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| Imagem: 14medio |
“Liberdade!” Foi este o grito que ecoou pelas ruas de Morón, na província de Ciego de Ávila, na noite de sexta-feira, quando dezenas de moradores saíram à rua para protestar contra os apagões que paralisam a Cuba. A marcha percorreu diferentes pontos da cidade ao ritmo de panelas e frigideiras, chegou a uma esquadra de polícia e terminou em frente à sede do partido comunista de Cuba (PCC), onde os manifestantes invadiram o edifício, atiraram móveis e faixas para a rua e acenderam uma fogueira no meio da estrada, escreve a publicação cubana 14ymedio.
Poucas horas antes do discurso do presidente, o Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações Internacionais de Cuba anunciou que o governo iria libertar 51 prisioneiros com a mediação do Vaticano. Não foi especificado se seriam prisioneiros comuns ou prisioneiros políticos.
Ao contrário do Irão, os cidadãos cubanos não esperaram pelos bombardeamentos americanos e começaram a destruir tudo o que pertencia aos comunistas.
Os protestos são alimentados pela pobreza generalizada, incluindo a falta de aquecimento, electricidade e água. O próprio Trump garantiu antecipadamente as condições propícias a um golpe ao impor sanções.
Blogueiro: veremos se o regime consegue aguentar, possivelmente, a maior pressão desde 1959. Ainda mais que neste momento o regime está sozinho: a rússia, naturalmente, o trocou pela amizade do Trump, Venezuela levou um KO e toda a esquerda latino-americana recebeu o aviso muito claro da atual administração dos EUA não se meter no assunto ou sifrer as consequências. Como acontece nestes casos, a esquerda decidiu, estrategicamente, que «cada um por si e somente o Deus é por todos».
Vídeos: TG @nevzorovtv

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