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| Blindado ligeiro soviético BT-5 danificado. Foto: Bundesarchiv |
O 1º Grupo Panzer do Coronel-General Ewald von Kleist rompeu as defesas soviéticas na zona da fronteira. O comando da Frente Sudoeste do RKKA ordenou que o corpo mecanizado contra-atacasse o grupo alemão. Aproximadamente 3.000 tanques e canhões de assalto soviéticos e mais de 700 alemães participaram nos combates. O Exército Vermelho utilizou tanques ligeiros T-26, BT-5 e BT-7, tanques de múltiplas torres T-28 e T-35, o novo tanque médio T-34 e os tanques pesados KV-1 e KV-2. As divisões alemãs possuíam tanques Panzer I, Panzer II, Panzer III, Panzer IV, veículos Panzer 35(t) e Panzer 38(t) de fabrico checoslovaco, tanques de comando e canhões de assalto autopropulsados (howitzer) StuG III.
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| O blindado médio soviético T-34 à arder. Foto: Bundesarchiv |
Os combates continuaram até 30 de junho de 1941, numa vasta área entre Lutsk, Dubno e Brody. Os 8º, 9º, 15º, 19º e 22º corpos mecanizados soviéticos entraram na batalha em grupos separados, após longas marchas durante as quais os seus equipamentos consumiam o combustível, partiam-se e ficavam para trás. Partes do 8º corpo mecanizado soviético romperam as linhas alemãs e chegaram ao Dubno a 27 de junho, onde foram atacadas por tanques, artilharia e aviões alemães. Falhas de comunicação, escassez de combustível, munições, equipamento de reparação e transporte dificultaram a coordenação dos ataques soviéticos. No final da batalha, o corpo mecanizado soviético tinha perdido cerca de 2.500 a 2.600 tanques, destruídos, danificados ou abandonados devido a falhas ou falta de combustível. As tropas alemãs mantiveram a sua ofensiva, tomaram Dubno e continuaram o seu avanço pelo interior da Ucrânia.
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| O blindado pesado soviético KV-2 danificado. Foto: Bundesarchiv |
Em primeiros 3 à 4 meses da guerra nazi-soviética, os alemães capturaram cerca de 2.300 milhões de soldados e oficiais do RKKA...




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