Hoje, a Lyman praticamente já não existe. Isso pode ser visto nestas fotos tiradas há alguns dias. Há muito tempo que é impossível entrar na cidade.
A única forma de chegar às posições é a pé, as rotações duram pelo menos um mês, ou até mais, e qualquer movimento representa um grande perigo.
Os civis que permanecem em Lyman vivem sobretudo em caves, não há comida, nem água há muito tempo, e os militares ucranianos, que recebem mantimentos através
de drones, partilham com a população o pouco que têm. Estamos em outubro de 2026.
A cidade tem 26,21 km² de área e sua população em 2020 foi estimada em 20.768 habitantes. Em janeiro 2023, a população morando em Lyman foi estimada em cerca de 13.000, restando apenas 3,634 em 2025. Possivelmente metade ainda está na cidade em 2026.
...e a resposta ucraniana
Mísseis de cruzeiro ucranianos atingem a fábrica «Energia» na cidade russa de Yelets, na região de Lipetsk. A fábrica produz, ou produzia, os componentes para diversos equipamentos militares, assim como fabricava as próprias armas.
Consequências de um ataque com mísseis de cruzeiro à fábrica «Energia» em Yelets. Danos severos e um incêndio de grandes proporções. Um ataque
ucraniano muito bem feito.
A cidade russa de Omsk. Em resposta aos ataques terroristas russos contra centros comerciais ucranianos, um grande armazém da OZON foi atingido e ficou em chamas.
A empresa ucraniana Fire Point publica uma breve imagem da ação dos seus drones FP-2. Esperando que os soldados e oficiais russos em chamas também tenham gostado da vibe:












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