sábado, março 14, 2026

Cuba: o regime comunista à desmoronar-se diante dos nossos olhos

Imagem: 14medio
Cuba mergulhou na total escuridão. O país está sob o domínio de uma crise gravíssima e de um apagão elétrico. Os cubanos estão a atacar as lojas e escritórios do partido comunista, no poder, desde 1959. 

O governo cubano, já declarou, na prática, a sua disponibilidade para ceder às exigências dos EUA. Mais um regime pró-russo está a desmoronar-se diante dos nossos olhos. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, anunciou que os representantes cubanos iniciaram negociações com as autoridades norte-americanas. O anúncio foi feito numa conferência de imprensa televisiva, conforme noticiado pelo The Wall Street Journal a 13 de março. Segundo o presidente, as autoridades cubanas realizaram conversações «para encontrar, através do diálogo, uma possível solução para as diferenças bilaterais existentes entre os nossos países». 


“Liberdade!” Foi este o grito que ecoou pelas ruas de Morón, na província de Ciego de Ávila, na noite de sexta-feira, quando dezenas de moradores saíram à rua para protestar contra os apagões que paralisam a Cuba. A marcha percorreu diferentes pontos da cidade ao ritmo de panelas e frigideiras, chegou a uma esquadra de polícia e terminou em frente à sede do partido comunista de Cuba (PCC), onde os manifestantes invadiram o edifício, atiraram móveis e faixas para a rua e acenderam uma fogueira no meio da estrada, escreve a publicação cubana 14ymedio. 


Poucas horas antes do discurso do presidente, o Ministério dos Negócios Estrangeiros / das Relações Internacionais de Cuba anunciou que o governo iria libertar 51 prisioneiros com a mediação do Vaticano. Não foi especificado se seriam prisioneiros comuns ou prisioneiros políticos. 

Ao contrário do Irão, os cidadãos cubanos não esperaram pelos bombardeamentos americanos e começaram a destruir tudo o que pertencia aos comunistas. 

Os protestos são alimentados pela pobreza generalizada, incluindo a falta de aquecimento, electricidade e água. O próprio Trump garantiu antecipadamente as condições propícias a um golpe ao impor sanções.

Blogueiro: veremos se o regime consegue aguentar, possivelmente, a maior pressão desde 1959. Ainda mais que neste momento o regime está sozinho: a rússia, naturalmente, o trocou pela amizade do Trump, Venezuela levou um KO e toda a esquerda latino-americana recebeu o aviso muito claro da atual administração dos EUA não se meter no assunto ou sifrer as consequências. Como acontece nestes casos, a esquerda decidiu, estrategicamente, que «cada um por si e somente o Deus é por todos».

Vídeos: TG @nevzorovtv

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