Foram figuras centrais da política soviética e de russificação na Ucrânia durante o Holodomor de 1932-1933, a coletivização e as repressões em massa. Todos os três foram acusados de “atividades contrarrevolucionárias”, “participação em organizações anti-soviéticas” e “atividade criminosa”. Foram presos em 1938 como parte da “grande purga” iniciada por Estaline para eliminar quadros-chave do partido.
A execução fez parte de uma campanha de grande escala para minar a elite do partido, que participou nas repressões, mas que se tornou vítima das mesmas. A estratégia de eliminação do polaco/polonês Kosior, russo Postishev e ucraniano Chubar tornou-se a fase final das represálias contra a maioria dos líderes da Ucrânia Soviética, entre os quais Mykola Skrypnyk, Panas Lyubchenko e outros que já tinham sido fuzilados. Em 1956-1957, durante a política de desestalinização, todos os três foram reabilitados postumamente e, em 2010, foram considerados, pela Procuradoria-Geral da Ucrânia, os responsáveis de genocídio (Holodomor) na Ucrânia.
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