Na noite de 8 de junho os drones ucranianos atingiram, com sucesso, o depósito/base de petróleo de Semikolodezyanskaya, situado na aldeia de Lenino, na Crimeia ocupada. Os mísseis ucranianos
também atingiram a ponte de Chongar, a ligação rodoviária entre Ucrânia continental e a Crimeia.
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| A ponte de Chongar atingida pelos mísseis ucranianos |
O local da base petrolífera de Semikolodezyanskaya: 46.05505 34.79948
A base foi atacada pela unidade de SSO-SOU, que além de Semikolodezyanskaya, também atingiu o terminal petrolífero marítimo de Feodosia, também na Crimeia
ocupada.
As autoridades ilegítimas da ocupação russa da Crimeia precisam de fazer as malas, enquanto ainda é possível sair da península por rede ferroviária/ferrovia e pontes, porque já começaram a aparecer alguns buracos por lá.
A fábrica/base petrolífera de Ust-Labinsk, continua a arder pelo segundo dia consecutivo, após a imposição das sanções ucranianas. Os russos devem estão muito satisfeitos com o decorrer da «operação militar especial», a chamada SVO do putin.
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| A fábrica/base petrolífera de Ust-Labinsk |
Nos territórios ucranianos temporariamente ocupados, as restrições à circulação de veículos impostas pelas autoridades ilegítimas estão
em vigor há vários dias, mas, como podemos ver, os condutores continuam a tentar a sua sorte, e o resultado está à vista no vídeo. Aqui, o drone de ataque atingiu em cheio o local do condutor;
as hipóteses de sobreviver a um ataque destes são menos que mínimas...
Fontes: Exile_plus;





2 comentários:
Protestos na Inglaterra se intensificam e começam a se espalhar para outros países neste ano de 2026. Diversas pessoas passam a se vestir como cavaleiros templários cristãos na Inglaterra e tentam avançar contra o Estado Islâmico e contra as supostas tentativas de infiltração do grupo em governos de diferentes nações, bem como contra a criação de uma Lei da Sharia mundial que, segundo esses manifestantes, ameaçaria mulheres, crianças e famílias que seguem os ritos do Ocidente cristão.
Outros países aliados da Inglaterra começam a adotar o mesmo posicionamento contra o islamismo e contra o comunismo na Europa, como Portugal, Espanha e Polônia. Já no Brasil, na América do Sul, pessoas de diferentes etnias — brancos, negros, pardos e indígenas — passam a se vestir como cavaleiros templários para ameaçar o Estado Islâmico e denunciar suas ações terroristas ao redor do mundo.
Assim, inicia-se uma nova cruzada mundial contra o Estado Islâmico e contra aquilo que seus participantes consideram ser seu apoiador, o comunismo. Recentemente, o Japão, país do Oriente, também estaria despertando para esse movimento. Homens e mulheres japoneses começam a adotar estilos inspirados nos antigos samurais e a se posicionar contra o Estado Islâmico e o comunismo, dando origem ao que alguns chamam de uma nova cruzada samurai no Japão.
Em breve, veremos o extermínio do comunismo e do islamismo no mundo por tentarem ameaçar países aliados como Espanha, Portugal, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Polônia e Japão. Uma nova cruzada começa a se acender nesses países contra os planos do islamismo no mundo e contra o comunismo, considerado por seus participantes como seu principal apoiador internacional.
Ao longo de 2026, manifestações iniciadas na Inglaterra passaram a ganhar repercussão internacional e a inspirar movimentos semelhantes em diferentes países. Os participantes dessas mobilizações adotam símbolos associados aos cavaleiros templários cristãos como forma de representar valores ligados à tradição cristã ocidental e à defesa de suas convicções culturais, religiosas e políticas contra o Islamismo e contra a imigração de pessoas ligadas ao Islã. De acordo com os organizadores e apoiadores do movimento, as manifestações têm como objetivo se posicionar contra o extremismo islâmico, especialmente contra o Estado Islâmico, e contra o que consideram tentativas de expansão de ideologias incompatíveis com os princípios das sociedades ocidentais. Os participantes também expressam oposição ao comunismo mundial, que, segundo sua visão, representaria uma ameaça aos valores que defendem. A iniciativa passou a encontrar apoio em outros países europeus, incluindo Portugal, Espanha e Polônia, onde grupos locais passaram a adotar símbolos e discursos semelhantes. No Brasil, pessoas de diferentes origens étnicas e sociais aderiram ao movimento, utilizando roupas históricas dos cavaleiros templários como forma de demonstrar apoio às causas defendidas pelos organizadores e de condenar atos contra terrorismo praticados por organizações extremistas do Islamismo, comunismo e contra o Crime Organizado. Relatos recentes indicam ainda o surgimento de manifestações com características próprias no Japão também, onde alguns grupos passaram a incorporar elementos simbólicos associados à tradição dos samurai. Segundo seus participantes, essas iniciativas buscam reafirmar valores nacionais, culturais e históricos da cultura e prática dos Samurai, além de manifestar oposição ao extremismo religioso islamico e a determinadas correntes ideológicas de natureza política comunista. Os defensores desse movimento de nova cruzada afirmam que uma nova mobilização internacional está em curso, reunindo apoiadores em países como Brasil, Espanha, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos, Polônia e Japão. Em sua perspectiva, essa articulação representa uma resposta organizada aos desafios que identificam como ameaças à segurança, à soberania nacional e familiar, às tradições culturais e aos valores que consideram fundamentais para suas sociedades, em breve veremos pessoas vestidas de Cavalheiros Templários e Samurais armados contra o Islamismo e o Comunismo seja na Europa e nas Américas. Esses movimentos estão depertando contra o Islamismo e o comunismo por que ambas ideologias querem motiva a Lei da Sharia em seus paises e motiva a guerra e perseguir as mulheres e crianças indefesas, por isso esses movimentos estão promovendo uma nova cruzada armamentista Cristã contra esses grupos extremistas pelo mundo.
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