sexta-feira, setembro 25, 2026

⚡️ 10% de todos os POW russos capturados na Ucrânia são estrangeiros

Um em cada dez prisioneiros de guerra russos, capturados na Ucrânia, não é cidadão russo. Em setembro de 2026, estrangeiros de 55 países estavam entre os prisioneiros de guerra, membros do exército russo, capturados pelas Forças Armadas da Ucrânia.

Enquanto a propaganda russa lança os fakes sobre «mercenários da NATO/OTAN» e dos «soldados das FAU que falam polaco / romeno», a rússia recruta mercenários de todo o 3º mundo.

Mercenário brasileiro Pedro Henrique Antunes Pantoja capturado na Ucrânia

Ucrânia conhece os nomes de quase 29.000 estrangeiros que assinaram contratos com o exército russo desde 2022. O Ministério da Defesa russo planeava recrutar 18.500 estrangeiros em 2026. 

Moscovo visa sobretudo as camadas mais pobres da população, aquelas que são mais facilmente aliciadas com promessas de salários elevados e de uma vida melhor. Na realidade, são enviadas para operações militares suicidas e utilizadas nas zonas mais perigosas. 

A lista de mercenários brasileiros que passaram pelo exército russo

Após pressão diplomática, escândalos e oposição de outros governos, a rússia suspendeu o recrutamento em 39 países. Entre eles, a China, a Índia, o Egito, o Quénia, o Paquistão, o Gana e vários outros países de África e da Ásia. 

Mas Moscovo simplesmente mudou o foco e está a intensificar o recrutamento na América do Sul, na Ásia Central e em outros países de África. Isto já é evidente não só pelos dados de inteligência, mas também no número e na localização geográfica dos prisioneiros de guerra estrangeiros.

Mercenário africano desconhecido no encontro com drone ucraniano

Por exemplo, nos primeiros nove meses de 2026, as FA da Ucrânia capturaram mais estrangeiros do que em todo o ano de 2025. 

Entre eles, encontram-se cidadãos da Argentina, Panamá, Paraguai, Peru, Honduras, Vietname, Mongólia e muitos outros países distantes. 

O Kremlin tenta assustar e intimidar a população russa com as narrativas do mundo inteiro em luta contra a rússia. Entretanto, está a recrutar pessoas de todo o mundo para as enviar à morte, atendendo ao desejo de putin de bombardear cidades ucranianas. 

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