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| Imagem de um mercenário africano amarrado à uma bomba de fumo |
Após a visita de uma delegação queniana liderada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Musalia Mudavadi à rússia, e o acordo estabelecido sobre o acesso consular aos cidadãos quenianos, a liderança militar russa está seriamente preocupada com a possibilidade de os quenianos tentarem escapar à guerra e serem repatriados para o seus país de origem, como já aconteceu com cidadãos da Índia, China, Sri Lanka e África do Sul.
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| Faça click para consultar a lista completa dos 772 mercenários da Quénia |
Dado que os russos consideram os quenianos como um «ativo» em que foram gastos recursos significativos no recrutamento, transporte e treino, o Ministério da Defesa russo não tem nenhuma intenção de os libertar. A decisão tomada foi simples e habitual ao estilo russo: enviar a totalidade dos quenianos para as zonas de combate o mais rapidamente possível.
No entanto, isto provocou uma reacção negativa: os quenianos começaram a recusar-se a participar nos ataque em massa. Os russos responderam com as repressões habituais, executando pelo menos cinco cidadãos quenianos, para servirem de exemplo aos restantes. Os executados estão sendo oficialmente registados como «mortos em combate».
Os cidadãos quenianos executados pelos militares russos:
- Otieno Owaga 05/12/1999
- Shaban Kalama 29/04/2002
- Aaron Abduyi Nyongesa 20/11/2001
- Abednego Mwenga Mwikya 01/03/2002
- Abel Kipkosgei Tarus 02/03/1995
O projeto ucraniano «Quero Viver» também está a publicar a lista de 772 cidadãos quenianos que assinaram contratos com exército russo. Entre eles, muito provavelmente estão os tais 518 cidadãos quenianos, que neste momento estão sendo lançados, de urgência, para a morte certa, uma vez que a rússia se recusa a pagar indemnizações aos quenianos mortos e feridos.
Os mercenários estrangeiros estão a ser utilizados como um recurso descartável pelo lado russo, e qualquer tentativa de escapar da guerra pode custar-lhes a vida.
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