronel Yuriy Peshkov (38). Lyudmila Bogatenkova diz que possui
outros nomes dos militares russos mortos e feridos na Ucrânia.
Ativista também explica que quando o corpo do militar russo é enviado aos
seus familiares, estes recebem a informação do que o fulano já foi demitido do
exército e morreu “em circunstâncias não esclarecidas”, escreve Gazeta.ru
A omerta russa
Na mesma sequência, na aldeia de Vybuty, nos arredores de Pskov, no dia 25
de agosto decorreu o enterro dos dois para-quedistas abatidos na Ucrânia: Leonid
Kichatkin (29 anos, morreu em 19.08.2014) e Alaksandr Osipov (20 anos, morreu
em 20.08.2014). No cemitério local existe uma outra campa recente, alegadamente
do outro militar russo, Sergey Volkov (27 anos, morreu no dia 11.07.2014).
Campa do Leonid Y. Kichatkin
A esposa do Leonid Kichatkin, Oksana, usou o perfil do marido na rede
social VK, convidando os amigos e familiares para se despedir solenemente do
seu esposo falecido. No entanto, mais tarde, na mesma página foi escrito que “o
meu marido é vivo e de saúde”. Um homem até respondeu os telefonemas dos jornalistas
russos, dizendo que é próprio Leonid. Depois disso otelefonedaOksanadeixoudefuncionar...
Campa do Aleksandr I. Osipov
“A cidade (de Pskov) como se foi dividida por uma parede invisível. Uns sabem
alguma coisa e ficam calados, outros querem saber, mas não obtêm as respostas”,
escreve gazeta.ru
É de recordar que no dia 21 de agosto nos arredores de Luhansk as forças
ucranianas capturaram dois blindados BMD dos para-quedistas russos da Divisão
de Pskov. E no dia 25 de agosto, nos arredores da localidade de Dzerkalne
(Zerkalnoe), na região de Donetsk, um grupo conjunto das FAU e do SBU deteve 10
militares do 331º regimento da 98ª Divisão de Tropas Aerotransportadas das
Forças Armadas da federação russa (a unidade militar № 71211).
O exército regular da federação russa invadiu e ocupou a cidade ucraniana
deNovoazovsk. Os ocupantes penetraram cerca de 40 km no
território da Ucrânia. As testemunhas falam sobre 30 (50) blindados e cerca de
500 ocupantes, que alegadamente se preparam para avançar contra a cidade de
Mariupol, escreveNewsru.ua
Mariupol se prepara para resistir
A cidade de Mariupol, onde atualmente fica instalada a administração
estatal da província de Donetsk e onde reside o governador provincial, se
prepara para resistir à invasão russa. A blogueira ucraniana Ruda Pani
reuniu diversa informação da blogosfera regional, que atesta a firme
vontade das forças ucranianas de defender a cidade até o “último homem”.
Bohdan @bohdan_mirosh
@KoloradskayaTla @YevhenS Os rapazes dos (batalhões) “Dnipro” e “Azov” circulam
pela Mariupol, sorrindo para todos os peões. Não aparentam, de tudo, de serem
assustados.
É assim, rapazes, parem o pânico. Existem quem e existe com o que disparar e
destruir a blindagem. Há aviação. Os sistemas reativos de fogo simultâneo até mais
que basta.
@mishukra15 As 83 unidades de blindados e mais de 2000 soldados apenas em 1
noite é pouco? Antes disso havia 2-3 mil (forças ucranianas em Mariupol e
arredores).
@vfljyf58 Os para-quedistas (russos) não é possível que sejam lançados, em todo
o Mariupol se localizam as anti-aéreas, e não só aqui, até (a vila de) Shyrokino,
talvez até mesmo (a localidade de) Bezymenniy.
@vfljyf58 anossaaviaçãoemShyrokinoagorasepreparaparareceberacoluna. Omar (Azov) é controladopelaguarda-fronteira. Todos
os dias eles malham nas lanchas deles (russas).
Um grupo de activistas russos abriu esta página no Facebook, só sobre os
soldados que combatem clandestinamente na Ucrânia, e sobre as famílias
enganadas e desesperadas. A mesma página fala de 1.000 mortos e feridos russos,
só nas últimas operações. Falamos de militares das forças regulares da federação
russa: https://www.facebook.com/groups/554080374717721
Hashtag #RussiainvadedUkraine
Para que o mundo saiba sobre a invasão russa na Ucrânia, é preciso fazer a
re-postagem do hashtag no twitter! Precisamos colocar o hashtag no top do twitter, parece mentira, mas isso
ajudará à salvar as vidas dos militares e voluntários ucranianos que combatem
os agressores russos no leste da Ucrânia. Quem ainda não tem o twitter, é a
hora de ter um: https://twitter.com